Portugal tem aquíferos salinos profundos onde pode enterrar o seu Co2

Portugal tem formações geológicas profundas onde possa injectar e, de forma segura e permanente, armazenar volumes significativos de dióxido de carbono (CO2).

Um projecto de investigação recente, que foi financiado pela União Europeia (UE) e envolveu quatro parceiros nacionais — a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a Universidade de Évora, a Faculdade de Ciências da Universidade de Nova de Lisboa e ainda a cimenteira Cimpor —, diz que, sobretudo offshore (isto é, abaixo do chão do nosso mar), parecem existir condições para termos grandes reservatórios deste nocivo gás com efeito de estufa (GEE).

Clientes dão nota positiva ao Porto de Setúbal

No âmbito do Sistema de Qualidade, Ambiente e Segurança, foi elaborado um Inquérito de Satisfação dos Clientes do Porto de Setúbal, com o objectivo de avaliar a percepção da qualidade dos serviços prestados pela APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA e pelas empresas que prestaram serviços no porto no ano de 2022.

As questões abordaram várias áreas de serviços como a capacidade de resposta e disponibilidade do planeamento portuário; serviço de pilotagem; a disponibilidade de cais e tempo de espera; utilização da Janela Única Logística; a qualidade das acções de fiscalização; a qualidade dos serviços de reboque e de amarração; recolha de resíduos; serviço operacional e, por fim, uma avaliação global.

Os resultados apurados e a sua análise evidenciam que os destinatários do Inquérito, estão globalmente satisfeitos com os serviços fornecidos no Porto de Setúbal, atribuindo uma avaliação global de Satisfatório ou Muito Satisfatório. Esta avaliação permite a posterior identificação de potenciais oportunidades de melhoria dos serviços prestados e consequentemente desenvolver ações de aperfeiçoamento, correctivas e preventivas, de melhoria contínua e de aumento do grau de satisfação dos clientes.

 

Já é possível extrair hidrogénio limpo diretamente da água do mar

Há boas notícias provenientes da Austrália: Um grupo de investigadores da Universidade de Adelaide anunciou que conseguiu extrair hidrogénio limpo directamente da água do mar, sem necessidade de qualquer tratamento ou filtragem.

Com o aumento da procura por este elemento químico, que por acaso até é o mais abundante de todos, de forma a ser utilizado como combustível amigo do ambiente, não há como negar que a importância desta descoberta é imensurável.

O hidrogénio é uma alternativa limpa ao petróleo.

Os veículos totalmente eléctricos são a escolha mais explorada e massificada no que diz respeito à busca por uma alternativa limpa e viável à utilização de combustíveis fósseis.

Apesar disso, não há como desconsiderar as viaturas movidas a hidrogénio, cujo resultado da transformação química necessária para locomover as mesmas é, unicamente, água limpa e potável.

Tal facto justifica a crescente procura por este elemento, cuja tendência é continuar a aumentar com o passar dos anos. Decisões como aquela que foi tomada recentemente pela União Europeia, de proibir a venda de veículos movidos exclusivamente com motores de combustão interna a partir de 2035, apenas reforçam esta situação.

A descoberta efectuada recentemente pode também tornar viável a utilização do hidrogénio extraído da água do mar como fonte de energia para algumas zonas costeiras.

De acordo com as palavras de um dos líderes da equipa de investigação, o Professor Shizhang Qiao, é agora possível dividir a água do mar em oxigénio e hidrogénio com uma eficiência muito próxima dos 100%, tendo como consequência a produção de hidrogénio verde por eletrólise, recorrendo apenas a um catalisador barato e a um eletrolisador comercial.

Até então, a água do mar necessitava sempre de ser purificada antes da eletrólise separar o oxigénio do hidrogénio; agora, com recurso a óxido de cobalto com óxido de crómio na superfície a actuar como catalisador, a performance do procedimento é similar à que se obtinha após purificar a água salgada.

Porquê utilizar a água do mar?

Inegavelmente, a água do mar é muito mais abundante no planeta do que a água doce, utilizada para consumo humano. Este factor por si só já tem uma grande implicação na decisão. Além disso, a possibilidade de extrair hidrogénio a partir do mar leva a poupanças económicas expressivas.

Os investigadores da Universidade de Adelaide tencionam agora escalar este procedimento, utilizando para isso um eletrolisador maior. A esperança da equipa é de, eventualmente, aplicar os conhecimentos adquiridos a uma escala industrial, de forma a serem empregues de forma prática no nosso quotidiano.

Empresa Portuguesa desenvolve microssatélites para tráfego marítimo.

A constelação de microssatélites será comparticipada em 10 milhões de euros pelo PRR e visa monotorizar o tráfego marítimo com um sistema de comunicação entre navios.

A empresa portuguesa LusoSpace está a desenvolver uma constelação de 12 microssatélites de monitorização do tráfego marítimo, com um sistema de comunicação entre navios, um projecto orçado em cerca de 20 milhões de euros.

A constelação de microssatélites será comparticipada em 10 milhões de euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no quadro da “Agenda New Space Portugal”, que “visa transformar o perfil de especialização do sector espacial português com novos produtos e serviços inovadores, exportáveis e de maior complexidade tecnológica”.

A companhia, com sede em Lisboa, foi visitada pela ministra da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Elvira Fortunato, no âmbito da iniciativa governamental “PRR em Movimento”.

A LusoSpace está na fase de concepção dos microssatélites, mas, segundo o director-executivo, Ivo Yves Vieira, estará preparada para “lançar uma linha de montagem” de satélites, incluindo os de outras empresas.

Em declarações à Lusa, após a visita da ministra, Ivo Yves Vieira disse que o primeiro dos microssatélites será enviado para o espaço em 2024 e os restantes em meados de 2025, não avançando de onde serão lançados.

Os pequenos satélites estarão equipados com tecnologia que permitirá fornecer não só a localização dos navios no mar, mas também o envio de alertas meteorológicos e mensagens de socorro entre embarcações.

De acordo com Ivo Yves Vieira, microssatélites como estes vão ser úteis no futuro para a navegação marítima autónoma.

Durante a visita à LusoSpace, o presidente da agência espacial portuguesa Portugal Space, Ricardo Conde, referiu, sem concretizar de onde serão lançados os microssatélites, que o projecto da empresa vai estar “alinhado com o tempo de maturidade” do porto espacial de Santa Maria, nos Açores, obra da responsabilidade do Governo Regional e que tem conhecido vários reveses, incluindo a impugnação do concurso.

Inicialmente, quando foi anunciado para ser uma base de lançamento de microssatélites, o porto espacial de Santa Maria deveria ter começado a funcionar no verão de 2021.

As maiores linhas de contentores em termos de capacidade de carga própria: Top 10

Depois de conferir a respectiva lista de capacidade de carga afretada, é hora de dar uma olhada na capacidade de TEU que cada compamhia possui. A lista a seguir é baseada nos dados da Alphaliner no final de dezembro de 2022, processados pela “Container News”.

1. A.P. Moller – Maersk – 2.535.600 TEUs (60% de participação na capacidade total da frota).

A.P. Moller-Maersk é uma empresa de transporte de contentores com sede em Copenhaga, Dinamarca, que transporta cerca de 20% dos alimentos, comodidades e comércio do mundo em 130 países. A corporação marítima dinamarquesa possui mais de 900 empresas, incluindo APM Terminals, Hamburg Süd, Damco, Svitzer e Seago Line. 

2. Mediterranean Shipping Company (MSC) – 2.086.500 TEUs (45% de participação).

A companhia maritima suíça/italiana, a principal companhia marítima do mundo, mantém uma frota total de 730 navios e transporta cerca de 23 milhões de TEUs anualmente. A rede global de serviços da MSC conecta 150 países com mais de 260 canais comerciais. 

3. CMA CGM – 1.587.000 TEUs (47% de participação).

A CMA CGM está no mercado há 40 anos e é a terceira maior transportadora de contentores do mundo em termos de capacidade de TEU de embarcação própria e a segunda em termos de capacidade fretada. 

4. Linhas de Navegação COSCO – 1.568.800 TEUs (participação de 55%)

A gigante marítima chinesa possui uma frota total de mais de 480 navios e uma rede de serviços que escala mais de 570 portos, além de mais de 400 rotas comerciais que conectam cerca de 140 países. 

5. Hapag Lloyd AG – 1.111.400 TEUs (participação de 62%).

A Hapag-Lloyd é uma das principais transportadoras marítimas do mundo para o comércio transatlântico, do Médio Oriente, da América Latina, com mais de 250 navios, 12 milhões de TEUs por ano e mais de 14.500 funcionários espalhados por 400 escritórios em 137 regiões. 

6. Evergreen Marine Corporation – 927.700 TEUs (57% de participação).

A Evergreen estabeleceu a sua posição na história marítima desde da sua fundação em 1 de setembro de 1968 pelo Dr. Yung-Fa Chang. Não só sobreviveu, como prosperou, com muito trabalho e dedicação desde os primeiros dias, e agora possui uma frota de mais de 160 navios porta-contentores. 

7. ONE – 787.600 TEUs (participação de 52%)

A ONE está sediada em Singapura e é membro da “THE Alliance”, juntamente com a Hapag-Lloyd, a HMM e a Yang Ming Marine Transport Corporation. 

8. HMM – 555.900 TEUs (participação de 68%)

A HMM é uma importante transportadora mundial com 26 subsidiárias, seis sedes regionais, oito terminais, 60 filiais e uma capacidade total de frota de 820.000 TEUs. 

9. Wan Hai – 345.100 TEUs (79% de participação)

A Wan Hai Lines começou em 1965 principalmente como uma empresa de transporte operando em Taiwan, Japão e Sudeste Asiático. Em 1976, em resposta ao rápido desenvolvimento do comércio internacional na Ásia-Pacífico e outras tendências internacionais, a Wan Hai transformou-se em uma empresa de transporte marítimo de contentores completos. 

10. Yang Ming – 216.300 TEUs (participação de 31%).

A Yang Ming Marine Transport Corporation foi fundada em 28 de dezembro de 1972. Yang Ming relatou uma frota de 94 navios com capacidade operacional de 715.000 TEUs em dezembro de 2022, dos quais os porta-contentores são a força principal.

Workshop | Sustentabilidade e Shipping

N9 1 de março no Auditório do campus escolar da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique 

Programa

13h50 | Recepção dos convidados

14h00 | Associação O GRACE, empresas responsáveis – Dr.ª Maria João Almeida

14h30 | Enquadramento sobre o Grupo Sousa e os desafios da descarbonização no Shipping – Cte. Pedro Amaral Frazão

15h30 | Visita ao Centro de Simulação Marítima da ENIDH

16h00 | Fim

A entrada é gratuita, sujeita a inscrição prévia obrigatória, através da submissão do formulário até ao dia 27 de fevereiro de 2023, disponível aqui .

Físico brasileiro desenvolve turbina subaquática 60% menor e 3x mais eficiente.

Essa nova turbina subaquática desenvolvida por um físico brasileiro apresenta uma redução significativa no tamanho, tornando-a 60% menor do que as turbinas eólicas convencionais. Além disso, ela é capaz de produzir até 3 vezes mais energia, tornando-a uma solução inovadora e eficiente na geração de energia renovável. A tecnologia subaquática tem o potencial de revolucionar a indústria de energia e ajudar a alcançar metas de sustentabilidade.

Com a procura cada vez maior por fontes renováveis de energia e a preocupação com a emissão de gases poluentes, um físico brasileiro encontrou uma solução inovadora. Ele desenvolveu turbinas subaquáticas altamente eficientes que podem gerar energia limpa para até 22 mil residências com apenas uma única unidade. Essas turbinas são significativamente menores e mais eficientes do que as turbinas eólicas tradicionais, e foram projectadas especificamente para aproveitar a energia dos oceanos. Esta inovação tem o potencial de transformar a indústria de energia renovável.

De acordo com Maurício Queiroz, fundador e CEO da startup, a fonte de energia do oceano é única, pois é previsível e constante. Isso garante a segurança energética, uma vez que a energia gerada a partir desse recurso é confiável e estável. O oceano é uma fonte de energia renovável e pode ser utilizado para fornecer energia limpa e segura para as comunidades. Esta afirmação destaca a importância do uso de fontes renováveis de energia para garantir a segurança energética no futuro.

O oceano é a única fonte de energia limpa e segura que pode ser usada para gerar energia. As correntes oceânicas já estão amplamente mapeadas em todo o mundo, o que permite o planeamento da instalação de turbinas subaquáticas em posições estratégicas. A startup desenvolveu uma tecnologia exclusiva para capturar a energia hidrocinética relacionada às correntes subaquáticas.

Esta tecnologia é baseada na captura da energia gerada pelas correntes, diferentemente das turbinas eólicas, que perdem energia entre as hélices. Segundo Maurício Queiroz, CEO da startup, uma turbina subaquática de 3 metros de diâmetro é capaz de gerar 5 MW de potência a uma velocidade de corrente de 1,87 nós, o que equivale à potência gerada por uma turbina eólica de 180 metros de diâmetro. Isso significa que a turbina subaquática é 60 vezes menor e gera a mesma potência. Além disso, a disponibilidade da fonte de energia do oceano permite que a turbina subaquática gere 3 vezes mais energia do que a turbina eólica.

A startup está planeando instalar as suas turbinas subaquáticas em áreas com velocidades de corrente médias superiores a 1 nó. Estas turbinas são capazes de gerar 5 MW de energia com uma capacidade de variação entre 70% e 95%. O CEO destaca que a capacidade de geração de energia refere-se à quantidade de energia disponível na natureza que pode ser convertida em eletricidade. Quanto ao oceano, isso depende da infraestrutura que será construída com os investimentos para atender à procura de diferentes regiões.

A empresa tem como prioridade proteger a vida marinha. Os locais de instalação foram escolhidos afastados de recifes de corais para proteger os ecossistemas circundantes e evitar a pesca de arrasto no fundo do oceano. Além disso, como nas bases de algumas eólicas, serão formados recifes artificiais para permitir que diversas espécies marinhas possam viver e se reproduzir com segurança na área.

U.Porto alerta para efeitos tóxicos de fármaco para a diabetes nos ecossistemas aquáticos.

Uma equipa de investigadores do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) e da Faculdade de Ciências (FCUP) da Universidade do Porto, em colaboração com outras entidades portuguesas (UTAD) e espanholas (Universidade de Santiago de Compostela) publicou recentemente um estudo no prestigiado jornal Environmental Science & Technology, no qual alerta para o impacto negativo da metformina – um fármaco amplamente usado para controlar os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes – nos ecossistemas aquáticos.

Num contexto marcado pelo crescimento exponencial da diabetes e, como resultado, da prescrição de fármacos para controlar a doença, são também cada vez maiores as quantidades de metformina que são continuamente descarregadas nos ambientes aquáticos. A metformina é mesmo um dos produtos farmacêuticos detetados com maior frequência e em elevada concentração nas águas de todo o mundo.

A preocupação é grande, dado os organismos aquáticos estarem expostos a este fármaco durante todo o seu ciclo de vida. Até porque pouco se sabe ainda sobre os riscos para a saúde dos ecossistemas aquáticos. Mas metformina, tal como como muitos outros fármacos, mostrou ser uma molécula bioativa que actua em concentrações muito baixas.

Através do estudo agora publicado, e desenvolvido no âmbito do projecto NOR-WATER, liderado pelo CIIMAR (com financiamento do programa INTERREG V-A Espanha- Portugal (POCTEP), pretendeu-se então avaliar o impacto da metformina nos ecossistemas aquáticos e assim contribuir para uma melhor avaliação do risco ambiental deste fármaco.

Para tal, o peixe-zebra foi usado como organismo modelo numa exposição de longa duração a níveis de metformina ambientalmente relevantes.

Os resultados não deixam dúvidas. A metformina apareceu como um destes contaminantes mais frequentemente detectados água das bacias hidrográficas estudadas, em concentrações médias acima de 400 ng/l. Um valor que, de acordo com os investigadores, induz já um conjunto de efeitos adversos no peixe-zebra. 

Segundo os dados presentes na literatura, a concentração média de metformina em águas superficiais de todo o mundo aumentou significativamente entre 2006 (100 ng/l) e 2022 (2 362,9 ng/l). Como consequência, a última revisão feita pela EU da lista de substâncias prioritárias que constam da directiva quadro da água, propôs a integração da metformina como substância prioritária, o que reflecte a necessidade urgente de avaliar o risco deste fármaco para a saúde dos ecossistemas aquática.

No entanto, de acordo com esta última revisão desta lista, a previsão de concentração de metformina que não produz efeitos nos organismos aquáticos (PNEC) é de 1 030 μg/l. Já o nível máximo proposto para concentração de metformina no ambiente considerado seguro, tendo em conta as normas de qualidade ambiental (EQS), é de 160 μg/l.

O presente estudo detectou impactos significativos em concentrações de 390 ng/l, ou seja, várias ordens de magnitude inferiores aos valores de PNEC e EQS propostos. Segundo os autores, a lista de substâncias prioritárias precisaria assim de “uma revisão e actualização para valores mais seguros”.

APAT inaugura novo escritório.

A Associação dos Transitários de Portugal possui uma nova sede.

A Associação dos Transitários de Portugal, mais conhecida por APAT, é a organização nacional que possui legitimidade para filiar e representar as empresas que se dedicam à actividade transitária, entendida esta como a planificação e organização das operações relativas ao transporte internacional de mercadorias, actividades logísticas complementares e sua distribuição.

A nova sede é localizada na Via do Oriente n.º 4 – 5.2 – Escritório n.º 1 em Lisboa.

Mais perto do aeroporto, zona ribeirinha e outros pontos logísticos, a nova sede é um salto qualitativo da Associação, além de proporcionar melhores condições para as suas formações.

Porto de Viana do Castelo movimenta cerca de 410 mil toneladas de carga

O Porto de Viana do Castelo movimentou mais de 409 mil toneladas de carga, em 2022, de acordo com os dados oficiais da administração portuária.

Segundo os números da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), entre janeiro e dezembro de 2022, os movimentos de carga aumentaram 8,56% face às 376.778 toneladas registadas em 2021.

A movimentação de carga fracionada aumentou 21,8%, de 175 mil toneladas para 214 mil.

Os granéis sólidos traduziram-se numa subida de 6,7%, passando de 149 mil para 159 mil toneladas de carga movimentada.

O granel líquido registou um decréscimo de 31,7% nas movimentações, passando de 51 mil toneladas em 2021 para 34 mil em 2022.