O Museu Marítimo de Ílhavo assinala, a 17 de Janeiro, o 13.º aniversário do Aquário dos Bacalhaus com a 2.ª edição das Jornadas do Aquário, uma iniciativa dedicada à protecção, gestão sustentável e valorização do oceano.
Sob o tema “Uma perspectiva sobre os oceanos”, o encontro pretende promover reflexão, troca de experiências e construção colectiva de ideias em torno das questões mais urgentes do meio marinho. A sessão tem início às 14h00 (sábado) e reúne especialistas das áreas da ciência e da tecnologia do mar, que irão revisitar acontecimentos marcantes, apontar ameaças actuais e discutir caminhos de resposta, incluindo o papel de inovações tecnológicas emergentes naquilo que poderá moldar o futuro dos oceanos.
A edição conta com a parceria da APOCEAN (Associação Portuguesa de Oceanografia) e integra-se na Década das Nações Unidas da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030). À semelhança do ano anterior, as Jornadas estão acreditadas como formação de pequena duração (quatro horas) para educadores de infância e professores de todos os níveis de ensino, devendo a inscrição para acreditação ser efectuada através do Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Ílhavo, Vagos e Oliveira do Bairro, em http://www.cfaecivob.cfae.pt.
No mesmo dia, às 15h00, realiza-se ainda a oficina gratuita para famílias “Oceano: Aprender para conhecer”, destinada a crianças dos 6 aos 10 anos, onde os participantes são desafiados, através de um dado, a descobrir ameaças actuais e soluções de protecção deste ecossistema; a participação requer inscrição prévia para o e-mail visitas.mmi@cm-ilhavo.pt. A presença nas Jornadas é igualmente gratuita, mas carece de inscrição antecipada, a efectuar por e-mail para ciemar.mmi@cm-ilhavo.pt, indicando nome, profissão, instituição e contactos.
O Programa Blue Azores vai promover a exibição do documentário Ocean with David Attenborough, uma produção coproduzida pela National Geographic e narrada por David Attenborough, que retrata, com imagens marcantes, a degradação gradual dos ecossistemas marinhos e os efeitos de práticas como a pesca de arrasto de fundo.
A sessão inaugural realiza-se hoje pelas 18:00 locais (19:00 em Lisboa), no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel. A entrada é gratuita, mediante registo prévio, mas a lotação já se encontra esgotada, segundo a organização.
Depois da projecção, haverá uma mesa redonda para debate dos temas do documentário e de questões actuais ligadas à conservação do mar dos Açores e aos objectivos do Blue Azores. Participam Adriano Quintela, especialista em ordenamento do território no Blue Azores, Débora Gutierrez, investigadora da Universidade dos Açores, e Bruno Sérgio, biólogo marinho e mergulhador da Best Spot Azores Dive Center. Estão ainda previstas exibições noutros três municípios de São Miguel, com intenção de alargar a iniciativa às restantes ilhas ao longo de 2026, procurando envolver comunidades locais e públicos de várias idades.
A organização sublinha a pertinência do ciclo de sessões após a entrada em vigor, a 1 de Janeiro, da lei que estrutura o Parque Marinho dos Açores, defendendo que a divulgação pública pode ajudar a compreender as medidas em curso e a reforçar o papel do envolvimento da população na protecção do oceano. O Blue Azores é liderado pelo Governo Regional dos Açores, em parceria com a Fundação Oceano Azul e o Instituto Waitt, com colaboração da Universidade dos Açores, e aposta na conservação e uso sustentável do mar com base em conhecimento científico e participação comunitária.
A Repsol promove no dia 14 de Janeiro, às 11h00, o encontro “Rumo ao net zero: Sines e os caminhos para a descarbonização da indústria”, a realizar-se no Auditório da Administração do Porto de Sines (APS).
A iniciativa pretende abrir um espaço de debate estratégico sobre a competitividade europeia, o financiamento verde e os desafios da transição energética. O evento contará com a presença do Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, que, após o encerramento da conferência, fará a sua primeira visita oficial ao Complexo Industrial da Repsol em Sines.
A comitiva acompanhará o ponto de situação do projecto Alba, apontado como o maior investimento industrial em Portugal na última década, e visitará infra-estruturas de energia renovável, incluindo a área prevista para a instalação de um grande electrolisador destinado à produção de hidrogénio.
O mercado global de petroleiros enfrenta nova vaga de incerteza depois da detenção do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, numa operação militar dos Estados Unidos durante o fim de semana, um episódio que, na prática, congelou as exportações de crude do país e reforçou a linha dura de Washington na aplicação de medidas marítimas.
Após a operação, o Presidente norte americano, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos pretendem assumir o controlo da Venezuela “por enquanto”, com enfoque na recuperação da indústria petrolífera, sublinhando, porém, que o embargo ao crude venezuelano se mantém plenamente em vigor. Trump disse que grandes petrolíferas dos EUA poderão, mais tarde, investir milhares de milhões de dólares na reabilitação de infra-estruturas degradadas, mas deixou claro que um alívio de sanções não está para breve.
A mensagem foi reiterada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que descreveu a actual política como uma “quarentena do petróleo”, e não como um caminho para normalização imediata. Rubio defendeu que o bloqueio ao tráfego de petroleiros constitui uma alavanca significativa que se manterá até haver mudanças na gestão do sector e no combate ao tráfico de droga, invocando também o interesse nacional norte americano.
No plano operacional, os efeitos no shipping foram rápidos. As exportações de crude, já condicionadas por sanções e acções de fiscalização, aparentam estar paralisadas. A Reuters noticiou que as autoridades portuárias não receberam pedidos de autorização de saída de petroleiros que já tinham terminado o carregamento, enquanto dados de rastreamento marítimo indicam navios imobilizados no cais ou a sair de portos venezuelanos sem carga.
Mesmo navios associados à Chevron, que operavam ao abrigo de uma licença específica dos EUA, terão interrompido movimentos. O site TankerTrackers.com referiu que não havia um único petroleiro a carregar em Jose, o maior terminal de crude do país, sinalizando a dimensão do bloqueio.
O bloqueio agrava, em paralelo, a pressão sobre a petrolífera estatal PDVSA. Com tanques em terra e armazenamento flutuante a aproximarem-se da saturação, a empresa começou a reduzir produção. Segundo a Bloomberg, a PDVSA preparava-se para encerrar cerca de 15% da produção nacional, estimada em 1,1 milhões de barris por dia, com cortes no Cinturão do Orinoco que podem chegar a 25%. Poços de crude extra pesado nas zonas de Orinoco e Junín estão entre os primeiros a serem encerrados, com mais reduções previstas noutras áreas.
As parcerias também estão a ser afectadas. A PDVSA pediu a operações ligadas à Chevron, como Petropiar e Petroboscan, que reduzam produção. A Sinovensa, joint venture com a chinesa CNPC, prepara-se para encerrar vários agrupamentos de produção. Volumes que historicamente seguiam para a China no âmbito de acordos de pagamento de dívida ficaram agora retidos, numa altura em que petroleiros de bandeira chinesa deixaram de se aproximar dos portos venezuelanos.
No mar, a intensificação da fiscalização tornou-se mais visível. Um VLCC, o Thousand Sunny, de propriedade chinesa e com historial de transporte de crude venezuelano para a China, desviou-se e segue agora em direcção à Nigéria. Outros petroleiros antes com destino à Venezuela surgem parados, segundo corretores e dados de tracking, reflectindo maior prudência de armadores e operadores perante riscos de apreensão e de sanções retroactivas.
Do ponto de vista do mercado, há divergências sobre o efeito nas taxas de frete. O banco escandinavo SEB considerou que, no curto prazo, o impacto no segmento “compliant” poderá ser limitado, uma vez que o embargo norte americano ao crude venezuelano se mantém. Para haver um impulso relevante, argumenta o SEB, seria necessária uma flexibilização ou remoção do embargo, hipótese que Washington afasta por agora.
A plataforma de análise Kpler sublinhou a escala da disrupção e classificou o episódio como “ponto de viragem” para os fluxos de crude venezuelano, não por antecipar alívio de sanções, mas por aumentar a aplicação de medidas e a incerteza legal. Segundo a Kpler, a capacidade legal da PDVSA para contratar navios, transferir titularidade da carga ou receber pagamentos está agora sob dúvida, com a fiscalização marítima a tornar-se o principal constrangimento à exportação.
Dados da Kpler indicam cerca de 1,32 milhões de metros cúbicos de petróleo actualmente transportados em navios sancionados, sendo que crude e misturas venezuelanas representam perto de três quartos desse volume. A vigilância junto aos portos venezuelanos intensificou-se, as transferências navio a navio em zonas do Caribe estão a diminuir e cresce a auto restrição por parte de traders, seguradoras e armadores.
A Kpler admite que, a médio prazo, possa surgir uma transição caso seja reconhecida uma nova autoridade com legitimidade para restabelecer continuidade legal. No imediato, porém, a avaliação é de bloqueio. Em regimes sancionatórios, acrescenta, a remoção de uma liderança não se traduz em alívio automático: tende antes a aprofundar a fiscalização, congelar activos e paralisar o comércio até existir clareza jurídica.
Foto: Nicolas Maduro a bordo do USS Iwo Jima / Donald Trump Conta TruthSocial.
O presidente executivo da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) anunciou a expansão do porto de mar da capital do Alto Minho para responder às metas de descarbonização do setor naval até 2050.
João Neves, que discursava na apresentação pública do Roteiro Naval Carbono Zero (RNCZ) para o setor da Construção, Reparação e Manutenção Naval (CRMN), nas instalações do Porto de Viana do Castelo, que a expansão visa “acompanhar a tendência e as necessidades do setor”.
“Neste momento, temos em avaliação de impacto ambiental um estudo de ampliação do porto de Viana do Castelo que visa, no fundo, criar condições para que a indústria, naval ou relacionada com a área naval, conte com a produção de energias renováveis a partir do vento e, a partir do mar ter condições para poder desenvolver a sua atividade”.
A Administração do Porto de Aveiro (APA) lançou um concurso público para a concessão de uso privativo de uma parcela dominial, situada no Terminal de Granéis Líquidos, Ílhavo.
“A parcela deverá ser destinada à construção e exploração de um parque de armazenagem de granéis líquidos, a movimentar por via marítima pelo Porto de Aveiro, podendo ainda nele ser exercidas atividades conexas”, refere o anúncio.
Segundo o Porto de Aveiro, a área da parcela a concessionar é de 21.700 m² e o contrato de concessão terá o prazo de 20 anos, podendo ser objeto de uma única prorrogação pelo período máximo de cinco anos.
As propostas devem ser submetidas até 19 de janeiro.
O Canal do Panamá completou 26 anos sob controlo do Estado panamiano, desde a transferência formal da sua administração a 31 de Dezembro de 1999, um momento que marcou a afirmação da soberania do país sobre uma das mais importantes infra-estruturas do comércio marítimo mundial.
Desde então, a Autoridade do Canal do Panamá tem assegurado uma gestão autónoma e financeiramente sustentável da via interoceânica, tornando-a numa das principais fontes de receita nacional. A modernização contínua, culminando com a expansão concluída em 2016, permitiu a passagem de navios Neo-Panamax e reforçou a competitividade do canal face a rotas alternativas.
Nos últimos anos, a operação foi desafiada pela escassez hídrica associada às alterações climáticas, levando à imposição de restrições temporárias ao tráfego e ao calado dos navios. Em resposta, estão em curso medidas estruturais para aumentar a resiliência do sistema. Passadas mais de duas décadas, o Canal do Panamá mantém um papel central no comércio internacional, ligando centenas de portos e economias, e continua a ser um activo estratégico gerido pelo próprio país num contexto global cada vez mais exigente.
Os portos chineses voltaram a dominar o ranking mundial em 2025, consolidando a posição da China como o principal eixo da movimentação global de contentores.
Num contexto marcado por tensões geopolíticas, ajustamentos nas cadeias logísticas e abrandamento em alguns mercados ocidentais, os grandes portos do país conseguiram manter volumes elevados e, em vários casos, reforçar a sua actividade.
O porto de Xangai manteve-se, de forma destacada, como o maior porto de contentores do mundo, superando novamente a fasquia dos 49 milhões de TEU movimentados ao longo do ano. A sua dimensão, aliada a elevados níveis de automação, forte integração ferroviária e ligação directa às principais rotas marítimas internacionais, continua a fazer de Xangai um ponto central do comércio global, tanto para exportações como para fluxos de transbordo. Na segunda posição surge o porto de Ningbo-Zhoushan, que voltou a apresentar um crescimento consistente, ultrapassando os 39 milhões de TEU. Este complexo portuário tem vindo a beneficiar de investimentos contínuos em infraestruturas, bem como da sua proximidade a importantes polos industriais do leste da China, funcionando como complemento estratégico a Xangai e reforçando a capacidade logística da região. O porto de Shenzhen manteve-se no terceiro lugar, com volumes próximos dos 30 milhões de TEU. Apesar de enfrentar maior concorrência regional e algumas pressões resultantes da reconfiguração das cadeias de produção, Shenzhen continua a ser um porto-chave para o comércio externo chinês, em especial nas ligações com o Sudeste Asiático, América do Norte e Europa. Guangzhou ocupa a quarta posição do ranking, confirmando a relevância do delta do Rio das Pérolas como um dos principais motores económicos da China. Com mais de 25 milhões de TEU movimentados, o porto tem beneficiado da diversificação de serviços, da modernização dos terminais e da crescente articulação com plataformas logísticas interiores, permitindo-lhe captar carga para além da sua área tradicional de influência. A fechar o top cinco surge o porto de Qingdao, que registou igualmente um desempenho sólido em 2025, aproximando-se dos 24 milhões de TEU. A sua localização estratégica no norte do país, aliada a uma forte aposta na digitalização e na eficiência operacional, tem permitido a Qingdao afirmar-se como um hub relevante para rotas transpacíficas e para o comércio intra-asiático.
No seu conjunto, estes cinco portos reflectem a escala e a resiliência do sistema portuário chinês, que continua a adaptar-se às transformações do comércio internacional. Apesar de um ambiente global mais incerto, a China mantém uma capacidade logística difícil de igualar, sustentada por investimento público, planeamento de longo prazo e uma forte integração entre portos, indústria e redes de transporte terrestre.
O mais recente plenário do Fórum de Simplificação Portuária, realizado em dezembro, reuniu a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) e as diversas entidades públicas e privadas representadas neste órgão, com o objetivo de reforçar o compromisso conjunto na implementação de soluções orientadas para a simplificação e digitalização dos processos portuários, aprovando uma série de medidas que consolidam o papel do porto nas atividades de fornecimento de combustíveis (bancas), na transição energética e na agilização de procedimentos operacionais.
Entre as principais medidas aprovadas, destaca-se a criação de uma nova zona de fundeadouro dedicada ao fornecimento de bancas, com 1.000 metros de diâmetro e 30 metros de profundidade, permitindo a receção de navios de todas as dimensões. Esta nova infraestrutura representa um importante marco na capacidade operacional do porto e na qualidade dos serviços prestados aos armadores.
Paralelamente, foi decidido preparar o novo Terminal de Gases Liquefeitos Criogénicos (TGLC) para acolher, a curto prazo, navios destinados exclusivamente a operações de “bunkers only”. Este terminal passará igualmente a dar apoio às embarcações das entidades fornecedoras de combustíveis, sejam eles convencionais, de Gás Natural Liquefeito (GNL) ou, futuramente, combustíveis de baixo teor de carbono, acompanhando as exigências da transição energética e da descarbonização do transporte marítimo.Estas decisões inserem-se num contexto mais amplo de modernização e digitalização dos procedimentos portuários, através de processos mais céleres, integrados e sustentáveis. A APS tem vindo a investir na interoperabilidade dos sistemas digitais, no reforço da transparência e previsibilidade operacional, contribuindo para um serviço mais eficiente e para uma melhor experiência dos seus utilizadores.
Com estas iniciativas, o Porto de Sines entra em 2026 com novas condições para dinamizar as operações de abastecimento de navios. Recorde-se que o Porto de Sines detém uma longa tradição neste setor, dispondo desde a sua origem de um Parque de Bancas de grande capacidade, interligado diretamente à Refinaria de Sines por uma rede de pipelines dedicada que abastece os postos de atracação dos terminais de Graneis Líquidos e Petroquímico.
Em 2025, o Porto de Sines foi pioneiro no abastecimento de GNL a navios em operações simultâneas (SIMOPS – Simultaneous Operations), consolidando o seu papel como plataforma de inovação e eficiência logística, alinhada com as metas europeias para a sustentabilidade e com as melhores práticas do setor portuário internacional.
O ano de 2025 confirmou a consolidação da MSC enquanto principal armador mundial no transporte marítimo de contentores, num contexto marcado por ajustamentos estratégicos, reconfiguração de alianças e crescente pressão sobre custos e eficiência operacional.
Ao longo do último ano, a companhia reforçou a sua posição de liderança através de uma combinação de expansão de frota, gestão activa da capacidade e presença reforçada nos principais corredores comerciais globais. A dimensão alcançada permitiu à MSC manter uma posição dominante mesmo num ambiente de mercado mais exigente, caracterizado pela normalização das tarifas e por uma maior concorrência entre grandes operadores.
A estratégia seguida assentou numa forte aposta em navios de grande capacidade, numa rede própria de terminais e numa maior integração vertical, factores que contribuíram para maior controlo operacional e flexibilidade na gestão das rotas. Esta abordagem revelou-se particularmente relevante num período em que o sector enfrentou desafios relacionados com instabilidade geopolítica, alterações regulamentares e adaptação a novas exigências ambientais.
Em 2025, a MSC destacou-se também pela sua capacidade de ajustar serviços e escalas, mantendo níveis elevados de cobertura global. A reorganização das alianças marítimas e o reforço de serviços independentes permitiram à companhia ganhar margem de manobra face a concorrentes mais dependentes de estruturas partilhadas.
Do ponto de vista económico, a liderança da MSC reflecte-se não apenas em quota de mercado, mas também na sua influência sobre dinâmicas portuárias, cadeias logísticas e decisões de investimento em infraestruturas. A presença da companhia é hoje determinante em vários portos estratégicos, com impacto directo na configuração dos fluxos de carga.
Num sector em transformação, marcado pela transição energética e por uma maior disciplina de custos, a MSC encerra 2025 como o operador de referência no transporte marítimo de contentores, posicionando-se para enfrentar um novo ciclo de ajustamento do comércio marítimo internacional.