Unifeeder investe até quatro porta-contentores movidos a metanol

O armador alemão Elbdeich Reederei construirá e administrará os 1.250 navios de unidades equivalentes a vinte pés (TEU) com entrega prevista para 2026. 

O contrato inclui dois navios, com opção de contratação de mais dois navios. Especificamente, a Unifeeder planeia implantar os novos navios na sua rede europeia, onde os novos navios darão uma contribuição significativa para reduzir as emissões da rede, observou a empresa. Paralelamente à entrega das embarcações com capacidade para metanol, a Unifeeder planeia melhorar a eficiência de combustível de toda a frota implantada e aumentar o uso de biocombustíveis nas embarcações convencionais da frota. 

“À medida que o número de navios com capacidade para metanol aumenta tanto nas nossas operações como nas dos nossos clientes, a minha esperança é que isso impulsione um aumento na inovação e produção entre os produtores de metanol. Isto irá então completar um círculo virtuoso e garantir que possamos operar cada vez mais navios capazes de metanol com a cor certa de combustíveis de metanol em nossas redes”, disse Jesper Kristensen, CEO do Grupo Unifeeder. 

“Em última análise, porém, o combustível mais verde é aquele que não é queimado. Esforçamo-nos por oferecer aos nossos clientes soluções que apoiem as suas próprias jornadas de sustentabilidade e, embora estes novos navios sejam parte da resposta, as rotas eficientes, a garantia de elevados níveis de utilização dos navios e a gestão de capacidade dedicada em todas as nossas ofertas também têm um papel importante a desempenhar. ” 

O projeto da nova construção é o último passo de uma série de esforços que foram empreendidos entre a Unifeeder e a Elbdeich Reederei para reduzir as emissões na frota Unifeeder operada em conjunto. Isto inclui o primeiro teste de gás natural sintético como combustível num navio comercial, o uso contínuo de biocombustíveis e várias modificações no navio feitas para reduzir o consumo de combustível da tonelagem existente.

Importância do "Control Room" num Terminal Portuário.

 

Os trabalhadores do denominado Control Room desempenham um papel vital num terminal portuário, garantindo que todas as operações ocorram de forma
eficiente e coordenada. Eles são responsáveis por elaborar estratégias que
optimizam o uso dos recursos disponíveis, como espaço para armazenamento,
equipamentos e mão-de-obra. É um trabalho minucioso, que exige capacidade de resolução, um foco tremendo e por vezes um pouco de criatividade para fazer articular as várias fases do processo.

Esses profissionais são essenciais para a programação de
chegadas e partidas de navios, bem como para a organização do fluxo de cargas. Se há um trabalho relacionado com demandas sazonais, tendências de mercado e requisitos específicos
dos clientes, existe a componente do dia-a-dia, mais difícil de gerir e prever, por isso é importante que assegurem que o terminal funcione de maneira contínua,
evitando atrasos e congestionamentos, que causam atrasos tanto da parte operacional como da parte do cliente.

 Além disso, este profissionais, possuem um impacto
directo e comprovado na redução dos custos operacionais e no aumento da produtividade. Ao
optimizar o uso dos recursos e minimizar o tempo de espera, eles contribuem para
a eficiência geral do terminal. Isso resulta em processos mais rápidos, e em detalhes, também relevantes  a nível de custos, como menor
consumo de combustível, menos emissões ( Embora nem sempre seja um indicador relevante para muitos) e menor desgaste dos equipamentos, ( principalmente quando há em enorme quantidade e existe necessidade de uma manutenção apertada.

 A tecnologia desempenha um papel crescente nesse campo, com
sistemas avançados de gestão, permitindo uma alocação mais precisa de
recursos e a previsão de obstáculos. No entanto, a expertise humana ainda é muito crucial para interpretar dados complexos, lidar com situações imprevistas e
tomar decisões estratégicas que beneficiem a operação como um todo.

Sendo uma parte que se relaciona com a parte mais operacional, neste caso os estivadores, a parte de comunicação entre ambos os lados é fundamental para a fluidez, pois ambos são os ponteiros do “mesmo relógio”, que deverá funcionar numa simbiose.

Nem sempre será possível encontrar vocação por um lado, ou motivação por outro lado, mas a conjugação de ambas, torna-se essencial para a contínua evolução. Isto aliado a uma atenção por parte das empresas, que infelizmente, nem sempre é adequada à visão que se pretende.

Não é uma função fácil, um profissional com muitos anos de experiência deverá ser considerado quase imprescindível face à escassez de profissionais na área no nosso país. Não é na formação que se molda o profissional, mas sim no desenrolar do dia-a-dia das operações, em situações reais que sucedem e em períodos de aperto em que a capacidade de resposta é sem dúvida, necessária e firme. 

Podemos dizer de certa forma, que são os arquitetos
por trás da operação bem-sucedida de um terminal portuário. Que a sua capacidade de
antecipar, adaptar e optimizar é fundamental para a eficiência, sustentabilidade
e lucratividade do terminal, tornando-os peças-chave no cenário portuário.

Autor: Fernando Almeida

Espanhóis no caminho do offshore no Mar Português

A Capital Energy,  é uma empresa espanhola com 20 anos de experiência no desenvolvimento de projectos de energia eólica e solar ambiental, com sede em Madrid, e que em Portugal, está representada através da Infinita Energia, com sede em Santarém. 

A empresa espanhola submeteu três projectos eólicos offshore a uma avaliação de impacto ambiental, sendo que todos os projectos estão em consulta pública até ao próximo dia 17 de outubro.

O primeiro projecto, denominado Barlavento, encontra-se localizado ao largo da Figueira da Foz, sendo que os aerogeradores mais próximos da costa situam-se, a norte, a cerca de 51 km de Mira, e a sul, a 43 km de Quiaios. Possui uma capacidade total de 2.400 MW, divididos em quatro lotes com 600 MW cada (40 aerogeradores de 15 MW). Aproximadamente 10% da energia produzida está relacionada com a produção de hidrogénio verde, com os restantes 90% a destinarem-se à injecção na rede eléctrica, isto de acordo com as projecções do estudo de impacto ambiental.

O segundo projeto denominado Caravela, fica localizado na área ao largo de Caminha-Viana do Castelo. O projecto conta com dois lotes, cada um com 600 MW cada, com 40 aerogeradores de 15 MW, num total de 1.200 MW, sendo que em termos de distribuição, 90 MW destinam-se à produção de hidrogénio verde com os restantes 510 MW a destinarem-se à injecção na rede. Os aerogeradores mais próximos da costa situam-se, a norte, a cerca de 14 km de Vila Praia de Âncora (Caminha), e a sul, a cerca de 15 km da Areosa (Viana do Castelo)”.

O terceiro projecto, denominado Âncora, fica localizado ao largo de Leixões-Vila Nova de Gaia, encontrando-se o memesmoctualmente em fase de Estudo Prévio tendo realizado estudos tecno-económicos e de planeamento, sendo que irá ter uma potência total de 765 MW, com 51 aerogeradores de 15 MW cada. Em termos de capacidade, 510 MW vão servir para injetar na rede, com 255 MW a destinarem-se à produção de hidrogénio verde.

Hapag-Lloyd lançou o "Berlin Express".

A Hapag-Lloyd recebeu oficialmente na sua frota o “Berlin Express”, o primeiro navio de sua nova classe Hamburg Express. 


Num evento com a presença de cerca de 300 convidados de negócios e políticos, foi realizado a cerimónia de baptismo do navio no Terminal de Contentores Burchardkai no Porto de Hamburgo.  A classe Hamburg Express marcará o início de uma nova era para a Hapag-Lloyd e para a sua frota. No total, uma dúzia de grandes navios porta-contentores de última geração serão colocados ao serviço até 2025. 

Juntos, esses navios darão uma contribuição importante para os esforços da Hapag-Lloyd para operar toda a sua frota de maneira neutra para o ambiente até 2045. Graças à sua tecnologia de ponta de duplo combustível, também poderão funcionar com combustíveis não fósseis, como o biometano e o e-metano, gerando assim uma neutralidade das emissões de CO2. Por enquanto, será utilizado gás natural liquefeito (GNL), o que reduzirá as emissões de CO2 em até 25% e as emissões de fuligem em 95%.  Além disso, componentes avançados – como um casco optimizado e uma hélice altamente eficiente – ajudarão os navios a reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões de gases com efeito de estufa. 

“Com a nova classe Hamburg Express, a Hapag-Lloyd está num ponto de viragem”, afirma Habben Jansen, CEO da empresa. “Os navios altamente eficientes permitir-nos-ão reduzir as nossas emissões imediatamente e num grau muito significativo. Ao mesmo tempo, constituem um importante alicerce na nossa estratégia para avançar gradualmente com a descarbonização. Todos os navios desta classe navegarão sob bandeira alemã e, assim, darão uma importante contribuição para o fortalecimento da Alemanha como um centro marítimo.” 

O “Berlin Express” foi construído no estaleiro Hanwha Ocean, na Coreia do Sul. Com quase 400 metros de comprimento e capacidade de 23.600 TEU, é o maior cargueiro que já navegou sob bandeira alemã. Os navios porta-contentores da classe Hamburg Express operarão exclusivamente na rota de carga intensiva do Extremo Oriente, entre a Ásia e a Europa. O “Berlin Express” irá operar regularmente no serviço FE3, que navega entre Ningbo e Hamburgo, via Xiamen, Kaohsiung, Yantian, Hong Kong, Singapura e Roterdão.

"Utopia of the Seas" com estreia marcada para o verão de 2024.

 

O Utopia of the Seas, da Royal Caribbean,vai ter a sua
estreia em Port Canaveral, em Julho de 2024 . O navio da classe Oasis flutuou
pela primeira vez em finais de Setembro, assinalando um marco importante e a
próxima fase de construção no estaleiro Chantiers de l’Atlantique, em
Saint-Nazaire, França.

Conhecido como float out, o momento-chave da construção da
Utopia levou 17 meses para ser alcançado. O processo em si levou quase 15
horas, começando com o enchimento da doca seca do novo navio com mais de 46
milhões de galões de água durante a noite. O Utopia of the Seas foi então
transferido para uma nova doca, onde será concluído no verão de 2024.

Desde que a construção do próximo navio da classe Oasis começou
em Abril de 2022, as novas férias tomaram forma com mais de 74 blocos de aço
que foram içados e montados no lugar. O Utopia of the Seas começará agora a
ganhar vida, à medida que as suas características forem instaladas. O navio
apresentará uma combinação de mais de 40 opções gastronómicas.

Os passageiros que celebrem qualquer ocasião podem criar o
seu melhor fim de semana e memórias com a sua escolha e mistura de novas
aventuras exclusivas e experiências reinventadas, como piscinas recentemente
concebidas em estilo resort, um novo tiki bar caribenho – o Pesky Parrot – um
restaurante Izumi reinventado, agora no Central Park, com uma nova bancada de
sushi fresco e comida de rua japonesa, e ainda uma vida noturna e
entretenimento espetaculares.

Sines recebe maior n° de metaneiros de sempre em 2022

 

Em 2022 chegaram ao Terminal de Sines 70 navios metaneiros que realizaram operações de descarga de gás natural liquefeito (GNL). Segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), este foi o valor mais elevado de sempre e, comparativamente a 2021, representa um aumento de 9,4%.

De acordo com o relatório sobre a qualidade de serviço do sector, o volume de gás descarregado no terminal de GNL, em 2022, correspondeu a 9408.547 metros cúbicos, tendo a Nigéria representado 50% do total das entregas, com a chegada de 34 metaneiros.

Dos Estados Unidos chegaram 24 descargas de GNL, representando 34% das entregas, ao passo que de Trinidade e Tobago chegaram oito metaneiros. Da Rússia, chegaram ao Terminal de Sines três descargas e da Guiné Equatorial foi apenas registada uma entrega de GNL.

A ERSE indica que o valor total da energia descarregada no Porto de Sines traduziu-se em 63,3 terawatts-hora (TWh) de gás natural liquefeito (GNL), tendo o terminal de Sines injectado na Rede Nacional de Transporte de gás aproximadamente 59,9 TWh.

Apesar de o número de recargas ter alcançado o patamar mais elevado, o número de enchimentos de cisternas de GNL diminuiu 12,4% face a 2021. O regulador informa que, no ano passado, o Terminal de GNL abasteceu 6.592 cisternas, correspondentes a 1,9 TWh, incluindo cerca de 0,4 TWh destinados à Região Autónoma da Madeira. Também o tempo médio efectivo de enchimento registou uma redução de 5,3% e 0,4%, respectivamente, face ao ano 2021.

“Os indicadores de continuidade de serviço reportados em relação ao Terminal de GNL de Sines estão em linha com os dos anos anteriores, detectando-se algumas variações e refletindo a evolução do funcionamento do próprio terminal, quer em termos de número de navios metaneiros descarregados e carregados, bem como o número de enchimentos de cisternas”, lê-se no relatório da ERSE.

Rota Sines-Brasil reduz viagem até 22 dias de olhos postos no hidrogénio verde e Mercosul.

O Porto de Sines iniciou uma rota directa para o nordeste do Brasil que reduz até 22 dias a distância dos continentes e ambiciona ser um percurso importante no hidrogénio verde brasileiro e no acordo comercial UE-Mercosul.

“Ao estabelecer-se esta linha marítima regular directa entre Sines e Pecém, sem fazer escala, reduz muito o tempo que as mercadorias levam a chegar e vai potenciar o incremento das trocas”, disse à Lusa o cônsul de Portugal em Fortaleza, Rui Almeida, detalhando que, dada a situação geográfica, “Sines é o porto europeu mais próximo da América do Sul e Fortaleza é a cidade brasileira mais próxima de Portugal e da Europa”.

À Lusa, o director comercial do Complexo do Pecém, em Fortaleza, capital do estado do Ceará, no Nordeste brasileiro, explicou que esta rota, ainda em fase de teste, uma vez por semana, vem directamente de Sines para o porto do Pecém “descarregando aqui a carga que pertence ao nordeste do Brasil, principalmente ao Ceará”.

“Alivia a carga aqui, alivia o peso e vai para Santos”, no estado de São Paulo, o maior complexo portuário da América Latina e um dos maiores do mundo, detalhou André Magalhães.

Esta rota, que está em negociações para ser alargada, ‘aproxima’ não só o Brasil à Europa, mas também a todo o continente asiático.

Agora, um dos grandes objectivos do Complexo do Pecém, alinhado com as ambições energéticas do Governo brasileiro, é capacitar as instalações para a exportação de hidrogénio verde, produzido através do processo de eletrólise da água (separação do oxigénio e do hidrogénio) e utilizado, principalmente, para a produção de fertilizantes paraparactividade agrícola, mas que poderá ser usado como combustível e matéria-prima industrial para produtos farmacêuticos.

Em dezembro de 2022, a empresa portuguesa EDP gerou em São Gonçalo do Amarante, no estado brasileiro do Ceará, a primeira molécula de hidrogénio verde até agora criada no país e a primeira na América Latina.

Em julho último, após uma reunião bilateral no Palácio do Planalto com o Presidente brasileiro, Lula da Silva, o presidente executivo do grupo EDP, Miguel Stilwell d’Andrade, numa resposta por escrito à Lusa, frisou que “o hidrogénio verde será um dos protagonistas na transição energética mundial nos próximos anos e integrar operações na vertente desse gás e de seus derivados é estar à frente no mercado de energia”. André Magalhães adiantou que o objetivo é começar a exportar a partir de 2027.

“O porto de Roterdão [funcionará] como um hub na subida do hidrogénio verde e ele vai distribuir por todo o noroeste europeu e a Bélgica, (…) via Alemanha, através de pipelines. Esse é o início”, disse.

“Eu não duvido que daqui a pouco Portugal também esteja nessa conexão”, apostou, advertindo, contudo, que o porto de Sines terá de construir a infraestrutura necessária.

Outra das vantagens desta conexão Sines-Pecém é a possibilidade de o transporte de mercadorias ser intensificado após a assinatura do acordo comercial entre a Europa e o bloco do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai), que se espera que seja concluído no final do ano.

“Sines está extraordinariamente bem colocado do ponto de vista geográfico para ser a porta de entrada do Brasil na Europa”, enfatizou o cônsul de Portugal em Fortaleza, relembrando que “não bastam os portos, terá de haver também estrutura ferroviária”.

Porto de Lisboa celebra 136 anos com um mês de comemorações.

De 1 de outubro a 1 de novembro, o Porto de Lisboa prepara
um programa repleto de actividades para celebrar o 136º aniversário. O ponto
alto das comemorações está agendado para o dia 31 de outubro, uma terça-feira, o
Dia do Porto de Lisboa.

O programa, que conta com o Alto Patrocínio da Presidência
da República, organiza um conjunto de iniciativas durante todo o mês de outubro
que convida a desfrutar da ligação privilegiada do Porto de Lisboa com o rio
Tejo.

São muitas as actividades disponíveis para todos poderem
participar, mediante inscrição prévia, como os passeios pelo rio Tejo na
Caravela Vera Cruz, visitas ao Observatório de Golfinhos da Torre VTS, em
Algés, sessões experimentais de remo e acções de limpeza de praia.

As novidades vão para o workshop de arqueologia “Sabes o que
é a arqueologia náutica e subaquática?”, a observação de espécies exóticas na
Doca de Alcântara, uma exposição sobre os golfinhos no Tejo e as visitas
guiadas ao Terminal de Cruzeiros de Lisboa e ao Terminal de Contentores de
Santa Apolónia.

Inserido no programa de comemoração do 136º aniversário, o
Porto de Lisboa é anfitrião do GreenPort Congress & Cruise, um encontro
apoiado pela Associação de Turismo de Lisboa e que reúne, entre os dias 18 e 20
de outubro em Lisboa, várias personalidades do sector, onde se discutirão a
transição energética nos portos e as melhores práticas ambientais sustentáveis.

Como já vem sendo habitual, também a Torre de Controlo e
Coordenação do Porto de Lisboa (Torre VTS), em Algés, e as gares marítimas de
Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, com os painéis de Almada Negreiros, vão
ter as portas abertas para visitas guiadas durante alguns dias.

A 31 de outubro, dia do 136º aniversário, o Porto de Lisboa
vai oferecer à cidade uma obra de arte pública de um reconhecido artista
contemporâneo. O momento conta com a participação do Presidente da República e
promete ficar na memória. O programa de comemorações do aniversário do Porto de Lisboa tem o apoio oficial da Yilport Iberia, Lisbon Cruise Port (LCP), Navalrocha e Portugs.

Blue Investor, na Gare Marítima de Alcântara, a 4 de Outubro.

Este evento abordará o papel das tecnologias emergentes e da
inovação na transformação da economia azul, com foco no desenvolvimento das
energias renováveis offshore, nos avanços da biotecnologia azul e na aceleração
da transição digital e energética nos portos, e no transporte marítimo.

Junte-se para conhecer estas oportunidades estratégicas de
investimento e o papel transformador da inovação tecnológica na economia azul.

O Blue Investor terá lugar na Gare Marítima de Alcântara, no
dia 4 de outubro, em Lisboa, o epicentro de novas oportunidades de investimento
na economia azul.

Mais info em: http://www.sbeif.com/blueinvestor

Reserve o seu lugar através de blueinvestor@mem.gov.pt

Porto de Lisboa eleito o melhor Porto de Cruzeiros da Europa pela 9ª vez.

 


O Porto de Lisboa acaba de conquistar, pelo oitavo ano
consecutivo, e pela nova vez desde 2009, o prémio de Melhor Porto de Cruzeiros
da Europa, atribuído pelos World Travel Awards Europa. A atribuição foi
anunciada na Cerimónia da 30ª edição dos prémios, que decorreu em Batuni, na
Geórgia.

A distinção foi acolhida com orgulho pela Administração do
Porto de Lisboa (APL) e vem reforçar o Porto de Lisboa como uma referência em
matéria de condições para acolher navios e passageiros de cruzeiro.

“É um orgulho e uma honra receber um prémio de tamanho
prestígio, que vem comprovar, mais uma vez, a importância do Porto e do seu
terminal para o turismo e para a cidade. E surge numa fase muito particular
para o Porto de Lisboa que está fortemente empenhado em garantir que o impacto
da actividade de cruzeiros seja mais do que apenas económico, executando
projectos e iniciativas que contribuam para a sustentabilidade, numa visão
integrada das perspectivas ambiental, económica e social, em consonância com a
nova era de cruzeiros, resiliente, inovadora e preocupada com as questões
ambientais e a gestão do turismo”, afirma António Caracol, administrador do
Porto de Lisboa.

Na nomeação para Melhor Porto de Cruzeiros da Europa, Lisboa
teve a seu lado os Portos de Antalya, Barcelona, Copenhaga, Ege, Amsterdão,
Heraklion, Istambul, Marselha, Pireus, Southampton, Split e Veneza.

O Porto de Lisboa está ainda nomeado nas categorias de
Melhor Destino de Cruzeiros da Europa e Melhor Terminal de Cruzeiros da Europa
dos World Cruise Award, tendo ganho o troféu de Melhor Destino de Cruzeiros da
Europa no âmbito da 1ª edição deste troféu, realizada em 2021, e de Melhor
Terminal de Cruzeiros da Europa, na 2ª edição, em 2022.

Sobre os World Travel Awards

Os World Cruise Awards, criados em 1993, visam reconhecer,
premiar e celebrar a excelência em todos os setores-chave das indústrias de
viagens, turismo e hotelaria. Actualmente, esta é uma marca reconhecida
mundialmente como a melhor marca de excelência da indústria.

Sobre o terminal de Cruzeiros de Lisboa

O Terminal de Cruzeiros de Lisboa é um projecto da autoria do
arquitecto Carrilho da Graça, inaugurado no dia 10 de novembro de 2017, e cujo
custo global ascendeu a cerca de 28 milhões de euros.

A flexibilidade, a acessibilidade, a segurança, a qualidade
ambiental e o conforto são os principais critérios do novo terminal, que tem
uma área de 13.800 m2 e um cais com 1.490 metros de comprimento com capacidade
para receber navios de vários tipos e dimensões com um calado até 12 metros.