Depois de ter chegado à impressionante marca do milhão de TEU’s movimentados num ano, ainda durante Novembro, o Terminal XXI voltou a atingir nova marca de relevo, com a chegada aos 1,2 milhões, registo alcançado a 22 de Dezembro. O valor representa um crescimento homólogo de 32,32% e aponta para números um pouco acima disso até final do ano.
Até ao dia em questão, Sines já tinha movimentado 36,7 milhões de toneladas, cerca de 3% mais que os 35,7 milhões de período homólogo de 2013.
Este valor vai ao encontro das declarações que João Franco, presidente da APS, concedeu em exclusivo à CARGO aquando da chegada ao milhão de TEU’s, quando referiu que “o objectivo para o final deste ano é exceder 1,2 milhões de TEU’s”.
Fonte: Cargo
Autor: portaldomar
Dez anos depois, o mundo recordou o dia em que o mar engoliu a terra
O tsunami que atingiu vários países do Sudeste asiático, matando mais de 220 mil pessoas, é recordado em todo o mundo.
Milhares de pessoas participaram na passada quinta-feira, dia 26 de Dezembro, na Indonésia, em várias cerimónias para assinalar o décimo aniversário do terrível tsunami que provocou mais de 220 mil mortos em 14 países banhados pelo Oceano Índico.
No dia 26 de Dezembro de 2004, um sismo de magnitude 9,3 – o mais forte no mundo desde 1960 – ocorrido ao largo da ilha indonésia de Sumatra provocou vagas gigantescas nos mares que devastaram as zonas costeiras de vários países, afectando principalmente a Indonésia (quase 170 mil mortos e desaparecidos) e o Sri Lanka (mais de 35 mil mortos).
Entre as vítimas encontravam-se milhares de turistas estrangeiros que aproveitavam a férias do Natal para gozar uns dias de sol nas praias idílicas da região.
Sobreviventes desta tragédia e socorristas que participaram nas operações de salvamento juntam-se para uma cerimónia de orações na província de Aceh, próxima do epicentro do sismo, e de longe a região mais afectada pela violência das águas do tsunami.
Em Meulaboh, uma vila de pescadores que foi completamente devastada por vagas que atingiram os 35 metros de altura, as bandeiras estão a meia haste e os habitantes preparam-se para uma noite de orações.
A milionária italiana que resgata ilegais no Mediterrâneo
Portos portugueses bateram recordes
Leixões movimenta 70 locomotivas com destino a África do Sul
A empresa responsável pela exportação, a Vossloh Rail Vehicles, de Valência, em Espanha, está a produzir um lote global de 50 locomotivas de 85 toneladas e 20 de 113 toneladas e escolheu o porto de Leixões para exportar a sua carga.
A Swifambo Rail Leasing, empresa importadora, assinou um contrato de 250 milhões de euros para o fornecimento de locomotivas EURODual, que podem circular tanto em linhas electrificadas como não electrificadas.
A movimentação das locomotivas em Leixões está a cargo do concessionário TCGL- Terminal de Carga Geral e Granéis de Leixões e continuará durante os próximos dois anos, sendo expectável que as últimas unidades sejam entregues em novembro de 2016.
.Portugal assina acordos de cooperação para facilitar chegada de produtos ao porto de Xangai
“O objectivo é facilitar a vida dos nossos exportadores para a China, nomeadamente no sector agroalimentar”, disse à agência Lusa o administrador da AICEP (Agência para a Promoção do Investimento e Comércio Externo de Portugal), Pedro Ortigão Correia, que subscreveu os referidos acordos.
Sede de um município com cerca de 25 milhões de habitantes, Xangai é considerada a “capital económica da China” e uma das cidades mais cosmopolitas do país, juntamente com Hong Kong.
Os cossignatários dos dois acordos assinados pela AICEP foram o Centro de Logística de Transportes Marítimos do Porto de Xangai e a Associação de Transportes Marítimos Internacionais de Xangai.
Durante a sua deslocação a Xangai, o responsável da AICEP contactou também com um “grande importador e distribuidor chinês de produtos agroalimentares” estabelecido na nova Zona de Comércio Livre da cidade.
A partir de 2015, numa parceria que envolve a Sonae e a Portugal Foods, haverá naquela Zona de Comércio Livre uma “Loja de Portugal”, onde estarão expostos em permanência produtos portugueses, anunciou Ortigão Correia.
“Em todas as nossas conversas (com empresários ou entidades chinesas) procuramos posicionar Portugal como um país produtores de artigos ‘gourmet’ de grande qualidade”, disse o administrador da AICEP.
Vinhos, azeites, conservas, bolachas, sumos, chocolates, cafés e águas são alguns dos produtos agroalimentares portugueses já à venda na China, e já há mais de trinta empresas portuguesas certificadas para exportar lacticínios para aquele país.
Em 2013, as vendas de produtos agroalimentares portugueses para a China continental subiram para 29 milhões de euros, 14,4 milhões dos quais referentes aos vinhos, que aumentaram sete vezes em apenas quatro anos, estima a AICEP.
Prelude: o maior navio do mundo [em vídeo]
Foca perdida é encontrada a 32 quilómetros do mar [vídeo]
West Sea prevê chegar aos 400 trabalhadores em 2015
Barreiro volta a chamar pelos contentores de Lisboa
O autarca reiterou o interesse na “ampliação da atividade portuária no conselho Barreiro”, que considerou ser acarinhado pela cidade há vários anos e uma “oportunidade para o desenvolvimento económico e das acessibilidades” da cidade e da região.
No quadro económico começou por enquadrar o interesse de uma nova infraestrutura portuária na região de Lisboa. O autarca assinalou que está previsto um “aumento para o dobro do transporte [marítimo de carga] contentorizada na Europa”, e que Portugal tem de se preparar para esse “novo ciclo”. Nesse contexto a área metropolitana de Lisboa tem de se posicionar como região com porto e atividade portuária, apresentando-se o Barreiro com condições para acolher o Novo Terminal de Contentores da Administração do Porto de Lisboa, referiu.
Condições que, para Carlos Humberto, para além da área disponível para a instalação Terminal, passam por 300 ha de Área Logística, Industrial e Tecnológica Anexa (ALITA), tuteladas pela Baía Tejo. Um lugar que considera poder ser ocupado por empresas, e transformar-se num pólo agregador de emprego. Sendo que o alargamento da actividade portuária, entre Terminal e ALITA e sem contar com acessibilidades, ronda um investimento de cerca de 600 milhões de euros.
Já no quadro de acessibilidades, sublinhou o facto da terceira travessia do Tejo estar equacionada nos estudos dos protocolos assinados. E a intenção de promover as ligações rodoviárias entre Barreiro e Almada, via Seixal, e o estudo para ligar o Barreiro à Ponte Vasco da Gama via Montijo.
No encontro com jornalistas estiveram ainda presentes a Vice-presidente da CMB, Sofia Martins, e Rui Lopo, Vereador do Planeamento, Ambiente e Mobilidade.
O prazo de Consulta Pública da “Proposta de Definição do Âmbito” para o Projecto do “Terminal de Contentores do Barreiro”, proposto pela Administração do Porto de Lisboa à Agência Portuguesa do Ambiente, terminou no dia 19 de dezembro. Pode ser acedido em: http://siaia.apambiente.pt/AIADOC/DA186/pda18620141124101911.pdf









