Holanda: primeiro apartamento flutuante começa a ser construído em 2014

A Citadel (cidadela, em português) foi concebida pelo arquitecto Koen Olthuis, em conjunto com a equipa da Waterstudio, e irá consistir numa série de 60 unidades distribuídas num arranjo de alta densidade por 30 unidades por acre de água. Por outras palavras, trata-se de uma flotilha de apartamentos que irá, literalmente, estar a flutuar sobre a água.
Com mais de 3500 áreas de terra-baixa – abaixo do nível do mar – na Holanda, segundo Olthuis, a construção vai implicar a inviabilização das defesas contra inundações existentes no terreno escolhido para acolher a construção do projecto. Idealmente a Citadel deverá acolher infra-estruturas leves e ligadas a terra, através de uma ponte flutuante, de forma a proporcionar condições de vida semelhantes às de um arranha-céus.
A construção irá decorrer num local seco, que só será sujeito a inundação após a conclusão do projecto. Devido à dimensão do conjunto de edifícios, os habitantes da Cidadela não deverão detectar nenhuma movimentação causada pelas águas.

Fonte: Ionline

Medusas pararam central nuclear na Suécia

Uma praga de medusas obrigou à paragem de uma das maiores centrais nucleares do mundo — na Suécia. Os operadores da central nuclear de Oskarshamn, no Sudeste do país, tiveram de parar o reactor número três no último domingo depois de toneladas de medusas-da-lua (Aurelia aurita) terem entupido os tubos que transportam água fria até às turbinas da central, para arrefecer os reactores.
Nesta terça-feira, os tubos ficaram desentupidos e o reactor prepara-se agora para voltar a funcionar, segundo o site da Fox News. Este não é caso inédito, lembra o site desta estação televisiva: em 2012, uma central nuclear na Califórnia também foi forçada a parar devido à invasão dos tubos por um organismo igualmente gelatinoso como as medusas.

Embora pareça haver mais casos de aparecimento excessivo de medusas, os cientistas ainda não afirmam taxativamente que há cada vez mais medusas, uma vez que não há dados históricos, para estabelecer comparações. Mas, com a degradação das condições ambientais, os biólogos alertam que o problema agora ocorrido na central sueca pode tornar-se frequente. E a medusa-da-lua é uma espécie que consegue prosperar em zonas com condições extremas, onde se pescou em excesso ou que tenham más condições ambientais.

“A medusa-da-lua gosta deste tipo de águas”, explicou à Fox News Lene Møller, do Instituto Sueco para o Ambiente Marinho. “Não se importam com a proliferação de algas, com baixas concentrações de oxigénio ou que os peixes se tenham ido embora. Os peixes vão-se embora e as medusas-da-lua podem apoderar-se do ambiente.”

Fonte: Público

Califórnia reúne cães surfistas



Dezenas de cães participaram, este fim-de-semana passado, em mais uma competição de surf canino. A iniciativa realizou-se numa praia californiana, nos Estados Unidos, e a angariação de fundos reverteu para organizações animais. 

Cães de todos os tamanhos e feitios, dentro de água em cima de uma prancha. Foi este o mote da mais recente competição de surf canino, realizada na Califórnia, nos Estados Unidos.
Os organizadores do evento dividiram os cães participantes em quatro grupos, consoante peso. Os animais foram avaliados no que toca ao tempo que aguentavam em cima da prancha mas também pela sua atitude dentro de água.

Fonte: Noticias ao Minuto.



Sesimbra: nadar com tubarões para preservar o mar português

A maior parte dos portugueses desconhece este facto, mas é possível nadar com tubarões, na costa nacional, e ajudar a promover a biodiversidade e preservar o mar português. A iniciativa é liderada pela empresa Neptuno, fundada  por entusiastas da vida marítima e que dá aos clientes a possibilidade de passear
“Portugal é um paraíso para quem gosta de tubarões. Temos dezenas de espécies, incluindo os anequins, as tintureiras, os martelos, tubarões-frade, tubarões-baleia e, ocasionalmente, tubarões-brancos”, explicou ao Economia Verde o fundador da Neptuno, João Correia.
Num dia normal, podem atrair-se três ou quatro tubarões ao largo de Sesimbra, de acordo com os responsáveis da Neptuno. Segundo Walter Canelas, skipper e campeão de pesca de fundo, os tubarões da costa portuguesa “não são muito agressivos”.
A uma hora de distância da costa, o mergulho à superfície permite ficar a menos de uma braçada de um tubarão. Mas o importante vem depois: o tubarão é marcado na barbatana, sendo feito o registo do tamanho e características, local e condições em que foi devolvido ao mar. Depois, estes dados são enviados para uma rede de pesquisa global.
“É muito mais rentável trabalhar com tubarões vivos do que estar a matá-los para vender a carne por alguns cêntimos”, conclui João Correia.
Fonte: Greensavers

Primeiro barco solar da Europa navega em Alvor, no Algarve

Lembra-se da greve dos camionistas de 2008, em Portugal, e de como muitos dos bens essenciais, com o combustível, estiveram indisponíveis durante vários dias? Este foi um dos motivos que levou Luís Lourenço e a esposa a mandarem construir o primeiro barco solar da Europa. No Alvor, Algarve.
“Mandámos construir esta embarcação porque queríamos algo diferente, mais económica. Na altura houve a greve dos camionistas, não havia combustível, e pensámos logo em algo diferente, para não estarmos dependentes [de ninguém]”, explicou ao Economia Verde Luís Lourenço.
Chamado apropriadamente de Alvor Flor-do-Sol, este é o primeiro barco eléctrico e movido a energia solar construído na Europa. A embarcação tem 15 painéis solares e 12 baterias, sendo energeticamente autossuficiente. O barco não polui e as baterias originais só serão mudadas dentro de alguns anos.
O Flor-do-Sol aproveita todos os raios de Sol, inclusive em dias onde ele não aparece. “É uma embarcação como todas as outras, mas movida a energia solar. As baterias têm energia suficiente para trabalharem o dia inteiro”, explica Luís Lourenço.
O barco tem capacidade para 14 pessoas e não utiliza combustíveis normais. O percurso é silencioso, permitindo aos clientes de Luís aproveitarem ao máximo os recursos naturais algarvios.
Fonte: Greensavers.

Velejadores portugueses vencem Mundial de Platu 25 na Galiza

Os portugueses Afonso Domingues e Hugo Rocha sagraram-se campeões do Mundo de vela na classe de Platu 25, numa prova disputada na Ria de Muros-Noia, na Corunha, em Espanha.
Com o Credite EGS, a tripulação lusa terminou empatada em pontos com o segundo classificado, o EUZ II Monella Vagabonda, do italiano Sandro Montefus-co, mas o maior número de primeiros lugares nas onze regatas decidiu o campeonato a favor dos velejadores portugueses.
Entre a tripulação portuguesa do Credite EGS estava Hugo Rocha, medalhado nos Jogos Olímpicos de Atlanta1996 como tático, que soma o seu terceiro título mundial está época, depois das vitórias em ORC e em J80.
“Foi um Mundial complicado em termos meteorológicos, com o vento muito instável de direção e intensidade. No entanto, sempre que soprou mais forte sentimo-nos mais confortáveis. Este campeonato teve um alto nível e foi tudo decidido na última regata. Vou feliz com o resultado e com a organização da prova”, sublinhou Afonso Domingos, citado pela Federação Portuguesa de Vela (FPV).
Os espanhóis do E para Comer Lugo, de Gonzalo Araújo, foram terceiros da geral.
JPS // JP

Fonte: Noticias Ao Minuto/Lusa

A sardinha é um peixe desembaraçado

Bruno Bobone, o presidente do Fórum Empresarial da Economia do Mar, escolhe a sardinha como peixe que é a imagem de marca de Portugal.
Porque “é um peixe pequeno e desembaraçado que alimenta muita gente”, explica. Além disso, trata-se de um peixe popular, ao mesmo que é “reconhecido lá fora. Viaja muito”, diz. Bruno Bobone considera ainda a sardinha um peixe “adaptável tal como os portugueses”. Lembra ainda que é multifacetada no sentido de que tanto se pode comer fresca como em conserva. “No fundo, muito na perspectiva do que foram os portugueses desde os primeiros descobridores até aos actuais emigrantes”, considera o também presidente da Associação Comercial de Lisboa.

Fonte: DN.

Litoral português deverá sofrer com subida do nível das águas do Mar

O Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas revela que continua a tendência para o aquecimento do planeta devido à ação humana. Os cientistas estimam que a Terra pode aquecer até 4,8 graus centígrados até ao fim do século e que a subida do nível do mar sofra um agravamento que não se esperava, até 82 centímetros, o que fará com que o litoral português sofra alterações.

Os especialistas das Nações Unidas cruzaram os dados de quase dez mil estudos independentes realizados nos últimos anos e confirmam que a década passada foi a mais quente dos últimos 150 anos, desde que há registos meteorológicos.

Estas são algumas das conclusões da primeira parte do quinto relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas, que foi apresentado na passada sexta-feira em Estocolmo.

Fonte: RTP.

Nova "ilha" surge no mar Arábico após sismo no Paquistão

A força do sismo que abalou, na terça-feira, a região sudoeste do Paquistão fez aparecer uma nova “ilha” no mar Arábico, a várias centenas de quilómetros do epicentro do terramoto, fenómeno que surpreendeu habitantes e cientistas.
O sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter fez 328 mortos e 450 feridos, segundo o balanço mais recente das autoridades paquistanesas. Este sismo é um dos mais mortíferos da última década no país.
“Não é uma coisa pequena, mas sim uma coisa imensa que emergiu da água”, relatou Muhammad Rustam, um habitante de Gwadar, um porto estratégico localizado a cerca de 400 quilómetros a sul do epicentro do sismo que afetou a província paquistanesa de Baloutchistan.
Após o terramoto, os habitantes de Gwadar viram surgir, a 600 metros da costa, uma grande extensão de terra com cerca de 20 metros de altura, 40 metros de comprimento e 100 metros de largura, de acordo com os dados citados pela agência noticiosa France Press.
“É verdadeiramente muito estranho e um pouco assustador ver de repente uma coisa a surgir da água”, disse Rustam.
A nova “ilha” suscitou a curiosidade dos pescadores locais, que foram observar de perto o local, bem como de vários fotógrafos amadores.
Uma equipa do Instituto paquistanês de Oceanografia também se deslocou ao local, tendo verificado uma forte concentração de metano (gás incolor e inodoro).
“A equipa descobriu na superfície da ilha bolhas de natureza inflamável”, disse, citado pela France Press, Mohammad Danish, um investigador do instituto público paquistanês.
Para Gary Gibson, sismólogo da Universidade de Melbourne, Austrália, o aparecimento desta ilha a várias centenas de quilómetros do epicentro do sismo é “muito curioso”.
“Este tipo de fenómeno já tinha acontecido no passado nesta região, é um acontecimento incomum, muito raro, mas nunca tinha ouvido falar com estes contornos”, explicou o perito australiano, numa referência à distância do epicentro.
Esta extensão de terra poderá ser encarada como um “vulcão de lodo”, um monte de matérias que foram empurradas até à superfície com a pressão do gás metano durante o sismo, admitiu o especialista.
Os sismos de grande magnitude estão normalmente associados a este tipo de fenómeno.
Em Março de 2011, o sismo de magnitude 9,0 que devastou o Japão, e que originou um violento tsunami, fez deslocar o eixo da Terra em 17 centímetros, o que significou que a rotação da Terra acelerou 1,8 microsegundos. Na altura, a principal ilha do Japão deslocou-se em 2,5 metros com a força do abalo.
Também em finais de Fevereiro de 2010, o terramoto do Chile, com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de oito centímetros no eixo da Terra.

Fonte: JN

Nova "ilha" surge no mar Arábico após sismo no Paquistão

A força do sismo que abalou, na terça-feira, a região sudoeste do Paquistão fez aparecer uma nova “ilha” no mar Arábico, a várias centenas de quilómetros do epicentro do terramoto, fenómeno que surpreendeu habitantes e cientistas.
O sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter fez 328 mortos e 450 feridos, segundo o balanço mais recente das autoridades paquistanesas. Este sismo é um dos mais mortíferos da última década no país.
“Não é uma coisa pequena, mas sim uma coisa imensa que emergiu da água”, relatou Muhammad Rustam, um habitante de Gwadar, um porto estratégico localizado a cerca de 400 quilómetros a sul do epicentro do sismo que afetou a província paquistanesa de Baloutchistan.
Após o terramoto, os habitantes de Gwadar viram surgir, a 600 metros da costa, uma grande extensão de terra com cerca de 20 metros de altura, 40 metros de comprimento e 100 metros de largura, de acordo com os dados citados pela agência noticiosa France Press.
“É verdadeiramente muito estranho e um pouco assustador ver de repente uma coisa a surgir da água”, disse Rustam.
A nova “ilha” suscitou a curiosidade dos pescadores locais, que foram observar de perto o local, bem como de vários fotógrafos amadores.
Uma equipa do Instituto paquistanês de Oceanografia também se deslocou ao local, tendo verificado uma forte concentração de metano (gás incolor e inodoro).
“A equipa descobriu na superfície da ilha bolhas de natureza inflamável”, disse, citado pela France Press, Mohammad Danish, um investigador do instituto público paquistanês.
Para Gary Gibson, sismólogo da Universidade de Melbourne, Austrália, o aparecimento desta ilha a várias centenas de quilómetros do epicentro do sismo é “muito curioso”.
“Este tipo de fenómeno já tinha acontecido no passado nesta região, é um acontecimento incomum, muito raro, mas nunca tinha ouvido falar com estes contornos”, explicou o perito australiano, numa referência à distância do epicentro.
Esta extensão de terra poderá ser encarada como um “vulcão de lodo”, um monte de matérias que foram empurradas até à superfície com a pressão do gás metano durante o sismo, admitiu o especialista.
Os sismos de grande magnitude estão normalmente associados a este tipo de fenómeno.
Em Março de 2011, o sismo de magnitude 9,0 que devastou o Japão, e que originou um violento tsunami, fez deslocar o eixo da Terra em 17 centímetros, o que significou que a rotação da Terra acelerou 1,8 microsegundos. Na altura, a principal ilha do Japão deslocou-se em 2,5 metros com a força do abalo.
Também em finais de Fevereiro de 2010, o terramoto do Chile, com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de oito centímetros no eixo da Terra.

Fonte: JN