Manual de Segurança Marítima Gratuito

SINCOMAR – Sindicato de Capitães e Oficiais da Marinha Mercante, publicou recentemente o livro ‘Manual de Segurança no Trabalho a Bordo dos Navios’. Publicação extremamente oportuna, vem enriquecer o conjunto de informação disponível, contribuindo para a formação e sensibilização de todos os Marítimos, sublinhando a Atitude de Segurança, que urge interiorizar em cada momento.

Onde se pode obter?
Esta publicação não se encontra à venda, sendo entregue gratuitamente aos interessados. Visite www.transportemaritimoglobal.com, onde está disponível informação detalhada, incluindo o processo de entrega ou envio por correio.

A tiragem incluiu apenas 3.000 exemplares.
Garanta já o seu antes que esgote!


Fonte: Álvaro Sardinha

Empresa norte-americana projecta mega cidade flutuante

Uma empresa da Florida, nos Estados Unidos, projectou uma cidade flutuante que passaria todo o seu tempo no mar. A Freedom Ship, como foi chamada, mede cerca de 1,6 quilómetros e pesa 2,7 milhões de toneladas. Com 25 andares, esta cidade flutuante tem capacidade para 50 mil residentes permanentes e espaço adicional para receber 30 visitantes diários e alojar 20 mil elementos da tripulação.
Tal como uma cidade convencional, a Freedom Ship alberga escolas, hospitais, espaços de lazer, espaços comerciais, um casino, parques, um aeroporto e um porto. Dadas as dimensões desta cidade navio, seria impossível atracar em qualquer porto mundial.
Caso fosse construída, o projecto custaria cerca de €7,4 mil milhões. A Freedom Ship foi concebida para uma rota mundial, com a duração de dois anos cada. A passagem por Portugal seria do mês de Outubro a cada dois anos. O local de início da rota seria na costa leste dos Estados Unidos.
“O Freedom Ship seria o maior veículo jamais construído e seria a primeira cidade flutuante”, afirma Roger Gooch, vice-presidente da Freedom Ship Internacional, empresa que concebeu o projecto. “Este seria um projecto bastante capitalizado e a economia mundial dos últimos anos não tem sido muito convidativa para projectos hipotéticos como o nosso”, explica.
Este projecto é realizável? E qual o seu impacto no ambiente e forma como planeamos as nossas cidades do futuro?
Fonte: GreenSavers.

Portos. Empresários dizem que estudos estão feitos.

   


Empresários e universidades contra investimentos em novas infraestruturas portuárias porque não há carga suficiente

No fundo, está tudo estudado, o que falta é os políticos começarem a olhar para as fundamentações técnicas e tomarem as suas decisões com base nos estudos, quer nos portos, quer nas ligações ferroviárias. Esta foi uma das mensagens mais ouvidas na conferência organizada ontem pelo Porto de Setúbal subordinada à temática da inserção desta infra-estrutura portuária na “Solução Ibérica Disponível”.
José Crespo de Carvalho, do ISCTE, Augusto Mateus, do ISEG e Marcello Di Fraia, managing director da Grimaldi Portugal, foram algumas das vozes que se levantaram contra a construção de novas infra-estruturas portuárias e ferroviárias em Portugal sem primeiro haver uma consciencialização da capacidade e complementaridade do que já existe, inserindo toda a actual logística numa rede complementar e competitiva.

“No caso dos portos de Lisboa e Setúbal, não se trata de os colocar em oposição mas em desenvolver harmoniosamente as duas infra-estruturas”, defendeu o representante da Grimaldi.


Para Augusto Mateus, parte da solução passa por acabar com a divisão  administrativa entre Lisboa e Setúbal. “Continuar com os dois distritos é um absurdo.”, disse, acrescentando que “mais de dois terços dos impostos provêm destas duas regiões. Ás vezes dá jeito que o nosso PIB seja pequenino, mas em termos práticos tem de se exigir um único sistema portuário das bacias do Tejo e do Sado”. Para o antigo ministro  da economia, “existe hoje um mito sobre uma Lisboa pública e administrativa. quando na prática temos uma capital que é a mais industrial da Europa”.


Também a construção de novas redes ferroviárias foi criticada pelos presentes. “Não sei se existe um estudo com base na origem das cargas não ficcionadas. Não se trata de construir novas ligações ferroviárias, mas fazê-lo porque há cargas. O Estado investe para ser indutor da carga. Mas o que é preciso é bater à porta das empresas e perguntar se estas estão disponíveis  para trocar a rodovia pela ferrovia para se avaliar se há carga ou não. Temos de saber pensar por nós próprios e não nos deixarmos levar por discursos fáceis”.    


Fonte: Ionline.
 

Peixe: Brasil procura parceiros e know-how para aquacultura

O ministro brasileiro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, disse hoje que o Brasil quer atingir a produção de 20 milhões de toneladas de pescado por ano, para o que pretende encontrar parceiros em Portugal e na Europa.

«Queremos encontrar parceiros que tenham tecnologia e que nos possam ajudar a chegar aos 20 milhões de toneladas de produção de pescado por ano, que é o potencial do Brasil. Portugal e a Europa, pela pequena quantidade que têm de água, acabam por fazer produções intensivas com tecnologias que facilitam a produção», disse o ministro brasileiro, referindo-se à aquacultura em água doce.
Marcelo Crivella falava aos jornalistas à entrada para o seminário ‘Aquacultura e Pescas, Oportunidades de Negócio, Portugal-Brasil’ que decorre na Universidade de Aveiro e em que participa também a ministra da Agricultura e do Mar de Portugal, Assunção Cristas, para além de outras entidades governamentais, representantes de associações e de empresas do sector, de Portugal e do Brasil.

O objectivo de aumentar a produção e captar investimento estrangeiro esteve presente nas intervenções dos ministros dos dois países, que expuseram as respectivas vantagens competitivas e linhas de orientação dos respectivos governos.

«No gado somos os maiores do mundo, mas agora queremos dar prioridade ao peixe. O governo reduziu os impostos, criou de maneira enérgica o programa Safra para financiar o sector, e também descomplicou o licenciamento ambiental, coisa que na Europa é muito difícil», disse Marcelo Crivella.

O ministro brasileiro colocou mesmo a simplicidade do licenciamento ambiental como um dos principais argumentos: A Europa tem pouca água e o licenciamento ambiental fica muito difícil. O Brasil tem muita água e pode utilizar uma pequena quantidade para produzir muito peixe, sem descuidar a biodiversidade e essa é a grande vantagem do Brasil, que dispões de clima e óptimas espécies.

Já Assunção Cristas acenou com o acesso ao mercado europeu e ao próprio mercado nacional, grande consumidor de pescado.
«Portugal tem boas condições para oferecer, do ponto de vista de investimentos no nosso país. Estamos a preparar áreas novas para concessionar a produção de aquacultura em mar aberto e seria muito positivo com o interesse de grupos brasileiros, para produzir pescado em Portugal, sendo certo que têm acesso a um mercado de 500 milhões de consumidores, além dos 10 milhões de portugueses que consomem três vezes mais do que os europeus», salientou.

Durante o seminário ‘Aquacultura e Pescas-Oportunidades de Negócio, Portugal-Brasil’ são apresentados vários casos de sucesso, em ambos os lados do Atlântico, e possibilidades de apoio e financiamento a esse sector económico, «no sentido do crescimento sustentado e da valorização económica e social da Aquacultura».

Fonte: Dinheiro Digital com Lusa

Os cavalos-marinhos são exímios predadores

A forma da cabeça dos cavalos-marinhos, ao nível das narinas, funciona como um autêntico “manto de invisibilidade”, permitindo-lhes, apesar da sua proverbial lentidão, apanhar minúsculos crustáceos capazes de fugir a velocidades alucinantes. Esta é a conclusão de um estudo realizado por cientistas da Universidade do Texas e publicado na revista Nature Communications.
“Os cavalos-marinhos são os peixes mais lentos que conhecemos, mas eles são capazes de capturar presas que nadam a velocidades inacreditáveis”, diz Brad Gemmel, co-autor do trabalho, em comunicado daquela universidade.
As presas chamam-se copépodos – e são minúsculos crustáceos que, ao detectarem as ondas produzidas por um predador na água, conseguem reagir em dois a três milissegundos, desatando a nadar a uma velocidade superior a 500 vezes o comprimento do seu corpo por segundo. Para uma pessoa com um metro e oitenta de altura, explica o mesmo comunicado, isso equivaleria a ser capaz de nadar debaixo da água a 3200 quilómetros por hora!
E no entanto, os lentos e mansos cavalos-marinhos conseguem apanhar os copépodos e os cientistas quiseram saber como. Para isso, montaram um sistema que permitia, com a ajuda de um microscópio equipado com um laser e uma câmara digital de alta velocidade, filmar os rápidos movimentos dos copépodos e o comportamento dos exímios predadores que são os cavalos-marinhos-anões, uma espécie nativa das Bahamas e dos EUA.
As filmagens revelaram que a forma da cabeça do cavalo-marinho fazia com que, na zona à frente e um pouco acima das narinas, os seus movimentos não produzissem quase nenhuma perturbação na água. Também constataram que o cavalo-marinho inclinava a cabeça em relação à presa justamente de forma a minimizar os sinais da sua presença.
Para além de serem lentos, os cavalos-marinhos têm outra desvantagem: sugam as suas presas com uma força que só é eficaz num raio de… um milímetro. Mas mesmo assim, eles conseguiam aproximar-se o suficiente dos copépodos  para estes não terem qualquer hipótese de escapar. E, a seguir, em apenas um milissegundo, engoliam-nos inteirinhos.
Os cavalos-marinhos desenvolveram uma boa técnica para se aproximarem o suficiente das presas e poderem atacar a curta distância”, diz Gemmel.
Fonte: Público

A explosão de um Cachalote.



A baleia morreu de causas naturais, quando entrou em aguas pouco profundas e não conseguiu escapar. Foi deixada durante dois dias nas aguas e os intestinos começaram a fermentar e apodrecer. O resultado foi uma acumulação de pressão superior como pode ser visível no vídeo. Aconteceu nas Ilhas Faroe na passada semana.

Um parque temático sobre… sereias

Annie Collinge fotografou as mulheres que se disfarçam de sereias neste parque peculiar

Em Weeki Wachee, Flórida, permanece um dos mais antigos parques estaduais dos Estados Unidos. Este parque afirma ser o único onde se podem observar “sereias vivas”, algo que que despertou a atenção da fotógrafa Annie Collinge.

Depois de obter mais informação sobre o local, Collinge decidiu passar três dias no parque e registou um pouco de tudo, em particular, as mulheres que todos os dias se disfarçam de sereias. Estas sereias actuam em dois espectáculos que ocorrem algumas vezes por dia durante todo o ano.

A fotógrafa admitiu em declarações à revista online Slate que no parque há “uma estranha mistura de pessoas”, incluindo-se “pessoas com os seus filhos”, mas também vários “homens estranhos que têm fantasias com sereias”.

Durante os meses mais quentes, os lugares chegam a esgotar, mas quando Collinge visitou o parque em Fevereiro, apenas algumas pessoas estavam na plateia, o que lhe deu uma oportunidade para fotografar as sereias com mais detalhe.

A fotógrafa ficou surpreendida quando descobriu o quanto estas sereias adoravam o seu trabalho. Há uns anos atrás, quando o parque esteve quase a fechar, as sereias começaram uma campanha intitulada “Salvem as nossas caudas” para manter o parque aberto.

Em Weeki Wachee, Flórida, permanece um dos mais antigos parques estaduais dos Estados Unidos. Este parque afirma ser o único onde se podem observar “sereias vivas”, algo que que despertou a atenção da fotógrafa Annie Collinge.

Depois de obter mais informação sobre o local, Collinge decidiu passar três dias no parque e registou um pouco de tudo, em particular, as mulheres que todos os dias se disfarçam de sereias. Estas sereias actuam em dois espectáculos que ocorrem algumas vezes por dia durante todo o ano.

A fotógrafa admitiu em declarações à revista online Slate que no parque há “uma estranha mistura de pessoas”, incluindo-se “pessoas com os seus filhos”, mas também vários “homens estranhos que têm fantasias com sereias”.

Durante os meses mais quentes, os lugares chegam a esgotar, mas quando Collinge visitou o parque em Fevereiro, apenas algumas pessoas estavam na plateia, o que lhe deu uma oportunidade para fotografar as sereias com mais detalhe.

A fotógrafa ficou surpreendida quando descobriu o quanto estas sereias adoravam o seu trabalho. Há uns anos atrás, quando o parque esteve quase a fechar, as sereias começaram uma campanha intitulada “Salvem as nossas caudas” para manter o parque aberto.


Fonte: Visão

Criatura bizarra capturada na costa da Flórida.

A criatura tinha um comprimento de 4,2 metros da cabeça à cauda. Mark Quartiano que capturou esta criatura, identificou o “monstro” como o clarkii Dactylobatus raramente visto, ou hookskate, de acordo com um catalogo local. O hookskate é uma espécie sobre a qual se sabe muito pouco, graças à sua propensão para viver em fundo do mar de lama até 1.000 metros de profundidade.

Mas pode ser algo completamente diferente: Falou-se com George H. Burgess, do Museu de História Natural da Flórida, que identificaram o animal como Dasyatis centroura, uma arraia que normalmente cresce apenas 660 quilos, com a sua característica mais saliente ser uma cauda venenosa.

De qualquer forma, a foto da criatura misteriosa é de cair o queixo, de facto. Depois de detectar a cerca de 500 metros de profundidade, enquanto a pescava com uma observação de uma equipa de TV japonesa, Mark Quartiano afirmou que  lutou por quatro horas para trazer a sua captura gigante para a superfície antes de tomar a sua foto e libertar de volta ao oceano.

Navios representam a nossa História

João Barbas de Oliveira não tem dúvidas de que temos de apostar mais na indústria naval. Já na infância, quando aos 11 anos começou a velejar, ouvia dizer que passavam ao longo da nossa costa “cerca de 30 mil barcos cruzeiros”.

Ora “se 10% entrassem nos nossos portos para se abastecerem, isso seria, logo à partida, uma grande mais-valia para a nossa economia”. Falando da sua experiência ao nível do património marítimo, o sócio gerente da Tróia Cruze diz que a indústria naval tem de ser uma aposta, já que “representa a nossa História”. E também o futuro, pois estamos perante um desafio para rentabilizar as actividades ligadas ao mar.

Fonte: DN


Aquacultura é uma aposta relevante para o País.

Para o Governo é «tão importante a aquacultura que, num Orçamento do Estado restritivo, temos tudo o que é necessário para executar bem os fundos de apoio ao investimento na área do Promar», afirmou a Ministra da Agricultura e das Pescas, Assunção Cristas, acrescentando também que «negociámos com a Comissão Europeia podermos apoiar o aquaseguro com fundos europeus, e conseguimos estender o gasóleo colorido a embarcações de suporte à aquacultura, que era algo que estava excluído». Estas declarações foram feitas na abertura do seminário Aquacultura e Pescas – Oportunidades de Negócio Portugal-Brasil, em Aveiro.
Sublinhando que esta é «uma aposta relevante para o País», a Ministra lembrou que Portugal «consome, em média, três vezes mais peixe dos que o consumo médio europeu». «Há uma margem de progressão que pode ser colmatada com a aquacultura. Importamos muito peixe por causa do desfasamento entre o que se pesca e o que se consome e a aquacultura é uma boa oportunidade para o País satisfazer o mercado interno», explicou.
Assunção Cristas referiu ainda que Portugal «já importa produto da aquacultura de muitas partes do mundo, pelo que há uma margem grande para crescer na produção de peixe e de bivalves e de acrescentar valor através da indústria».
«Projectos não faltam, e sente-se um novo dinamismo no sector», sendo que «o programa Promar já apoiou em 44 milhões de euros variadíssimos projectos de aquacultura e, só no período de pouco mais de um mês, no Algarve, entraram 11 novos projectos apara aquacultura em mar aberto», afirmou a Ministra.
Questionada sobre o empreendimento da Pescanova em Mira, que tem estado inactivo, a Ministra referiu: «Temos trabalhado intensamente com o grupo galego para viabilizar este projecto, mas não através de financiamento junto do Estado português, porque este apoio já foi dado.
«É muito importante para o País que a unidade de Mira da Pescanova volte a produzir» mas «houve um problema neste investimento que implicou a paragem para fazerem os arranjos do ponto de vista técnico e das infraestruturas. A informação que temos é que a unidade se prepara para voltar a produzir».
Fonte: Governo de Portugal.