ONE com Megamax de 24.000 TEU que reduz emissões de carbono.

 

A Ocean Network Express (ONE) anuncia que o One Innovation, o primeiro navio cargueiro Megamax da classe de 24.000 TEU, foi entregue com sucesso no estaleiro naval de Kure da Japan Marine United Corporation, a 2 de Junho..

O porta-contentores One Innovation, com uma capacidade até 24.136 TEU, “ajudará a alcançar economias de escala e a reduzir significativamente as emissões de carbono através do design do seu casco de última geração, que visa maximizar a entrada de carga e minimizar o consumo de combustível”, refere uma nota de imprensa da ONE.

E adianta que o navio está equipado com um pára-brisas de proa, um dispositivo de poupança de energia e um sistema de limpeza de gases de escape para cumprir com os regulamentos de emissões da IMO. Este é o primeiro de seis novos navios Megamax a juntar-se à frota principal da ONE, que será utilizado no serviço Ásia-Europa (FE3), no âmbito da THE Alliance (THEA).
Menor impacto ambiental

A ONE garante que “continua empenhada na excelência operacional, sustentabilidade corporativa e protecção ambiental. Com a introdução do One Innovation, juntamente com outros cinco navios irmãos Megamax que serão lançados, a ONE tem como objectivo oferecer aos seus clientes serviços mais competitivos e de primeira classe, com um menor impacto ambiental”.

“O One Innovation é o maior navio da nossa frota e orgulhamo-nos de o ter como nosso porta-estandarte. Este navio recém-construído ajudar-nos-á a preparar o caminho para o desenvolvimento sustentável da logística global e a responder às solicitações dos clientes com a qualidade de serviço nº 1 do Mundo”, afirmou Yu Kurimoto, director-geral da ONE, durante o evento de lançamento.

Em 2022 “anunciámos a nossa “visão verde”, que tem como objectivo atingir a meta de zero emissões líquidas até 2050. Estamos a trabalhar activamente para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa da nossa frota, e estamos confiantes de que este navio contribuirá para este esforço e trará inovação à logística global,” acrescentou.

Navio de cruzeiro eléctrico com velas solares gigantescas em 2030.

A empresa de cruzeiros de aventura Hurtigruten Norway revelou esta os planos para um navio de cruzeiro eléctrico com emissões zero e velas retrácteis cobertas por painéis solares, que deverá zarpar em 2030.

A empresa tem actualmente uma frota de oito navios, cada um com capacidade para 500 passageiros, que percorrem a costa norueguesa desde Oslo até ao Círculo Polar Ártico. Embora seja uma empresa relativamente pequena, a sua presidente executiva (CEO), Hedda Felin, espera que esta inovação “possa inspirar toda a indústria marítima”.

O projecto, denominado “Sea Zero”, foi inicialmente anunciado em março de 2022 e, desde então, a Hurtigruten Norway, juntamente com 12 parceiros marítimos e o instituto de investigação SINTEF, sediado na Noruega, tem vindo a explorar soluções tecnológicas que possam ajudar a conseguir viagens marítimas sem emissões.

O projecto resultante funcionará predominantemente com baterias de 60 megawatts que podem ser carregadas no porto com energia limpa, uma vez que as energias renováveis representam 98% do sistema elétrico da Noruega. Gerry Larsson-Fedde, vice-presidente sénior de operações marítimas da Hurtigruten Norway, que teve a ideia de um navio com emissões zero, estima que as baterias terão um alcance de 300 a 350 milhas náuticas, o que significa que, durante uma viagem de ida e volta de 11 dias, um transatlântico teria de carregar cerca de sete ou oito vezes.

Transtejo já lançou concurso para comprar baterias para nove navios

O Concurso para a aquisição de baterias para nove navios eléctricos que estão a ser construídos em Espanha para a Transtejo foi publicado na passada segunda-feira em Diário da República, com um preço base de 16 milhões de euros. O prazo para apresentação de propostas é até 23 de julho.

Em causa está a compra de baterias para nove dos dez navios elétricos destinados a fazer as ligações fluviais de Lisboa com Cacilhas, Montijo e Seixal, que foram adquiridos sem baterias.

De acordo com o anúncio publicado no Diário da República, o prazo de execução é de dez meses, não estando previstas renovações. A proposta que ganhar o concurso terá de pagar uma caução correspondente a 5% do valor base, ou seja, 800 mil euros.

A Transtejo já havia comunicado, na passada sexta-feira, que tinha “enviado para publicação, em Diário da República, o anúncio do concurso público internacional para a aquisição de 9 packs de baterias marítimas para 9 dos 10 novos navios eléctricos em construção”.

Concluído o concurso, a Transtejo disponibilizará os nove packs de baterias à Astilleros, empresa espanhola responsável pela construção dos dez navios elétricos, num contrato celebrado em fevereiro de 2020.

Este concurso é anunciado após o Tribunal de Contas (TdC) ter chumbado, em março deste ano, o contrato para a compra de baterias para os nove navios da Transtejo. Entre as razões para declarar ilegal o ajuste direto de 15,5 milhões de euros esteve o facto de considerar as baterias “uma parte integrante desses navios”.

Verão: Dispositivo Completo nas Praias do Litoral Alentejano

Um dispositivo composto por cerca de 50 nadadores-salvadores, alguns deles de nacionalidade estrangeira, vai garantir a vigilância das praias do Litoral Alentejano durante a época balnear que abriu, primeiro, apenas no concelho de Grândola.

“A época balnear arrancou no passado sábado, 3 de junho, nas praias do concelho de Grândola. Seguem-se Odemira, no dia 15 deste mês (hoje), e os concelhos de Santiago do Cacém e Sines, no dia 17”, disse o comandante da capitania do Porto de Sines, Luís Filipe Duarte.

De acordo com o responsável, este ano, a época balnear “vai abrir com o dispositivo completo” nas praias consideradas zonas balneares e, à semelhança do ano passado, vai contar com “cerca de 50 nadadores-salvadores”.

“A informação que tem sido passada pelos municípios é que os dispositivos legalmente previstos estão assegurados para a época balnear”, adiantou à Lusa.

Este ano, o dispositivo de nadadores-salvadores vai contar com alguns elementos oriundos da Argentina e do Brasil para vigiar as praias da costa alentejana.

“Os cursos que são feitos nesses países já têm uma pré-certificação em Portugal. De qualquer forma, eles fazem um exame de aptidão técnica para exercer a função”, explicou Luís Filipe Duarte.

Na costa alentejana, a vigilância será igualmente assegurada por elementos da “Polícia Marítima de Sines, da Estação Salva-Vidas de Sines e de Vila Nova de Milfontes, que é activada durante a época balnear com pessoal em permanência, e dos militares da Marinha na vigilância motorizada e apeada”, especificou.

A vigilância abrange as praias sob jurisdição da capitania de Sines, entre Melides, no concelho de Grândola (Setúbal), e Carvalhal, em Odemira (Beja), e compreende um total de 92 quilómetros de costa.

Apesar do Litoral Alentejano ser “uma zona cada vez mais procurada” pelos turistas, o comandante da capitania de Sines garantiu que “o dispositivo que vai estar implementado é o adequado” e capaz de “dar resposta ao nível da afluência que se prevê maior do que no ano transato”.

Este ano, o dispositivo vai ser montado nas praias de Melides (Grândola), Fonte do Cortiço e Costa de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, Vasco da Gama, São Torpes, Vieirinha – Vale Figueiros, Grande de Porto Covo e Ilha do Pessegueiro, no concelho de Sines, no distrito de Setúbal.

No concelho de Odemira (Beja), as praias Malhão Norte, Malhão Sul, Farol, Franquia, Furnas Rio, Furnas Mar, Almograve Norte e Almograve Sul, Zambujeira do Mar, Alteirinhos, Carvalhal e praia fluvial de Santa Clara vão contar com a vigilância dos nadadores-salvadores.

A época balnear encerra no dia 17 de setembro nos concelhos de Sines, Odemira e Santiago do Cacém e em 01 de outubro no concelho de Grândola.

APL assina Protocolo da 2.ª Fase do Terminal de Alcântara

O Porto de Lisboa vai assinar hoje, na Gare Marítima de Alcântara, o protocolo que permitirá o lançamento da segunda fase do projecto de modernização e aumento de eficiência operacional do Terminal de Contentores de Alcântara.

Este protocolo será assinado entre a APL e a a Yilport-Liscont numa cerimónia de apresentação dos projectos de investimento em curso pelo grupo Yildirim e que contará, na sua sessão de encerramento, com a presença de João Galamba, Ministro das Infraestruturas.

Carlos Correia, Presidente do Conselho de Administração da APL, destaca ser “este mais um importante marco para o Porto de Lisboa e para o país, sendo o concretizar de uma obra de maior importância estratégica nacional, a modernização do Terminal de Contentores de Alcântara traduz um plano de investimentos que visa obter ganhos de competitividade e de sustentabilidade e, consequentemente, o reforço do posicionamento do Porto de Lisboa no contexto das rotas marítimas transatlânticas e europeias”.

Entenda por que os Peixes não são considerados Frutos do Mar

Para muitas pessoas, os frutos do mar são um grupo de alimento que engloba uma série de espécies e animais, incluindo os peixes. Afinal, os pescados são retirados do mar, logo, são considerados frutos do mar, não é mesmo? 

Saiba, porém, que os pescados não fazem parte dos frutos do mar, ainda que sejam comumente associados às iguarias tiradas do mar. Por conta disso, muitas pessoas questionam qual a diferença entre peixes e frutos do mar, a fim de entender exatamente o porquê os pescados não são considerados parte desse grupo de alimentos. 

Tendo isso em mente, listaremos os motivos pelos quais os peixes não são parte dos frutos do mar:

Por que os peixes não são frutos do mar?

Os frutos do mar são, basicamente, as espécies comestíveis do mar, como crustáceos, moluscos e outros pequenos animais. Habituou-se a tirar os peixes da lista dos frutos do mar porque existem também peixes de água doce. 

Outro factor que faz com que os peixes não sejam considerados frutos do mar tem relação com o facto de que o peixe é um animal vertebrado, ou seja, tem coluna vertebral e encéfalo. 

Os animais considerados frutos do mar de fato, como a ostra, o mexilhão, o camarão, a lula e o polvo, por exemplo, são invertebrados.

Via de regra, tenha em mente que “fruto do mar” é uma expressão utilizada na área da gastronomia para se referir aos animais retirados do mar que são conhecidos como moluscos e crustáceos.

Peixes na culinária de frutos do mar

Apesar de não ser um fruto do mar, os pescados são animais que fazem parte da gastronomia à base desse grupo de alimento. 

Isso porque existem inúmeros pratos que levam pescados e frutos do mar ao mesmo tempo. Além disso, os restaurantes especializados na culinária à base de fruto do mar comumente trabalham também com pescados. 

Ou seja, apesar de não ser a mesma coisa, os peixes e os frutos do mar caminham juntos. 

Economia Azul e os seus benefícios.

A Economia Azul é um conceito que tem ganhado destaque especialmente nos últimos 15 anos, como uma abordagem sustentável para o desenvolvimento económico. Essa abordagem busca conciliar o crescimento económico com a conservação dos recursos marinhos e costeiros, promovendo a sustentabilidade ambiental e social. Neste artigo, exploraremos o conceito de Economia Azul e os benefícios de investir neste segmento em particular.

A Economia Azul abrange uma ampla sectores económicos relacionados aos oceanos, incluindo pesca, aquicultura, turismo costeiro, transporte marítimo, energia renovável, biotecnologia marinha, entre outros. Ao adoptar práticas sustentáveis nessas imensas actividades, é possível obter uma série de benefícios significativos:

Sustentabilidade ambiental: Ao investir na Economia Azul, promove-se a conservação dos recursos marinhos e costeiros, numa altura de alterações e transições com a que vivemos, a gestão adequada da pesca e da aquicultura, por exemplo, garante a exploração sustentável dos recursos pesqueiros e a preservação da biodiversidade marinha. Além disso, o uso de energias renováveis, como a energia eólica offshore e a energia das ondas, reduz a dependência de combustíveis fósseis e contribui muito para a mitigação do impacto negativo das mudanças climáticas.

Geração de empregos e crescimento económico sustentável: A Economia Azul oferece oportunidades significativas de geração de empregos e crescimento económico. Segundo estimativas da Comissão Europeia, os sectores marítimos e costeiros da União Europeia empregam cerca de 5,4 milhões de pessoas e geram um valor agregado bruto de aproximadamente 500 bilhões de euros por ano. Ao investir nesses sectores, é possível criar empregos com qualidade e estimular o empreendedorismo local.

Inovação e desenvolvimento tecnológico: A Economia Azul impulsiona a inovação e o desenvolvimento tecnológico. A busca por soluções sustentáveis nas atividades relacionadas aos oceanos incentiva a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias. Por exemplo, a biotecnologia marinha tem o potencial de fornecer produtos e processos inovadores, como medicamentos derivados de organismos marinhos e materiais biodegradáveis. Essas inovações não apenas impulsionam a economia, mas também oferecem soluções para desafios globais como na área da saúde.

Turismo sustentável e diversificação económica O turismo costeiro e marítimo é uma parte relevante da Economia Azul. Ao termos práticas adequadas nesse sector, como o turismo de observação de cetáceos e a criação de áreas marinhas protegidas, é possível atrair turistas preocupados e promover de certa forma o “turismo ambiental”. Isso promove a conservação dos ecossistemas marinhos, gera receitas para as comunidades locais e contribui para a diversificação económica das regiões costeiras.

Resiliência e adaptação às mudanças climáticas: Investir na Economia Azul também fortalece a resiliência das comunidades costeiras locais, em particular vilas e cidades de pequena dimensão. 

DNV: Número recorde de encomendas de navios movidos a metanol

Após um início lento em 2023 para pedidos de navios movidos a combustível alternativo, a DNV reportou que o impulso gerado em 2022 resultou num pedido recorde de navios com metanol dual-fuel, bem como um forte crescimento para pedidos movidos a GNL em fevereiro. 


A DNV previu que 2023 provavelmente seguiria um padrão semelhante a 2022, com pedidos chegando em vários sectores à medida que a procura por novos navios aumenta. “Os combustíveis alternativos voltaram com força total em fevereiro!”, escreveu o principal consultor da DNV, Martin Wold, num post nas redes social. Isso ocorreu depois de ter observado anteriormente um início lento para 2023. 

No entanto, na época, ele disse que fevereiro parecia empolgante com fortes perspectivas no sector de combustíveis alternativos. Embora os pedidos de construção em geral tenham diminuído em 2022, a proporção de combustível alternativo permaneceu num ritmo consistente com 2021. A DNV calculou que a divisão na carteira de pedidos de 2022 para combustíveis alternativos mostrou que 81% de todos os navios com combustíveis alternativos encomendados no ano passado eram de GNL de um total de 222 navios encomendados. O metanol foi a segunda opção de combustível alternativo mais popular em 2022, com 35 navios encomendados ou 13% do total de pedidos feitos.

“Foi o metanol que roubou os holofotes no mês passado, com um recorde de 22 (!) navios encomendados/confirmados”, escreveu Wold,  discutindo a recuperação em fevereiro. A grande novidade do sector veio da HMM, que encomendou nove porta-contentores de 9 mil TEUs para serem construídos na Coreia do Sul. Embora não detalhando publicamente os seus pedidos, a CMA CGM e a MSC também se juntaram ao crescente número de navios a serem construídos com usinas de propulsão de metanol de combustível duplo. 

A transportadora francesa, que até agora tem investido maioritariamente em navios movidos a GNL, fez uma encomenda avaliada em mais de 2 mil milhões de dólares para uma dezena de porta-contentores de 13 mil TEU a construir pela Hyundai na Coreia do Sul. Seguiu um pedido menor que a CMA CGM fez em 2022 para os seus primeiros navios movidos a metanol. A MSC também entrou com um pedido supostamente avaliado em US$ 1,2 bilhão para porta-contentores prontos para metanol.

Exportações de pescado sobem 32% e já valem mais de 1300 milhões

Segundo avança o DN, o Pescado tornou-se no produto agroalimentar com mais peso nas exportações nacionais, à frente do vinho, do azeite ou dos hortícolas. Em 2022, as vendas para o exterior representaram mais de 1317 milhões de euros, um crescimento de 31,7% face a um ano antes, e é um sector que vale actualmente mais de dois mil milhões de euros do Valor Acrescentado Bruto (VAB).

Assim corre o negócio do pescado português – fileira que inclui a pesca, a aquacultura e a transformação -, como diz o presidente da Associação da Indústria Alimentar pelo Frio (ALIF), Manuel Tarré. Adianta que a aposta na qualidade do produto e na internacionalização das empresas, assim como no turismo, explicam o aumento da procura.

Valores notáveis, considera Manuel Tarré, uma vez que esta é única área do sector agroalimentar que importa o produto, o transforma e exporta. Isto porque Portugal não é autossuficiente em peixe. “Nós pescamos nas nossas águas cerca de 180 mil toneladas de peixe, e consumimos cerca de 500 mil toneladas por ano”, explica o presidente da ALIF. Significa que, tanto para consumo interno como para exportar, é preciso comprar peixe.

“É notável o que se faz com o produto que é trazido para Portugal e transformado em fábricas, seja em conservas, secos (como o caso do bacalhau) ou os próprios congelados. E exportado com o valor acrescentado, made in Portugal”, louva o responsável.

Apesar da bondade dos números, Manuel Tarré faz questão de frisar que o preço alto que actualmente o consumidor paga pelo peixe fica praticamente definido na origem. E tudo começou na pandemia. Os barcos não podiam sair para a pesca e quando saíam e traziam pescado, este era imediatamente comprado, por preços, muitas vezes, exacerbados.

DGRM: Portugal utiliza 80% da quota do goraz e pesca pode ser encerrada.

Portugal utilizou 80% da quota de pesca do Goraz, podendo assim estas capturas vir a ser encerradas, avisou a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

“Considerando os dados das capturas de goraz (‘pagellus bogaraveo’), efetuadas pela frota portuguesa nas águas da União e águas internacionais da subzona nove [‘Atlantic Iberian Waters’], informa-se que a utilização da quota atingiu os 80%”, lê-se numa nota da DGRM.

Perante este cenário, conforme indicou, pode vir a ser necessário proceder ao encerramento da pesca do goraz.

A DGRM é um serviço central da administração directa do Estado, com autonomia administrativa, que tem por objectivo o desenvolvimento da segurança e serviços marítimos, a execução das políticas de pesca e a preservação dos recursos.