Jovens do Barreiro surfaram no Mar depois de aprenderem no Tejo

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A iniciativa decorreu no sábado, pelas 10:00, na Costa de Caparica

Jovens de instituições sociais e escolas básicas do Barreiro tiveram o primeiro contacto com o surf no oceano, depois de se iniciarem na modalidade no rio Tejo, nas ondas originadas pelos catamarans.

Depois de darem os primeiros passos na modalidade na conhecida onda “gasoline”, causada pela passagem dos barcos no Barreiro, que foi surfada por Garrett McNamara, os jovens experimentaram o oceano.

A associação Gasoline, do Barreiro, que ensina os jovens a surfar no rio Tejo, estabeleceu uma parceria com a Associação de Surf da Costa de Caparica para um intercâmbio.

Esta parceria permitiu proporcionar “aos jovens das instituições e escolas básicas do Barreiro a aprendizagem e o primeiro contacto com o surf no rio, sempre com o intuito de darem o salto para as ondas de mar”, disse Ricardo Carrajola, presidente da Gasoline.

Já Miguel Gomes, da Associação de Surf da Costa de Caparica, salientou a importância de serem desenvolvidas actividades que reforçam o associativismo entre os clubes e as associações de surf.

“O facto de podermos apoiar o desenvolvimento destes jovens deixa-nos orgulhosos, sendo que um dos nossos objetivos deste e do próximo ano também passa por proporcionar aulas de surf a jovens carenciados”, defendeu.

Foto: Ionline

III Feira Náutica do Tejo foi um sucesso

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A Feira Náutica do Tejo assume-se cada vez mais como o maior evento náutico do país e prova disso foi a terceira edição, que decorreu de 29 de maio a 1 de Junho na doca de Pedrouços, a qual superou as expectativas relativamente à afluência e à adesão dos visitantes à oferta de actividades no plano líquido.

A inauguração do evento contou com a presença da senhora Ministra da Agricultura e do Mar, Dr.ª Assunção Cristas, a qual reconhece um dinamismo crescente ligado ao mar e às actividades náuticas. A Dr.ª Andreia Ventura, do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, também interveio, vincando a importância da Feira Náutica do Tejo e o crescente desenvolvimento da APL no panorama da náutica de recreio.

A APL promoveu também o seu enfoque no novo modelo de gestão da náutica de recreio, alicerçada num contacto mais directo com o cliente final através dos meios de comunicação digital, novo fardamento para os colaboradores das docas de recreio, implementação de sistema de gestão ambiental e nova imagem dos meios de informação baseados no novo formato de gestão comercial.

A Feira Náutica do Tejo permitiu também reunir vários intervenientes do mundo desportivo e náutico, entre os quais se destaca Ian Walker, skipper na Volvo Ocean Race.

A APL congratula-se pelo sucesso deste evento, enquanto co-organizadora, preconizando o desenvolvimento de todas as potencialidades que o estuário do Tejo oferece no que respeita às actividades náuticas e à actividade de marítimo-turística.

Fonte: PDP

Garrett McNamara volta a Portugal para pôr à prova ondas únicas no Tejo

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A convite da Gasoline – Associação Cultural e Desportiva do Barreiro e do Turismo de Portugal, o surfista norte-americano Garrett McNamara, que pôs Nazaré nas bocas do mundo do surf, virá perseguir a onda provocada pelos catamarans do grupo Transtejo.

O evento, no dia 28 de Abril às 6h10 da manhã, faz parte de uma iniciativa do Turismo de Portugal chamada “McNamara Surf Trip”, e pretende dar a conhecer as ondas do país a que o surfista do Hawai insiste sempre a regressar. De 27 a 30 de Abril, serão feitas filmagens de um documentário sobre o surfista e a sua relação com o mar português.

McNamara viajará a bordo dos catamarans da frota Soflusa, a partir do Terminal Fluvial do Terreiro do Paço, em direcção à praia do Bico do Mexilhoeiro no Barreiro, onde se junta a Ricardo Carrajola, presidente da associação Gasoline, para surfar uma das raras ondas na margem sul do rio Tejo.

A onda tem o nome da associação. “Gasoline remete para o rasto deixado pelo barco e é também o que dizemos quando a onda está no máximo potencial”, conta o presidente da associação de promoção dos desportos de acção (surf e skateboard), formada em 2013, que trabalha com jovens de várias instituições do concelho do Barreiro. A onda, segundo Ricardo Carrajola, só se forma “quando a maré está vazia, é hora de ponta e o barco está cheio”, e só em seis dias por mês, o que a torna numa oportunidade rara para os adeptos desta modalidade.

O surf no rio Tejo começou há cerca de dez anos entre um grupo de amigos, no qual se inclui Ricardo Carrajola, quando os cacilheiros que faziam a ligação entre Lisboa e o Barreiro foram substituídos por catamarans, tipo de barco mais rápido e potente cuja passagem cria ondas ribeirinhas capazes de rivalizar com as oceânicas.

Editado por Ana Fernandes

Fonte: Público

Surf, kite, bodyboard ou SUP. O que importa é estar dentro de água

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Faltam pouco mais de dois meses para a Feira Náutica do Tejo arrancar

Após dois anos de sucesso, a 3ª edição da Feira Náutica do Tejo está de volta a Algés. “Depois de analisarmos os resultados de 2013, concluiu-se que a Feira do Tejo tem grande potencial de crescimento e poderá tornar-se uma referência no contexto nacional. Com a dinamização, promoção e os parceiros certos, poderemos num curto espaço de tempo tornar esta feira como a maior Feira Náutica Outdoor do país”, lê-se no site da organização.

Vela, motonáutica, kitesurf, windsurf, surf, bodyboard, wakeboard, Stand Up Paddle (SUP), caiaque surf, skimboard e mergulho são alguns dos desportos contemplados, dando a oportunidade ao público de experimentar cada uma das modalidades náuticas. “Haverá possibilidade de experimentarem novos desportos, fazer test drives de equipamentos dentro de água, seja de barco à vela ou a motor, entre outras surpresas”, contou ao i Francisco Lufinha, um dos organizadores do evento.

O kitesurfista, que em Setembro do ano passado bateu o recorde mundial, percorrendo a costa portuguesa da Foz do Douro até Lagos, sem paragens, decidiu juntar-se ao evento que no ano passado contou com mais de 50 mil visitantes. “Como sou fã deste conceito, este ano juntei-me ao “barco”, através da Associação +Mar, da qual sou presidente”, explicou-nos.

“Esta é actualmente a maior feira náutica de Portugal e onde estarão as empresas de referência de cada modalidade e os representantes das várias marcas de material náutico e desportivo. É única por ser uma feira ao ar livre, junto ao mar, onde se pode ir facilmente de bicicleta ou mesmo de barco. Sem dúvida para visitar e levar o fato de banho”, sublinhou.

À semelhança da edição anterior, este ano haverá também a 2ª Regata Feira Náutica do Tejo, que contou em 2013 com mais de 30 veleiros. A juntar-se às muitas actividades, “haverá ainda concursos, música ao vivo e workshops com temas ligados ao mar.”

Assim, nos dias 29, 30, 31 de Maio e 1 de Junho o encontro está marcado na Doca de Pedrouços, em Algés.

Fonte: Ionline

Navegabilidade do Tejo é a novidade no sector portuário

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O PETI assume na íntegra as prioridades de investimento elencadas pelo GT-IEVA para o sector marítimo-portuário e acrescenta-lhe apenas uma: a melhoria da navegabilidade e descontaminação do estuário do Tejo.

 

Entre os principais portos do Continente, Viana do Castelo é o único que continua a não constar do PETI.

 

O sector marítimo-portuário concentra 19 dos 59 projectos elencados, prevendo-se um investimento global de 1,5 mil milhões de euros, maioritariamente suportado por investidores privados (945 milhões de euros).

 

Leixões é o porto com mais projectos contemplados: terminal de cruzeiros, novo terminal de contentores, expansão do terminal de contentores Sul e plataforma logística.

 

Mantém-se igualmente a aposta no novo terminal de contentores em Lisboa (para já sem localização definida), na expansão/optimização do terminal de Alcântara (que se projecta poder atingir os 850 mil TEU/ano) e na reactivação do cais da Siderurgia Nacional no Seixal. Além do novo terminal de cruzeiros.

 

A novidade é mesmo o investimento de 50 milhões de euros na melhoria da navegabilidade e e na descontaminação do estuário do Tejo, com especial incidência nos cais da Siderurgia Nacional, no Seixal, e da Cimpor, em Alhandra.

 

Para Sines mantém-se a expansão do Terminal XXI. Para Setúbal, prevê-se a expansão do terminal ro-ro e a melhoria das acessibilidades marítimas. Melhores acessibilidades são também projectadas para Aveiro, Figueira da Foz e Portimão e Faro.

 

Aveiro tem ainda previstos investimentos nas na ZALI e a na plataforma de Cacia e na melhoria das condições de operação dos terminais ro-ro/contentores, de granéis sólidos e granéis líquidos.

 

Aumentar em 50% o movimento de contentores nos portos nacionais (medido em TEU) e o movimento de passageiros de cruzeiros são objectivos do PETI para o sector.

Fonte: Transportes e Negócios.