Robot que investiga Oceano Atlântico partirá dos Açores.

A Ilha do Faial, nos Açores, lançou no dia 25 um equipamento de avaliação dos ecossistemas marinhos para o Oceano Atlântico. O aparelho, chamado de glider, percorrerá todo o território marinho entre as Canárias, Cabo Verde e Brasil, entre outros.

A primeira paragem será daqui a um mês, na ilha de Grande Canária, Espanha, e, a partir daí, serão definidas novas etapas. O objetivo é avaliar o estado dos ecossistemas e a forma como estes têm sido afetados pelas alterações climáticas, para que seja possível desenvolver estratégias de uso sustentável dos recursos do Oceano Atlântico.

O glider tem capacidade de realizar “missões de forma autónoma, com duração de semanas, ou meses, funcionando continuamente mesmo em condições extremas, e com um custo menor do que os levantamentos realizados por navios de investigação oceânica”, pode ler-se no comunicado do Instituto de Investigação em Ciências do Mar, que detalha o projeto Mission Atlantic.

O estudo é feito através de sensores, sondas científicas e hidrofones, que irão recolher diversos parâmetros oceanográficos, entre eles a presença de animais. A missão “vai permitir ter uma visão sinóptica da variabilidade ao longo do eixo norte-sul, através do Oceano Atlântico, demonstrando ao mesmo tempo o enorme potencial que estas ferramentas podem ter numa perspectiva de observação automatizada do Oceano para suportar a avaliação do seu estado ambiental e dos impactos atuais e futuros da ação humana”, explica Pedro Afonso, investigador do OKEANOS. 

O lançamento está a cargo do OKEANOS – Instituto de Investigação em Ciências do Mar, da Universidade dos Açores, e está integrado no Mission Atlantic, que decorre até 2025 e que reúne 33 organizações, abrangendo um total de 14 países de três continentes: Europa, África e América.

Toyota: Pilha de combustível a hidrogénio em navios e portos

Tecnologia aplicada em carros chega a um novo sistema de alimentação de navios

Depois de comprovada em utilização em mais de 20 mil veículos da marca japonesa em todo o mundo, a tecnologia de pilha de combustível de hidrogénio da Toyota acaba de chegar à alimentação de navios e estruturas marítimas para uma actividade mais limpa de emissões.

É neste contexto que a empresa norueguesa Corvus Energy, um fornecedor marítimo de soluções de energia limpa, especializado em abastecimento de portos, navios e estruturas offshore, apresentou o Pelican Fuel Cell System, um bloco fornecedor ou extensor de energia, que recorre a módulos fuel cell fornecidos pela Toyota.

O Pelican é composto por quatro módulos a hidrogénio, fornecidos pela Toyota, assentes em posição horizontal dentro de único bloco, mas possui tecnologia escalável que lhe permite ser ligado a vários outros módulos, na mesma configuração, de forma a aumentar a capacidade do conjunto.

A sua utilização marítima poderá surgir como extensor de um sistema de propulsão elétrica num navio, como back-up energético e, acima de tudo, para garantir uma operação zero emissões durante mais tempo.

De acordo com informação revelada à imprensa, o sistema foi desenhado para ser um dos mais seguros do mercado e pode ser utilizado em espaços com reduzidos requisitos de sistemas de suporte de segurança e ventilação, sendo destinado a soluções de curta e média distância.

Esta pode ser uma solução para acelerar a descarbonização marítima, pois, para além de poder ser instalado como forma (auxiliar) de locomoção dos navios, pode ter utilidade nos próprios portos, assegurando um fornecimento de energia limpa aos navios, enquanto estes estão atracados em cargas ou descargas.

O Corvus Pelican Fuel Cell System estará em comercialização a partir de 2024 e foi desenvolvido ao abrigo do projeto H2NOR que junta a Toyota, Corvus Energy e outros parceiros.

Marina do Porto Santo preparada para os meses de maior movimento.

A Administração dos Portos da Madeira concluiu a manutenção periódica do sistema de amarração do fundeadouro interior da marina do Porto Santo, que continua a ser muito procurada. 

Registou  de Janeiro até 21 de Junho, um movimento total de 99 embarcações, (86 no fundeadouro interno e 13 no exterior).

A Presidente do Conselho de Administração, Paula Cabaço, refere que “este trabalho decorreu no quadro das competências da APRAM e com objectivo de garantir as condições de utilização em segurança dos utentes da marina do Porto Santo.”

Plano de imposto sobre emissões apoiado por mais de 20 países .

Mais de 20 países e organizações regionais apoiaram propostas para uma taxa sobre as emissões da indústria naval antes de uma reunião da Organização Marítima Internacional (IMO) no próximo mês, disse a presidência francesa no final de uma cimeira em Paris. 

A navegação, que emite 2,9% do total de gases de efeito estufa, escapou em grande parte da tributação porque o alto mar não está na jurisdição de nenhum governo. Se a IMO, o órgão das Nações Unidas que regula o transporte marítimo, taxasse as emissões de carbono, isso encorajaria os transportadores a tornarem-se ecológicos mais rapidamente. O órgão poderia então canalizar o dinheiro arrecadado, talvez 100 bilhões de dólares por ano, para os países mais pobres para ajudá-los a lidar com a mudança climática.

O resumo de um presidente das discussões na cimeirq sobre um Novo Pacto de Financiamento Global, disse que 23 países e organizações regionais se comprometeram a adoptar uma ambiciosa estratégia IMO revisada de GEE (emissões de gases de efeito estufa) na sua reunião de comité entre 3 e 7 de julho de 2023.

“Colocar o sector de transporte marítimo internacional num caminho consistente com a meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 grau”, disse o resumo. Os países apoiaram a adopção do princípio de uma taxa sobre as emissões de gases de efeito estufa do transporte marítimo, disse o resumo.

 “Sublinhando que a receita da taxa deve contribuir notavelmente para uma ‘transição justa e equitativa’ sector de transporte marítimo”, disse o resumo. A presidência nomeou Dinamarca, Noruega, Chipre, Espanha, Eslovénia, Mónaco, Geórgia, Vanuatu  Coreia do Sul, Grécia, Vietname, Lituânia, Barbados, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Irlanda, Maurícias, Quénia, Holanda, Portugal, Nova Zelândia e Comissão Europeia.

Porto de Lisboa cresce 6,8% no 1° quadrimestre.

Foi de 3.608.551 toneladas o total da carga movimentada no Porto de Lisboa nos primeiros quatro meses de 2023, o que representa um aumento de 6,8%, face a 2022.

Este crescimento é justificado pela melhoria no desempenho dos vários segmentos, nomeadamente da carga contentorizada, granéis líquidos e granéis sólidos, bem como o aumento do número de navios.

No primeiro quadrimestre de 2023, o destaque vai para o número de navios que escalou o Porto de Lisboa: 703, dos quais, 536 de carga. Este número representa um crescimento de 9% relativamente ao mesmo período do ano anterior.

Os granéis líquidos e sólidos foram também segmentos com destaque positivo, tendo registado um crescimento de 10%, face aos primeiros quatro meses de 2022. Nos líquidos foram alcançadas as 478.166 toneladas nos primeiros quatro meses do ano, enquanto nos sólidos se atingiram as 1.761.051 toneladas.

A carga contentorizada atingiu 1 milhão e 315 toneladas de janeiro a abril de 2023, um valor que representa um crescimento de 20.744 toneladas, ou seja, mais 2% face ao período homólogo.

O balanço do primeiro quadrimestre de 2023 revela-se assim positivo, com um crescimento sustentado, assente nas características únicas do porto para processar todos os tipos de cargas, na eficiência dos terminais, na posição geoestratégica privilegiada e na aposta do Porto de Lisboa em reforçar investimentos e em recuperar rotas, nomeadamente transatlânticas, como por exemplo para os Estados Unidos, Brasil, Argentina, entre outros.

Foto: Vitor Oliveira.

Portos perderam cerca de 10% da movimentação de contentores

De acordo com a informação prestada hoje pela AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, os portos nacionais movimentaram cerca de 658 mil TEU durante o 1° trimestre de 2023.

Os dados revelados representam uma descida de 9,6%, em relação ao mesmo período de 2022, que representa menos 70 mil TEU, ficando ainda 100 mil TEU abaixo do mesmo período de 2019, ano de referência antes da pandemia.

Dados dos Portos do 1° trimestre – carga contentorizada:

Porto de Sines: No 1° trimestre do ano corrente executou 350,6 mil TEU, descida de 15,2%, 63 mil TEU a menos.

Porto de Leixões: No 1° trimestre do ano corrente, executou 166,4 mil TEU, descida de 4,7%, dez mil TEU a menos.

Porto de Lisboa: No 1° trimestre do ano corrente, executou 91,7 mil TEU, descida de 3,8%, mil TEU a menos.

Porto de Setúbal: No 1° trimestre do ano corrente, executou 42,8 mil TEU, subida de 1,8%, mil TEU a mais.

Porto da Figueira da Foz: No 1° trimestre do ano corrente, executou 5,1 mil TEU, crescimento de 52,2%.

Porto de Aveiro: Surge no balanço destes primeiros três meses com cerca de 1 500 TEU movimentados.

Portos de Aveiro/Figueira da Foz lançam concurso público para serviço de reboques e amarração

Os Portos de Aveiro e da Figueira da Foz lançaram, no passado dia 16 de junho, um concurso público internacional para a concessão, em regime de serviço público, do serviço de reboques e amarração.

Este concurso, com um prazo de concessão de 10 anos, permitirá dotar os Portos de Aveiro e da Figueira da Foz com uma frota de rebocadores moderna e de maior capacidade de tracção, de modo a dar resposta ao aumento da dimensão actual e futura dos navios que os procuram e ao objectivo de descarbonização das actividades de ambos os portos.

Para avaliação das propostas, o subfactor “valor das tarifas”, com um peso de 80%, assume papel decisivo na escolha da proposta economicamente mais vantajosa, de modo a se assegurar o aumento da competitividade dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz. As propostas serão ainda avaliadas atento o subfactor “caraterísticas da frota obrigatória” proposta pelos concorrentes, possuindo como factor de ponderação o valor de 20%.

O prazo para entrega das propostas termina a 16 de outubro de 2023.

Vela revela design de trimarã de carga 100% movido a vento

O designer francês e armador de veleiros de carga de nova
geração Vela revelou o projecto do primeiro navio de carga trimarã alimentado
100% por energia eólica.

O projecto da embarcação de três cascos inspirada em corridas
oceânicas está em desenvolvimento desde setembro de 2022 e a produção está
programada para começar no início de 2024. Quando construída, a embarcação
transportará mercadorias pelo Oceano Atlântico usando apenas energia eólica.
Vela acredita que a primeira embarcação será lançada em 2025.

A equipe do Vela afirma que esse novo projecto proporcionará
uma redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa na propulsão em
comparação com os porta-contentores convencionais. A empresa também acredita
que o design do trimarã aumentará a estabilidade da embarcação e a segurança da
carga. O projectista do navio acrescentou que o trimarã poderá acomodar até 450
paletes dos EUA – equivalente a 51 teu ou 560 paletes da UE.

A embarcação também terá um impacto ambiental menor do que
outros navios de carga, sendo construída com alumínio reciclado com interiores
feitos de materiais de origem biológica e geológica. Todos os componentes do
navio também foram projectados para serem desmontados para reutilização em
outros navios Vela ou outros fins.

A primeira dessas embarcações deverá fazer a sua viagem
inaugural em meados de 2025, navegando na rota transatlântica entre a Europa e
os Estados Unidos. A Vela garante um prazo de armazém a armazém de 10 a 15
dias, incluindo carga, trânsito e descarga, o que a coloca entre o frete aéreo
convencional e o marítimo. Olhando para o futuro, Vela pretende ter uma partida
da França para os EUA e vice-versa a cada nove dias até 2028.

“Escolher a rota marítima França-EUA não teve muito raciocínio. Os
Estados Unidos são o segundo maior destino de exportação de produtos de luxo
franceses. Além disso, o vento é abundante e previsível no Atlântico Norte”,
disse Michael Fernandez-Ferri, cofundador da Vela.

Com este projecto, a Vela junta-se a uma miríade de empresas
compatriotas que têm desenvolvido navios de carga movidos a vela nos últimos
anos. Apenas este ano, a Zephyr & Borée encomendou cinco porta-contentores de 1.300
TEU assistidos pelo vento, enquanto o fabricante de pneus Michelin garantiu a
aprovação em princípio da DNV para o seu sistema de vela de asa inflável,
telescópico e automatizado para navios.

Outras empresas francesas envolvidas com projectos
relacionados ao vento incluem Airseas, TransOceanic Wind Transport, CRAIN
Technologies e Grain de Sail, entre outras.

MSC Group estabelece parceria com Gasum para fornecimento de GNL e GNL-renovável

A Cruise Division do MSC Group e a Gasum estabeleceram um
acordo de longo prazo para o fornecimento de Gás Natural Liquefeito (GNL) para
o novo navio MSC Euribia e assinaram uma Carta de Intenções com o objetivo de
cooperar no fornecimento de e-LNG sintético feito com energia renovável.

Segundo comunicado da MSC Cruzeiros, este acordo é “parte da
estratégia da Cruise Division para alcançar zero emissões de gases de efeito
estufa para as suas operações marítimas até 2050”.

 A companhia de cruzeiros sublinha que esta é uma “cooperação
histórica” para garantir o acesso da MSC Cruzeiros ao gás sintético liquefeito,
que é produzido utilizando hidrogénio, criado por hidrólise com energia
renovável e C02 capturado.

“A Gasum e a MSC Cruzeiros estão juntas a criar em parceria
um itinerário acionável para reduzir as emissões nas operações de cruzeiros da
MSC Cruzeiros com volumes consideráveis de vários milhares de toneladas de
e-GNL a partir de 2026”, explica a companhia.

Esta parceria inclui um acordo de longo prazo para o
fornecimento de GNL ao MSC Euribia, o novo navio da MSC Cruzeiros, que foi
inaugurado no início deste mês de junho e que utiliza este tipo de combustível
menos poluente.

“A utilização de GNL remove quase todas as emissões de
dióxido de enxofre e partículas, reduz significativamente as emissões de gases
de efeito estufa. Para além disso, a tecnologia GNL a bordo permite que a MSC
Cruzeiros mude a qualquer momento para biogás liquefeito totalmente renovável
(bio-GNL) ou gás sintético (e-GNL), com o objetivo de atingir reduções de
emissões de gases de efeito estufa até 100%”, acrescenta a companhia de
cruzeiros.

Recorde-se que a primeira viagem do MSC Euribia foi a
primeira da indústria dos cruzeiros sem emissões poluentes, uma vez que o navio
usou
  biogás liquefeito adquirido pela
Gasum como combustível para esta viagem.

“O navio navegou durante quatro dias de Saint-Nazaire ,em
França, para Copenhaga, na Dinamarca, e utilizou o bio-GNL através de uma
abordagem de balanço de massa, o método mais eficiente do ponto de vista
ambiental de fornecer os benefícios do biogás renovável. A MSC Cruzeiros
comprou mais de 400 toneladas de bio-GNL da Gasum para mostrar o seu
compromisso com a implementação de combustíveis renováveis e medidas de
transição energética para a viagem pioneira de zero emissões de gases com
efeito estufa”, acrescenta a companhia.

Segundo Linden Copell, vice-presidente da Sustentabilidade
& ESG da MSC Cruises, o fornecimento confiável de GNL é fundamental para
que a companhia de cruzeiros atinja os seus objetivos de descarbonização.

“A parceria com a Gasum permitirá que se consiga
combustíveis novos e mais limpos, necessários para tornar o cruzeiro com zero
emissões uma realidade. Precisamos de mais fornecedores como a Gasum para
intensificar e apoiar a nossa indústria com as suas metas ambientais. Estamos
prontos e à espera para comprar mais desses novos combustíveis”, refere o
responsável.

Qual é a profundidade máxima de um oceano?

 


As águas dos oceanos escondem enormes formações submarinas, cujas dimensões podem até superar as de pontos mais altos da superfície. Por exemplo, o Monte Everest é a maior montanha da Terra com seus 8.849 metros de altura, mas há diversos locais no fundo do mar que superam esse valor, só que em profundidade.

Então, qual será a profundidade máxima que um oceano na Terra pode ter? A maior profundidade já registrada no oceano é a de 10.984 metros, na Fossa das Marianas, localizada no Oceano Pacífico.  O ponto mais profundo da Fossa das Marianas é conhecido como Challenger Deep — ou “Depressão Challenger” —, nome dado em homenagem à expedição de pesquisa que, em 1872, deu a volta ao mundo, estudando os oceanos.

A profundidade de quase 11 km nesse ponto se deve ao movimento de subducção entre a placa tectônica das Marianas e a placa do Pacífico, que entra por baixo da anterior. Isso é possível graças à maior densidade do material que forma a placa que leva o nome de tal oceano — e que conta com algumas das rochas mais antigas da Terra.

O processo de subducção nesta região ainda é indiretamente responsável pela formação das Ilhas Marianas, um arquipélago de 15 ilhas vulcânicas dispostas em um arco que acompanha a extensão da Fossa. Apenas quatro das ilhas são habitadas.

Quais são os lugares mais profundos do oceano?

O Pacífico domina a lista com os pontos mais profundos do mundo, abrigando oito dos dez recordistas. Veja a seguir os 10 pontos mais profundos dos oceanos na Terra:

  1. Challenger Deep (Fossa das Marianas, Oceano Pacífico): 10.984 metros
  2. Horizon Deep (Fossa de Tonga, Oceano Pacífico): 10.882 metros
  3. Galathea Deep (Fossa das Filipinas, Oceano Pacífico): 10.540 metros
  4. Fossa Kuril-Kamchatka (Oceano Pacífico): 10.500 metros
  5. Fossa de Kermadec (Oceano Pacífico): 10.050 metros
  6. Fossa Izu-Ogasawara (Oceano Pacífico): 9.780 metros
  7. Fossa do Japão (Oceano Pacífico): 9.000 metros
  8. Milwaukee Deep (Fossa de Porto Rico, Oceano Atlântico): 8.378 metros
  9. Meteor Deep (Fossa Sandwich do Sul, Oceano Atlântico): 8.265 metros
  10. Richards Deep (Fossa de Atacama, Oceano Pacífico): 8.065 metros

Todos os pontos da lista acima já foram visitados por expedições científicas, confirmando tais medidas.

E quais os pontos mais profundos de cada oceano?

Esses são os lugares mais “abismais” já descobertos em cada um dos cinco oceanos da Terra:

  • Pacífico: ponto Challenger Deep, na Fossa das Marianas, com 10.984 metros
  • Atlântico: ponto Milwaukee Deep, na Fossa de Porto Rico, com 8.378 metros
  • Antártico: Ponto Factorian Deep, na Fossa Sandwich do Sul, com 8.265 metros
  • Índico: Fossa de Java, com 7.187 metros
  • Ártico: Estreito de Fram, com 5.551 metros