Team New Zealand soma quarta vitória na Taça América em vela


O Team New Zealand somou na terça-feira a quarta vitória sobre o Oracle Team na final da 34.ª Taça América em vela, dia em que o defensor Team Oracle utilizou o pedido de adiamento de regata.
Apesar de James Spithill, “skipper” da equipa, não ter justificado o porquê da decisão de utilizar o seu direito de adiamento de uma regata, a clara derrota na primeira e única regata do dia (diferença de 1.05 minutos) pode ter ditado a decisão de adiar a segunda, não tendo sido ainda revelado se houve algum problema técnico com o veleiro.
A derrota na segunda manga de domingo (quarta regata da final) deixou em alerta a equipa do Team New Zealand, liderado por Dean Barker, que na regata efetuada na terça-feira deu um recital de navegação.


Fonte: Expresso.

Midnight Riders, o surf à noite na Costa da Caparica

Temos a certeza que não faltaste ao Midnight Riders supported by Red Bull & O’Neill, evento de surf à noite que aconteceu no passado dia 7 de Setembro na Costa da Caparica!

Como nunca é demais relembrar grandes eventos, e como este foi um deles, temos de o fazer. O evento começou ainda com luz do dia, altura em que houve uma fabulosa sessão de treino de tow out onde os surfistas envolvidos, como os irmãos Guichard, voaram pelo céus da Costa da Caparica perante milhares de pessoas.
Com o cair da noite e após a sessão de treinos, foram vários os que aproveitaram os mais de 100.000 wats de luz para experimentarem surfar à noite, enquanto muitos optavam pelas demos de skate ou apenas por aproveitar a música e o ambiente de praia ao som do DJ Thurster.
Foi por volta das 22h que a Demo de Tow Out de Hugo Pinheiro (o mentor do evento) & Friends começou. Os gémeos Guichards voltaram a voar pela noite e a eles juntou-se também um dos grandes experts do surf aéreo português, Tomás Valente. Milhares de pessoas tiveram o prazer de ver, durante duas horas, um espectáculo raro, e, melhor que tudo, puderam novamente experimentar a sensação de surfar com luz artificial durante uma noite cerrada pois só às duas da manhã é que as luzes desligaram de vez.
Foi incrível ver dentro de água mais gente do que é habitual num dia de sol, só por isso penso que valeu a pena!”, confessou no final (perto das 2:30h da manhã) Hugo Pinheiro. “Penso que o balanço é muito positivo, porque mostrámos uma vez mais a união da comunidade do surf e bodyboard. As condições não estavam perfeitas, mas foram suficientes para mostrar toda a velocidade do Tow-Out e um conjunto de boas manobras. Valeu a pena e estou certo que esta é uma ideia para continuar”, concluiu.
A encerrar esta grande noite e este grande evento estiveram os Nubai Sound System! E, para o ano, temos a certeza que haverá mais!

Fonte: ONFIRE Surf

Eurodeputado quer intervenção da Comissão Europeia sobre Selvagens

O eurodeputado da Madeira no Parlamento Europeu, Nuno Teixeira, defendeu hoje que a Comissão Europeia deve tomar posição na “disputa” entre Portugal e Espanha na questão da Zona Económica Exclusiva sobre as Ilhas Selvagens.
“Embora este diferendo só possa ser sanado ou arbitrado junto das Nações Unidas, existem matérias que são competência da União Europeia e que acabam por estar, quanto mais não seja de uma forma indirecta  relacionadas com isto”, disse o parlamentar social-democrata madeirense à agência Lusa.
Nuno Teixeira adiantou que questionou na passada semana a Comissão Europeia e Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança sobre esta situação relacionada com o facto de Espanha ter voltado a contestar junto das Nações Unidas a pretensão de Portugal de alargar a sua Zona Económica Exclusiva de 200 para 350 milhas com base na jurisdição sobre as Ilhas Selvagens.
O eurodeputado sustentou que, visto a “União Europeia ter competência no que diz respeito aos recursos piscatórios e pescas, o que acaba por ser uma questão que está intimamente relacionada a esta (…) também é pertinente que a Comissão Europeia possa vir dizer se está a par desta disputa entre dois estados-membros e, estando, se tenciona tomar algum tipo de iniciativa no sentido de a sanar”.
Nuno Teixeira adiantou que vai estar presente hoje num jantar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, em Estrasburgo, sublinhando que “aproveitará para suscitar esta questão e tentar saber que tipo de iniciativas o Governo português tenciona tomar”.
O deputado considerou ainda “estranho” que o Ministro dos Negócios Estrangeiros tenha declarado “desconhecer esta questão”, dado ser uma “iniciativa que Espanha terá tomado junto das Nações Unidas no sentido de contestar a classificação das Selvagens como ilhas”.
“É estranho uma vez que o embaixador de Espanha junto da ONU pertence ao corpo diplomático espanhol (…), depende directamente do MNE espanhol. Não me parece credível que tenha tido essa iniciativa junto das Nações Unidas por modo próprio e deverá com certeza ter recebido instruções nesse sentido por parte do Governo espanhol”.
O Diário de Notícias divulgou uma carta enviada a 05 de Julho pela missão da Espanha junto das Nações Unidas em que se dizia que o Governo espanhol “não aceita que as Ilhas Selvagens venham a gerir de alguma maneira uma zona económica exclusiva”.
A Espanha alega que as Selvagens não podem ser consideradas “ilhas”, mas “rochedos”, o que significaria uma redução substancial da Zona Económica Exclusiva de Portugal.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, desloca-se na quinta-feira a Madrid para encontros com o homólogo espanhol com quem “poderá abordar” o diferendo sobre as ilhas Selvagens, disse à agência Lusa fonte oficial.

Fonte: Noticias ao Minuto.

Pesca de polvo: Queixas de excesso de fiscalização

Associação Armalgarve acusa autoridades de “caça à multa”. Marinha refuta perseguição.
Uma associação de pesca de polvo queixa-se de “perseguição” e “caça à multa” por parte da Autoridade Marítima. Em causa as fiscalizações ao isco utilizado que, dizem, se intensificaram no último mês, ao ponto de lhes estarem a criar problemas financeiros.

“Por diversas vezes foram abordadas embarcações já de volta à barra, muitas vezes uma hora depois de terem acabado a actividade  e são obrigadas a voltar, gastando combustível e com os homens exaustos da faina, para ser inspeccionado o isco colocado nos covos”, diz José Agostinho, presidente da Armalgarve – Associação dos Armadores da Pesca do Polvo do Algarve.

O dirigente defende que esta é uma das situações que revelam a “caça à multa” da Autoridade Marítima, uma vez que “o natural seria que abordassem os pescadores durante a faina e não depois”.

“Os armadores e pescadores já sofrem o suficiente com as dificuldades extremas que passam para terem uma vida digna, já que os custos de produção estão cada vez mais altos”, lamenta ainda José Agostinho.

O comandante da Zona Marítima do Sul, Malaquias Domingues, refuta as acusações de perseguição e garante mesmo que as fiscalizações vão continuar. “Independentemente dos incómodos que a fiscalização possa trazer, temos de fazer cumprir a lei”, explica ao CM o comandante.


Fonte: CM

"O equipamento de salvamento que têm nas praias só serve para tirar fotografias"

A época balnear está a acabar e esta nunca é uma altura fácil para os nadadores salvadores. Para além disso, há quem acredite que a formação e o material disponível nas praias são insuficientes em situações de maior aflição.
Fernando Martinho é professor na Escola Profissional de Economia Social do Porto (EPES), que detém o curso de Segurança e Salvamento em Meio Aquático, um dos responsáveis da Associação Nacional de Salvamento Aquático (ASNASA) e um dos primeiros nadadores-salvadores do país.
Com a criação da associação, começou a preocupar-se mais com uma “formação profissional e qualificada” dos nadadores salvadores. “Fomo-nos apercebendo das insuficiências da situação para os riscos que corriam as pessoas e nós próprios [nadadores-salvadores]”, explica Fernando.

O objectivo é “afogamentos zero”

Uma delas prende-se com o material disponibilizado: “O equipamento de salvamento que têm nas praias só serve para tirar fotografias, garante Fernando. “O mar tem uma coisa chamada marés”, explica, “com um metro de água já se pode ter problemas e é água suficiente para a pessoa desaparecer. Aos cinco metros, com o mar revolto, o nadador salvador deixa de ter visibilidade e já é muito complicado ir a nadar, em apneia, buscar a pessoa”.
Por isso, em situações mais complicadas, “se houver um afogamento ou for preciso recolher cadáveres, passado meia hora vê aparecer motas de água, mergulhadores, pessoas qualificadas, pessoal aéreo… só que isto tem de estar tudo meia hora antes”, esclarece. O objectivo é “afogamentos zero”.
Mas apesar de a associação já existir desde 1877, ainda não alcançou o pretendido: “Pessoas a treinar, com formação, uma praia com planeamento, um quadro superior e intermédios, motas de água, barcos e afins”. Um cenário mesmo à “Marés Vivas”, que tem de facto “muito romance, mas também tem muita realidade”, garante o professor.

“É impossível ter em cada praia um helicóptero”

Nuno Leitão, Comandante do ISN, garante que “o material disponibilizado é o adequado”. “Nós somos considerados um dos países do mundo de referência no que diz respeito ao material alocado aos nadadores salvadores”, diz. “É impossível ter em cada praia um helicóptero, ou agregar a cada praia um hospital”, sublinha. Já “ter uma mota em água em cada praia”, por exemplo, é “uma irrealidade”.
Fernando, por sua vez, acredita que “uma vida vale mais que o investimento e diz que este poderia ficar aquém do esperado, já que é tudo uma questão de “posicionamento”: muitos dos meios “já existem” – só “não estão perto dos espaços aquáticos. E o ex-nadador salvador não perde a esperança: “Vai haver uma evolução pela qualidade e não pela obrigatoriedade”, já que as pessoas vão percebendo que “se trata de vidas”. “Há concessionários que, em conjunto com associações de nadadores salvadores, já vão investindo em novos meios e equipamentos de salvamento. Motas de água, sistemas de comunicação e afins”, conta.

Nadadores salvadores têm “pouca capacidade de resposta”

Mas outra questão tem suscitado debate no meio: a formação dos nadadores salvadores. Fernando acredita que, com a formação que têm, os nadadores têm “pouca capacidade de resposta”. “Há praias e praias. (…) Numa piscina ou numa praia plana, só preciso de um indivíduo que saiba mergulhar e apanhar alguém, mas se as coisas complicam, não”, explica. “A solução tem de corresponder à complexidade do espaço aquático”, afirma.
“O mar tem uma coisa chamada marés”, explica Fernando. “Aos cinco metros, com o mar revolto, o nadador salvador deixa de ter visibilidade e já é muito complicado ir a nadar, em apneia, buscar a pessoa. Se for a mais, é quase impossível e é preciso recorrer a mergulhos assistido com garrafas”, para o qual não têm formação.

“Portugal é um dos países do mundo com menor taxa de mortalidade por afogamento”

Diogo Mariz, com 24 anos, tirou o curso de nadador salvador aos 19 anos. Foram quatro horas por dia, todos os dias, durante um mês. Actualmente a trabalhar numa praia em Matosinhos,depois de Vila Nova de Gaia, admite que “quando se sai do curso não se sabe tudo o que é necessário fazer na praia”, mas também que se vai aprendendo com a experiência e é uma óptima ajuda “trabalhar com pessoal mais velho no primeiro ano”.
O ISN também não tem dúvidas: “A formação é adequada para o tipo de costa que temos e para a padronização de situações que os nadadores salvadores enfrentam”, garante Nuno Leitão. “Claro que o ideal seria nós termos na praia um médico, campeão de natação e com outras valências e mais algumas”, ironiza. “Mas a prova que a actual formação chega é que, como o ministro da Defesa, Aguiar-Branco referiu na passada quarta-feira, Portugal é um dos países do mundo com menor taxa de mortalidade por afogamento nas praias”.
Segundo dados da instituição, reveladas recentemente por Nuno Leitão em conferência de imprensa, foram onze as pessoas que morreram este ano nas praias portuguesas, entre 1 de maio e 31 de Agosto, sendo que apenas duas das mortes ocorreram em praias vigiadas.
Fonte: JPN/ Liliana Pinho

"O equipamento de salvamento que têm nas praias só serve para tirar fotografias"

A época balnear está a acabar e esta nunca é uma altura fácil para os nadadores salvadores. Para além disso, há quem acredite que a formação e o material disponível nas praias são insuficientes em situações de maior aflição.
Fernando Martinho é professor na Escola Profissional de Economia Social do Porto (EPES), que detém o curso de Segurança e Salvamento em Meio Aquático, um dos responsáveis da Associação Nacional de Salvamento Aquático (ASNASA) e um dos primeiros nadadores-salvadores do país.
Com a criação da associação, começou a preocupar-se mais com uma “formação profissional e qualificada” dos nadadores salvadores. “Fomo-nos apercebendo das insuficiências da situação para os riscos que corriam as pessoas e nós próprios [nadadores-salvadores]”, explica Fernando.

O objectivo é “afogamentos zero”

Uma delas prende-se com o material disponibilizado: “O equipamento de salvamento que têm nas praias só serve para tirar fotografias, garante Fernando. “O mar tem uma coisa chamada marés”, explica, “com um metro de água já se pode ter problemas e é água suficiente para a pessoa desaparecer. Aos cinco metros, com o mar revolto, o nadador salvador deixa de ter visibilidade e já é muito complicado ir a nadar, em apneia, buscar a pessoa”.
Por isso, em situações mais complicadas, “se houver um afogamento ou for preciso recolher cadáveres, passado meia hora vê aparecer motas de água, mergulhadores, pessoas qualificadas, pessoal aéreo… só que isto tem de estar tudo meia hora antes”, esclarece. O objectivo é “afogamentos zero”.
Mas apesar de a associação já existir desde 1877, ainda não alcançou o pretendido: “Pessoas a treinar, com formação, uma praia com planeamento, um quadro superior e intermédios, motas de água, barcos e afins”. Um cenário mesmo à “Marés Vivas”, que tem de facto “muito romance, mas também tem muita realidade”, garante o professor.

“É impossível ter em cada praia um helicóptero”

Nuno Leitão, Comandante do ISN, garante que “o material disponibilizado é o adequado”. “Nós somos considerados um dos países do mundo de referência no que diz respeito ao material alocado aos nadadores salvadores”, diz. “É impossível ter em cada praia um helicóptero, ou agregar a cada praia um hospital”, sublinha. Já “ter uma mota em água em cada praia”, por exemplo, é “uma irrealidade”.
Fernando, por sua vez, acredita que “uma vida vale mais que o investimento e diz que este poderia ficar aquém do esperado, já que é tudo uma questão de “posicionamento”: muitos dos meios “já existem” – só “não estão perto dos espaços aquáticos. E o ex-nadador salvador não perde a esperança: “Vai haver uma evolução pela qualidade e não pela obrigatoriedade”, já que as pessoas vão percebendo que “se trata de vidas”. “Há concessionários que, em conjunto com associações de nadadores salvadores, já vão investindo em novos meios e equipamentos de salvamento. Motas de água, sistemas de comunicação e afins”, conta.

Nadadores salvadores têm “pouca capacidade de resposta”

Mas outra questão tem suscitado debate no meio: a formação dos nadadores salvadores. Fernando acredita que, com a formação que têm, os nadadores têm “pouca capacidade de resposta”. “Há praias e praias. (…) Numa piscina ou numa praia plana, só preciso de um indivíduo que saiba mergulhar e apanhar alguém, mas se as coisas complicam, não”, explica. “A solução tem de corresponder à complexidade do espaço aquático”, afirma.
“O mar tem uma coisa chamada marés”, explica Fernando. “Aos cinco metros, com o mar revolto, o nadador salvador deixa de ter visibilidade e já é muito complicado ir a nadar, em apneia, buscar a pessoa. Se for a mais, é quase impossível e é preciso recorrer a mergulhos assistido com garrafas”, para o qual não têm formação.

“Portugal é um dos países do mundo com menor taxa de mortalidade por afogamento”

Diogo Mariz, com 24 anos, tirou o curso de nadador salvador aos 19 anos. Foram quatro horas por dia, todos os dias, durante um mês. Actualmente a trabalhar numa praia em Matosinhos,depois de Vila Nova de Gaia, admite que “quando se sai do curso não se sabe tudo o que é necessário fazer na praia”, mas também que se vai aprendendo com a experiência e é uma óptima ajuda “trabalhar com pessoal mais velho no primeiro ano”.
O ISN também não tem dúvidas: “A formação é adequada para o tipo de costa que temos e para a padronização de situações que os nadadores salvadores enfrentam”, garante Nuno Leitão. “Claro que o ideal seria nós termos na praia um médico, campeão de natação e com outras valências e mais algumas”, ironiza. “Mas a prova que a actual formação chega é que, como o ministro da Defesa, Aguiar-Branco referiu na passada quarta-feira, Portugal é um dos países do mundo com menor taxa de mortalidade por afogamento nas praias”.
Segundo dados da instituição, reveladas recentemente por Nuno Leitão em conferência de imprensa, foram onze as pessoas que morreram este ano nas praias portuguesas, entre 1 de maio e 31 de Agosto, sendo que apenas duas das mortes ocorreram em praias vigiadas.
Fonte: JPN/ Liliana Pinho

Conheça a Universidade Marítima Mundial

Uma universidade feita para profissionais marítimos, administradores de empresas de navegação, funcionários de Ministérios e Agências e Órgãos Governamentais que tratam da Indústria Marítima. Com sede em Malmö, na Suécia, a World Maritime University (WMU) opera sob auspícios da IMO. Por isso, a WMU goza de privilégios e imunidade por ser parte de uma instituição da ONU.”

Fonte: APP

Portugalia é Âncora das Novas Docas de Setúbal


A APSS, Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra está a desenvolver uma nova centralidade em Setúbal, com a criação das Novas Docas de Setúbal no edifício do cais 3 – edifício amarelo que diz “Porto de Setúbal”, onde se apanha o Catamarã para Tróia -, no seu vasto terraplano voltado ao mar, recentemente aberto à população, permitindo agora a ligação a pé entre o jardim da beira-mar e a doca de recreio náutico das Fontainhas.

Lagos acolhe exposição internacional «Energias do Mar»

A Associação Arte Pelo Mundo, sediada em Lisboa, vai dinamizar, em Lagos, uma exposição internacional subordinada ao tema «Energias do Mar», a decorrer de 16 de setembro a 5 de Outubro.

A mostra estará patente na galeria da Marina de Lagos e contará com a participação dos artistas plásticos Consuelo Silva, Fernando Bari, Flávio Caporali, Inês Correia, Jorge Calero, Jorge Costa, Jorge Filipe Teixeira, Luis Geraldes, Mário Belém, Rafael Escudeiro e Rox Lawson.

O cocktail inaugural está marcado para segunda-feira, 16, pelas 18:30 horas.

“As energias do mar viajam pelo mundo através das ondulações criadas pelos ventos e tempestades oceânicas. Espalhadas pelo ar através do calor solar e pela terra no rebentar das ondas nas areias das praias, as energias do mar chegam por fim aos campos, às cidades, às montanhas gélidas, a toda a parte e a todos”, refere a associação.


Fonte: Região Sul.

Debater a fileira marítima e portuária

Caminhos para o futuro dos portos e trabalhadores do Algarve» é o tema para reflexão proposto pelo OFICIAISMAR – Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante e que terá lugar no dia 9 de setembro, a partir das 14h30, no auditório do Museu de Portimão.
Ao promover este espaço de debate, o OFICIAISMAR pretende aprofundar com a comunidade recomendações que valorizem o sector e os seus trabalhadores pelo investimento público e privado, iniciando um processo de dinamização que quebre com a regressão das últimas décadas e contribua decisivamente para o desenvolvimento económico do Algarve. Apresentar soluções e caminhos na área dos cruzeiros, das cargas, das pescas, do recreio, da aquacultura, da exploração energética, dos estaleiros e outras actividades da fileira marítima e portuária.


Fonte: Barlavento