
A Marinha mantém no terreno um dispositivo de apoio às populações afectadas pela depressão Kristín, que atingiu o Portugal Continental na madrugada de 28 de Janeiro, com impactos significativos na Região Centro.
Em articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, os militares estão a operar em várias frentes, nomeadamente nas zonas da Batalha, Coimbra, Tancos e Leiria, apoiando autarquias e corpos de bombeiros em acções de desobstrução e recuperação de locais, edifícios e vias de comunicação.
O trabalho inclui ainda a manutenção e operação de geradores, a remoção de detritos e o transporte de materiais de construção, numa resposta orientada para repor condições de segurança e normalidade.
No total, a Marinha tem empenhados 140 militares, apoiados por 20 viaturas, 12 botes para resgate anfíbio, cinco geradores e cinco drones, num esforço conjunto centrado na assistência às vítimas da tempestade e na reposição das condições essenciais nas áreas mais afectadas.