UA integra Programa de Pós-Graduações em Biologia Marinha e Nanociências





A Universidade de Aveiro é uma das seis universidades portuguesas e espanholas a integrar o Programa Internacional de Pós-Graduações em Biologia Marinha e Nanociências. Promovido no âmbito da colaboração entre Portugal e Espanha na área do desenvolvimento tecnológico, este programa, que tem como parceiros, para além da UA, as universidades do Porto, Algarve, Vigo, Coruña e Santiago de Compostela, os Laboratórios Associados CESAM e CIMAR e o Instituto de Investigacións Mariñas (CSIC) de Vigo, tem por objectivo estabelecer formações conjuntas de elevado nível internacional que concedam os graus de Mestre e de Doutor, num regime de titulação conjunta e de reconhecimento automático do grau obtido por parte de todas as Universidades intervenientes. 

Numa primeira fase, pretende avançar-se com um Mestrado na área das Novas Tecnologias em Ciências Marinhas, que contemple especializações em «Conservação e Gestão» (Ambiente Marinho e seus Recursos) e «Produção» (Biotecnologia e Aquacultura), e um Doutoramento que foque a área dos Recursos/Biologia Marinha e Aquacultura, que suporte o Programa Doutoral português em Ciências do Mar e do Ambiente, em particular as suas especializações em Recursos Marinhos e Aquacultura, em Oceanografia e Ecossistemas Marinhos e em Qualidade Ambiental, e o Programa Doutoral galego em Biologia Marinha e Aquacultura, actualmente em fase de preparação.

O grau de Mestre é concedido após o cumprimento de 120 ECTS, num período de dois anos. A meta é iniciar o novo ciclo de estudos no ano lectivo de 2007/08. O ciclo de estudos tem como objectivo uma formação voltada para a abordagem científica da sustentabilidade dos Recursos Marinhos e da resolução dos problemas das economias ligadas ao Mar, das regiões onde se inserem as Universidades participantes. De Portugal, estarão envolvidas as Universidades do Porto, de Aveiro e do Algarve, havendo a participação de dois Laboratórios Associados, o CIMAR e o CESAM. Da Galiza, espera-se o envolvimento das Universidades de Vigo, da Coruña e de Santiago de Compostela, havendo a participação do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC).


Empresas serão convidadas

Serão convidadas, ainda, empresas para participar na gestão estratégica e acompanhamento do programa, e ainda no acolhimento de alunos e apoio ao desenvolvimento de projectos. Para almejar uma muito elevada qualidade científica e prestígio internacional, o programa integrará as melhores ofertas possíveis no âmbito do “know-how” que os vários participantes encerram, directamente e através de suas redes. O curso de Mestrado é de âmbito internacional, constituindo uma natural plataforma para o reforço de cooperação científica e tecnológica com a América do Sul e com os PALOP e Timor.

O Programa Doutoral implica o estabelecimento de novos acordos de reconhecimento mútuo de graus que resultará, numa primeira fase, e já a partir do ano lectivo de 2007/08, na possibilidade de intercâmbio de alunos e de docentes / investigadores, durante o 1º ano do ciclo de estudos. Este deverá integrar um ano curricular (60 ETCS), acrescido de três anos de trabalhos conducentes à elaboração da tese de dissertação. Estes podem decorrer em qualquer dos parceiros institucionais.

A articulação programática será baseada num curriculum modular, flexível e altamente personalizado, que permitirá ao formando elevada mobilidade e recolha de créditos a partir dos dois programas doutorais acima citados, e de outras ofertas de formação pós-graduada oferecidas através das Instituições participantes, na procura de garantir uma excepcional oferta aos formandos, conforme as sinergias e complementaridade do “know-how” cientifico e tecnológico das Instituições envolvidas.

Participam, neste projecto, as Universidades do Porto, Aveiro, Algarve, Vigo, Coruña e Santiago de Compostela, os dois Laboratórios Associados, CIMAR e CESAM, e o Instituto de Investigacións Mariñas (CSIC). Tal como no Mestrado, serão convidadas empresas para participar na gestão estratégica e acompanhamento do programa, e ainda no acolhimento de alunos e apoio a o desenvolvimento de projectos. 


Fonte:  Ciência Hoje

Drone para meio aquático chega ao mercado em 2015

O primeiro drone comercial para meio aquático foi desenvolvido nos Açores e começa a ser comercializado online no verão de 2015, disse o presidente executivo da empresa Azorena Aquatic Tecnologies.

“Para a questão da água praticamente não existe oferta. Eu diria que nós somos mesmo o primeiro drone comercial que se propõe desenvolver um produto desta natureza”, afirmou Edmundo Nobre, à Lusa, revelando que o equipamento chama-se “Ziphius”, rondará os 350 euros e tem já cerca de 400 pré-reservas.

A tecnologia do “Ziphius” começou a ser desenvolvida em 2012, por especialistas em ‘design’, electrónica e informática da Azorean Aquatic Tecnologies, empresa detida pela YDreams e que tem como objectivo ser líder mundial no mercado dos robóticos autónomos de exploração, em especial no meio aquático.
Edmundo Nobre explicou que o “Ziphius” é um drone (aeronave não tripulada) superficial, que não mergulha, com capacidade para filmar e fotografar em alta resolução e em tempo real, sendo o controlo feito através de ‘smartphone’ ou ‘tablet’.
O equipamento, com autonomia de uma hora e um computador incorporado, possui dois motores, o que confere “grande flexibilidade e grande velocidade”.
“O nosso grande objetivo, neste momento, é tê-lo à venda no verão de 2015, dado que os nossos mercados principais são a América do Norte e a Europa. A comercialização vai ser, sobretudo, online”, revelou o CEO da Azorean Aquatic Tecnologies, empresa com uma equipa de dez pessoas.
Segundo disse Edmundo Nobre, os componentes electrónicos serão comprados, sobretudo, na China e na Índia, sendo que a parte mais volumosa, ou seja, os moldes do equipamento, serão feitos na Marinha Grande.
“Faremos uma produção de séries pequenas, o suficiente para ir respondendo à procura. Não será necessário ter grandes ‘stocks'”, referiu Edmundo Nobre, para quem o “Ziphius” pode ser usado tanto por particulares como por entidades, empresas, universidades ou outros organismos.
“Já trabalhamos nalgumas propostas com a Universidade dos Açores, exactamente com o departamento de Biologia, na perspectiva de adaptar o produto para a monitorização de espécies infestantes nas zonas do porto, embora isso requeira algumas adaptações ao produto original”, afirmou.
No início de Novembro, o secretário açoriano do Mar, Ciência e Tecnologia referiu que a região ia começar a utilizar um drone para inspeccionar zonas remotas do mar do arquipélago.
“Em 2015, a Inspecção Regional das Pescas está a prever uma parceria com uma empresa açoriana para o uso de um drone, de uma aeronave não tripulada, equipada com uma câmara de alta definição e com posição GPS, para fazer umas missões de fiscalização, nomeadamente, às Formigas e ao Banco Princesa Alice”, explicou Fausto Brito e Abreu.
Questionado sobre a parceria com o Governo dos Açores, o CEO da Azorena Aquatic Tecnologies limitou-se a reconhecer que “têm existido conversas”.
Lançado na sequência de uma candidatura ao Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores (SIDER) na área da Qualidade e Inovação e cofinanciado por fundos europeus no âmbito do FEDER (Proconvergência), o primeiro drone aquático nascido nos Açores recolheu um apoio que ultrapassa os 150 mil euros.
Além dos fundos europeus, o projecto contou, também, com investimento privado.

Fonte: Notícias ao Minuto


Peixe sem cianeto

A Universidade de Aveiro recebeu a primeira doação do Sea Life Trust, um fundo de conservação marinha que a maior rede mundial de aquários públicos está a atribuir a iniciativas que promovam a preservação dos oceanos.

A organização britânica, que conta com 40 centros marinhos espalhados pelo mundo, tem a maior rede mundial de aquários públicos e doou 8700 euros para apoio e incrementação do teste desenvolvido pelos departamentos de Biologia e de Química da universidade que torna possível, pela primeira vez, descobrir se um peixe foi capturado com recurso a cianeto sem ser necessário sacrificá-lo e dissecá-lo.

A utilização do cianeto é considerado, a par da utilização de dinamite, uma das práticas de pesca mais destrutivas para os recifes de coral. Através desse método, todos os anos são capturados milhões de peixes tropicais nos recifes do Pacífico em países como a Indonésia e as Filipinas. O resultado, aponta Ricardo Calado, é alarmante. “Em várias zonas do sudoeste asiático 80 a 90 por cento da vida dos recifes já foram destruídos”, conclui.

Fonte: Sábado 

É um atum? É um robot? Sim, é a nova arma de espionagem dos EUA

O departamento de operações e inovações tecnológicas da Marinha dos EUA começou a trabalhar no projecto «Silent Nemo» (baseado no filme da Disney), estando a desenvolver um veículo não tripulado capaz de nadar e obter informações de inteligência.
O veículo é baseado na família de peixes do atum e faz movimentos de cauda para se disfarçar no meio marinho. Outros veículos não tripulados já foram feitos com propósitos de espionagem, como o Biodrone, que se auto-destrói e esconde informações confidenciais. 
O robô tem cerca de um metro e meio, pesa 45 Kg e foi desenvolvido para passar despercebido na água, diferente de outros veículos não tripulados marinhos, que normalmente tem o formato de um míssil. Para fazer os movimentos, os inventores usaram engenharia reversa imitando os movimentos naturais de um atum.
«O atum é um dos poucos animais aquáticos que usa apenas metade do seu corpo para se movimentar para a frente. Com a maioria dos peixes, o corpo todo é envolvido. Assim, a biologia do atum faz sentido para um veículo submarino não tripulado, pois é mais fácil projectar um robô que movimenta apenas metade do corpo.»
Segundo o Daily Press, até agora, o «Silent Nemo» já custou mais de um milhão de dólares para a Marinha norte-americana. O projecto ainda está em desenvolvimento e o objectivo dos cientistas é usar o «Nemo Robô» em missões de reconhecimento, inteligência e vigilância já no início de 2015.

Fonte: Diário Digital

Porto de Leixões absorve Porto de Viana do Castelo

O porto de Leixões passou a integrar a partir de 1 de Janeiro deste ano a APVC – Administração do Porto de Viana do Castelo, S.A., que se extinguiu.
Em resultado da fusão por incorporação da administração do porto de Viana do Castelo no porto de Leixões, a empresa centenária APDL passou a designar-se Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo.
“O processo de fusão, que decorreu num ambiente laboral e profissional de grande tranquilidade, com a colaboração de todos os ‘stakeholders’, potencia um conjunto significativo de vantagens, destacando-se a criação de sinergias pela integração dos portos numa só estrutura organizacional e das diferentes experiências nas áreas da exploração e gestão das infra-estruturas portuárias; a implementação de uma gestão complementar dos dois portos, potenciando a melhoria da eficiência da gestão com o melhor aproveitamento dos meios disponíveis”, sublinha um comunicado da APDL.
A administração do porto de Leixões relva também em benefício desta fusão o aumento da operacionalidade e a melhoria dos serviços prestados; a racionalização dos recursos técnicos, humanos e financeiros; a redução dos custos administrativos e de funcionamento; e o acréscimo da capacidade negocial junto dos fornecedores e instituições financeiras.
“A estratégia de gestão da nova empresa, que mantém o mesmo conselho de administração, focaliza-se na definição de um novo modelo de negócio e desenvolvimento de exploração da actividade do porto de Viana do Castelo, no sentido de este beneficiar das sinergias dos elevados conhecimentos e competências técnicas nas áreas operacionais, administrativas e de gestão já aplicadas no porto de Leixões”, adianta o referido comunicado da APDL.
“Desta forma, estão criadas as condições para melhorar a qualidade de oferta de serviços daquele porto e desenvolver uma gestão comercial mais agressiva que conduza à angariação de novos clientes e ao aumento do movimento portuário”, antevê a administração do porto de Leixões.
Fonte: DE

Vídeo: Como se formam as ondas que colocam a Nazaré nas bocas do mundo?

Uma vez mais, a Nazaré correu mundo, graças às suas ondas gigantes. Desta vez, por ‘culpa’ de Benjamin Sanchis, que quebrou o recorde do mundo de McNamara e surfou uma onda com 33 metros – feito conseguido a 11 de Dezembro mas só agora homologado. Mas… como se formam as ondas gigantes da Praia do Norte? Veja este vídeo e perceba o fenómeno.

Um filme do Instituto Hidrográfico explica o fenómeno que dá origem à onda gigante da Nazaré, na Praia do Norte. Sabia que o maior desfiladeiro marinho da Europa esconde-se no mar da Nazaré? E é esse desfiladeiro que explica a formação de ondas de dimensões inusitadas, que transportam a Nazaré para as bocas do mundo.
No passado dia 11 de Dezembro, aquela praia foi palco de um feito assinado pelo francês Benjamin Sanchis, que bateu o recorde do mundo do norte-americano Garrett McNamara, surfando uma onda de 33 metros.
As ondas gigantes da Nazaré colocaram a região no mapa dos surfistas mais radicais do mundo.
Mas não são apenas os surfistas que se sentem atraídos pelo fenómeno.
Mas como se formam as ondas da Praia do Norte? Porque são diferentes, em dimensão, daquelas que se verificam na Praia da Nazaré?
São perguntas cujas respostas se encontram num filme publicado no YouTube, da autoria do Instituto Hidrográfico, antes de McNamara ter batido o recorde agora superado por Benjamin Sanchis.
O promontório que divide as praias não explica a diferença da ondulação. Nesse sentido, outras razões justificam o fenómeno. E estão escondidos no fundo do mar.
Saiba porque se formam as ondas gigantes da Nazaré, na Praia do Norte, neste vídeo:
A onda foi surfada por Sanchis no passado dia 11 de Dezembro, na Praia do Norte.
No entanto, só no passado sábado se deu a homologação e confirmação oficial de que aquela onda era mais alta alguma vez surfada, maior do que a que permitira ao norte-americano transportar a Nazaré para os quatro cantos do planeta.
Depois da queda, Benjamin Sanchis foi salvo por Deric Rebière, que o acompanhava num jet-ski, precisamente para prestar assistência.
Fonte: PT Jornal

Lisboa prevê 314 escalas de cruzeiros este ano

O Porto de Lisboa tem listadas 314 escalas de navios de cruzeiros para este ano, devendo ficar cinco abaixo de 2014 e com menos 39 que em 2013, ano recorde, que terminou com 353 escalas e 558.040 passageiros.


O número de escalas de navios de cruzeiro previsto para este ano, segundo dados recolhidos pelo PressTUR no website da Administração do Porto de Lisboa (APL), iguala o de 2012, em que teve 314, com 522.604 passageiros, mas fica também aquém de 2011, em que teve 330 com 502,6 mil passageiros.
Em 2014, Lisboa teve entre Janeiro e Novembro 302 escalas, menos 33 que no período homólogo de 2013, com 477.068 passageiros, menos 10% ou menos 53.198 passageiros que um ano antes, e o seu calendário para o mês de Dezembro indicava 17 escalas, apontando assim para um total de 319 em 2014.
Para este ano, as previsões do Porto de Lisboa apontam para 314 escalas, mais de metade das quais (58,6%) concentradas nos dois períodos do ano de travessias do Atlântico, para posicionamento de navios na América do Sul e no Mediterrâneo.
Para os meses de Abril e Maio estão previstas 91 escalas (29% do total do ano), no primeiro com 43 e no segundo com 48, e para Setembro e Outubro estão previstas 93 (29,6% do total do ano), com 50 no primeiro e 43 no segundo.
Os dias com mais escalas de navios de cruzeiro previstas para este ano serão 28 de Abril, 17 de Setembro e 22 de Novembro, cada um com cinco escalas, havendo ainda seis dias com quatro escalas previstas, designadamente 4 e 24 de Abril, 9 e 12 de Maio, 11 de Setembro e 27 de Outubro.
A previsão do Porto de Lisboa permite ainda ver que o Ventura será o navio a efectuar mais escalas na capital portuguesa em 2015, com 16, a primeira das quais no dia 7 de Abril.
O segundo navio com mais visitas a Lisboa este ano será o Oriana, com 14, a primeira das quais no dia 20 de Janeiro, e o terceiro será o Costa Mágica, com 11 escalas, a primeira das quais no dia 6 de Maio.
Outros navios com mais visitas marcadas a Lisboa este ano são o Anthem of the Seas (nove), Azura (nove), Boudicca (oito), Corinthian (oito), MSC Orchestra (oito), Adonia (sete), Saga Pearl II (sete), Celebrity Eclipse (seis), Oceana (seis), Tere Moana (seis), Britannia (cinco), Costa Pacifica (cinco), Crystal Serenity (cinco), Funchal (cinco), Queen Elizabeth (cinco) e Saga Sapphire (cinco). 

Fonte: Presstur

Ano decisivo para os terminais de contentores do Barreiro e de Sines

O projecto do novo terminal de contentores do porto de Lisboa deverá ver confirmada em 2015 a sua localização no Barreiro. Se não ocorrer qualquer imprevisto, este será o ano que, conforme intenção expressa do actual Governo, marcará o arranque do concurso público internacional para atribuir a concessão a um dos diversos grupos internacionais alegadamente interessados em efectuar este investimento de várias centenas de milhões de euros.

O ano que agora arranca deverá também esclarecer outras questões fundamentais para o porto de Lisboa, como a relativa ao futuro do contrato do terminal de contentores de Alcântara, questão que há vários meses está a ser negociada entre o Governo e a concessionária Liscont, do grupo Mota-Engil.
Uma terceira novidade no porto da capital será o arranque das obras para a construção do novo terminal de cruzeiros, cujo concurso de concessão foi atribuído no ano passado.
No sector portuário, existe ainda a expectativa sobre o arranque da expansão do terminal de contentores de Sines, depois de em 2014 o Governo e a concessionária PSA, de Singapura, terem chegado a um memorando de entendimento sobre o projecto. Está ainda previsto o lançamento de concursos para novas concessões de terminais em diversos portos nacionais, o que servirá para testar a fundo o novo modelo de contratos implementado juridicamente pelo Governo em 2014.
Não admira que seja o sector portuário que tem na calha alguns dos mais importantes investimentos previstos para Portugal nos próximos meses e anos. Os portos nacionais entram em 2015 com uma dinâmica vitoriosa, depois de terem batido recordes consecutivos de movimentação de mercadorias durante 2014.

Fonte: PDP

Decisão sobre Terminal do Barreiro ainda em 2015



Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes, afirmou que a decisão sobre o novo terminal de contentores do Barreiro será tomada “brevemente”, avança o Diário Económico. Presente na tomada de posse dos novos órgãos sociais da Agepor – Associação de Agentes de Navegação de Portugal, Sérgio Monteiro referiu, na passada terça-feira, que “a discussão pública [sobre o terminal de contentores do Barreiro] teve o seu momento, agora é momento de decidir e nós decidiremos brevemente sobre essa matéria“. O secretário de Estado salientou ainda que não considera “que o investimento em Setúbal seja canibal do Barreiro, ou que o Barreiro seja canibal de Sines“, frisando ainda que “todo o investimento portuário previsto no PETI [Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas] será totalmente privado“. Segundo o mesmo Diário, o governante recordou o objectivo do Governo de criar as condições para que o sector portuário triplique a movimentação de cargas até 2022, apesar do mandato estar a chegar ao fim.


Fonte: DE

Free Surf Dream Tour: Os Tops Mundiais no Parques de Diversões de Trestles

Gabriel Medina, John John Florence, Jordy Smith, Mick Fanning, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Kolohe Andino, Miguel Pupo… Traduzindo, a nata do surf mundial reunida num clip de 5 minutos de surf high performance. Estes foram os protagonistas de alguns dos mais incríveis momentos das sessões de free surf durante a etapa do WCT em Trestles.

A GO-S.TV andava por lá e faz agora um apanhado do que de melhor por lá se passou. Desde aéreos animais, passando surf de rail. Da armada brasileira, até ao fenómeno John John, que foi um dos naturais destaques – no free surf e no evento. Está tudo aqui. Um regalo para os teus olhos!
Fonte: Surf Portugal