Elite mundial do surf enche Mar Português a partir de 1 de Outubro

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A elite mundial do surf vai estar em Portugal, entre 1 de Outubro e 3 de Novembro, para participar em quatro eventos internacionais que têm um total de 1,15 milhões de dólares em prémios para atribuir aos melhores. O investimento directo de cerca de 3,2 milhões de euros na organização dos eventos tem retorno garantido na visibilidade do destino, de acordo com o responsável da organização.

“Quero começar por agradecer aos surfistas portugueses o esforço e o empenho em levarem o nome de Portugal além-fronteiras”, disse Francisco Spínola, da Ocean Events. “Falamos de um investimento directo de cerca de 3,2 milhões de euros para tornar possível a existência destes eventos, no entanto o retorno que temos obtido é compensado. A projecção que Portugal tem ganho, baseada numa das maiores riquezas que temos – o mar -, cresce ano após ano”, adiantou.

O calendário das provas inicia-se a 1 de Outubro, com a Cascais Women’s Pro, a decorrer até dia 7, em Carcavelos/Guincho, com a prova de WCT Feminino a valer um prémio de 250 mil dólares.

Segue-se, no mesmo local, de 7 a 11 de Outubro, a Cascais Billabong Pro, para a WQS Prime Masculino e um prémio de 250 mil dólares e a qualificação a contar para o Cascais Trophy. Estão inscritos 28 dos 34 surfistas pertencentes à elite do surf mundial, tal como Mick Fanning (três vezes campeão do mundo), Taj Burrow, Adriano de Sousa, jordi Smith, Julian Wilson e JJ Florence, entre outros. No final do dia, a organização espera mais de 15 mil pessoas para a festa Moche Tony Hawk & Friends Show.

De 12 a 23 de Outubro, decorre a prova Moche Rip Curl Pro Portugal ou WTC Masculino, entre Peniche e Guincho, com um prémio monetário de 500 mil dólares e também a contar para o Cascais Trophy. O brasileiro Gabriel Medina será o centro das atenções, de acordo com a organização, visto que poderá “vir a conseguir a desforra da prestação de há dois anos”.

E, de 24 de Outubro a 3 de Novembro, na Ericeira, realiza-se a Allianz Ericeira World Juniores, cujo prémio monetário ascende a 150 mil dólares.

Fonte: Dinheiro Vivo

Foto: Direitos Reservados

Jovens do Barreiro surfaram no Mar depois de aprenderem no Tejo

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A iniciativa decorreu no sábado, pelas 10:00, na Costa de Caparica

Jovens de instituições sociais e escolas básicas do Barreiro tiveram o primeiro contacto com o surf no oceano, depois de se iniciarem na modalidade no rio Tejo, nas ondas originadas pelos catamarans.

Depois de darem os primeiros passos na modalidade na conhecida onda “gasoline”, causada pela passagem dos barcos no Barreiro, que foi surfada por Garrett McNamara, os jovens experimentaram o oceano.

A associação Gasoline, do Barreiro, que ensina os jovens a surfar no rio Tejo, estabeleceu uma parceria com a Associação de Surf da Costa de Caparica para um intercâmbio.

Esta parceria permitiu proporcionar “aos jovens das instituições e escolas básicas do Barreiro a aprendizagem e o primeiro contacto com o surf no rio, sempre com o intuito de darem o salto para as ondas de mar”, disse Ricardo Carrajola, presidente da Gasoline.

Já Miguel Gomes, da Associação de Surf da Costa de Caparica, salientou a importância de serem desenvolvidas actividades que reforçam o associativismo entre os clubes e as associações de surf.

“O facto de podermos apoiar o desenvolvimento destes jovens deixa-nos orgulhosos, sendo que um dos nossos objetivos deste e do próximo ano também passa por proporcionar aulas de surf a jovens carenciados”, defendeu.

Foto: Ionline

O Cristiano Ronaldo também sabe surfar ?

Cristiano Ronaldo numa prancha de Surf ? Terá o Melhor Jogador do Mundo trocado os relvados pelas ondas ? Ou apanhou umas ondas agora nas férias pós-mundial ? Até poderia ser um escape de uma época desgastante ! Mas apesar de Cristiano Ronaldo já ter manifestado o interesse em aprender a prática desta modalidade, não passa de um sósia do CR7 equipado com as cores nacionais, algures onde o Mar está na crista da Onda !

Pranchas da Semente na Exposição – “Made In Portugal – Surf”

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A Semente Surfboards é uma das marcas nacionais de pranchas de surf que colabora na exposição “Made in Portugal – Surf” que inaugura na próxima quinta-feira, 3 de Julho, pelas 19.00h, no MUDE – Museu do Design e da Moda, em Lisboa.

No interior do edifício da Rua Augusta poderemos um dos novos modelos da Semente enquanto no exterior estão pranchas usadas que decoram a fachada e não deixam ninguém indiferente.

 

Segundo a organização da mostra, o MUDE olha para o universo do surf e volta a revestir a fachada da Rua Augusta, desta vez com mais de 100 pranchas desenhadas e produzidas em Portugal por micro e pequenas empresas nacionais. O enfoque é colocado no papel essencial que a prancha tem para a performance que tem vindo a ser notícia nas revistas e televisões. A sua forma, meticulosamente desenhada e aperfeiçoada pelo shaper, autor da alma da prancha, tem de cortar na perfeição a onda, ser resistente e leve ao mesmo tempo, ágil, mas também elegante e estilizada. As cores e os desenhos vêm dar-lhe animação, mas é na sua forma, no seu design, que o segredo reside.

 

As marcas de pranchas de várias gerações e com um posicionamento diferente entre si, partilham alguns valores como a paixão pelo mar e pelo surf; a dedicação absoluta ao seu trabalho; a procura incansável pela excelência; uma alegria e descontracção contagiantes e “um estar de bem com a vida”.

 

Para além das pranchas da fachada, usadas por profissionais e amadores, no interior do Museu apresentam-se sete exemplares característicos de cada uma das marcas. Outras sete pranchas serão pintadas por André Saraiva, passando a integrar o espólio do MUDE.

 

A exposição fica patente de 4 de Julho a 31 de Outubro.

 

Mais informações: http://www.mude.pt

 

Fonte: SurfPortugal.pt

Espinho aposta no surf para cativar turismo

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O objectivo principal é fazer da cidade de Espinho um local de referência a nível mundial. O projecto ‘Espinho Surf Destination’ não só pretende trazer os amantes da modalidade à região como também proporcionar novas hipóteses de negócio e cativar mais turistas

Espinho quer surfar contra a crise e decidiu apostar na modalidade para atrair novos turistas à cidade. O ‘Espinho Surf Destination’, destina-se não só a fazer da cidade um ponto de referência para a modalidade mas também a tornar Espinho num local de interesse turístico e económico.

“Temos oito quilómetros de praias fantásticas e das melhores direitas [ondas com ondulação da direita] de Portugal”, destacou à publicação Gonçalo Pina, um dos organizadores do projecto.

Colocar a cidade no mapa dos principais eventos de surf é uma das apostas desta iniciativa que vê o evento a atrair ainda mais turistas à região.

O evento, que foi submetido a uma candidatura a fundos comunitários, tem data marcada para este mês e estarão presentes 

Fonte: Noticias ao Minuto

 

José Ferreira: “O Segredo foi começar a encarar o Surf mais a sério, como um trabalho”

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José Ferreira teve em 2013 um ano de afirmação, sobretudo a nível internacional, chegando-se ao pelotão da frente. O surfista da Linha conta-nos como fez a transição que distingue um jovem surfista de um profissional, sublinhado a vontade que tem em vingar num mundo tão competitivo.

Zé falou ainda dos primeiros meses da nova temporada, que estão resumidos em Basics, o vídeo que lançou recentemente, dos objetivos imediatos e futuros, assim como das motivações que tem para 2014, como, por exemplo, a de ser campeão nacional. Está tudo aqui, nesta entrevista com um surfista que só lhe faltam os títulos para confirmar todo o seu potencial.

 

SURFPortugal – Como classificas estes primeiros meses da temporada, onde te dividiste entre a competição e as viagens? A ida à Austrália e Indonésia foi produtiva?

 

José Ferreira – Foi um pouco aquilo que chamamos de “abre olhos”. Deu para conhecer um pouco uma realidade diferente daquela que temos aqui. Deu para ver a competição de outra maneira e começar a encarar a competição e o treino de outra maneira, como um atleta profissional de qualquer outro desporto.

 

Tenho exemplos na minha família de pessoas bem-sucedidas, que trabalham e lutam por aquilo que querem, e penso que em qualquer área da vida não há maneira de fugir a isso. O surf não é diferente e, com a ajuda de algumas pessoas e a minha próprio perceção, percebi que tinha de trabalhar no limite, pensar em surf o dia todo, estar horas dentro de água, pensar em estratégias e no que fazer em determinados momentos nos campeonatos.

SP – Sentes que é necessário ir para o estrangeiro para conseguir aumentar o nível e ter evolução?

 

JF – Sim, sempre. Para mim quanto mais tempo passar fora de Portugal é sempre um bom sinal para o meu surf. Normalmente, quanto mais tempo passo fora de Portugal melhor fico. Pelo menos no meu caso… Passamos muito tempo fora a competir e quando chegamos ocupamos o tempo com os amigos e a família, e há uma tendência para termos mais distrações. Às vezes não passamos tanto tempo dentro de água, em vez de irmos surfar logo às 7 horas vamos só às 8 porque na véspera fomos sair com os amigos. Já lá fora não há desculpas nem tempo para essas distrações. Acaba por ser uma rotina mais natural.

 

SP – Lançaste um vídeo novo [Basics]. Apesar de apostares forte na competição, achas que esta é uma área em que os surfistas têm de ter alguma preocupação, tentando ser multifacetados?

 

JF – Sim, concordo com isso. Hoje-em-dia as marcas avaliam-nos através de números e temos de nos preocupar com a nossa imagem. Campeões do Mundo só há quatro ou cinco, os outros não o vão ser e por isso têm de tentar arranjar outras maneiras de se equipararem a esses campeões. Por exemplo, o John John Florence está melhor em termos de patrocínio do que o Mineirinho porque tem uma imagem forte e talvez tenha trabalhado nela… A imagem é realmente importante.

 

SP – Onde te vamos poder ver nas próximas semanas e com que objetivos imediatos?

 

JF – Este fim-de-semana vou estar na etapa da Liga Moche na Ericeira e o objetivo é vencer. Depois vou ter algum tempo para me preparar para um dos campeonatos mais importantes do ano, que vai ser no México (6 estrelas). Este ano devido às mudanças na ASP há menos campeonatos no WQS e os que há vou ter de aproveitá-los. O campeonato do México vai ser importante e por isso vou-me preparar para lá chegar na melhor forma possível.

 

SP – Estiveste na Galiza onde a primeira prova europeia do ano foi cancelada. Restam agora quatro etapas do WQS na Europa. Não sentes que a nível do WQS europeu ainda há algumas lacunas?

 

JF – Sem dúvida. Mas é um processo que já esperávamos que acontecesse, pois a ASP apostou na reestruturação dos circuitos mundiais. Na minha opinião o surf é um desporto que está atingir uma escala tão grande como o ténis, o golfe, o futebol, por exemplo. O primeiro sinal disso é ter uma das principais marcas do Mundo, como a Samsung a patrocinar o World Tour. No futuro esta aposta irá chegar ao WQS e aos outros circuitos. Acho que era um pouco difícil mudarem já tudo em grande. Penso que no futuro tudo vai melhorar.

 

SP – Olhando para o teu calendário internacional, há algum campeonato onde pensas que é possível surpreenderes e fazer um bom resultado, numa onda que se adeqúe ao teu surf?

 

JF – O México. Pela pouca experiência que já tive no WQS, penso que por melhor que seja a onda para nós, se não estamos a 100 por cento e se não estamos concentrados chegamos lá dentro e podemos perder para alguém que surfa pior, mas que apanha as melhores ondas. Independentemente da qualidade das ondas, penso que importante é termos boas estratégias e bons métodos de treino e aplicá-los na competição. No ano passado passei alguns heats no México, o que é um ponto a favor, mas não penso que seja isso que me vá fazer ganhar ou perder.

 

SP – Os resultados de destaque alcançados pelo Frederico Morais e pelo Vasco Ribeiro dão-te ainda mais confiança para chegar longe e, quem sabe, entrar no top 100 mundial?

 

JF – Sim, claro. Tenho estado bastante com o Vasco e temos surfado juntos. Puxamos bastante um pelo outro, o que é ótimo. Acho que os portugueses estão bastante bem, com boas expectativas, e isso dá-me mais confiança. Embora ainda não tenha tido grandes resultados internacionais, com exceção da final do 3 estrelas em Pantín, o momento atual deixa-me confiante para tentar entrar no top 100. Mas tudo tem os seus timmings e vou continuar a trabalhar.

 

SP – No ano passado foste uma das surpresas portuguesas a nível internacional, chegando mesmo ao top 150. Qual foi o segredo para esse passo em frente na carreira?

 

JF – O segredo foi ter começado a encarar o surf mais a sério. Passei aquela fase dos 18 anos. Dantes passava imensas horas a surfar mas talvez não encarasse isto como um trabalho. Agora saio de casa às 7 da manhã e chego às 21 e passo o dia todo a fazer coisas relacionadas com o surf. Dantes não era bem assim. Isso fez-me tirar bons resultados e fez passar para fora a mensagem de que as coisas são sérias e mais tarde ou mais cedo boas coisas hão-de vir.

 

“Hoje-em-dia ganhar uma etapa em Portugal talvez seja equivalente a ganhar um WQS de 4 ou 5 estrelas, pois o nível é igual”

 

SP – Em relação à Liga Moche, começaste o ano com um 3.º lugar. O título é um objetivo para este ano?

 

JF – Sim. Felizmente vou poder estar cá presente em todas as etapas, pois nenhuma delas coincide com campeonatos internacionais. Um dos meus principais objetivos é ser campeão nacional, pois o nível e o impacto mediático da Liga Moche são muito grandes. Hoje-em-dia ganhar uma etapa em Portugal talvez seja equivalente a ganhar um WQS de 4 ou 5 estrelas, pois o nível é igual.

 

SP – Do que viste na Caparica, quem pensas que são os principais candidatos ao título?

 

JF – Penso que com o nível que há não se pode falar em candidatos, nem fazer antecipações. Acho que o que se pode dizer é que o top 10 da Liga está fortíssimo e acho que qualquer um tem hipótese de conquistar o título.

 

SP – A Seleção Nacional este ano vai participar no Mundal ISA no Peru, sendo que o seleccionador David Raimundo já afirmou que conta com todos os surfistas, incluindo Tiago Pires. Estar entre os convocados é um desejo teu? Como vês estas mudanças na Seleção Nacional?

 

JF – Para mim é uma honra representar Portugal. O maior prazer que posso ter é ser embaixador do meu país e representar a minha pátria. Não podia estar mais contente com o trabalho que tenho visto por parte da Federação. Tenho de dar os meus parabéns ao presidente, João Aranha, pois está a fazer um enorme trabalho.

 

Há muita gente a fazer um excelente trabalho no surf em Portugal, como o Francisco Rodrigues [Presidente da ANS], o Rui Costa e outros. O David Raimundo, por exemplo, no campeonato de estreia, esteve muito bem no Equador. Acho que há um grupo de pessoas no meio do surf que realmente quer levar as coisas para a frente. As coisas têm mesmo de ser levadas para a frente, pois está a haver um investimento grande no surf em Portugal e as pessoas certas acabam por ser atraídas para os sítios certos. Acho que as perspectivas são óptimas.

Fonte: Surf Portugal

Foto: Ricardo Bravo

Transol cria primeiro autocarro de Surf em Portugal

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Decorreu no Algarve a apresentação daquele que será o primeiro Surf Bus do país. O Algarve Surf Bus, que foi apresentado em Lagos, no Alvor e na praia do Amado, é uma iniciativa da empresa Transol, que faz parte do grupo Barraqueiro, em parceria com a Amado Surf School e a We do Tourism. Ao que a Transportes em Revista apurou este projeto, que irá decorrer durante todo o ano, pretende combater a sazonalidade turística do Algarve atraindo mais turismo, com especial enfoque para o público internacional. Segundo o administrador da Transol, Rui Barata, este serviço será «promovido a nível europeu, com maior destaque para o Reino Unido, Alemanha e Holanda, países que constituem o principal mercado do surf no Algarve». 
O Algarve Surf Bus oferece diferentes modalidades de turismo. Aos turistas são oferecidas quatro possibilidades de viagem com bilhetes entre os 19 euros e os 50 euros. Esta oferta aposta não apenas no surf mas também no «turismo familiar com visitas e percursos pedestres tanto em Sagres como na praia do Amado», considerada “a meca do Surf Algarvio”, no Parque Natural da Costa Vicentina. Através da aquisição do bilhete “course surf”, de 50 euros, será também possível «ter uma aula de surf, de duas horas e meia, onde estão incluídos o fato e a prancha de surf».
Rui Barata salientou o entusiamo e aceitação do público perante este novo serviço, realçando que o Algarve Surf Bus pretende alcançar «uma forte ligação com a comunidade, municípios envolvidos e escolas de surf». 

O percurso deste autocarro, que será de Portimão até à costa vicentina, passa por Alvor, Lagos, Luz, Espiche e termina na praia do Amado. O administrador da Transol prevê a possibilidade de «ainda este mês haver uma nova rota que parte de Albufeira rumo à praia do Amado».

Fonte: Transportes em Revista

Mullaghmore acolhe Conferência sobre Medicina e Surf em Condições Extremas.

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A European Association of Surfing Doctors (EASD) apresenta a 3rd Annual EASD Conference in Surfing Medicine de 9 a 13 de setembro de 2014 em Mullaghmore – Sligo – NW Coast Ireland, com o tema “Taking Surfing Medicine to Extremes”.

 Não há dúvida que a Mãe Natureza respondeu ao chamamento do Surf de Ondas Grandes com as últimas tempestades no Atlântico, que resultaram em alguns swells sem precedentes neste inverno. Ondas de uma ferocidade e magnitude imensas assolaram as costas da Europa Ocidental, muitas delas desbravadas por Water-men e Big Wave riders que se destacaram entre os demais surfistas. Por esse motivo, eles são também quem está sujeito aos maiores riscos. Mas quais são esses riscos? Quais as suas necessidades? Como enfrentam eles os elementos da natureza, o oceano e se superam a si próprios? Nunca como antes, falar de trauma, afogamento, hipotermia, técnicas de salvamento avançadas, metodologias d treino e tecnologia foi tão pertinente. Assim, os aventureiros do surf de ondas grandes e a comunidade médica mundial vão querer marcar presença na 3a Conferência de Surfing Medicine, que terá lugar em Sligo, na Costa Noroeste da Irlanda, de 9 a 13 de Setembro de 2014. O spot de eleição do surf de ondas grandes na Europa, Mullaghmore, servirá de pano de fundo para as palestras e conversas com experts em surf de ondas grandes e medicina. Na lista de palestrantes incluem-se nomes como o do irlandês Peter Conroy, Paramédico e Big Wave rider, finalista do Billabong XXL 2013; a brasileira Dr. Karina Oliani, expert Wilderness Medicine em expedições de trilhos pelas florestas; o havaiano Dr. Clayton Everline, médico do Hawaiian Pipeline Masters Doctor e co-author do livro “Surf Survival”, e muitos outros líderes globais nos seus respectivos campos de trabalho da área da saúde no surf. O Mundo está de olhos postos no surf, esta é a Era da comunicação global e da inovação tecnológica e o surf de ondas grandes é a nova arena dos gladiadores. As indústrias automóvel e de telecomunicações estão a envolver-se na indústria do surf. É agora tempo de nos afirmarmos também, usando a nossas competências profissionais para tratar dos mais bravos entre nós.

Mais informações em: http://www.surfingdoctorseurope.com

Fonte: SurfPortugal

 

Surf: Liga Moche com cinco etapas

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A Liga Moche, a principal competição do surf português, terá este ano cinco etapas. A novidade deste ano é um etapa no Algarve.

«Passaram 16 anos sem termos Aljezur como palco integrante da disputa dos títulos nacionais máximos do Surf em Portugal. Era realmente um ponto a corrigir assim que possível. Voltamos a ter uma Liga Moche de Norte a Sul, um sinal muito positivo de trabalharmos para o surgimento de cada vez mais talentos no Surf Nacional e com máxima abrangência geográfica. Além disso, melhorámos o nível de premiação directa aos surfistas (com enfoque nos mais novos), alargámos o quadro competitivo feminino e mantivemos todas as restantes dimensões que ditaram o sucesso da edição anterior. Esperemos que as ondas colaborem e que os nossos melhores surfistas continuem a surpreender todos com a máxima competitividade e profissionalismo dentro de água», afirmou o presidente da Associação Nacional de Surfistas, Francisco Rodrigues.

De notar ainda para o Moche Wildcards, que atribui 10 vagas nas triagens da etapa portuguesa do circuito mundial de Surf WCT – MOCHE Rip Curl PRO, através da disputa das melhores ondas realizadas em cada prova.

«A Liga MOCHE contará também com os momentos de expressão ao nível de Surf Performance, onde só a melhor manobra interessa para a vitória nas Malibu Expression Sessions e os 2.500€ anuais para o(s) vencedor (es). Há ainda a novidade do Ramirez Junior Award, um troféu que pretende premiar os melhores juniores da Liga MOCHE também com 2.500€ anuais e com objectivos itinerantes ao longo das várias etapas, mas sempre concentrados nos surfistas sub-18 e sub-16, tanto no masculino como no feminino», refere um comunicado, que ressalta que todas as etapas da Liga MOCHE têm transmissão em directo no MEO Kanal 202020; pela internet, em www.liga.moche.pt; na app mobile Surf MOCHE, bem como na RTP, através de resumos.

As etapas deste ano são as seguintes:

21 a 23 de Março – Costa de Caparica
17 a 19 de Abril –  Ericeira
9 a 11 de Maio – Porto
6 a 8 de Junho– Aljezur
26 a 28 de Setembro – Cascais

Fonte: Diário Digital

Madeira e Surfista Underdog presentes na “Maior Onda” do MOCHE Winter Waves

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Frederico Martins e João Sousa são os mais recentes nomes dos dois candidatos.

Foram mais umas semanas loucas no que diz respeito a ventos e ondas, prolongando ainda mais a sensação de um mau Inverno para surf na cabeça de todos nós, mas, num cantinho português, as ondas estiveram perfeitas. 
E esse cantinho foi a famosa ilha da Madeira. É daqui que nos chega a mais recente onda, esta para a categoria “Maior Onda”. O surfista em causa é um jovem de Portimão, Frederico “Martim” Martins, que passou uma boa temporada na Madeira e no dia 4 deste mês de Março apanhou um dia de ondas perfeitas.

Esta onda do algarvio acaba por marcar a primeira presença da Madeira no MOCHE Winter Waves , fechando assim a presença de todas as principais regiões de surf do território português.

Ao mesmo tempo que lançámos o vídeo desta onda de Martins, lançámos também o vídeo de uma nova onda para a categoria “Maior Onda”. Como sempre dissemos, e com muito orgulho, o MOCHE Winter Waves é um concurso de vídeo online onde QUALQUER surfista português pode concorrer mas verdades seja dita até ao momento ainda não tínhamos recebido nenhuma onda de um surfista menos “mediático”.

Esta onda do “underdog” João Sousa, filmada algures na margem sul, marca exactamente essa presença (daí o termo de underdog). Este surfista já tinha submetido uma primeira onda mas essa não estava dentro dos parâmetros mínimos para esta categoria e Sousa acabou por submeter, uns tempos mais tarde, a que agora podes ver em onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/.

Agora, como sabes, o papel está do teu lado pois cabe-te a ti votares em cada uma destas ondas usando a escala de uma a 10 estrelas. Não te esqueças de rever as ondas que já foram submetidas à categoria “Maior Onda” para as poderes comparar e fazer uma votação mais justa. Para votar só tens de ir a onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/, ver os vídeos e votar em baixo na escala de estrelas.

De relembrar que em jogo para o vencedor de cada categoria estão 1500 euros mais 250 euros para o camera man, e que o MOCHE Winter Waves terminará já no próximo dia 25 de Março. Resumindo, ainda tens mais algumas semanas para ajudar a decidir quem será o vencedor das categorias “Melhor e Maior Onda” do MOCHE Winter Waves .

Fonte: Parceria Onfire Surf /Jornal i