Mais de 200 nadadores participaram na Prova de Mar da Praia da Rocha

Duzentos e trinta nadadores nacionais e estrangeiros, participaram no passado sábado, na 24ª Edição da Prova de Mar da Praia da Rocha, promovida pela Portinado.

Miguel Nascimento e Ariana Nunes, ambos do clube portimonense, foram os vencedores absolutos da edição de 2013 da prova do mar mais antiga realizada no Algarve.
A competição marca o arranque do 21º Circuito de Natação de Mar do Algarve, promovido pela Associação de Natação do Algarve. Por equipas, venceu a Portinado, com grande supremacia, seguida do Clube de Campismo Luz e Vida e do Clube de Montemor-O-Novo. na 2ª e 3ª posições respectivamente.

Fonte: Região Sul.

Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"

Investigadores descobriram que os animais usam um assobio único para reconhecerem cada um no grupo.

Cientistas da Universidade de St.Andrews, na Escócia, encontraram novas provas de que os golfinhos se chamam “pelo nome”, ou seja, usam um assobio único para identificarem cada um dos outros no grupo.  
  
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.  
  
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.   
  
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.  
  
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.  
  
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático. 
  
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.  
  
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.  
  
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.

Fonte: RR

Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"

Investigadores descobriram que os animais usam um assobio único para reconhecerem cada um no grupo.

Cientistas da Universidade de St.Andrews, na Escócia, encontraram novas provas de que os golfinhos se chamam “pelo nome”, ou seja, usam um assobio único para identificarem cada um dos outros no grupo.  
  
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.  
  
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.   
  
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.  
  
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.  
  
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático. 
  
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.  
  
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.  
  
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.

Fonte: RR

Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".


Título original:
Phantom
De:
Todd Robinson
Com:
Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
Género:
Drama, Thriller
Classificação:
M/12
Outros dados:
EUA, 2013, Cores, 98 min.
Depois de regressar de uma longa e difícil missão em alto mar, o capitão Dmitri “Demi” Zubov é imediatamente obrigado a aceitar o comando do submarino B-76, uma embarcação soviética antiga, munida de um poderoso míssil nuclear. Preocupado com a decisão dos seus superiores, que o forçam a integrar uma tripulação que não é a sua, Dmitri questiona-se sobre as razões dessa escolha. Porém, quando o submarino se começa a aproximar de território norte-americano, ele compreende o propósito daquela missão: lançar um míssil contra os EUA fazendo parecer um ataque vindo de um navio chinês, dando início a uma guerra entre as duas nações. Com o destino de milhões nas suas mãos, Dmitri terá de confiar na sua capacidade de discernimento, de modo a encontrar homens de confiança que o ajudem a evitar uma catástrofe mundial… 
Com argumento e realização de Todd Robinson (“Corações Solitários”), um “thriller” claustrofóbico inspirado num evento real acontecido em plena Guerra Fria. No elenco encontramos Ed Harris, David Duchovny e William Fichtner.

Fonte: Público.

Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".


Título original:
Phantom
De:
Todd Robinson
Com:
Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
Género:
Drama, Thriller
Classificação:
M/12
Outros dados:
EUA, 2013, Cores, 98 min.
Depois de regressar de uma longa e difícil missão em alto mar, o capitão Dmitri “Demi” Zubov é imediatamente obrigado a aceitar o comando do submarino B-76, uma embarcação soviética antiga, munida de um poderoso míssil nuclear. Preocupado com a decisão dos seus superiores, que o forçam a integrar uma tripulação que não é a sua, Dmitri questiona-se sobre as razões dessa escolha. Porém, quando o submarino se começa a aproximar de território norte-americano, ele compreende o propósito daquela missão: lançar um míssil contra os EUA fazendo parecer um ataque vindo de um navio chinês, dando início a uma guerra entre as duas nações. Com o destino de milhões nas suas mãos, Dmitri terá de confiar na sua capacidade de discernimento, de modo a encontrar homens de confiança que o ajudem a evitar uma catástrofe mundial… 
Com argumento e realização de Todd Robinson (“Corações Solitários”), um “thriller” claustrofóbico inspirado num evento real acontecido em plena Guerra Fria. No elenco encontramos Ed Harris, David Duchovny e William Fichtner.

Fonte: Público.

Gustavo Lima ressurge no laser

O velejador Gustavo Lima reapareceu em grande forma no Campeonato inglês de laser. O olímpico em Londres’2012 (22.º classificado), Pequim’2008 (4.º), Atenas’2004 (5.º) e Sydney’2000 (6.º) está a dominar a classificação geral de forma categórica, com quatro triunfos e um 6.º posto, em cinco regatas.

“Estou muito motivado e até surpreendido com este meu regresso à competição, na minha primeira prova do ano. Mas treinei muito forte em junho e julho, conseguindo uma posição bastante confortável, apesar da prova estar bastante forte. O meu objetivo é preparar-me para o Campeonato da Europa, que se disputa em setembro. Para já, nem penso nos Jogos do Rio’2016, mas o trabalho que estou a realizar está a ser muito positivo”, considerou Gustavo Lima, líder do quadro, com 52 velejadores, entre os quais muitos atletas britânicos, o australiano Luke Elliott e o sul-coreano Jeemin Ha, que estiveram nos Jogos de Londres’2012.

O cascalense, do Clube Naval de Cascais, soma 4 pontos, descartando o seu pior resultado, à frente dos britânicos Jack Wetherell (10) e Martin Evans (14) e do já referido Luke Elliott (16).

Silveira no top 9

O português Rui Silveira também viajou até ao sul de Londres e está a dar boa conta do recado, encontrando-se no 9.º lugar (35 pontos) da mesma competição, depois de ter ocupado os 11.º, 7.º, 9.º, 15.º e 8.º lugares nas regatas.

A prova decorre até sexta-feira no mesmo campo dos Jogos Olímpicos de Londres’2012, faltando disputar sete regatas.

Fonte: Record

Sea Life junta-se à Univ Aveiro para erradicar do planeta a pesca com cianeto

É uma técnica de pesca ilegal altamente devastadora para os recifes de coral e a Universidade de Aveiro (UA) está a ajudar a erradicá-la do planeta. O cianeto lançado por pescadores sobre os recifes do sudoeste do Pacífico atordoa ou mata os peixes tropicais facilitando a sua captura para abastecer os mercados ornamentais e alimentares. Ao mesmo tempo, a destruição dos corais representa um enorme dano colateral provocado pelo químico letal. 
Para erradicar esta prática a Sea Life acaba de lançar uma campanha que tem num teste desenvolvido na academia de Aveiro a pedra basilar. Trata-se de uma técnica aperfeiçoada por uma equipa de biólogos e químicos da UA que torna possível, pela primeira vez, descobrir se um peixe foi exposto ao cianeto sem ser necessário sacrificá-lo e dissecá-lo.

A organização britânica, que com os seus 40 centros marinhos espalhados pelo mundo tem a maior rede mundial de aquários públicos, um dos quais na cidade do Porto, está desde o início do mês de Julho a utilizar o teste aperfeiçoado em Aveiro para assegurar que todas as espécies que recebe para exposição foram capturadas sem recurso ao cianeto.

“A utilização daquele químico letal é considerado, a par da utilização de dinamite, uma das práticas de pesca mais destrutivas para os recifes de coral”, explica Ricardo Calado, investigador do Departamento de Biologia (DBIO) da UA. O coordenador da equipa de Aveiro cujo estudo cativou a Sea Life aponta que a pesca com recurso ao cianeto, que todos os anos captura milhões de peixes tropicais nos recifes do Pacífico em países como a Cinha, a Indonésia, a Malásia ou as Filipinas, “é bastante tóxica e mortal para os corais”e já destruiu em várias zonas do sudoeste asiático “80 a 90 por cento da vida” dos recifes.

O segredo está na água

O novo teste aperfeiçoado pela UA, ao contrário dos já existentes que obrigavam à dissecação dos peixes na procura por vestígios de cianeto no sangue e nos músculos, envolve a transferência dos animais recém-entregues para água salgada artificial. É nessa água que os investigadores procuram quantidades vestigiais de tiocianato, um composto que deriva da metabolização do cianeto pelo peixe e que é expulso do organismo pela urina.


“Utilizámos como modelo os peixes palhaços e verificámos que a excreção de tiocianato pela urina acontece vários dias depois de terem sido pescados”, explica Ricardo Calado. “Através da análise da água consegue-se assim saber se, vários dias antes, um peixe foi ou não exposto ao cianeto nas Filipinas ou na Indonésia”,aponta o responsável.

O Sea Life já está a utilizar o teste da UA. A empresa escolhe aleatoriamente amostras de água onde os peixes são depositados depois de entregues e envia-os para a academia de Aveiro. Consoante os resultados químicos encontrados nas análises supervisionadas por Valdemar Esteves, investigador do Departamento de Química da UA o Sea Life aceita ou não os peixes.

A recusa, no caso da presença do químico, serve para que os respectivos fornecedores do Pacífico boicotem os pescadores que usam cianeto obrigando-os, para fazerem negócio, a usarem métodos de captura ecologicamente sustentáveis.

Fonte: Ciência Hoje.

Surf At Night. “Onde o acto de surfar ganha realmente forma”

Entre os dias 12 e 18 de Agosto a praia de Cortegaça, em Ovar, vai receber a sexta edição do Surf At Night, evento que contará com várias actividades desportivas, entre elas surf, bodyboard, longboard e stand up paddle (SUP), convidando os melhores surfistas nacionais.

Apesar das atenções estarem voltadas para o surf à noite, o dia também vai ser agitado. Nos dias 15 e 16 a praia receberá a segunda etapa nacional de Bodyboard Pro Tour, nas categorias feminina e masculina, e, de seguida, a primeira etapa Circuito Nacional de Longboard, bem como a quarta prova do Circuito Nacional de Stand Up Paddle, na categoria de ondas – uma novidade no evento. “Uma modalidade em franco crescimento no mundo dos desportos de ondas e que temos o maior orgulho de apadrinhar através da promoção de uma etapa”, disse António Meireles, da organização.
Para o responsável, “o Surf At Night afirma-se assim como um evento transversal e ligado intrinsecamente ao mar, onde o acto de surfar ganha realmente forma, através de três modalidades que inspiram comunidades, dentro e fora do nosso país”, acrescentando ainda que “é também uma oportunidade para internacionalizar o evento, através das experiências, dos competidores e das imagens criadas, que se espalham naturalmente pelo mundo”.
Outra novidade desta edição é o Faustino Air Freak Show & Friends, uma sessão de tow out apadrinhada pelo bodyboarder nacional Ricardo Faustino.
A par das competições e para quem quiser dar um pezinho de dança, a “vila do surf”, como é chamada, receberá vários artistas de renome como o músico surfista Gabriel O Pensador, Bezegol, Orelha Negra e Dj Ride.


Fonte: Ionline