MSC expande liderança sobre Maersk para um milhão de contentores

No ano passado, a empresa de navegação ítalo- suíça MSC derrubou a Maersk do trono como a maior empresa de navegação do mundo, e agora a empresa está construindo a liderança sobre a sua concorrente com sede em Copenhaga. 

A empresa de análise Linerlytica escreve que a frota da MSC agora pode transportar um milhão de contentores a mais do que a da Maersk. A MSC tem estado ocupada gastando os muitos bilhões de dólares que a companhia de navegação ganhou durante a pandemia,  encomendando novos navios e aspirando o mercado de segunda mão. Em 2023, a empresa entregou 19 navios novos e comprou 31 navios usados ​​com capacidade total de aprox. 500.000 TEU, escreve a Linerlytica. 

As grandes empresas de transporte de contentores geralmente tem estado ocupadas encomendando novos navios, que são continuamente entregues dos estaleiros. Em junho, navios com capacidade total de 277.873 TEU entraram no mar, o que segundo a Linerlytica é um novo recorde para um único mês. A MSC tem o dinamarquês Søren Toft como CEO. Anteriormente, ele era director de operações da Maersk, mas assumiu o cargo de CEO da MSC no início de 2021. 

A companhia marítima com sede em Genebra e a Maersk trabalham juntas desde 2015 na aliança 2M, partilhando espaço nos navios uma da outra. No entanto, a parceria vai ser encerrada em janeiro de 2025. Vários analistas especularam que os esforços de expansão da MSC se devem ao desejo da companhia de navegação de ser grande o suficiente para se manter sozinha no mercado dos contentores. 

A Maersk, por outro lado, abandonou a sua ambição de ser a maior e, em vez disso, investiu em logística terrestre e em novos navios que podem funcionar com combustíveis alternativos, como o metanol verde.

UPorto tem projecto para o lixo marinho do sector das pescas

Investigadores do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) lideram um projecto europeu que visa, através do desenvolvimento de novas tecnologias e de acções de formação com os pescadores, prevenir e mitigar o lixo marinho produzido pelo sector.

Intitulado NETTAG+, o projecto europeu liderado pelos investigadores do centro da Universidade do Porto surge na sequência de um anterior projecto, designado NetTag e cujo objectivo era “prevenir, reduzir e reciclar” o lixo produzido pelo sector das pescas, adiantou à Lusa a investigadora Sandra Ramos.

Do anterior projecto, que durou dois anos e meio, resultou a criação de um “sistema de localização acústica de artes de pesca”, que inclui um emissor acústico (‘tag’) e um dispositivo a bordo da embarcação, esclareceu a investigadora do CIIMAR, acrescentando que através da emissão de um sinal sonoro, o sistema permite saber a localização exacta destes materiais.

A par do sistema de localização acústica, os investigadores criaram também um robô para “ajudar na detecção e na recuperação da arte”, através de um cabo guia que permite puxar a rede de pesca para a embarcação.

Com o mote “prevenir, evitar e mitigar”, o novo projecto visa “melhorar e amadurecer” o sistema desenvolvido para que, no fim, possa ser comercializado.

“Vamos tentar implementar novas funções, nomeadamente, tentar que as redes que ficam algum tempo no mar até serem recuperadas consigam detectar a presença de mamíferos marinhos e emitir um sinal de alerta para os poder afastar”, esclareceu Sandra Ramos, adiantando que outro dos objectivos é criar um “ID único” para cada emissor, por forma a evitar que as artes sejam detectadas por outras embarcações.

Desenhado em conjunto com os pescadores, o sistema de localização acústica vai ser testado em diferentes tipos de arte, nomeadamente, “armadilhas de lagosta e polvo, artes de arrasto, artes do cerco, e redes de emalhar e tresmalho”.

No âmbito do projecto, os investigadores vão também continuar a “sensibilizar para a adopção de boas práticas a bordo relativamente ao lixo marinho”.

“Apercebemo-nos [no projecto anterior] que os pescadores prestam um serviço gratuitamente, limpam o oceano de forma voluntária”, referiu a investigadora.

Além de reforçarem a necessidade de os pescadores continuarem as “boas práticas”, o projecto vai incentivar a criação de infraestruturas apropriadas para a recolha do lixo nos portos.

“Vamos trabalhar com os portos para que tenham boas condições para que este lixo possa ser encaminhado para o destino adequado (…). Em algumas situações, as embarcações chegam a terra e não têm onde descarregar o lixo e o lixo fica ali ou, devido aos ventos, regressa aos oceanos. Se todos os portos estiverem equipados com as infraestruturas necessárias, será um incentivo para que as embarcações possam trazer lixo”, salientou Sandra Ramos.

Os investigadores vão também procurar encontrar “a melhor forma de recompensar” os pescadores pelo “serviço voluntário” que prestam.

“O sector da pesca é apontado como grande poluidor, mas na verdade, segundo as estimativas, só 20% do lixo marinho é de origem marítima. Não só da pesca, mas da aquacultura e transporte marítimo. Os pescadores ainda são muito apontados como grandes poluidores, mas sabemos que 80% do lixo dos oceanos é proveniente da terra”, acrescentou.

Ao longo dos três anos, os investigadores pretendem ainda desenvolver soluções para mitigar a perda das artes de pesca já abandonadas no oceanos, através da criação de um algoritmo de processamento e de um novo sistema robótico de mapeamento extensivo.

Açores fretam navios para transporte de mercadorias e combustíveis.


Os concursos públicos lançados pelo Governo Regional dos Açores são apoiado pelo Fundo Regional de Apoio à Coesão e ao Desenvolvimento Económico.

Na matéria relacionada com o navio para o transporte marítimo regular de mercadorias para a ilha das Flores, o frete, terá a duração de 2 anos, com possibilidade de 1 ano adicional,  tem um valor base de 4,9M€

Em relação ao frete de um navio tanque para o transporte de combustíveis líquidos entre os portos das ilhas da Região Autónoma dos Açores, o prazo de execução do contrato será de 6 anos, com o valor base de 22,9M€

Os prazos relativos à apresentação de propostas terminam 30 dias após a data do anúncio dos concursos.

O Governo dos Açores já tinha lançado um concurso público para o serviço de transporte de combustíveis líquidos entre ilhas, mas o primeiro “ficou deserto, pela exclusão da única proposta apresentada”, que era “desconforme com as condições estabelecidas pela resolução”, conforme revelou em maio, na leitura do comunicado do Conselho de Governo, o secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Duarte Freitas.

A 14 de fevereiro, o Governo dos Açores anunciou que iria fretar o navio “Margarethe”, um porta-contentores com bandeira de Antígua, para garantir o transporte de mercadorias para a ilha das Flores, uma operação com duração prevista de 3 ou 4 meses.

A 19 de junho o presidente do governo açoriano, José Manuel Bolieiro, anunciou o prolongamento da operação daquele navio pelo tempo que “for necessário”, admitindo que pode ser prorrogado por 3 anos.

“Isso é para tranquilizar empresários e florentinos em geral. Vamos manter o ‘Margarathe’ enquanto abastecimento dedicado à ilha das Flores”, disse o líder do executivo regional (PSD/CDS-PP/PPM), numa visita ao porto das Lajes das Flores, infraestrutura que foi seriamente danificada em novembro de 2019 pela passagem do furação Lorenzo e, em dezembro de 2022, pela tempestade Efrain, o que gerou problemas de abastecimento de bens àquela ilha do grupo Ocidental.

Inauguração em breve do maior navio de cruzeiros do mundo: "Icon of the Seas"

 

Há um novo “maior navio do mundo” e é o novo navio
da Royal Caribbean chamado Icon of the Seas. Está em fase final de construção e
a previsão é começar a navegar em janeiro de 2024, partindo de Miami (Estados
Unidos) para as Caraíbas.

As características do novo navio são impressionantes: tem um
total de 20 decks e 365 metros de comprimento, com capacidade para 5.610
hóspedes em camas de casal, que, somando a tripulação, chega a um total de
7.600 pessoas.

Tem a possibilidade de reservar camarotes com capacidade até
8 pessoas, ideal para famílias numerosas ou grupos de amigos.

O cruzeiro de Royal Caribbean possui 8 regiões temáticas,
que vão desde da Chill Island à Surfside ou Central Park, com o objectivo de
oferecer propostas diversificadas para todos os tipos de gostos. Embora o navio
seja considerado ideal para famílias, também oferece espaços exclusivos para
adultos.

Um dos destaques do Icon of the Seas é a Neighborhood Suite,
uma área privativa à qual só têm acesso os hóspedes deste sector. Este
“navio dentro de um navio” oferece piscina privada e atendimento
personalizado para proporcionar uma experiência exclusiva.

No que diz respeito à gastronomia, o navio
oferece 30 opções de restaurantes, garantindo uma ampla variedade gastronómica
para satisfazer os diferentes gostos dos passageiros.

Uma das principais atracções a bordo são as 7 piscinas e 9
jacuzzis, pensadas para que todos os passageiros possam desfrutar de um
mergulho sem problemas de espaço. Escorregas, piscina de surf e até uma
passarela externa prometem experiências vertiginosas para os viajantes.

Embora a empresa tenha garantido que o maior navio de
cruzeiros do mundo já está pronto para receber os seus primeiros passageiros,
alguns detalhes ainda precisam ser finalizados, então a data estimada para a sua
operação é daqui a alguns meses: em janeiro de 2024.

O navio está programado para partir de Miami, nos Estados
Unidos, oferecendo viagens de 7 noites pelas Caraíbas. Os itinerários incluem
paragens em destinos como Roatán, Cozumel, St. Maarten e St. Thomas, bem como
uma visita a CocoCay, a ilha particular da Royal Caribbean, nas Bahamas, que
oferece oportunidades de diversão e relaxamento em terra.

Índice de Rendimento de Contentores registra ligeiro aumento em maio

 

O Índice de Rendimento de Contentores do Instituto de
Pesquisa Económica RWI-Leibniz e do ISL – Instituto de Economia e Logística da Navegação atingiu 123,4 pontos em maio, um aumento de 1,1 ponto em relação aos
122,3 pontos de abril.

 Mais especificamente, marcou o quarto mês consecutivo de
crescimento na movimentação de contentores. Ao mesmo tempo, ainda não atingiu o
nível do verão do ano passado. Além disso, a expansão da movimentação de contentores foi
forte nos portos chineses. Em particular, o índice subiu para 140,5 pontos em
maio, de 136,4 pontos em abril.

 Por outro lado, a movimentação de contentores nos portos europeus
voltou a cair após um forte aumento em abril. O Índice North Range dos portos europeus no Mar do Norte
caiu de 108,4 pontos para 104,1 pontos em maio.

 No entanto, agora há sinais de estabilização na movimentação
de contentores na Europa.

Madeira nomeada para Melhor Destino Europeu de Cruzeiros nos World Cruise Awards

A Madeira está novamente nomeada para Melhor Destino Europeu de Cruzeiros nos World Cruise Awards, prémios que são considerados os Óscares do sector e que vão ser entregues a 15 de outubro, no Dubai.

A Madeira, que é a actual detentora do troféu, compete, este ano, com destinos como Atenas, Barcelona, Dubrovnik, Kotor, Londres, Monte Carlo, Nice, Oslo e Roma, sendo que também a capital portuguesa está nomeada para este prémio.

Esta nomeação, considera Rui Barreto, Secretário Regional da Economia da Madeira, vem “comprovar a qualidade do trabalho desenvolvido pela Madeira na promoção da Região como destino de cruzeiros”.

“Depois de termos recebido esta distinção em 2022, sermos nomeados pelo segundo ano consecutivo vem reforçar a nossa convicção de que temos feito as apostas certas. O investimento da Madeira na economia do mar e no turismo de qualidade é e continuará a ser um dos pilares da nossa governação”, garante o governante regional.

Recorde-se que, na temporada 2022/2023, os portos da Madeira registaram um movimento de 557 824 passageiros, mais do dobro dos 284 056 passageiros que tinham passado pelos portos da região na época anterior, o que representa um crescimento de 104% relativamente ao período homólogo. 

Entre 1 de setembro de 2022 e 31 de maio de 2023, a média de passageiros por navio fixou-se nos 1 949, uma subida de 109% face aos 931 da época de 2021/2022, sendo que, no mesmo período, registaram-se 286 escalas, menos oito que na época anterior, o que se explica pelo regresso à normalidade do sector, que tem agora mais portos disponíveis do que durante a pandemia da COVID-19.

Marta Paço quer sagrar-se tricampeã mundial de surf adaptado na Califórnia

A portuguesa Marta Paço, bicampeã mundial de surf adaptado, na categoria VI 1 (cegos), realçou hoje que quer repetir este ano os triunfos alcançados em 2021 e 2022, quando conquistou o ‘ouro’ na Califórnia, Estados Unidos (EUA).

“Esse será sempre o meu objetivo máximo, vencer o campeonato da ISA [Associação Internacional de Surf], que dá a conhecer todos os anos os campeões do mundo. Mas este é também o ano em que se vai decidir se o surf adaptado, tal como aconteceu com o surf, entra nos Jogos Paralímpicos e, obviamente, seria um sonho participar naquela que é a grande festa do desporto”, disse a atleta do Surf Clube de Viana do Castelo.

Marta Paço falava à margem da primeira edição da Buondi Surf é Terapia, iniciativa dedicada à temática da saúde mental, que decorreu na Praia de São João da Caparica, e que contou com a participação de João Francisco Lima (moderador), da ex-campeã nacional de surf Teresa Abraços (1996), da Associação Portuguesa de Surf Adaptado, de Ema Envagelista, da Wave by Wave, do surfista profissional João Kopke, e do actor José Mata.

Depois de conquistar o lugar mais alto do pódio nas últimas duas edições do Mundial, em Pismo Beach, na Califórnia, Marta Paço, de 18 anos, continua os treinos diários para atacar a medalha de ouro na prova que vai decorrer, em novembro, em Huntington Beach, apontando para a importância da criação do circuito português de surf adaptado, já em 2023, para o desenvolvimento da modalidade.

“Em Portugal, o surf adaptado está a nascer, existe há poucos anos, cerca de seis, sete anos, e este ano vamos ter pela primeira vez o campeonato nacional, que será um passo muito importante para o desporto se desenvolver”, referiu a surfista.

A nível europeu, a última competição foi em 2019, em Viana do Castelo, e este ano vai haver prova em Espanha que decorre até ao dia7 de julho.

“Vou participar. Fui campeã em 2019 e este ano o objectivo é revalidar o título”, lançou a atleta treinada por Tiago Prieto

Prio, Corona e Volkswagen unem-se em apoio a evento de surf solidário

As ondas da Praia de Santa Cruz, em Torres Vedras, serão as “mais solidárias do país”, ou não fossem elas as responsáveis por acolher no dia 14 de julho a Softboard Heroes – uma competição de surf solidária patrocinada pela Prio, Corona e, pela primeira, a Volkswagen.

O evento, que regressa para a sua terceira edição, junta profissionais da modalidade e celebridades numa competição de surf “saudável e inovadora”, com o objectivo final de apoiar as associações APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), FALO (Fundação António Luís de Oliveira), Cruz Vermelha de Torres Vedras e Refood. O prémio em causa aumentou, estando fixado em 15 mil euros.

Este ano 16 participantes vão representar as quatro associações portuguesas, estando o montante angariado para cada instituição dependente da performance dos surfistas associados.

Outra particularidade do evento prende-se com o facto de os participantes não utilizarem as suas próprias pranchas, mas sim pranchas de softboard, feitas de materiais não convencionais.

Para o processo de escolha das pranchas o evento conta com o apoio da Catch Surf, da JS, da Flowt, da Softdog Surf e da Softech.

A Noah Surfhouse, a Oeste Portugal, a Câmara Municipal de Torres Vedras, a Sealand Santa Cruz, a Megahits, a SIC, a OnFire, a Surf Total, a Beachcam e a Surfzine são outros dos parceiros do evento solidário.

Porto de Aveiro vai ter mais armazenagem de combustíveis líquidos

O Porto de Aveiro irá possuir numa curta janela temporal, de um parque adicional de armazenamento de combustíveis líquidos.

Esta infraestrutura adicional irá ocupar uma área de aproximadamente  38 401 metros quadrados localizada no Terminal de Granéis Líquidos do porto aveirense, numa localização onde já se encontram empresas como a Bondalti, Cires ou a Digal.

Ainda é desconhecida a empresa que irá assumir o novo projecto deste parque de armazenamento de combustíveis líquidos, tendo a Administração do Porto de Aveiro  lançado um aviso para a apresentação de possíveis interessados na respectiva concessão, que ao apresentarem-se vários candidatos, faz com que haja a existência de um concurso para o efeito. Obviamente que a empresa que segurar a operação, terá responsável pelo pagamento das taxas de ocupação e a um limite de movimentação anual de carga. 

Tecnologia e treino de pessoal podem promover a segurança portuária.

De acordo com os oradores de um webinar conjunto da ICHCA – International Cargo Handling Coordination Association e da Port Technology International, a inovação tecnológica deve ser apoiada por adesão e treino de pessoal de todos os utilizadores e partes interessadas do porto para promover a segurança.

O CEO da ICHCA – Richard Steele afirmou aos participantes que houve 354 mortes em terra, incluindo 349 trabalhadores portuários e 20 camionistas em todo o mundo desde o ano 2000. 

Richard Steele comentou que a principal coisa que a indústria pode fazer é acordar sobre boas práticas comuns e, em seguida, agir como defensores, modelar esses bons valores e criar expectativas de padrões em todo o sector.

Evert Bulcke, CEO da Rombit, empresa especializada em soluções marítimas e portuárias, afirmou que: “Para ter sucesso,  precisa de treini e procedimentos, apoiados por treino contínuo e alerta por meio de ferramentas digitais”.

Evert Bulcke, também apontou que os custos de manutenção, energia e reparação foram reduzidos em cerca de 5.000€ por veículo, por ano, em inovações como o autocarro digital em tempo real, enquanto a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA (OSHA) estima que cerca de 70% dos todos os acidentes com elevadores e guindastes podem ser evitados por meio de treino e aplicação de ferramentas digitais.

Steve Biggs, assistente sénior do ITF – Federação Internacional dos Trabalhadores em Transporte também enfatizou a importância de garantir que as mudanças nas práticas de trabalho sejam acordadas com a equipa, obtendo a sua “aprovação”. Só assim novas correcções tecnológicas e inovações nas práticas de trabalho poderiam ser aplicadas com sucesso.

Richard Steele também apontou que a IMO fornece excelentes regulamentos internacionais, mas uma vez que as fronteiras nacionais são cruzadas, as estruturas regulatórias são individuais e torna-se mais complexo tentar obter a aplicação uniforme dos procedimentos. 

A própria indústria tem uma responsabilidade contínua com todos os seus stakeholders para continuar a mostrar liderança em saúde e segurança. 

Principais conclusões: O consenso foi que todas as partes interessadas, tanto dentro dos portões do terminal quanto aquelas que chegam ao porto de fora, devem estar cientes e activamente incluídas nas práticas seguras de trabalho. As regras de segurança precisam ser reiteradas constantemente, mas isso deve ser combinado com uma liderança visível e sentida em saúde e segurança, desde a liderança de gestão até ao terreno. Tudo isso pode ser complementado por tecnologia que produz dados e pode monitorizar o desempenho de segurança.