Carina Duarte é campeã nacional

Em 2008, Carina tinha 14 anos e recebia o título de campeã nacional de surf. Hoje, na última etapa da Liga MOCHE, a surfista da Ericeira repete o feito, tornando-se bi-campeã nacional.
O título estava a ser disputado com Teresa Bonvalot, mas a atleta de 13 anos acabou por perder hoje na primeira bateria do dia, contra Ana Sarmento e Maria Abecasis. Desta forma, Carina tinha pontos suficientes para se sagrar campeã pela segunda vez. 

Fonte: Ionline

Pirâmide debaixo de água entre as Ilhas Terceira e São Miguel

Foi descoberta uma pirâmide submersa com 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base perto do Banco D. João de Castro, entre as ilhas Terceira e São Miguel.

A estrutura foi identificada pelo velejador Diocleciano Silva, através de leitura batimétrica.  
O autor da descoberta não acredita que a pirâmide seja de origem natural. 
 
O Governo Regional diz que o assunto já está a ser investigado com o apoio da marinha portuguesa.
O Secretário Regional da Educação, Luiz Fagundes Duarte, acredita que, tendo em conta a localização numa zona muito investigada e monitorizada, não se deve tratar de obra humana. 
Fonte: Telejornal, RTP/Açores

Zambujeira do Mar promove polvo em três dias

O Festival do Polvo, que pretende dinamizar a economia local fora da época balnear, é organizado pela Associação Cultural Recreativa e Desportiva Zambujeirense (ACRDZ) com o apoio da câmara municipal e a colaboração de outras entidades.
O polvo, que existe “em abundância” na costa de Odemira, já faz parte das ementas de muitos dos restaurantes da zona e tem fama de ser “muito bom”, explicou hoje à agência Lusa o vice-presidente da ACRDZ, Daniel Coelho.
Com o Festival do Polvo, cuja primeira edição começou hoje, as entidades envolvidas esperam “impulsionar economicamente os restaurantes” locais, o que também irá beneficiar os pescadores.
Ao mesmo tempo, acrescentou o dirigente, pretendem transmitir aos empresários do sector conhecimentos que lhes permitam “inovar sem ter de mudar o produto que já têm”.
O programa do evento inclui acções de formação, que são também abertas ao público e que incidem, sobretudo, “na forma de servir e apresentar” os pratos, uma vez que “os olhos são os primeiros a comer”, frisou.
Afirmar a costa de Odemira como um bom local para saborear polvo é outro dos objectivos do novo festival gastronómico.
À semelhança do que acontece com Setúbal, que é relacionado com o choco frito, argumentou Daniel Coelho, os responsáveis pretendem que, dentro de alguns anos, a zona tenha o mesmo estatuto em relação ao polvo.
O presidente da ACRDZ evidenciou a forte adesão dos restaurantes da Zambujeira do Mar à primeira edição do Festival do Polvo.
Dos 16 restaurantes existentes na localidade, apenas um não participa no evento, por ser a altura em que habitualmente encerra para férias, disse.
Tal faz com que os empresários tenham “de se esforçar” quanto à apresentação e ao sabor dos pratos, mas também quanto ao atendimento aos clientes, pois “isso vai fazer a diferença”, sustentou Daniel Coelho.
Os 15 restaurantes envolvidos na iniciativa estão sinalizados com a indicação, que é também um convite: “Prove aqui o melhor polvo do mundo”.
Nas ementas vão estar propostas para todos os gostos, apresentando o polvo em salada, arroz, pataniscas ou feijoada, frito, grelhado ou assado, sozinho ou acompanhado com outros moluscos, migas, batata-doce ou molho de tomate.
À noite, a comida é servida com música, estando previstas actuações ao ar livre de A Moda Mãe, Trio Odemira, Eurico Silva e Alex and Ps, entre outros.

Fonte: Noticias ao Minuto.

Cem naufrágios tornam mar do Funchal com potencial científico e turístico

Cem naufrágios de navios dos séculos XVIII e XIX fazem do mar do Funchal um potencial científico e turístico, considera o investigador do Centro de História de Além-Mar José Bettencourt, que lidera um projecto para avaliar este património.
“Numa análise muito preliminar ainda, os registos que temos são de aproximadamente cem naufrágios no entorno ao porto do Funchal, o que é uma quantidade bastante significativa”, disse José Bettencourt.
Segundo o especialista em arqueologia subaquática, “a maior parte desses registos é de navios do século XVIII e XIX”, mas há “alguns mais antigos, como um galeão espanhol que naufragou em 1622” e que, “se fossem descobertos, teriam e têm um potencial científico muito relevante”.
O responsável esclareceu que a zona do porto e de aproximação a este são “áreas mais perigosas para a navegação, porque são aquelas que têm maior tráfego marítimo”, e “é aí que se dá a maior parte das perdas”, pelo que estas “são, sempre, em todo o país, as zonas mais ricas do ponto de vista arqueológico”.
“A maior parte dos naufrágios localiza-se junto à costa porque a maior parte são resultado de encalhes ou de perdas durante operações portuárias, por isso, a maior parte estará a baixa profundidade”, explicou o investigador, reconhecendo, contudo, que as características da Madeira levam o investigador “a esperar que os sítios sejam um pouco mais profundos”.
O coordenador do Centro de Estudos de História do Atlântico, Alberto Vieira, admitiu que “terão ocorrido muito mais naufrágios ao longo da história”, salientando que, desde o século XV, “há referências a naufrágios”, embora os dados sejam “muito esparsos”.
“Tivemos historicamente um problema muito importante na Madeira, a principal cidade fixou-se, montou-se, numa baía que oferecia grandes dificuldades em termos das embarcações”, referiu o coordenador do centro, sediado no Funchal.
A este propósito, o historiador realçou: “A baía do Funchal sempre foi historicamente muito complicada em termos da navegação em determinadas épocas do ano, o que fazia duas coisas, primeiro as embarcações só entravam dentro do porto (…) para descarregar, porque normalmente lançavam a âncora ao largo, por causa de um conjunto de correntes e ventos que acontecia numa determinada época do ano, mas que, muitas vezes, era ocasional”.
“O porto do Funchal, por textos que nós conhecemos, era conhecido como um dos portos mais difíceis e, para muitos estrangeiros, o parar no Funchal era sempre uma aventura”, adiantou, reconhecendo que a zona tem um património subaquático decorrente dos naufrágios, mas a pesquisa pode encontrar um obstáculo no assoreamento.
O arqueólogo José Bettencourt defendeu que o turismo arqueológico subaquático poderia ser “um complemento à actividade turística de mergulho que já existe” no arquipélago.
“Trabalhamos para dar algo à comunidade, não só para responder a questões científicas, mas também para contribuir com o nosso trabalho para o desenvolvimento económico e cultural das áreas onde estamos a trabalhar”, declarou.
Fonte: DNoticias

Último navio do parque subaquático do Algarve foi afundado

O navio oceanográfico Almeida Carvalho, o último dos quatro navios da Marinha Portuguesa que integram o parque subaquático para mergulho no Algarve, foi afundado ao largo de Portimão, operação que os promotores classificaram “como um êxito”.
“Decorreu tudo como tinha sido previsto e, uma vez mais, foi um êxito. O navio ficou posicionado tal como tinha sido planeado”, disse aos jornalistas Alberto Braz, coordenador das operações do projecto Ocean Revival.
De acordo com aquele responsável, a operação “foi um êxito, apesar de algumas condicionantes provocadas pelas condições do mar no local onde o navio foi afundado”.
“Infelizmente aconteceram coisas que não são hábito, como cabos rebentarem, os ganchos dos rebocadores abrirem e deixarem fugir o cabo, imprevistos que nos levaram um pouco mais de tempo”, lamentou Alberto Braz.
O afundamento do “Almeida Carvalho” iniciou-se pelas 13:55, cerca de uma hora depois do previsto, através de explosões controladas que provocaram diversos rombos no casco provocando a sua imersão em um minuto e dois segundo.
As operações de colocação e rebentamento dos explosivos foram efectuadas por técnicos canadianos e coordenadas pela Marinha Portuguesa, que procedeu depois à primeira inspecção técnica para verificar a estabilidade do navio.
Cerca de 40 minutos após o afundamento, os mergulhadores da Marinha fizeram a primeira inspecção e confirmaram que o navio “caiu direitinho no fundo, e deram o ‘ok’ para que se iniciem os mergulhos”, disse Alberto Braz.
O navio Almeida Carvalho juntou-se à fragata Hermenegildo Capelo, afundada no passado mês de Junho, à corveta “Oliveira e Carmo” e ao navio-patrulha “Zambeze”, ambos afundados no final de 2012, compondo o parque subaquático para mergulho do Algarve.
Os navios que durante cerca de 40 anos serviram a Armada Portuguesa estão “sepultados” no mar, assentes num banco de areia a 30 metros de profundidade a três milhas a sudoeste de Portimão (uma milha náutica equivale a 1.852 metros) e a cerca de 1,5 milhas da praia de Alvor, em Portimão,
De acordo com o promotor do projecto Ocean Revival, o empresário náutico Luís Sá Couto, na criação do parque subaquático de mergulho foram gastos até agora cerca de 2,5 milhões de euros.
Luís Sá Couto considera que o investimento “terá um retorno enorme para a região e para o país”, sublinhando que em cerca de oito meses “foram registados mais de 4.500 mergulhos”.
“Agora é explorar e promover, promover, para trazer gente de todo o mundo, trazer turistas, trazer euros e fazer crescer este país que a gente bem precisa”, concluiu o empresário náutico.
Os quatro navios foram afundados depois de lhes terem sido removidos os materiais com substâncias consideradas contaminantes e nocivas para o meio ambiente, nomeadamente óleos e amianto, ficando apenas o casco e matérias que não representam perigo de contaminação para o meio marinho.

Fonte: Lusa/SOL

Gelado «do mar» faz bem à saúde


Iguaria criada no Instituto Politécnico de Leiria vai começar a ser comercializada em breve.

A pesquisa sobre o potencial dos recursos marinhos levou investigadores do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) a criar um gelado de microalgas, com benefícios para a saúde, que vai começar a ser comercializado em breve.

Nos laboratórios do grupo de investigação em recursos marinhos da Escola Superior de Tecnologia do Mar, pertencente ao IPL e localizada em Peniche, as microalgas, já antes utilizadas em suplementos alimentares, são estudadas desde há um ano, à medida que o gelado tem vindo a ser alvo de provas de degustação para melhor se adaptar ao paladar dos consumidores.

Os investigadores afirmam que o gelado tem «um grande efeito benéfico» na regularização do trato intestinal, pelo que os problemas de obstipação «serão minimizados».

«Em termos da capacidade antioxidante associada às algas, sabemos que as algas vão minimizar problemas de stress oxidativo, que poderão dar origem a doenças cardiovasculares, oncológicas, que serão minimizadas pela capacidade de antioxidação das algas. Sendo o teor de lactose reduzido em 50 a 55%, um intolerante à lactose pode consumir este gelado», explica Susana Bernardino, docente envolvida na investigação.

Com o aproveitamento dos recursos marinhos, os cientistas querem, neste caso, trazer as algas para a alimentação ocidental, à semelhança do que acontece na cultura oriental.

Ao fim de um ano, o resultado final é um gelado fabricado a partir de algas e uma substância denominada kefir (microorganismos compostos), de cor verde, que a partir de hoje e até domingo vai ser oferecido à saída da praia na Figueira da Foz aos transeuntes pela Emanha, uma geladaria de fabrico artesanal com lojas na Figueira da Foz e Lisboa.

O projecto de investigação, financiado por fundos comunitários em cerca de 33 mil euros, destinados a comparticipar investigadores bolseiros, insere-se na estratégia de desenvolver investigação aplicada às necessidades das empresas, criando soluções que facilitem a inovação e competitividade das empresas.

Fonte: TVI 24

Peixe-gota eleito o animal mais feio do mundo

Parece um velhinho narigudo, de cara triste e bochechas flácidas. Foi este aspecto desgraçado e gelatinoso que valeu ao peixe-gota (Psychrolutes marcidus) o título de animal mais feio do mundo, atribuído num concurso destinado a chamar a atenção para as espécies ameaçadas.
O peixe-gota vive no Oceano Pacífico, entre os 600 e os 1200 metros de profundidade, ao largo da costa australiana. Apesar de estar bem longe da superfície, não escapa às redes dos pescadores. A espécie está em risco de extinção devido à pesca intensiva por arrasto.
Para dar a conhecer este e outros animais de aspecto “estranho” a Sociedade para a Preservação dos Animais Feios (Ugly Animal Preservation Society) organizou um concurso online, em parceria com a Associação Britânica de Ciência. Os promotores desafiaram um grupo de famosos e de humoristas, que criaram vídeos de campanha para o animal escolhido por cada um como candidato ao título de “mais feio do mundo”.
Apesar do tom humorístico da iniciativa, esta tem um fim bem mais sério: alertar para o risco de extinção que muitas destas espécies enfrentam, ignorado por muitos pelo facto de serem animais pouco agradáveis à vista.
Os resultados do concurso foram anunciados quinta-feira. O peixe-gota teve 795 dos mais de 3000 votos – além de ter ganho o título, tornou-se também a mascote da Sociedade para a Preservação dos Animais Feios.
Em segundo lugar ficou o kakapo (Strigops habroptilus), ou papagaio-mocho, um pássaro da Nova-Zelândia que não voa e parece uma mistura de papagaio com coruja. Esta espécie está já extinta na Natureza (apenas existe em cativeiro). O axolote (Ambystoma mexicanum), ou peixe-andarilho, uma espécie de salamandra que não passa da fase de larva, com ar de boneco feliz de cabelos em pé, ficou em terceiro lugar. Existe no México mas está em perigo crítico de extinção.
Na lista dos cinco mais votados está ainda a rã do Titicaca (Telmatobius culeus), que vive neste lago da cordilheira dos Andes, mais conhecida como rã-escroto, devido às várias dobras que tem na pele. E ainda o macaco-narigudo (Nasalis larvatus), endémico do Bornéu, conhecido pelo seu enorme nariz e testículos vermelhos.
Quase noventa mil pessoas visitaram a página do concurso, segundo os promotores. O fundador da Sociedade para a Preservação dos Animais Feios, Simon Watt, explicou ao The Telegraph que a iniciativa visa mostrar às pessoas que os animais menos bonitos também existem e estão em perigo. “Somos muito bons a falar de mamíferos – todas as pessoas conhecem o panda e o leopardo da neve e os tigres e os leões, e às vezes parece que só nos importamos com eles”, afirmou.
“Precisávamos de um rosto feio para as espécies ameaçadas há muito tempo e fiquei surpreendido com a reacção do público. Durante muito tempo, os animais bonitos e fofinhos foram o centro das atenções, mas agora o peixe-gota vai ser a voz dos feios, que são sempre esquecidos”, disse Watt, citado pelo The Guardian.
Fonte: Público

Transporte Marítimo: a indústria secreta crucial para a nossa existência

O mundo do transporte marítimo é crucial para a nossa existência quotidiana, mas poucas pessoas têm ideia do que acontece em alto-mar.
Rose George, jornalista e autora britânica, publica um livro fascinante de nome “Deep Sea and Foreign Going: Inside Shipping, the Invisible Industry that Brings You 90% of Everything”, onde mergulha profundamente dentro da indústria do transporte marítimo global, abordando a mesma de forma transversal e transparente.
Efectivamente, mais de 100.000 navios transportam actualmente 90% do comércio mundial e empregam 1.5 milhões de marítimos, constituindo um pilar fundamental da civilização que conhecemos.
Para melhor documentar o livro, Rose George embarcou no navio porta-contentores Maersk Kendal, um navio com 299 metros de comprimento por 40 de largura, com capacidade para transportar 84.771 toneladas e 6188 contentores, numa viagem de Felixstowe para Singapura, durante cinco semanas e 9.288 milhas náuticas.
Rose constata que existe um enorme silêncio e falta de informação sobre a importância do transporte marítimo, o que alguns classificam como “sea blindness”. Ironicamente, quanto mais os navios crescem em dimensões e importância, menos espaço ocupam na nossa imaginação.
No entanto o comércio por mar cresceu 4 vezes desde 1970 e continua a crescer. Existem mais de 100 mil navios no mar, transportando todos os sólidos, líquidos e gases que precisamos para viver. Apenas 6.000 são navios porta-contentores, como o Maersk Kendal, mas compensam essa pequena proporção pela sua capacidade estonteante de carga. O maior navio porta-contentores pode transportar 18 mil unidades. Pode armazenar 746 milhões de bananas, uma para todos os europeus, apenas num navio. Se, apenas os contentores da companhia dinamarquesa Maersk, fossem alinhados em fila, iriam criar uma linha com 11.000 milhas, mais de meio caminho em redor do planeta. Se fossem empilhados, teriam 1.500 milhas de altura, 7.530 Torres Eiffel. Se o Maersk Kendal descarregasse toda a sua carga em camiões, a linha de tráfego teria 60 quilómetros de comprimento.
Podemos perceber a transformação que se registou na visibilidade do transporte marítimo, analisando as páginas dos grandes jornais. Há 50 anos atrás, a informação de transporte marítimo era notícia, com o registo diário de partidas de carga. Hoje, o negócio mais necessário no planeta, tem sido quase sempre desviado para as páginas de publicações comerciais especializadas. Porém a sua importância não se pode descurar.
Vejamos o caso da MAERSK. É a Coca-Cola do transporte marítimo mas sem nenhuma da sua fama. A empresa que a controla, a AP Moller-Maersk, opera 600 navios e é a maior empresa na Dinamarca, com vendas iguais a 20 por cento do PIB da Dinamarca; os seus navios usam mais combustível que a nação inteira. Onde se vê esta notícia?
20 milhões de contentores atravessam o mundo neste momento. Antes dos contentores, os custos de transporte consumiam 25% do valor da mercadoria enviada. Hoje, com as eficiências extremas obtidas pela intermodalidade, os custos foram reduzidos a uma ninharia. Uma camisola pode agora viajar 3.000 milhas por 2,5 cêntimos de dólar, uma lata de cerveja por 1 cêntimo. O transporte marítimo é tão barato, que faz mais sentido financeiro enviar o bacalhau escocês para a China, a 10.000 milhas, para ser processado.
E finalmente, mas nada menos importante, os marítimos. Afirma Rose, que a vida no Mar é extremamente regulada mas que o mar “dissolve” papel. O que tem consequências negativas para os marítimos, que lidam muitas vezes com dificuldades acrescidas e alarmantes e deficientes condições de trabalho. Impera muitas vezes o espírito do mar-alto, terra de ninguém onde quem tem o poder absoluto é o comandante do navio.
Dois terços dos marítimos não têm acesso a Internet. Rose menciona que existe uma frase célebre entre os marítimos, que afirma que trabalhar no mar é como estar preso mas a ganhar um salário. Sublinha porém que não é totalmente verdade. Em alguns casos de navios e armadores menos escrupulosos, a prisão tem melhores condições.
E quando falamos de registo de navios, bandeiras de conveniência ou registos abertos, como se queira chamar, falamos, afirma, de uma anarquia gerida e organizada.
Publicação de leitura obrigatória – http://rosegeorge.com/site/about
Notícia recente na imprensa – Jornal The Telegraph 6 Setembro

Moçambique: Leixões e Portos do Norte assinam acordo de cooperação empresarial

No seguimento da relação de cooperação empresarial que tem vindo a ser fomentada desde há 3 anos, entre os Portos de Leixões e os Portos do Norte, em Nacala, Moçambique, foi assinado um Protocolo de Cooperação empresarial, pelos Presidentes das duas Administrações Portuárias, Emílio Brogueira Dias e Fernando Couto, respectivamente, numa cerimónia que decorreu no dia 5 de setembro, em Maputo.

Fonte: APP