Autor: portaldomar
Divulgação: Novas Instalações do IPTM
Recordando:
Da fusão da Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura e do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, I. P. resultou, pelo Decreto-Lei n.º 49-A/2012 de 29 de Fevereiro de 2012, a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços. A esta nova entidade foram atribuídos poderes de autoridade para o exercício de funções de fiscalização que anteriormente se encontravam conferidas aos anteriores organismos, no domínio das pescas e do transporte marítimo, fixando-se no referido decreto-lei a natureza e o âmbito desses poderes.
Artigo 2.º
Missão e atribuições
1 — A DGRM tem por missão a execução das políticas de preservação e conhecimento dos recursos naturais marinhos, a execução das políticas de pesca, da aquicultura, da indústria transformadora e actividades conexas, do desenvolvimento da segurança e dos serviços marítimos, incluindo o sector marítimo-portuário, bem como garantir a regulamentação, a inspecção, a fiscalização, a coordenação e o controlo das actividades desenvolvidas no âmbito daquelas políticas.
2 — A DGRM prossegue as seguintes atribuições:
….
h) Assegurar a certificação da formação profissional no sector das pescas e do transporte marítimo;
j) Assegurar a certificação dos navios e dos marítimos nacionais.
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Submarino português em missão da NATO no Mediterrâneo em Setembro
Portugal vai participar com um submarino da Marinha na missão naval de segurança da NATO no Mar Mediterrâneo, entre 9 e 21 de Setembro confirmou à agência Lusa fonte do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).
Durante o período de participação na missão “Active Endeavour”, o submarino português deverá estar sob a alçada do Comandante Supremo das Forças da Aliança Atlântica na Europa (SACEUR, em inglês).
No verão do ano passado, o submarino “Arpão” participou durante três meses, e pela primeira vez, na missão da Força Naval Permanente da NATO na zona do Mediterrâneo.
Divulgação: Passeio da SPEA em parceria com a Marlin Boat Tours.
Observaram-se as seguintes espécies de aves:
11 Cagarra (Calonectris diomedea)
15 Alcatraz (Morus bassanus)
1 Moleiro (Stercorarius skua)
3 Andorinhão preto (Apus apus)
12 Pardela-balear (Puffinus mauretanicus)
E cetáceos:
6 Baleia comum (Balaenoptera physalus)
24 Golfinho comum (Delphinus delphis)
Inscreva-se nas próximas: dia 28 de julho (censos de barco) bit.ly/1aJYDwm ou no dia 21 de setembro (viagem pelágica) bit.ly/14XYAGU
Antártida: Encontradas mais de 3500 formas de vida situada sob quase 4 km de gelo
O Lago Vostok é o sétimo maior lago do mundo e o quarto mais profundo, explicam os investigadores no artigo. Por estar debaixo de um glaciar, constitui também o maior lago subglacial conhecido.
Devido à sua localização apresenta condições ambientais extremas: não lhe chega a luz solar, existem poucos nutrientes, a pressão é elevada devido ao gelo que está por cima e é extremamente frio (foi medida na zona a temperatura mais baixa do mundo, 89,2 graus negativos).
Deste modo, a existência de tantas formas de vida num ambiente tão hostil, surpreendeu os investigadores, como revela Scott Rogers, que assina o artigo em último lugar:
“Encontrou-se uma complexidade muito maior do que alguém alguma vez pensou, demonstrado a tenacidade da vida, e como os organismos podem sobreviver em lugares onde, há duas décadas, se pensava que não poderiam sobreviver”.
Por outro lado, o facto de se encontrarem espécies comuns em ambientes aquáticos semelhantes, também foi um resultado inesperado.
Com efeito, os cientistas estavam à espera de encontrar espécies adaptadas às condições ambientais hostis e muito diferentes das que ocorrem em outros habitats aquáticos, fruto da evolução em isolamento ao longo dos últimos 15 milhões de anos.
Os autores do artigo sugerem assim que as formas de vida do lago Vostok constituem uma herança do tempo em que a Antártida apresentava um clima temperado, há 35 milhões de anos, e o lago possuía uma ligação a outras massas de água.
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Surfista perde consciência depois de choque com baleia
De acordo com estas fontes, citadas pela agência AFP, várias baleias estavam ao largo da praia quando uma atingiu um surfista com a sua cauda. «Ele ficou inconsciente durante alguns instantes», disse um porta-voz dos serviços de socorro, acrescentando que a vítima foi acudida imediatamente por outros surfistas.
Apesar de se queixar de dores no lado direito do seu corpo, o surfista foi transportado para um hospital e está estável. Uma testemunha disse à estação televisiva «ABC» que a baleia era «do tamanho de um autocarro», calculando que a que atingiu o surfista, fazendo a sua prancha saltar da água, tivesse «cerca de 40 pés [aproximadamente 12 metros]».








