Duzentos e trinta nadadores nacionais e estrangeiros, participaram no passado sábado, na 24ª Edição da Prova de Mar da Praia da Rocha, promovida pela Portinado.
Autor: portaldomar
Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático.
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.
Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático.
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.
Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".
- Título original:
- Phantom
- De:
- Todd Robinson
- Com:
- Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
- Género:
- Drama, Thriller
- Classificação:
- M/12
- Outros dados:
- EUA, 2013, Cores, 98 min.
Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".
- Título original:
- Phantom
- De:
- Todd Robinson
- Com:
- Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
- Género:
- Drama, Thriller
- Classificação:
- M/12
- Outros dados:
- EUA, 2013, Cores, 98 min.
Gustavo Lima ressurge no laser
Fonte: Record
Associação "leva" invisuais à praia
Associação "leva" invisuais à praia
Sea Life junta-se à Univ Aveiro para erradicar do planeta a pesca com cianeto
A organização britânica, que com os seus 40 centros marinhos espalhados pelo mundo tem a maior rede mundial de aquários públicos, um dos quais na cidade do Porto, está desde o início do mês de Julho a utilizar o teste aperfeiçoado em Aveiro para assegurar que todas as espécies que recebe para exposição foram capturadas sem recurso ao cianeto.
O segredo está na água
O novo teste aperfeiçoado pela UA, ao contrário dos já existentes que obrigavam à dissecação dos peixes na procura por vestígios de cianeto no sangue e nos músculos, envolve a transferência dos animais recém-entregues para água salgada artificial. É nessa água que os investigadores procuram quantidades vestigiais de tiocianato, um composto que deriva da metabolização do cianeto pelo peixe e que é expulso do organismo pela urina.
O Sea Life já está a utilizar o teste da UA. A empresa escolhe aleatoriamente amostras de água onde os peixes são depositados depois de entregues e envia-os para a academia de Aveiro. Consoante os resultados químicos encontrados nas análises supervisionadas por Valdemar Esteves, investigador do Departamento de Química da UA o Sea Life aceita ou não os peixes.
A recusa, no caso da presença do químico, serve para que os respectivos fornecedores do Pacífico boicotem os pescadores que usam cianeto obrigando-os, para fazerem negócio, a usarem métodos de captura ecologicamente sustentáveis.
Surf At Night. “Onde o acto de surfar ganha realmente forma”
Apesar das atenções estarem voltadas para o surf à noite, o dia também vai ser agitado. Nos dias 15 e 16 a praia receberá a segunda etapa nacional de Bodyboard Pro Tour, nas categorias feminina e masculina, e, de seguida, a primeira etapa Circuito Nacional de Longboard, bem como a quarta prova do Circuito Nacional de Stand Up Paddle, na categoria de ondas – uma novidade no evento. “Uma modalidade em franco crescimento no mundo dos desportos de ondas e que temos o maior orgulho de apadrinhar através da promoção de uma etapa”, disse António Meireles, da organização.
Para o responsável, “o Surf At Night afirma-se assim como um evento transversal e ligado intrinsecamente ao mar, onde o acto de surfar ganha realmente forma, através de três modalidades que inspiram comunidades, dentro e fora do nosso país”, acrescentando ainda que “é também uma oportunidade para internacionalizar o evento, através das experiências, dos competidores e das imagens criadas, que se espalham naturalmente pelo mundo”.
Outra novidade desta edição é o Faustino Air Freak Show & Friends, uma sessão de tow out apadrinhada pelo bodyboarder nacional Ricardo Faustino.
A par das competições e para quem quiser dar um pezinho de dança, a “vila do surf”, como é chamada, receberá vários artistas de renome como o músico surfista Gabriel O Pensador, Bezegol, Orelha Negra e Dj Ride.
Fonte: Ionline









