Autor: portaldomar
Capacidade da frota dos três grandes armadores cresce 9,6% em 2014
Maersk, MSC e CMA CGM, os três maiores armadores a nível global, aumentaram a capacidade da sua frota em 9,6% em 2014, segundo dados da Alphaliner.
A Maersk tinha um total de 2,8 milhões de TEU’s no final do ano passado e 604 navios, enquanto que a MSC tinha 2,5 milhões de TEU’s e 497 navios porta-contenedores. Já a CMA CGM conta com 1,6 milhões de TEU’s e 446 navios.
Assim, a Maersk continua a ser o armador com maior capacidade, tendo aumentado a sua capacidade em 318.000 TEU’s, muito devido à entrega de novos Triple E de 18.340 TEU’s cada.
No top 10 dos grandes armadores, todos aumentaram a sua capacidade de frota, excepto Hapag-Lloyd/CSAV, Hanjin Shipping e APL.
Fonte: Cargo
Navio afunda-se com mais de 20 pessoas a bordo
Japão investiga potencial energético dos oceanos a partir do uso de turbinas
As empresas japonesas Toshiba e IHI pretendem instalar no fundo do mar uma série de turbinas com o objectivo de converter a corrente oceânica Kuro Shivo em energia limpa.
Investigadores internacionais descobrem nova espécie de esponja em mar português
Grupo de cientistas descobriu uma nova espécie de esponja cristal em algumas áreas do Mediterrâneo e Atlântico, como as montanhas submarinas de Gorringe, em águas portuguesas.
Tanger-Med passou barreira dos três milhões de TEU
O porto de Tanger-Med, em Marrocos, superou, no dia 23 de Dezembro, os três milhões de TEU movimentados em 2014.
Bastonário insiste: dragar no Barreiro custará 48 milhões / ano
Manter os fundos no futuro terminal de contentores do Barreiro custará 48 milhões de euros por ano, todos os anos, reafirma o bastonário da Ordem dos Engenheiros, em declarações ao “DE”.
Câmara do Seixal também quer contentores no Barreiro
A autarquia considera que “a instalação do terminal de contentores do Barreiro pode ser um factor de dinamização do projecto do Arco Ribeirinho Sul” e da “revitalização das zonas industriais de Seixal, Almada” e “Barreiro, devendo potenciar as ligações destes territórios” e “apostar numa melhoria das acessibilidades existentes”.
O documento aprovado refere que “a construção da ponte Seixal Barreiro, prevista no actual plano rodoviário nacional, PRN2000, que liga a ER10 e ER11-2, é crucial para a ligação do terminal de contentores do Barreiro ao território envolvente à Siderurgia Nacional”, que se encontra “a pouco mais de um km de distância”, somente “separados pelo rio Coina”. A edilidade lembra que com “o processo de desindustrialização verificado na região ao longo das últimas duas décadas”, verifica-se a “existência de grandes áreas industriais desaproveitadas”, sendo a “quase a totalidade dos terrenos propriedade do Estado” e com “localizações de excelência para protagonizar novas dinâmicas económicas” e “ancorar projectos estruturantes”.
O Projecto do Arco Ribeirinho Sul, Siderurgia no Seixal, Lisnave Margueira em Almada e Quimiparque no Barreiro, assume, assim, de acordo com a posição da autarquia, “um papel estruturante para a estratégia de competitividade” e “emprego da região de Lisboa”, assim como “alavanca de desenvolvimento regional e nacional”. O texto adianta que “este constitui o maior projecto nacional de reconversão” e “qualificação industrial e ambiental”, detendo “enorme impacto na valorização da frente ribeirinha dos territórios que o integram”, constituindo por essa via um “instrumento fundamental no quadro do desenvolvimento económico-social” e da “criação de emprego na Área Metropolitana de Lisboa”, que “importa dinamizar e operacionalizar”.
A terrível saga do navio que pediu socorro em Corfu
Estaleiros de Viana recebem encomenda para dois navios patrulha
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou a construção de dois novos navios patrulha oceânica (NPO), no âmbito da nova Lei de Programação Militar.
O governante afirmou que a Lei de Programação, que não era revista desde 2006, “já recebeu aval positivo do Conselho Superior de Defesa Nacional” e adiantou que “até final do ano irá apresentar o documento na Assembleia da República”.
“A nova lei permite fazer e ter as condições financeiras para enquadrar o reequipamento das Forças Armadas, no caso que importa, para a Marinha Portuguesa”, disse à margem da assinatura do primeiro contrato de construção naval celebrado pela West Sea desde que o grupo assumiu, em maio, a subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).
O governante manifestou esperança, “porque a isso obrigam as regras da concorrência”, que Viana do Castelo “tenha as condições para pode ser ela a fazer estas construções”.
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), empresa pública actualmente em fase de extinção, construíram dois NPO para a Marinha Portuguesa num investimento de cerca de 100 milhões de euros.
Em causa está o NRP (Navio da República Portuguesa) Figueira da Foz, o segundo Navio de Patrulha Oceânica da classe “Viana do Castelo” construído naqueles estaleiros, de uma encomenda inicial de oito que foi assumida em 2004 pelo Ministério da Defesa – entretanto revogada pelo actual Governo – para substituir a frota de corvetas, com 40 anos de serviço.
Com o encerramento dos ENVC os Projectos dos dois navios passaram para a tutela do ministério tutelado por Aguiar-Branco.
O NRP “Viana do Castelo” foi entregue pelos ENVC em 2011, e o segundo navio “Figueira da Foz” em dezembro de 2013.
O contrato assinado nos estaleiros, entretanto subconcessionados à West Sea, prevê a construção de um navio-hotel para a Douro Azul, num investimento de 12 milhões de euros, para o grupo Douro Azul.
O novo barco-hotel Viking Osfrid vai reforçar a frota da Douro Azul e irá operar, a partir da primavera de 2016 no rio Douro, para a empresa norte-americana Viking River Cruises.
Fonte: Cargo









