Maior navio porta-contentores do mundo em Sines

O MSC Tessa, considerado o maior porta-contentores da actualidade, atracou em Sines, no Terminal XXI, ao início desta sexta-feira.

O MSC Tessa,. com uma capacidade nominal de 24 116 TEU, é um dos 14 navios encomendados pela MSC a vários estaleiros chineses.

Embora todos os navios da encomenda sejam idênticos em essência, há algumas diferenças entre eles, dependendo dos estaleiros que os construíram. O MSC Tessa, construído pelo Yangzijiang Shipbuilding Group, destaca-se ao nível da capacidade com 24.346 TEU, tornando-se assim um dos maiores porta-contentores do mundo.

Foto: PSA Sines

Concessões portuárias vão ter prazo até 75 anos

O Governo vai aumentar o prazo das concessões dos terminais portuários de serviço público até aos 75 anos, quando actualmente não pode ir além dos 30. 

O Executivo defende, no projecto de diploma com as novas bases das concessões portuárias, que “para alavancar e robustecer o sistema portuário nacional” é “necessário garantir uma estruturação temporal.

A última concessão negociada pelo Governo, foi a do Terminal XXI em 2019, que foi concessionada por mais 30 anos, exactamente o prazo actual que não pode ser ultrapassado por lei, extendendo até 2049.

Um prazo maior, iria ajudar a amortizar os investimentos portuários de uma concessão que ao inicio são muito avultados, fazendo com que haja uma maior agilidade no desenvolvimento do modelo portuário inicial. 

Baleias podem ser um aliado na luta contra as alterações climáticas.

Embora muitos esforços para combater as alterações climáticas se tenham concentrado em soluções como a plantação de árvores ou a restauração de zonas húmidas, os investigadores defendem agora a importância da remoção do carbono pelos maiores animais do planeta – as baleias.

De acordo com estudo publicado recentemente na Trends in Ecology and Evolution, as baleias podem minimizar a quantidade de carbono no ar e nos oceanos.

Liderados pela bióloga Heidi Pearson, da Universidade do Alasca Sudeste, os investigadores indicaram num comunicado que “entender o papel das baleias no ciclo do carbono é um campo dinâmico e emergente, que pode beneficiar a conservação marinha e as estratégias” para combater as alterações climáticas.

“Isto exigirá uma colaboração interdisciplinar entre ecologistas marinhos, oceanógrafos, biogeoquímicos, modelistas do ciclo do carbono e economistas”, acrescentou a equipa.

As baleias podem pesar até 150 toneladas e viver durante quase um século. Constituem uma das maiores piscinas de carbono vivo no oceano pelágico – uma componente do sistema marinho responsável pelo armazenamento de 22% do carbono na Terra.

Tal como outros seres vivos, a biomassa substancial das baleias é maioritariamente feita de carbono.

“O seu tamanho e longevidade permitem às baleias exercer fortes efeitos no ciclo do carbono, armazenando-o de forma mais eficaz do que os animais menores, ingerindo quantidades extremas de presas e produzindo grandes volumes de produtos residuais”, explicou a equipa.

“Considerando que as baleias têm algumas das migrações mais longas do planeta, influenciam potencialmente a dinâmica dos nutrientes e o ciclo do carbono sobre as escalas das bacias oceânicas”, continuou.

Quando as baleias acabam de digerir os seus alimentos, os seus resíduos são ricos em nutrientes, permitindo que o krill e o plâncton prosperem e impulsionem a fotossíntese e a remoção do carbono atmosférico.

Utilizando novamente as baleias azuis como exemplo, estas têm uma esperança de vida de 90 anos. O carbono que contêm é transmitido para as profundezas do mar.

Este processo complementa a bomba biológica de carbono, que envolve intrincadas vias biogeoquímicas para o movimento de nutrientes e produtos químicos entre o oceano e a atmosfera.

As populações de baleias diminuíram 81% devido à caça, com implicações incertas no ciclo do carbono biológico. “A recuperação da baleia tem o potencial para o aumento auto-sustentado a longo prazo do sumidouro de carbono oceânico”, afirmaram os autores.

“O papel de redução total do dióxido de carbono das grandes baleias (e outros organismos) só será realizado através de intervenções robustas de conservação e gestão, que promovam diretamente o aumento da população”, disseram ainda.

Dada à sua enorme dimensão, as baleias estão mais próximas dos locais onde se encontram os plástico, ingerindo até 10 milhões de microplásticos por dia.

Por conseguinte, as intervenções teriam de incluir a proteção das baleias e das suas presas, de forma a colmatar a poluição induzida pelo homem.

Estas são as melhores do Mundo e uma é em Portugal.

A lista das melhores praias do mundo faz parte do Travelers’ Choice Awards do Tripadvisor, sendo estabelecida com base em milhões de avaliações enviadas por viajantes ao longo de 2022.

Posteriormente, o Tripadvisor analisa a qualidade e a quantidade de avaliações de modo a determinar as classificações.

A Europa tem três praias no top 10 de 2023 – Reynisfjara Beach em Vik, Islândia, no 4º lugar, Praia da Falésia em Olhos de Água, Portugal, no 6º lugar e a italiana Spiaggia dei Conigli no 8º lugar. Apenas uma delas também apareceu no top 10 de 2022 – Spiaggia dei Conigli na Sicília foi o 10º em 2022.

As 10 melhores praias do mundo para 2023

1. Baía do Sancho – Fernando de Noronha, Brasil

2. Eagle Beach – Aruba, Caribe

3. Cable Beach – Broome, Austrália

4. Reynisfjara Beach – Vik, Islândia

5. Grace Bay Beach – Turks e Caicos, Caribe

6. Praia da Falésia – Olhos de Água, Portugal

7. Praia Radhanagar – Ilha Havelock, Índia

8. Spiaggia dei Conigli – Sicília, Itália

9. Praia Varadero – Cuba, Caraíbas

1 0. Praia Ka’anapali – Maui, Havai

Efeito da China-Russia vs. EUA-UE no Shipping

A consultoria Drewry, sediada no Reino Unido, destacou os efeitos da agitação geopolítica no transporte de contentores num relatório divulgado na passada terça-feira. 

De acordo com Drewry, o “jogo de rancor entre superpotências” entre os EUA e a China “chegou a um ponto de ebulição pela invasão da Ucrânia pela Rússia”, com o presidente russo Vladimir Putin “um fantoche útil para a China” que “pode ajudar a ampliar o cisma geopolítico e trazer mais países para o lado [da China].” 

A geopolítica está aumentando o foco no “friend-shoring” – comércio de contentores entre países confiáveis ​​que partilham valores comuns. “Se o friend-shoring se tornar o modelo comercial padrão, os armadores precisarão começar a pensar criativamente sobre como podem continuar a servir os dois lados da divisão”, disse Drewry. “Também colocará países como Vietname e Índia numa situação muito difícil. Eles estão compreensivelmente tentando jogar nos dois lados no momento. Mas chegará um momento em que a China ou os EUA decidirão por si mesmos se são um deles ou não”. 

O padrão da “rivalidade parcial” visto nos mercados de navegação hoje, pode evoluir para uma “rivalidade total”, sem ninguém mais capaz de jogar no meio. A  divisão da frota observada no transporte de navios-tanque também é aparente, embora em grau muito menor, no transporte de contentores. Quase todas as linhas de transporte de contentores, com a notável excepção da MSC, deixaram de servir os portos russos logo após a invasão da Ucrânia. Outros operadores de navios estão agora preenchendo as lacunas deixadas pelos transportadores marítimos que partiram. 

“A MSC continua negociando com a Rússia – e com Nova York. É interessante como eles podem fazer isso”, disse Clemens Toepfer, director administrativo da correctora de navios Toepfer Transport, durante o 17º Fórum Anual de Transporte Internacional da Capital Link, realizado recentemente em Nova York. 

A partida de outras transportadoras estimulou uma maior actividade no mercado de navios porta-contentores de segunda mão, semelhante à compra de navios-tanque mais antigos para transferência para a frota paralela.

“Há interesse de compra para substituir os navios retirados do mercado”, disse Toepfer, que relatou que “cerca de metade do interesse de compra de navios porta-contentores é apoiado pelo comércio para a Rússia – compradores da Turquia, Dubai e China que estão procurando activamente aquela área”.

A agitação geopolítica representa um alto risco para a procura futura de transporte de contentores. O reshoring da manufactura para os EUA e o nearshoring para o México reduziriam os volumes transpacíficos. Além disso, o transporte de contentores está mais exposto ao PIB global, que os economistas argumentam que será afectado negativamente pela rivalidade geopolítica versus cooperação multilateral. 

George Youroukos, presidente da Global Ship Lease (NYSE: GSL), disse no fórum Capital Link: “Para prever [o futuro] do transporte de contentores, você vê qual é a oferta de navios e olha para a economia mundial. Conhecemos o livro de pedidos. O desconhecido é a economia mundial.” E as consequências de uma guerra envolvendo a China seriam tão extremas ou mais extremas para o transporte de contentores.

 “Como é que se pega na proporção do comércio global que passa pelo Mar da China Meridional hoje e se diz: ‘Ok, vamos parar com isso porque há uma guerra real acontecendo?’”, disse Paul Bingham, director de consultoria de transporte na S&P Global, em entrevista à FreightWaves no ano passado. A América continua extremamente dependente das importações em contentores da China. Dados alfandegários dos EUA mostram que as importações da China representaram 30% do total das importações dos EUA em 2022.

Ainda há muita incerteza neste ano, e os primeiros dados não são muito claros em qual será a principal tendência.

Submarino Arpão parte para viagem inédita pelo Atlântico

O NRP Arpão vai zarpar hoje de Lisboa rumo a Mindelo. A missão Mar Aberto vai durar 120 dias e é inédita.

O submarino português vai passar pelo Rio de Janeiro, pela Cidade do Cabo, por Luanda e por Casablanca. 

Durante a viagem, o Arpão vai recolher informações para a NATO e parceiros europeus sobre narcotráfico e outras actividades ilícitas, principalmente no Golfo da Guiné. 

Os trinta e cinco tripulantes vão regressar a Lisboa a 1 de agosto.

Orca Lolita vai ser libertada depois de mais de 50 anos de cativeiro

Animal foi capturado em 1970, no Oceano Pacífico, quando tinha apenas quatro anos

A orca Lolita, que vive em cativeiro há mais de 50 anos nos Estados Unidos, vai ser libertada. A decisão é o resultado de anos de luta de organizações de defesa dos animais contra o parque aquático de Miami, o Seaquarium.

O animal foi capturado em 1970, no Oceano Pacífico, quando tinha apenas quatro anos e desde 1980 que não convive com outra orca.

A nova administração do parque aquático de Miami concordou agora devolver Lolita ao seu habitat natural no espaço de dois anos. Até lá vai ser monitorizada e vai aprender a sobreviver sozinha sem cuidadores para a alimentar.

Ainda não há uma decisão final sobre onde libertar a orca, mas uma das hipóteses em cima da mesa é devolvê-la às águas onde a família ainda nada.

Fafedry apresenta projeto para reduzir microfibras têxteis no mar

A Fafedry, empresa de tinturaria e acabamentos para peças de vestuário, denim e têxteis-lar, acaba de lançar as bases de um novo projecto, a que chamou CARE4Ocean – e que tem como finalidade reduzir as microfibras têxteis que vão parar aos oceanos. O projecto está ainda a dar os primeiros passos em ambiente interno, seguindo-se depois a identificação de parceiros como universidades e centros tecnológicos para levar a ideia mais longe.

Sendo a lavagem de tecidos sintéticos, uma das principais fontes de poluição dos oceanos por microplásticos, a empresa de Fafe compromete-se a fazer parte da solução ao “quantificar as microfibras têxteis retidas em processos de lavagem industrial, se possível por tipo de materiais e tipologia de produto”, refere Rui Pedro Freitas, do departamento de Marketing e Sustentabilidade da Fafedry.

“Esperamos com este projecto contribuir para a sensibilização de marcas e consumidores para esta questão”, sublinha, confirmando parte da solução: “as grandes marcas de retalho poderiam reduzir a poluição de microplásticos numa fase inicial do ciclo de vida dos produtos, submetendo-os a processos de lavagem industrial antes de os colocar à venda no mercado”, aponta. “Já fazemos essas lavagens industriais para algumas empresas, temos já equipamentos para a recolha permanente destes resíduos, queremos agora medir estas recolhas, quantificá-las e dar-lhes o devido tratamento”, conclui.

Governo regional cria comissão para gerir mar dos Açores

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, anunciou a criação de uma comissão interdepartamental com o objetivo de emitir diretrizes políticas “fundamentais” que permitam liderar a fase final da rede de áreas marinhas protegidas do arquipélago.

“Encontrando-se este processo participativo num momento crucial, agora também o reforço orgânico pela coordenação e mediação das relações entre os diferentes departamentos do Governo Regional se tornam preponderantes”, realçou o chefe do executivo de coligação (PSD, CDS-PP e PPM), na sessão de abertura da Semana das Pescas, que teve início na Horta.

O governante social-democrata garantiu que a região irá definir, até ao final do ano, a nova rede de áreas marinhas protegidas a criar no mar dos Açores, para que o executivo possa atingir a meta da União Europeia, de ter 30% do mar açoriano protegido, sendo 15% totalmente interdito à extracção.

“Com base em informação científica sólida e em estreita ligação com os nossos utilizadores do mar, continuaremos a liderar pelo exemplo, com diálogo”, assegurou José Manuel Bolieiro, acrescentando que a “gestão eficiente” da utilização dos recursos marinhos, assume-se como um “factor crítico” para a sustentabilidade e competitividade da região.

presidente do Governo Regional aproveitou a ocasião para responder às preocupações já manifestadas pela Federação de Pescas dos Açores, que exigiu recentemente um reforço dos apoios comunitários para os pescadores e armadores que sejam obrigados a abandonar a actividade, por via do aumento de áreas marinhas no arquipélago.

“Estando cientes dos possíveis impactos no sector da pesca, relacionados com o incremento das novas áreas de protecção, o Governo, a seu tempo, reforçará meios que visem apoiar a redução dos custos de contexto da actividade”, adiantou o chefe do executivo, ressalvando que as novas áreas de protecção, não devem ser vistas como uma “temerária restrição ao desenvolvimento económico”.

José Manuel Bolieiro garantiu, por outro lado, que os Açores vão adquirir um navio de investigação oceanográfica que estará ao serviço da Região, e adiantou que o executivo vai investir “mais de seis milhões de euros” para instalar equipamento científico nessa embarcação.

“Vamos propor alocar mais de seis milhões de euros para aquisição de módulos de equipamento científico, destinados a especializar as capacidades desse futuro navio de investigação oceanográfica ao serviço dos Açores”, frisou o governante.

O presidente do Governo disse também que a região não vai abandonar o projecto de construção de um centro de investigação na ilha do Faial, designado por Tecnopolo Martec, apesar do concurso público lançado pelo executivo ter ficado, entretanto, deserto.

“Estamos a fazer todo o que é melhor para que ele venha a ser uma realidade e que os condicionalismos do mercado não inviabilizem nem a sua criação, nem o seu financiamento”, insistiu José Manuel Bolieiro.

Na ocasião, o presidente do Comité das Regiões da Europa, o socialista Vasco Cordeiro, que até 2020 era presidente do Governo dos Açores, lembrou que o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (FEAMPA) prevê uma verba específica adicional de 315 milhões de euros, para dividir por nove regiões ultraperiferias da Europa.

“O financiamento comunitário agora disponível, permite desenvolver acções para conceber e testar políticas inovadoras, para aumentar a resiliência das regiões da União Europeia, em termos da sua economia azul”, realçou Vasco Cordeiro, acrescentando que esse trabalho deve envolver também os pescadores, as comunidades piscatórias e as suas organizações representativas.

A Semana das Pescas dos Açores, este ano centrada no tema “Os Açores e a Europa”, reune decisores políticos dos Açores, da Madeira, das Canárias e de Cabo Verde, bem como a comunidade científica e as associações de pescadores e armadores, para discutir o futuro do sector.

“Chegou o momento de crescer os portos de Setúbal e Sines com projecto industrial”

João Galamba “conheceu os projectos que a Etermar e a Lisnave apresentaram no domínio da energia eólica offshore”

“Estas visitas dos últimos dois dias mostram que o País, em particular o distrito de Setúbal, seja no Porto de Setúbal ou no Porto de Sines, têm de facto as bases e as condições para serem um grande projecto”. São estas as conclusões de João Galamba, ministro das Infraestruturas, depois de ter visitado o Porto de Setúbal na passada quinta-feira e o Porto de Sines na véspera.

O governante, que se fez acompanhar por Ana Fontoura, secretária de Estado da Energia, e por José Costa, secretário de Estado do Mar, visitou a Etermar, empresa qualificada a nível europeu em matéria de engenharia marítima, para conhecer o projecto de “desenvolvimento de um parque eólico flutuante com 30 turbinas e até 600 megawatts, ao largo de Viana do Castelo”.

“As condições únicas da sua nova sede e cais privativo, em Santa Catarina, Setúbal, permitirão incorporar um elevado valor acrescentado nacional na fabricação e colocação no mar das 30 turbinas”, explica o comunicado da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS).

Para a Lisnave, empresa considerada uma referência mundial a nível da~reparação de navios, está previsto o “investimento estimado em mais de 200 milhões de euros (…) nomeadamente no desígnio de instalar 10 GW de potência eólica offshore até 2030”.

No fim da visita João Galamba considerou que as duas empresas “já estão preparadas para avançar” com os investimentos, dando nota de que quer “promover esse avanço o mais rápido possível”.

“Estamos a falar de um projecto de muitos milhares, dezenas de milhares de milhões de euros, e o nosso grande objectivo é que a isso esteja associado emprego, investimento, industrialização verde do País, e não há melhor exemplo das oportunidades que este projecto encerra do que a visita que fizemos, quer seja a Etermar, quer seja à Lisnave. São de facto instalações determinantes e o País tem a sorte de poder contar com elas, e chegou o momento, de facto, de fazermos crescer estas duas instalações e outras nos portos portugueses, e avançar para um grande projecto industrial que é, sem dúvida, o eólico offshore”.

Ainda assim, o ministro mantém a preocupação de que estes projectos saiam do papel para começarem a materializar-se, posição que já tinha mostrado em Março passado na assinatura de um memorando de entendimento entre a APSS e a Ocean Winds para a instalação de parques eólicos offshore.

“Uma das matérias que foi aqui debatida é o facto de existir alguma urgência em começarmos a preparar terreno, e nomeadamente de avançar com projectos de natureza mais industrial, para criar bases para futuramente termos mais sucesso no leilão e nos concursos do eólico offshore, estamos a trabalhar nisso.

Outra coisa que se percebe no Porto de Setúbal é que seja a Lisnave, seja a Etermar, já têm actividade nesta área e já estão preparadas para avançar, e no que depender do Governo, queremos promover que esse avanço seja o mais rápido possível”.