Autor: portaldomar
Mergulhador salva Tubarão-Baleia de enorme sofrimento.
Frederico Morais sobe 35 lugares no "ranking" mundial de surf
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Cultivar o fundo do mar para salvar o Planeta
Fonte: Visão
Conheça a praia com ondas gigantes protegida por rochas
Austrália: Migração da Reprodução dos Caranguejos.
A migração começa com as primeiras chuvas pesadas em outubro, novembro ou dezembro. Assim, há humidade suficiente no ar para os que os crustáceos, possam fazer a sua viagem de mais ou menos cinco dias, partindo de suas “casas” nas florestas no interior da ilha e vão em direcção a costa, o Oceano Índico – chegam a andar até 9 km ao longo do caminho.
A data de desova deste ano é esperada para o dia 6 Janeiro, mas só ocorrerá se a chuva persistir, aí, eles têm tempo de sobra. Porém, se a chuva parar, a migração também para.
O grupo Parks Australia entra em acção durante esse período de migração para proteger os bichinhos fechando estradas, construindo de cercas e túneis subterrâneos para estes. Até os motoristas tem que parar e esperar os vermelhinhos cruzarem as ruas se precisarem.
Investigador destaca papel dos oceanos para a existência humana
Ampliar o conhecimento sobre os oceanos é fundamental para garantir a existência da população humana. A opinião é do pesquisador José Henrique Muelbert, professor do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e orador no Fórum Mundial de Ciência 2013 (FMC). “Sempre que pensamos no mar lembramos da praia e dos seus animais, mas os oceanos representam muito mais do que isso para a humanidade”, diz o cientista, que participa de debates no Fórum Mundial de Ciência 2013, sobre as demandas impostas às ciências do mar após a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio 20), em junho de 2012.
Muelbert destaca que o documento O futuro que queremos, redigido a partir da Rio 20, dedica 20 parágrafos ao tema, abordando desde a importância dos oceanos na regulação do clima, passando pela preservação da biodiversidade até os efeitos para a segurança alimentar.
“Isso criou a necessidade de informações de qualidade, recolhidas nas escalas apropriadas e nos tempos correctos para poder gerir os oceanos e atender aos desafios”, afirma.
Ele aponta a relevância dos oceanos como meio de transporte, fonte de alimento e, em especial, como ferramenta para vários processos de limpeza ambiental — pela absorção de poluentes como o gás carbónico — e para controlar as mudanças climáticas. “Os oceanos regulam o clima da Terra, funcionam como um grande radiador”, explica. “Setenta por cento do planeta é composto de água, e é essa água que mantém a temperatura”.
Segundo o pesquisador, os mares transferem calor dos trópicos, regiões mais quentes do mundo, para locais de água mais fria, estabelecendo uma espécie de controle térmico. “Então, os oceanos são fundamentais para o desenvolvimento da sociedade que a gente conhece hoje”, reforça Muelbert. “Se quisermos mantê-la, precisamos tratar dos oceanos com mais carinho, para que possamos sustentá-los ao longo do tempo”.
O professor também ressalta a necessidade de ampliar conhecimento sobre os mares — condição para explorar seus recursos disponíveis de maneira sustentável. Para isso, segundo ele, é necessário utilizar mecanismos eficientes de observação dos oceanos.
“Não se consegue gerir aquilo de que não se tem informação. “Dos oceanos, actualmente, não temos isso. E uma maneira de estimular e desenvolver o uso sustentável dos oceanos é, justamente, conhecendo-o melhor”.
Estaleiros de Viana morrem aos 69 anos. West Sea nasce em Janeiro
A polémica ainda vai durar uns dias mas o destino dos Estaleiros de Viana está traçado. A empresa, criada em 1944 e nacionalizada em Setembro de 1975, acabou e vai dar lugar em Janeiro à West Sea, uma empresa privada do grupo Martifer, que ganhou o concurso para subconcessão dos terrenos e instalações dos estaleiros até 2031, mediante o pagamento de uma renda anual de 415 mil euros. Os actuais 620 trabalhadores vão ser alvo de um despedimento colectivo em que o governo espera gastar entre 25 e 30 milhões de euros. A nova empresa admite voltar a contratar alguns dos trabalhadores entretanto despedidos, até 400, mas as admissões estão obviamente condicionadas às encomendas e os contratos terão a duração de três anos.
A solução encontrada pelo governo para resolver a crítica situação dos Estaleiros de Viana, que estavam há dois anos praticamente parados, aconteceu depois de a Comissão Europeia ter impedido a sua privatização. A decisão de Bruxelas prende-se com ajudas ilegais do Estado à empresa, no valor de 181 milhões de euros, efectuadas nos governos socialistas de José Sócrates. Com esse problema entre mãos, o Ministério da Defesa optou então pela subconcessão, que teve dois concorrentes: a Martifer e um grupo russo, que entretanto foi excluído por ter apresentado a proposta definitiva fora do prazo.
400 POSTOS DE TRABALHO A nova empresa a criar pelo grupo português, que já detém a NavalRia, em Aveiro, pretende, de acordo com a Martifer, “desenvolver a sua actividade no mercado nacional e internacional e implementar, nas áreas afectas à subconcessão, um projecto de construção e reparação naval, no âmbito do qual se prevê a criação de cerca de 400 novos postos de trabalho ao longo dos próximos três anos”.
Números bem diferentes dos do passado dos Estaleiros de Viana. Fundados a 4 de Junho 1944, no âmbito do programa do governo de Oliveira Salazar para a modernização da frota de pesca do largo, os Estaleiros de Viana chegaram a empregar, de forma directa, cerca de 2 mil trabalhadores e em 69 anos construíram mais de 220 navios de todos os tipos.
Apesar de o caminho estar traçado desde o lançamento do concurso da subconcessão, a decisão de despedir os 620 trabalhadores originou de imediato protestos dos visados, da oposição e da câmara local, que avançou ontem com um pedido de inquérito parlamentar. O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, recebeu ontem representantes dos trabalhadores para os informar do despedimento colectivo, que vai avançar durante o mês de Dezembro, para que em Janeiro a West Sea possa entrar nos estaleiros com a empresa preparada para uma nova fase da sua vida, em mãos privadas depois de 38 anos nas mãos do Estado.
Fonte: Ionline
Tubarões no Cinema
02 – Do Fundo do Mar: uma aventura bem orquestrada (2000)
Funciona? Sim. Apesar dos absurdos, a trama é bem orquestrada pelo Director Renny Harlin, que prefere a aventura, ao invés de levar o filme muito a sério, defeito de outras produções, como a relatada a seguir.
Funciona? Não. Apenas um desfile de mortes e efeitos 3D não tão funcionais.
Funciona? Não. Além de ser absurda a mutação, até permitida dentro dos parâmetros ficcionais do cinema, as cenas de violência erótica do mestre trash italiano Lamberto Bava não ajudam em nada.
05 – Tubarão 2 – A Vingança: e o velho estereótipo das continuações inferiores (1987)
Funciona? Sim. Uma continuação inferior, mas que é mais suportável do que todas as imitações fracassadas.
06 – Mar Aberto: os tubarões no episódio cinema verdade (2005)
Funciona? Sim. Mar Aberto é cinema verdade de primeira qualidade. Linguagem documental, boa montagem e performance do elenco.
Funciona? Não. Muito lento, sem grandes emoções e direcção irregular de John Stockwell.
Funciona? Depende. Se você quiser rir muito dos absurdos, veja por curiosidade. De preferência, acompanhado dos amigos. Será diversão garantida. Esse filme ocupa a pré-salinidade da ruindade dos filmes de terror. Muito… Muito ruim.
Funciona? Sim. Parece ruim, mas as sub-tramas bem desenvolvidas e os bons efeitos especiais garantem uma diversão mais coerente e coesa. Indicado.
Pronto. Nosso especial chega ao fim. Vamos aguardar o próximo filme sobre tubarões: dessa vez, a trama vai apostar em tubarões dentro de um tornado. A aventura parece realizada por alguém com doses industriais de puro nonsense. Vamos aguardar.







