Portugueses à pesca no Walmart

A linha de pesca da marca “Hi Seas”, produzida perto de Lisboa, em Mem Martins, pela Filkemp, está a ser vendida nos EUA nas 3500 lojas Walmart.
A maior cadeia mundial de distribuição, a norte-americana Walmart, tem à venda a linha de pesca da marca “Hi Seas”, fabricada em Portugal pela Filkemp.
A empresa detida e gerida por Wolfgang Kemper é líder mundial no disputado mercado de linhas de pesca, onde a quota de mercado global varia entre 10% e 15%, consoante os critérios aplicáveis, refere a própria empresa.
O mercado português apenas absorve 1,49% da produção da Filkemp, sendo a quase totalidade do seu fabrico destinado aos mercados de exportação. A China absorve 31% das vendas anuais, seguida pela Alemanha, responsável por 25% das vendas.
Fonte: Expresso.

Campanha para consumo da cavala rendeu mais 2ME aos pescadores

A campanha para levar mais portugueses a consumir cavala permitiu que os pescadores recebessem mais dois milhões de euros no ano passado e aumentou em 22,8% os quilos deste peixe vendidos nas lotas, informa a Docapesca.
“Em lota vendemos mais dois milhões de euros de cavala, foram dois milhões de euros que foram para os pescadores, para a frota de pesca”, destacou Ana Paula Queiroga, directora comercial e de marketing da Docapesca.
A responsável destacou que a campanha visou mostrar aos consumidores que, “num tempo difícil como o que Portugal atravessa, a cavala é uma hipótese alternativa, rica nutricionalmente, que permite fazer uma boa refeição familiar barata”.
“É muito abundante na costa portuguesa. É, segundo estudos científicos, muito rica nutricionalmente, nomeadamente em ómega 3, não tem restrições de pesca até ao momento e é muito pouco valorizada comercialmente”, disse, salientando que o quilo de cavala na lota ronda apenas os 30 cêntimos por quilo.
Os números avançados pela Docapesca indicam ainda que foram transaccionados no ano passado mais 22,8% de quantidade (quilos) deste pescado e que o valor das transações e do rendimento do pescador aumentou 20%.
Também no sector conserveiro, houve uma evolução de 21,7% das conservas de cavala.
“A cavala tem um grande potencial de exportação através do crescimento da indústria de conservas e a campanha de 2012 teve esses resultados. Foi crescente a exportação de filetes de cavala em azeite e o interesse de algumas fábricas que não produziam e que passaram a produzir e a cavala filetada congelada mostrou-se também um bom produto para exportação”, acrescentou Ana Paula Queiroga.

E que tal morar num navio de luxo?

Entre 2011 e 2012, a residência deles em alto-mar navegou pelos sete continentes, proporcionando aventuras como passear numa floresta tropical ou observar morsas nas geleiras. Se o casal decide não sair de casa, há cozinheiros disponíveis para preparar-lhes uma refeição. Ou eles podem optar por um dos seis restaurantes a uma curta caminhada do apartamento.


Os Bennets são os donos de uma das 165 residências privativas a bordo do World (Mundo), um navio luxuoso que permite aos seus residentes viver em alto-mar. Inaugurado em 2012, o World é o maior e mais velho navio residencial em actividade  Agora, dois novos concorrentes estão a caminho: o Utopia, um transatlântico com 200 apartamentos residenciais orçado em1 bilião de dólares e que segundo os empreendedores ficará pronto em três anos, e o Marquette, um navio-condomínio de 110 milhões de dólares que poderá ter até 180 unidades residenciais e vai viajar nas águas fluviais dos Estados Unidos.

Actuais e antigos moradores do World dizem que a vida num navio de luxo realiza suas fantasias de viagens – sem muitos dos incómodos  Os apartamentos são para uso exclusivo dos donos, então roupas e objectos pessoais estão sempre à mão. Os moradores também ficam conhecendo seus “vizinhos” e inúmeros eventos sociais e programas criam uma sensação de comunidade.

“Nunca fica chato”, diz John Demartini, um médico aposentado e autor de livros sobre comportamento humano que há muito considera o World a sua casa. Demartini, que antes morou em Houston, no Texas, e Nova York, pagou cerca de 800.000 dólares por seu apartamento de um dormitório.

Os proprietários das unidades, que variam de coberturas com espaço para 12 pessoas, pagam uma tarifa anual de 10% a 15% do preço de compra para cobrir despesas que vão desde o salário dos funcionários até a manutenção do navio. Os moradores vêm de 19 países, dos EUA à Austrália, e têm uma idade média de 64 anos, diz uma porta-voz. Residências já foram vendidas por valores entre 700.000 e a 10 milhões de dólares, e algumas estão hoje disponíveis para revenda. Bennett não quis dizer quanto pagou por seu apartamento de um quarto.

Muitos proprietários mantêm sua residência principal no seu país de origem e usam o World como sua segunda casa. Bennett, por exemplo, é sócio e director de um escritório de advocacia de Dallas, também no Texas, onde ele e sua esposa venderam uma casa à beira de um lago e se mudaram para uma casa menor, de dois quartos, por causa de suas viagens frequentes. Mas mesmo os que moram permanentemente no navio estão sujeitos a impostos e outras obrigações legais em seus países de origem.

Bill Powers espera ser um dos primeiros residentes a bordo quando o Utopia estiver pronto para zarpar. Ele pretende comprar uma unidade de três quartos no navio, no qual os preços das residências variam de 4 milhões a 30 milhões de dólares. “Isso satisfaz meu desejo de viajar sem ter que fazer e desfazer malas, passar pela alfândega” e outros inconvenientes, diz Powers, de 55 anos, sócio e consultor de uma firma do sector financeiro.

O Utopia, cujos criadores incluem o primeiro comandante e a equipe técnica do World, está actualmente na pré-venda, diz David Robb, diretor-gerente da Frontier Group, uma firma sediada em Los Angeles que garantiu o financiamento para a construção. Potenciais compradores podem ver um modelo dos apartamentos num centro de vendas de quase 280 metros quadrados na elegante Rodeo Drive de Beverly Hills, na Califórnia. Além de 200 unidades residenciais que podem chegar a até 575 metros quadrados, os empreendedores dizem que haverá 16 unidades menores para amas e tutores. O navio deve ter também quatro restaurantes, spa, casino  lojas de luxo e uma clínica médica equipada para cirurgias cosméticas e tratamentos com células-tronco, disse Robb. A taxa anual de manutenção será de cerca de 4,5% do preço de compra.

Quase 80 compradores já assinaram ou estão negociando os contratos, disse Chris Wheeler, responsável por desenvolvimento de negócios para o Utopia.

Algumas pessoas continuam duvidando que o Utopia, que começou a ser feito em 2008 e foi pouco divulgado, vai se tornar realidade. Robb, porém, garante que o projecto vai sair. “Já passamos do ponto de retorno”, diz ele. “O navio será construído.”

Outros navios residenciais de luxo nunca se materializaram. O Four Seasons Ocean chegou perto em 2008, mas as vendas das suas unidades estagnaram depois das crises financeira e imobiliária nos EUA.

Enquanto isso, o Marquette que, segundo seus criadores, será o maior navio fluvial de passageiros do mundo, já recebeu módicos depósitos de US$ 1.000 por cerca de 25% das unidades planeadas no projecto de 110 milhões de dólares, disse o empreendedor David Nelson, presidente da River Cities Inc., que está desenvolvendo o navio. A construção vai começar assim que a pré-venda atingir 90%, quando os compradores terão que depositar uma quantia maior.

“Oferecemos uma maneira das pessoas viverem a bordo e navegar pelo país”, diz Nelson.

O navio-condomínio, que terá até 400 residências, pretende navegar nos rios do norte dos EUA durante o verão americano e nos rios do sul durante o inverno. Ele terá campo de golfe, teatro, lojas de conveniência e hidromassagem. Os preços das unidades variam entre 305.000 dólares e 1,9 milhão de dólares, diz Nelson.

Estimar a demanda por uma casa a bordo de um navio de luxo pode ser difícil. Para alguns, o desejo de aventura pode se esgotar em alguns anos. Robert e Janet Sabes pagaram 2,8 milhões de dólares em 2002 por uma unidade de 135 metros quadrados e dois quartos no World e a venderam por cerca do mesmo preço em 2008.

“Por mais divertido que fosse, é como tudo que existe: [a excitação ] vai acabando com o tempo”, disse Sabes, de 73 anos, um criador de restaurantes de Las Vegas. “Há um número limitado de lugares onde um navio pode ir. Depois que você já esteve lá, começa a se repetir.”

Fonte:  The Wall Street Journal

Portugal propôs a Angola construção de navios de guerra

Portugal propôs a Angola a construção conjunta de navios de guerra e mais dois projectos da indústria de defesa, disse hoje à Lusa o presidente do Conselho de Administração da “holding” da empresa pública de defesa (EMPORDEF).

Rui Vicente Ferreira, que integra a comitiva que o ministro da Defesa Nacional José Pedro Aguiar-Branco trouxe a Angola para uma visita de trabalho de três dias que termina hoje, acrescentou que o objectivo é colocar a relação bilateral “num estádio mais avançado de cooperação na área da indústria de defesa”.
Nesse sentido, foram apresentados três projectos ao ministro da Defesa Nacional angolano, Cândido Van-Dúnem, ao chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, general Geraldo Sachipendo Nunda, e ao chefe de Estado-Maior da Marinha de Guerra Angolana, almirante Augusto Cunha.
O primeiro projecto de cooperação consiste na construção de navios de guerra em comum, necessários às Marinhas dos dois países.
“Ou seja, criar condições para um projecto, com sustentabilidade, com formação das tripulações e todos os técnicos necessários e depois dar o acompanhamento e a manutenção desses vasos de guerra, que poderão eventualmente vir a ser construídos. Este foi o principal e maior projecto”, salientou.

Fonte: Noticias ao Minuto.

Reparar navio patrulha ao serviço de Marinha desde 1971 vai custar quase 4 milhões de euros

Com 44 metros de comprimento, o NRP (Navio da República Portuguesa) “Zaire” é um dos dez navios patrulhas da classe Cacine construídos nos Estaleiros Navais do Mondego, na Figueira da Foz, e já leva quase 42 anos de serviço.

A reparação do navio patrulha “Zaire”, ao serviço da Marinha portuguesa desde 1971, arranca este ano, no Arsenal do Alfeite, e deverá custar quase quatro milhões de euros, segundo um despacho do Ministério da Defesa Nacional publicado esta sexta-feira.
Estes navios operam junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa, tendo uma guarnição de 33 marinheiros, entre oficiais, sargentos e praças, além de vário armamento.
Num despacho publicado hoje em Diário da República, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, reconhece que aquele navio necessita de realizar uma acção de manutenção, que inclui uma docagem e de uma revisão intermédia para poder “manter a sua actividade operacional e as valências inerentes às suas capacidades”.
É também autorizada a celebração de um acordo pela Direcção de Navios da Marinha com o Arsenal do Alfeite para reparação do NRP “Zaire”, o qual “não deverá exercer o preço máximo” de 3.997.500 euros. Este acordo deverá vigorar após aprovação do Tribunal de Contas, durante os anos de 2013 e 2014, lê-se no mesmo despacho.
O NRP “Zaire” é um dos três daquela classe ainda ao serviço da Marinha portuguesa com mais de 40 anos de operação. Chegaram a estar todos inoperacionais em 2012.
A substituição destes navios por cinco novas lanchas de fiscalização costeira (LFC) – com opção por mais três – estava prevista no âmbito do contrato de reequipamento celebrado em 2004 entre o Ministério da Defesa e os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).
Cada LFC deveria custar cerca de 20 milhões de euros, mas esse contrato, juntamente com a encomenda de mais seis navios de patrulha oceânica, foi revogado pelo actual Governo, em Setembro de 2012, devido à reprivatização dos ENVC.
O despacho que autoriza a reparação profunda do NRP “Zaire” foi assinado pelo ministro da Defesa e nele recorda-se que a Marinha, para cumprimento das missões, opera diversas unidades navais que “devem apresentar os índices de disponibilidade operacional definidos no dispositivo naval de referência complementada com o grau de prontidão adequado à especificidade da missão a desempenhar, às prioridades e à política de manutenção definidas”.
Fonte: Público.

Estudos avaliam poluição atmosférica e das águas no mar Mediterrâneo

O verão chegou na Europa e, com ele, milhares de turistas correm para as praias do mar Mediterrâneo, conhecido pelo azul transparente e os iates com gente famosa. Mas apesar imagem paradisíaca, o Mediterrâneo enfrenta graves problemas de poluição. Dois grandes estudos que acabaram de sair avaliam a situação da poluição atmosférica e das águas.
O primeiro deles resultou em um atlas da qualidade marinha na França, após mais de 10 anos de pesquisas da Agência da Água Rhône Méditerranée Corse. Ele concluiu que, se por um lado o despejo de resíduos químicos se reduziu, com o aumento das estações de tratamento, por outro 21% da costa está degradada – e 10% da região não tem mais nenhuma forma de vida marinha.
“Estamos mais preocupados sobre as questões de uso do mar. Um exemplo claro é nos cais, quando os barcos ancoram. Por causa das âncoras, há milhares de arranhões no solo, nas ervas marinhas, uma maravilha ecológica que cresce muito lentamente” afirma Martin Guespereau, Director da agência. “O tempo do mar é um tempo demorado, e é realmente importante que os navegadores cuidem melhor disso. Você faz um arranhão e são necessários 100 anos para recuperar o que você fez em um minuto.”
Outro aspecto que preocupa é o transbordamento das estações de tratamento quando acontecem fortes chuvas, um problema que afecta vários países europeus e resulta na poluição dos mares e rios. Mas Guespereau garante que, ao contrário do que muita gente pensa, o Mediterrâneo não é o mar mais poluído do mundo.
“É claro que um mar fechado tem alguns problemas bastante específicos, como os de macro detritos, como sacos plásticos. Mas sobre o aspecto da poluição química, da qualidade da água para os peixes, o Mediterrâneo está em um estado muito melhor do que vários outros mares”, sustenta.
Já o estudo chamado Charmex, do qual participam mais de 100 pesquisadores de 10 países, ainda está em curso e avalia os efeitos da poluição atmosférica no mar que banha a França, a Itália, a Espanha, e também o norte da África. Esta forma de poluição pode agravar os efeitos das mudanças climáticas na região, devido ao aumento da seca. François Dulac, coordenador do projecto, explica que a camada de partículas impede a penetração dos raios solares, portanto da evaporação das águas. Resultado: ocorrem menos chuvas.
“Tem um efeito potencial de amplificação da seca no verão, época em que temos muita poluição atmosférica no Mediterrâneo. Massas de ar carregadas de partículas que vêm dos continentes ficam sobre o mar. Elas vêm do Saara, ao sul, quando a cada vez que há uma tempestade de areia chegam centenas de milhares de tonelada de partículas na atmosfera”, diz. “E depois têm as partículas finas, através dos diferentes processos de combustão, produzidos nos diferentes países e que poluem a atmosfera.”
O pesquisador observa que este problema afecta todas as regiões que sofrem com a seca. “A poluição afecta o ciclo hidrológico não apenas da evaporação como através das propriedades das nuvens. Quando se aumenta a quantidade de partículas no ar, fazemos o vapor d’água condensar nos nós de partículas. A consequência é que as nuvens terão gotas menores, portanto menos tendência a precipitar.”
As conclusões definitivas do projecto Charmex não deve ser conhecidas antes de 2015. 

Fonte: RFI

Fiesa 2013

É um dos maiores eventos do género. O Fiesa expõe, desde 2003, esculturas dedicadas a temas diversos. Este ano, é o universo da música que dá o tom às criações em areia.
Todos os anos, um grupo de escultores e especialistas de várias nacionalidades dá forma a milhares de toneladas de areia, ocupando uma área de quinze mil metros quadrados.
A animação passa também por programação paralela. Durante a noite as esculturas são iluminadas e há projecções de vídeo. De dia, há actividades de escultura em areia: diariamente, adultos, jovens e crianças podem ensaiar e mostrar as suas capacidades criativas nesta forma de expressão artística.
  • PêraPêra – Silves
    28-06 a 15-09. Todos os dias das 10h00 às 24h00 .


    16-09 a 25-10. Todos os dias das 10h00 às 20h00 . 
    Grátis (até 5 anos), 4,50€ (6-12 anos), 9€ (adultos), 7,65€ (seniores)

Tema: Música. Reservas: 969459259/Fax: 282317084 fiesa@prosandart.com
Sítio ofícial http://www.fiesa.org

Fonte: Público

Prémio "Almirante Sarmento Rodrigues".

A Academia de Marinha lançou o concurso para atribuição do Prémio Almirante Sarmento Rodrigues – 2013; este concurso destina-se a estimular e dinamizar a pesquisa, a investigação científica e o estudo da história das actividades marítimas portuguesas, os trabalhos poderão ser entregues até ao dia 30 de Setembro.

O prémio compreende um diploma e uma quantia no valor de cinco mil euros. Este concurso está aberto a cidadãos nacionais e estrangeiros que apresentem trabalhos originais nas áreas referidas. Tem-se em conta como originais os trabalhos não publicados ou cuja publicação tenha sido concluída no ano a que se refere o concurso ou no ano anterior.
O prazo para entrega dos trabalhos na Academia de Marinha será até às 16h30 do dia 30 de Setembro. 
Para mais pormenores poderá contactar:
Academia de Marinha
Edifício da Marinha
Rua do Arsenal, 1149-001 Lisboa
academia.marinha@marinha.pt | 210984713| 210984707| 210984715