Portos em Portugal com melhor performance que Espanha.

De acordo
com a AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, os portos
nacionais  tiveram uma melhor performance
geral que os espanhóis nos primeiros cinco meses do ano, de acordo com os dados
disponíveis.

 De acordo
com o relatório relativo ao mês de Maio, onde se efectuou o enquadramento
ibérico da actividade portuária, ambos os portos registaram perda de cargas,
sendo que a nível nacional, existiu uma baixa de 0,5%, contra a descida de 3,5%
dos portos do país vizinho.

 Em relação a
2022, Portugal ultrapassou Espanha em matéria de carga geral (perdas de 0,9%
contra 5,8%) e nos granéis sólidos (ganhos de 7,5% contra 1%. Espanha só
ultrapassou Portugal no segmento de granéis líquidos ( 2,1% contra 3,6% )

 Em relação
ao mesmo período, mas no segmento contentorizado, os dados da AMT revelam que
Portugal esteve melhor que Espanha nas perdas (-6,1% contra
  -8,3%), 
sendo que na questão do hinterland, os papeis inverteram-se com os
portos nacionais piores que os espanhóis, havendo ainda compensação pelos
resultados obtidos pelo transhipment.

Surf: Gabriela Dinis sagra-se campeã nacional Pro Júnior

Gabriela Dinis sagrou-se campeã nacional Pro Júnior na praia do Mirante, em Santa Cruz. A surfista de 19 anos chegou às meias-finais no Projunior Santa Cruz, 3.ª e última etapa do Junior Tour, conquistando o seu primeiro título nacional na categoria de Sub-20.

Em três etapas realizadas, Gabriela venceu as duas primeiras e terminou em 3.º lugar, ‘ex-aequo’ nesta última e decisiva prova para atribuição dos títulos nacionais masculino e feminino, tendo perdido nas meias-finais para Erica Máximo.

“Estou contente por me ter sagrado campeã nacional de Sub-20, era um dos objectivos para este ano”, afirmou a campeã. “Este circuito de Sub-20 é uma ótima iniciativa da ANS porque, na verdade, muitos de nós deixamos de ser juniores Sub-18 e é importante termos um circuito entre a categoria júnior e a Open. A 1ª etapa do circuito no Porto e Matosinhos correu-me bastante bem, estavam boas ondas e consegui terminar em 1º lugar. Depois na etapa de Viana do Castelo lembro-me que foram mais esquerdas e também consegui ganhar. Esta etapa em Santa Cruz não correu como queria, mas estou contente em ter-me sagrado campeã nacional. Desde sempre que gosto muito de surfar em Santa Cruz e foi aqui que me sagrei campeã nacional pela primeira vez em Sub-16. É um sítio especial para mim e agora ainda mais com este título Pro Júnior. O campeonato teve ondas boas ao longo dos dois dias, melhor no sábado do que no domingo”, analisou.

TransforMAR: o projecto que recolhe plástico para salvar o mar

Está de volta o projecto que, em cinco anos, recolheu das praias portuguesas 180 toneladas de plástico. O TransforMAR – promovido pelo Lidl Portugal juntamente com o Electrão, em parceria com a Brigada do Mar, Marinha Portuguesa e Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), e com o apoio da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Quercus – vai para o sexto ano consecutivo com o objetivo de continuar a salientar a importância da consciência ambiental, remover plástico das praias e promover a economia circular.

Desde 2018 que têm vindo a ser levadas a cabo nas praias portuguesas acções que incentivam não apenas à reciclagem dos resíduos como também à redução da utilização de plástico, dando mecanismos às famílias para contribuírem para um planeta mais sustentável. Ao longo dos anos, o projecto tem vindo a crescer e actualmente marca presença em quase duas vezes mais praias do que na primeira edição. Além disso, o sucesso mede-se também em quantidade de plástico recolhido: se no início foram 1,5 toneladas, no ano passado foram 67.

Mas, mais do que implementar depósitos para a recolha de resíduos de plástico e metal em 20 praias, vão ser feitos jogos e quizzes sobre sustentabilidade para toda a família e atividades lúdicas para crianças em colónias de férias por todo o país, num total de cerca de 30 praias impactadas. A juntar a isto, em colaboração com a Marinha Portuguesa, o TransforMAR vai financiar operações de recolha de redes de pesca em alto mar.

Segundo dados veiculados pela União Europeia, os resíduos produzidos pelas atividades de pesca representam 27% do total dos resíduos marinhos de plástico encontrados no espaço europeu, nos quais se incluem as redes de pesca. E, como o nome do projecto não é em vão, nos últimos cinco anos o plástico recolhido tem sido transformado, dando origem a diferentes produtos, desde aparelhos de atividade física a mobiliário urbano e até t-shirts. Este ano, as redes de pesca recolhidas vão ganhar uma nova vida através de sacos de fibras recicladas cujo valor de venda, indica a Responsável de Sustentabilidade do Lidl Portugal, Ana Burmester, “continuará a apoiar a actividade da Marinha na preservação do habitat marinho”.

Os bons resultados do projecto não significam, contudo, que a necessidade de realizar actividades de consciencialização desapareceu. O facto de apenas 50% das embalagens serem recolhidas e recicladas indica que ainda há muito a fazer. Apesar de há mais de duas décadas o país investir na reciclagem, “os resultados continuam aquém do esperado”, considera Ana Matos, Responsável de Sensibilização, Comunicação e Educação do Electrão.

“Ideias erradas sobre a reciclagem, falta de informação ou algumas dificuldades de acesso às infraestruturas explicam comportamentos menos adequados”, diz ainda. Por isso mesmo, e até que as práticas sustentáveis estejam tão incutidas na nossa rotina como lavar os dentes, as atividades de sensibilização continuam e continuarão a fazer sentido.

Alta temperatura do oceano provoca desastre ambiental no sul da Flórida

O Sul da Flórida (EUA) enfrenta uma catástrofe. Ao longo da extensa costa de recifes do arquipélago Florida Keys, dezenas de cientistas trabalham contra o tempo para resgatar os corais dos recifes, que correm o risco de morrer devido ao grande aumento da temperatura do oceano.

Funcionários de organizações locais navegaram diariamente, nas últimas duas semanas, até aos viveiros que instalaram no mar, a fim de recolher amostras de cada espécie de coral antes que seja tarde demais.

O objetivo é mantê-los a salvo em diversos laboratórios da região, onde serão conservados em tanques com água salgada na temperatura ideal para eles.

Esses seres vivos sobrevivem entre temperaturas de 21 a 28,8 ºC, explicou o coordenador de tecnologia da ONG Coral Restoration Fundation, Alex Neufeld. Mas se o mar está quente demais, os corais expulsam as zooxantelas – algas que vivem nos seus tecidos e fonte de alimentação, energia e coloração. Os corais ficam brancos quando isso acontece, um sinal de que correm risco de vida caso a condição do ambiente não mude.

As temperaturas da água no estreito da Flórida ultrapassaram os 32 ºC na última semana. A baía Manatee bateu o seu recorde na segunda-feira, ao atingir 38,38 ºC.

“A água morna não é boa para nenhum organismo marinho, sejam corais, peixes, lagostas”, diz Neufeld. “Portanto, corremos o risco de ver mortes em massa de peixes, tartarugas marinhas” e outras espécies.

A magnitude do branqueamento dos corais e o facto de ter ocorrido tão cedo, com grande parte do verão ainda por decorrer, são as maiores preocupações dos cientistas.

O recife da Flórida, um dos maiores do mundo, estende-se por cerca de 580 quilómetros das Ilhas Dry Tortugas – 110 quilómetros a oeste de Keys – até St. Lucie Inlet, a quase 200 quilómetros a norte de Miami. E o seu papel no meio ambiente é fundamental. Além de ser o habitat de diversos animais marinhos, constitui uma das principais barreiras de proteção contra furacões e ressacas.

Brian Branigan, um capitão de 65 anos e dono de uma empresa de aluguer de barcos em Big Pine Key, uma região do arquipélago, é uma testemunha da degradação diária dessa barreira de recifes.
“O que aconteceu nas últimas duas semanas é terrível, chocante. Apetecia-me chorar enquanto estava na água, a mergulhar”, diz ele, enquanto pilota uma lancha até ao recife Looe Key, a cerca de 10 km da costa.

Ali, a poucos metros da superfície do mar, nadam barracudas, peixes-papagaio e peixes-cirurgião no local do desastre. Ao lado, os normalmente coloridos corais do recife são agora uma enorme mancha branca.

Negócios como o dele, que levam turistas para pescar ou mergulhar, dependem muito da sobrevivência dos recifes de corais. “Estamos preocupados com o impacto pessoal e financeiro. Tenho a certeza de que isso terá alguma consequência negativa, catastrófica mesmo”, lamenta Branigan.

De acordo com o Escritório Nacional de Gerenciamento Oceânico e Atmosférico dos EUA, os recifes de corais da Flórida geram dois mil milhões de dólares em receita para a eocnomia local e 70.400 empregos.

Os oceanos estão a mudar de cor.

A cor dos oceanos mudou nos últimos 20 anos. Esta mudança, subtil ao olho humano, aconteceu em mais de 56% dos oceanos do mundo – uma área maior do que a superfície terrestre total do nosso planeta.

A alteração na cor dos oceanos significa que os ecossistemas marinhos também podem sofrer transformações. Embora a natureza exata desta mudança ainda não seja clara, os cientistas acreditam que é uma consequência das alterações climáticas induzidas pelo Homem.

“Há anos que faço simulações que me dizem que estas alterações na cor dos oceanos vão acontecer”, disse Stephanie Dutkiewicz, coautora do artigo científico, publicado recentemente na Nature.
“Ver isto a acontecer não é surpreendente, mas assustador. E estas alterações são consistentes com as alterações induzidas pelo Homem no nosso clima”, acrescentou, citada pelo ZME Science.

A cor do oceano é determinada pelas camadas superiores, que refletem as substâncias presentes no seu interior. Enquanto que as águas azuis profundas indicam escassez de vida, as águas mais verdes sugerem a presença de organismos fotossintéticos, nomeadamente fitoplâncton.

fitoplâncton sustenta uma grande variedade de organismos e desempenha um papel muito importante na capacidade do oceano absorver e armazenar dióxido de carbono. É por isso que os cientistas monitorizam regularmente as populações de fitoplâncton à superfície do oceano, analisando a forma como poderão reagir às alterações climáticas.

Para acompanhar as alterações da clorofila, é necessário avaliar o rácio entre a luz azul e verde refletida pela superfície do oceano, através de observações por satélite.

No entanto, em 2010, um estudo alertou para o facto de que, se os cientistas se limitassem a analisar a clorofila, seriam necessários pelo menos 30 anos para detetar qualquer alteração resultante das alterações climáticas.

Neste novo estudo, os investigadores analisaram as medições da cor dos oceanos realizadas pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS), um instrumento do satélite Aqua que capta diferenças de cor impercetíveis ao olho humano.

Realizaram, então, uma análise estatística utilizando em conjunto as sete cores do oceano medidas pelo satélite entre 2002 e 2022. Num primeiro momento, analisaram a variação das cores de região para região durante um determinado ano para inferir informações sobre as flutuações naturais.

Depois, alargaram o método a um período mais alargado de duas décadas. Esta análise revelou uma tendência clara que não podia ser explicada pela variabilidade típica anual.

Foi então que os cientistas usaram um modelo climático para verificar se existia uma ligação entre a tendência observada e as alterações climáticas. Simularam os oceanos em dois cenários diferentes: um com a adição de gases com efeito de estufa e outro sem.

O primeiro cenário previa alterações na cor dos oceanos em cerca de 56% dos oceanos do mundo, em conformidade com o que a equipa descobriu.

“Isto sugere que as tendências que observamos não são uma variação aleatória no sistema terrestre”, destacou B.B. Cael, principal autor do estudo. “As conclusões são consistentes com as alterações climáticas antropogénicas.”

Peniche prepara maratona de dois dias sobre os oceanos

É uma maratona, mas não é uma maratona normal. É sobre o mar. E vai decorrer em Peniche. A Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) de Peniche, do Politécnico de Leiria, acolhe o Ocean Hackathon.

Trata-se, explica a organização, de “um evento ininterrupto de 48 horas durante o qual as equipas participantes desenvolvem um protótipo para resposta a desafios colocados por diferentes entidades nacionais e internacionais”. Sim, este evento tem um objetivo: ajudar a dar resposta a questões relacionadas com os oceanos.

Na verdade, ainda faltam praticamente quatro meses até à sua realização. Para já, está em curso, até a próxima terça-feira, a submissão de projetos. Esta é a primeira vez que este encontro decorre em Portugal, adianta nota do Politécnico de Leiria. Em concreto, decorre de 17 a 19 de novembro em Peniche.

Iniciativa do Campus Mondial de la Mer, Brest, França, o evento “incentiva a partilha de dados, a utilização de novas tecnologias digitais e o espírito empreendedor”.

Pretende ainda “criar uma comunidade de partes interessadas em ciência e tecnologia marinha (academia, investigação, economia e entidades institucionais), promover a inovação para dar resposta a questões relacionadas com os oceanos e desenvolver novas abordagens na utilização de dados públicos, recolhidos por um conjunto alargado de instituições de I&D”, explica o Politécnico de Leiria.

O Ocean Hackathon foi lançado em 2026, e conseguiu reunir “uma nova comunidade em torno do oceano e dos ambientes digitais”.  

Esta edição está a cargo do Polo de Peniche do Hub Azul – Smart Ocean (Parque de Ciência e Tecnologia do Mar de Peniche), do Hub Azul Portugal e do Politécnico de Leiria, tendo como parceiros o MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente), MARE Start Up, CiTUR (Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação em Turismo) e Município de Peniche, e o apoio institucional da Secretaria de Estado do Mar.

“Os detentores dos desafios podem ser uma entidade individual ou uma organização e deverão estar presentes durante o evento, de forma a trabalhar em conjunto com a equipa. Serão colocadas à prova equipas multidisciplinares compostas por estudantes, investigadores e docentes”, refere nota do Politécnico de Leiria.

A organização adianta igualmente que, “ao longo de 48h, irão desenvolver um protótipo que permita dar resposta ao desafio colocado por uma entidade nacional ou internacional, tendo acesso a conjuntos de dados e ferramentas, bem como respetivo acompanhamento de mentores nacionais e internacionais, especialistas na área do desafio, que podem, através da sua experiência e conhecimento técnico e científico, auxiliar no desenvolvimento das ideias da equipa até ao resultado final”, refere a organização.

A construção do protótipo criado em resposta às necessidades das diversas entidades e a reflexão sobre a sua aplicabilidade basear-se-á em bases de dados disponíveis ou a disponibilizar pela organização aos participantes, em resultado de uma parceria internacional alargada.

Os fornecedores de dados concentram os seus esforços na melhoria da acessibilidade e da compreensão dos dados e estão envolvidos no acompanhamento dos participantes ao longo do evento. Entretanto, até 25 de julho, é possível submeter um desafio a colocar aos participantes no Ocean Hackathon, que, além de Peniche, decorre em simultâneo com outras 14 cidades em todo o mundo.

Portugal Campeão da Europa de Surf.

Quando tudo apontava para a vitória da Espanha no Eurosurf 2023, eis que a comitiva portuguesa (bem ao estilo português) consegue dar a volta ao conquistar duas medalhas de ouro (Guilherme Ribeiro e Mafalda Lopes) e sagra-se Campeão da Europa.

Para além dos dois campeões nacionais Guilherme Ribeiro e Mafalda Lopes que conquistaram o ouro em surf, António Dantas e Raquel Bento conquistaram a prata no longboard. Portugal dividiu o pódio com a Espanha (2.º lugar) e a Inglaterra (3.ºlugar). no final da tabela, em 16.⁰ lugar ficou a seleção Belga.

No final da competição, David Raimundo, Seleccionadot Nacional, afirmou que “foi um campeonato muito difícil e mais saboroso por isso. Sabíamos que a Espanha era um candidato muito forte, mas também tínhamos consciência do nosso potencial. As coisas não nos correram bem no início e, depois da eliminação da Gabriela Dinis e do Guilherme Fonseca, pensámos que estava tudo perdido. Felizmente, conseguimos reagrupar-nos e viemos para esta final com a noção de que precisávamos de uma prestação quase perfeita. Acabou por ser assim. Esta é uma equipa incrível, e este é um dos dias mais felizes da minha carreira como treinador.”.

A selecção nacional foi representada no surf por Guilherme Ribeiro (Associação de Surf da Costa da Caparica), Guilherme Fonseca (Peniche Surfing Clube), Afonso Antunes (Ericeira Surf Clube), Erica Máximo (Clube Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos), Gabriela Dinis (Clube Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos) e Mafalda Lopes (Associação de Surf da Costa das Caparica), enquanto António Dantas (Surfing Clube de Portugal) e Raquel Bento (NOCAS) foram os atletas em prova no longboard.

75 mil TEU: Perdas dos Portos até Maio.

A movimentação de contentores nos portos nacionais bateu os 1,2M de TEU entre Janeiro-Maio de 2023, revelando uma baixa de 6,1% , ou seja, os 75 mil TEU mencionado no título,  em relação ao que foi feito no ano transacto.

O Porto alentejano de Sines, que detém 54% de quota do mercado, continuado a ser o mais castigado, como uma quebra acentuada de 8,2%,  em relação a 2022, para um resultado de 644,2 mil TEU, mas superando o score de 2019. 

No Porto de Leixões, atingiu-se os 289,1 mil TEU até ao final do mês Maio, aproximadamente menos 5,5% que no mesmo período de 2022. O porto nortenho teve assim o pior resultado dos primeiros cinco meses do ano desde 2018.

No Porto de Lisboa atingiu-se os 162,3 mil TEU, numa descida de 1,9% em relação a 2022.

No Porto de Setúbal atingiu-se os 69,3 mil TEU, a descer 2,3%. 

No fundo da tabela, encontra-se o Porto da Figueira da Foz subiu 10%, atingindo os 8,3 mil TEU, e o Porto de Aveiro que atingiu os 2,8 mil TEU.

Coruche vai receber Campeonatos do Mundo de Pesca em água doce

A pista do Sorraia, em Coruche, vai ser palco do Mundial de Juniores de Pesca Desportiva em água doce, durante os dias 5 e 6 de Agosto. A iniciativa reúne em competição por títulos individuais e coletivos as seleções de sub-15, sub-20 e sub-25 de 12 países, num total de 31 equipas distribuídas pelos três escalões.

O sorteio dos números de box e o primeiro treino ocorrem 1 de Agosto, de acordo com a grelha de treinos oficial da FIPSed. A cerimónia de abertura e a apresentação das equipas acontece a 3 de Agosto no Parque do Sorraia.

A 6 de Agosto, também no Parque do Sorraia, realiza-se a cerimónia de entrega de prémios. Segundo Carlos Baptista, presidente da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva (FPPD), o rio Sorraia foi o escolhido para a competição por ser “um cenário de rara beleza no Ribatejo”, ideal para acolher “o maior acontecimento mundial das referidas categorias e modalidade em 2023”.

Canal do Panamá mantém níveis competitivos de calado para os próximos meses.

 

A Autoridade do Canal do Panamá anunciou que manterá um calado de 13,41 metros nos próximos meses, “desde que as condições climáticas não variem significativamente das projecções actuais”.

A Autoridade observou que, de acordo com este calado e com esta condição temporária, será permitido o trânsito de uma média de 32 embarcações por dia.

“Como parte de um fenómeno mundial, nos últimos seis meses, o Canal experimentou uma estação seca prolongada com altos níveis de evaporação, com alta probabilidade de uma condição de El Niño antes do final deste ano civil”, apontou a Autoridade num comunicado.

Acrescentou ainda que vem sendo implementando procedimentos para melhorar a eficiência hídrica nas suas operações, ao mesmo tempo em que realiza estudos para identificar soluções de longo prazo para a variabilidade climática.