MSC Portugal com novo recorde de movimentação de TEU’s por hora

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A MSC Portugal estabeleceu um novo recorde nacional de movimentação de TEUs ao atingir 118 movimentos por hora. A marca foi alcançada no dia 1 de abril, no Terminal XXI, em Sines, com o navio “BUXCLIFF”, que opera no serviço Mediterrâneo/EUA-Golfo.

Recorde-se que em 2013 a MSC Portugal tinha estabelecido uma movimentação recorde, num único navio, de 4,497 TEUs. O feito, com o navio MSC Paloma, incluiu cerca de 100 movimentos por hora.

Fundada em 1991 como agente do armador suíço MSC – Mediterranean Shipping Company, a MSC Portugal opera nos portos marítimos de Sines e Leixões e nos portos secos da Bobadela, Entroncamento e Mérida. Com cerca de 165 profissionais, altamente qualificados, a MSC Portugal ocupa, desde 2006, o 1.º lugar do ranking nacional por volume de contentores.

Fonte: Cargo

Lisboa é cidade de eleição de passageiros de Cruzeiro

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A capital portuguesa é uma das preferidas dos passageiros que viajam de cruzeiro, de acordo com um inquérito feito pelo Observatório do Turismo de Lisboa, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa.

Metade dos passageiros estrangeiros que visita a capital portuguesa em viagens de cruzeiro coloca Lisboa no top 10 de destinos a visitar.

De acordo com um inquérito levado a cabo pelo Observatório do Turismo de Lisboa, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa, a maioria dos turistas que passam pela cidade ‘alfacinha’ indica que esta tem uma forte importância na escolha do seu percurso de férias.

Um comunicado enviado às redações indica ainda o perfil de visitantes da capital portuguesa, com prevalência para os britânicos com uma média de 50 anos, a viajar em casal, sem filhos.

Os turistas que visitam Lisboa não perdem, geralmente, uma passagem pela Baixa/Chiado, Bairro Alto/Cais do Sodré e Belém, aproveitando para comprar essencialmente vinho, artesanato e pastelaria.

Fonte: PDP

Um em cada cinco ataques de tubarões são fatais

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Austrália é a região do mundo onde os ataques de tubarões causaram mais vítimas mortais ao longo da história. Só nesta semana registaram-se mais dois ataques com vítimas mortais

Christine Armstrong tinha saído para o mar com um grupo de amigos para nadar, como fazia habitualmente. A determinada altura ter-se-á sentido cansada e decidiu nadar de volta para a costa. Pouco depois o grupo que integrava viu um tubarão e procurou afastá-lo. Mas, para Christine, já era tarde de mais. Dias antes, em Dawesville, um homem de 38 anos tinha sido dado como desaparecido, tendo mais tarde a polícia atribuído a morte a um ataque de tubarão.

No caso de Christine Armstrong, as autoridades australianas estão surpreendidas com os contornos do ataque, que não foi presenciado pelo grupo que ela acompanhava. Este não se tratou de uma mera dentada e a verdade é que, até à data, o corpo da nadadora com 63 anos ainda não foi encontrado. Testemunhas garantem ter avistado um tubarão de grandes dimensões nas redondezas e as autoridades suspeitam de que este tenha arrastado a vítima para outro local.

Fonte: DN

Novo Mapa “Da Minha Sala Vê-se o Mar” é hoje afixado nas salas de aula

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Nas escolas do país é afixado hoje o novo mapa “Da minha sala vê-se o mar”.  

Os Serviços do Alentejo da DGEstE – Direcção Geral de Estabelecimentos Escolares vão acompanhar a cerimónia nas escolas da região. No distrito de Beja o Chefe de Equipa Multidisciplinar, Herlander Mira, vai estar na Escola Básica 2, 3 de Vidigueira.

De acordo com o Ministério, “esta iniciativa pretende, despertar junto dos públicos-alvo a importância que o mar tem para o país e para os portugueses e contribuir para uma nova consciência sobre a dimensão de Portugal e do seu território, uma vez que Portugal tem 40 vezes mais mar do que terra, ou seja, 97% do território é mar”.

Fonte: Rádio Pax

Lucro da CMA CGM cresce 22,8%

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A companhia francesa CMA CGM manteve estáveis as receitas no ano passado, faturando 11.530 milhões de euros, valor muito similar ao do ano anterior. Já o lucro líquido cresceu quase 23%, chegando aos 296 milhões de euros.

“No difícil mercado de 2013, reduzimos satisfatoriamente os nossos custos e aumentamos os nossos volumes com maior rapidez que o mercado, permitindo alcançar um dos melhores resultados financeiros da indústria”, referiu o conselheiro delegado da companhia, Rodolphe Saadé.

“Desta forma, ano após ano, estamos a reforçar a nossa posição como terceira companhia de navios porta-contentores do mundo. Em 2014 queremos manter a nossa rentabilidade e crescer mais rapidamente”, acrescentou.

Os volumes transportados pela companhia cresceram 7,5%, para os 11,4 milhões de TEU’s, num mercado onde o crescimento foi de 3%. Para este ano a CMA CGM prevê crescer entre 4 a 5%.

Fonte: Cargo

Ribeira d’Ilhas vai ser a primeira praia temática do país

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Após muita discussão e contestação sobre o complexo processo de expropriação do Ribeira Surf Camp, pertencente ao surfista Tiago Oliveira, eis que a Câmara Municipal de Mafra decide devolver ao surf o que já era considerado do surf.

É um volte-face inesperado para a comunidade, depois de muitos anos de incerteza e polémica que deixaram a praia praticamente ao abandono. Assim, em comunicado, pode agora ler-se que a autarquia pretende ceder gratuitamente as instalações ao Ericeira Surf Clube e às escolas de surf que operam na zona.

O Ericeira Surf Clube passa assim a ter uma nova sede, no coração de Ribeira d’Ilhas, uma praia que respira surf, onde pode continuar o trabalho de desenvolvimento de todas as modalidades que representa. Por sua vez, os espaços de formação vão ser concedidos a proprietários de escolas que tenham uma licença válida para trabalhar naquela praia.

A medida visa, fundamentalmente, voltar a dar uma dinâmica de surf ao lugar, que muito se perdeu no arrastar do processo. O caso promete não ficar por aqui, e seguramente vai levantar polémica nos próximos tempos, mas, entretanto, partilhamos o comunicado da Câmara Municipal de Mafra para conhecimento geral:

 

Ribeira d’Ilhas, Praia Temática: Gestão participada pela comunidade surfista

Na sequência da requalificação de Ribeira d’Ilhas, reforçando o seu potencial turístico-desportivo através de criação de condições adequadas que a transformam numa praia temática, a Câmara Municipal vai, através da celebração de contratos em regime de comodato, ceder gratuitamente a utilização de novos equipamentos à Associação de Escolas de Surf da Ericeira e ao Ericeira Surf Clube.

Estas instituições, sendo representativas da dinâmica da comunidade no âmbito do surf, participarão na gestão dos novos equipamentos, rentabilizando-os para utilização alargada.

A Associação de Escolas de Surf da Ericeira vai ficar responsável pelos espaços de formação, competindo-lhe zelar pela instalação e utilização de cada um deles por parte das escolas de surf que se encontram licenciadas ao exercício da sua atividade naquela praia.

Ao Ericeira Surf Clube, associação sem fins lucrativos cujo objeto consiste na promoção e divulgação do surf e modalidades afins, vai ser cedido o espaço de apoio logístico aos desportos de ondas, considerando que desenvolve grande parte da sua atividade na praia de Ribeira d’Ilhas, nomeadamente na organização de competições.”

 Fonte: Beachcam

Avião malaio “caiu” numa zona de icebergues e vulcões submarinos

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O avião da Malaysia Airilines caiu no local mais longe de tudo que podia cair. À superfície, o mar é batido por ventos fortes, com icebergues a flutuar entre vagas gigantes. Debaixo de água há vulcões e um fundo acidentado e em constante movimento naquele pedaço de Oceano Índico onde terão morrido 239 pessoas.

Seis países, apoiados por 12 aviões e outros tantos barcos, participam nas buscas para encontrar algo que esclareça o mistério do voo MH370, que partiu de Kuala Lumpur, na Malásia, a 8 de março, com destino a Pequim, na China, mas terá terminado o percurso milhares de quilómetros a sul, numa zona remota do Oceano Índico.

“A zona do acidente é tão próxima de lado nenhum quanto podia ser, mas é mais próxima da Austrália do que de que outro lado qualquer”. Por estas palavras, assim foi feita pelo primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, a definição do local onde decorrem as buscas.

Os primeiros destroços, localizados por um satélite australiano, a 16 de março, mudaram o rumo das buscas de Norte para Sul, para aquela remota zona do Oceano Índico, um deserto marinho temido pelos marinheiros mais experientes, que o apelidam de “terra da sombra”, devido às condições extremas do local: ventos fortes, paredes de água, icebergues e luz muito baixa.

“Esta é a parte mais ventosa e mais turbulenta do Oceano Índico”, confirma oceanógrafo australiano Erik van Sebille, sustentando que os barcos frequentemente se deparam com ondas de 10 a 15 metros, em caso de tempestade.

O aparelho, dizem as autoridades malaias, com base em cálculos da empresa britânica de análise de dados de satélite Inmarsat, caiu nos confins dos oceanos Índico e Austral, 2500 quilómetros a Oeste da cidade australiana de Perth. Não há provas, mas cada vez se avistam mais destroços, e só esta terça-feira foram detetados 122 objetos que podem pertencer ao avião desaparecido.

“Um considerável número de objectos foi avistado na área onde o avião comunicou pela última vez com os satélite. Mau tempo e dificuldades de acesso ao local têm travado as buscas, mas estamos confiantes que vamos conseguir”, disse Tony Abbot.

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No local onde decorrem as buscas, o mar atinge profundidades de três a quatro mil metros. Segundo especialistas citados pela Agência France Presse, há vários vulcões no local, fossos ou crateras, e o fundo do oceano está em constante movimento.

Os EUA enviaram já para a Austrália um submarino de alta tecnologia, capaz de fazer buscas até quatro mil metros de profundidade, e equipamento para detetar caixas negras, que vai equipar um barco da Marinha australiana, estacionado em Perth.

As autoridades da Malásia afirmaram, terça-feira, que o localizador de sinal das caixas negras só deverá chegar à zona de buscas a 5 de abril, o que deixa uma janela de oportunidade de apenas três dias para localizar os gravadores de bordo, se a bateria durar os 30 dias de tabela.

A localização das “caixas negras”, gravadores que registam as conversas da cabine do avião e os dados de voo, é fundamental, mas o tempo começa a escassear, visto que o sistema só tem autonomia para continuar a emitir sinal durante cerca de 30 dias.

Se as caixas negras forem localizadas, recuperá-las poderá ser uma missão tão ou mais difícil do que foi descobrir a rota do avião, encontrar destroços e confirmar – o que ainda não foi conseguido – que pertencem ao avião da Malaysia Ailines.

Os dados obtidos pela Gabinete de Investigação a Acidentes Aéreos (AIBB, na sigla original) britânico e pela empresa Inmarsat permitiram às autoridades concluir que o avião da Malaysia Airlines se despenhou numa zona remota do sul do Oceano Índico.

O ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse, terça-feira, que foram canceladas as buscas pelo Boeing 777-200 no chamado norredor norte e nas zonas próximas do local onde o avião levantou. Tudo está centrada naquela zona inóspita do planeta, no corredor sul.

Com base na autonomia do Boeing 777-200 e da última posição conhecida, quando virou a Oeste a Inmarsat e a AIBB estimam que só poderia rumar a sul e calculou uma zona provável para a queda. As imagens de satélite, primeiro da Austrália, depois da China e da França, mostraram entretanto possíveis destroços que dão credibilidade a estas contas e levaram a companhia a assumir que o avião caiu e que não há sobreviventes.

“Depois de 17 dias e tendo como base as evidências, temos que aceitar a dolorosa realidade de ter perdido o voo MH370 e que não há sobreviventes”, afirmou Nor Yusof, diretor da Malaysia Airlines, numa conferência de imprensa, esta terça-feira, em Kuala Lumpur.

Encontrar os destroços pode fornecer pistas essenciais para esclarecer o maior mistério da aviação civil do século XXI. As teorias sobre o desaparecimento do voo MH370 vão desde rapto de extraterrestres, terrorismo a bordo ou suicídio dos pilotos.

Fonte: JN

Orcas perseguiram barco a toda a velocidade

Durante a celebração do 20º aniversário de casamento, um casal teve dois convidados inesperados. Os dois dirigiam-se pela costa de Baja Califórnia, México à procura de uma colónia de leões-marinhos, mas depararam-se com duas orcas que decidiram acompanhar a lancha onde seguiam, a grande velocidade.

Apesar dos gritos e expressões de nervosismo, o casal não pareceu ter entrado em pânico, embora por vezes as baleias ficassem a poucos centímetros do barco.