A Praia mais estranha do Mundo.

Esta praia está localizada perto da cidade de Llanes, no norte da Espanha … mas muitas pessoas não a conhecem. Ele oferece tudo o que uma praia incrível oferece: água cristalina, areia dourada e ainda tem ondas, mas ainda assim é chamada de a praia estranha no mundo.

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O que a torna tão estranha? Ela não tem mar!

As pessoas a chamam de a praia mais estranha do mundo. Não é difícil entender o por quê

 

As marés vêm e vão como em uma praia normal…

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O Golfo da Biscaia, no Mar Cantábrico, está ligado à praia através de túneis sob as falésias que foram criados pela erosão.

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A água salgada é cristalina.

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Parece ser o lugar perfeito para um piquenique.

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Apesar de estar escondida, a praia Gulpiyuri atrai muitos visitantes.

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Esta é a visão logo antes de  chegar à praia.

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Parece um local divertido para se visitar

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Maior praia artificial do mundo tem bares, montanha russa e até um vulcão

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Segaia Ocean Dome fica em Miyazaki, no Japão, e é a maior praia artificial do mundo. Do lado de dentro tudo é falso: areia, palmeiras, água salgada com ondas e até um vulcão que expele lava de 15 em 15 minutos.

A 300m de uma praia natural, a atracção faz parte do Resort Sheraton Seagaia, mas pode ser desfrutada mesmo por quem não estiver hospedado nele. Para isso, é necessário desembolsar 110 dólares.

A praia indoor existe desde 1993, mas foi remodelada recentemente. Ao longo dos 300m de comprimento e 100 de largura ficam 17 bares, uma montanha russa, tobogãs e piscinas exclusivas para surfistas.

O clima é agradável, 30ºC nas areias e 28ºC na água. A Segaia Ocean Dome recebe cerca de 1,3 milhões de visitantes por ano e carrega mais um recorde: o maior tecto retráctil do mundo em parques aquáticos.

Fonte: Diário Digital

Praia dos Aveiros, em Albufeira, vai ter cancela a barrar o acesso ao mar

Câmara perdeu processo que dá o direito a um promotor turístico de dizer-se “proprietário” da via que vai ter à praia. É mais uma tentativa de tornar privada uma praia pública.

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Um empreendimento turístico, em Albufeira, adquiriu o direito a colocar uma cancela no caminho de acesso ao areal da praia dos Aveiros. À entrada do loteamento, no acesso ao mar, foi colocada uma faixa: “propriedade privada”. E, para que não restem dúvidas, o aviso é acompanhado de um sinal de “trânsito proibido” excepto a residentes e entidades oficiais. De acordo com a sentença, proferida pelo Tribunal de Albufeira no dia 12 de Novembro de 2013, já transitada em julgado, a via que sempre foi de livre utilização passou a ser “propriedade dos condóminos que compõem a propriedade horizontal do Lote 29 da Praia dos Aveiros”. A câmara não recorreu.

A tentativa de criar praias privadas no Algarve, privilegiando os clientes dos aldeamentos no acesso a um bem público, tem décadas. Nalguns casos, os promotores concretizam os objectivos, colocando cancelas, seguranças e câmaras de vigilância para afastar os forasteiros, noutros ficam-se pelas ameaças. A praia dos Aveiros é o exemplo mais recente. A concessionária do apoio de praia, Fernanda Viola, foi recentemente avisada por carta registada da “determinação absoluta” dos proprietários dos apartamentos, construídos a poucas dezenas de metros da crista da arriba, “em não mais permitir a devassa do seu espaço privado, designadamente a circulação através daquele caminho agora decidido em definitivo como sendo propriedade exclusiva dos condóminos do lote 29”. O caminho, diz a concessionária, “sempre foi público, pelo menos desde 1984” – altura em que o sogro obteve autorização para montar ali uma barraca de praia. “Como é que alguém pode agora reivindicar para si a propriedade de uma via pública?”, pergunta. 

A decisão judicial que condenou o município a reconhecer que a via é “parte comum do condomínio” transitou em julgado no dia 6 de Janeiro de 2014. A partir dessa data, declarou ao PÚBLICO o administrador do condomínio, Valter Contreiras, “é exigido o cumprimento da sentença, que não foi contestada pela câmara”. E, sublinhou, “quem diz que isto [o caminho] é propriedade privada é o tribunal”.

Os conflitos pelo espaço que uns dizem ser público, outros privado, existem há cerca de quatro anos. No auge da disputa, os donos dos apartamentos chegaram a afrontar o poder autárquico, colocando cancelas para impedir a circulação automóvel. A câmara retirou as barreiras. No final do ano passado, no período em que um executivo estava a sair e outro a entrar, ambos do PSD, o tribunal de primeira instância proferiu a sentença e não houve recurso.

A vereadora Ana Vidigal, advogada de formação, ao pedido de esclarecimento do PÚBLICO, através do seu gabinete de apoio, respondeu de forma lacónica. “O caso está a ser gerido pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), entidade que tem a responsabilidade da concessão das praias.”

“Apenas temos procurado mediar o conflito entre os condóminos e a autarquia”, respondeu, por seu lado, o director regional da APA, Sebastião Teixeira.

Da parte da autarquia o que foi feito, acrescentou a vereadora, “foi salvaguardar o acesso de viaturas de emergência à praia”, colocando para esse efeito a respectiva sinalética.

Ora, acontece que nem esse aspecto está garantido. O tribunal condenou a autarquia a “retirar a sinalização de trânsito que colocou no caminho do lote 29 da praia dos Aveiros”, informou a administração do empreendimento. No meio deste pingue-pongue, Fernanda Viola receia vir a perder clientela: “Na Páscoa, tivemos menos espanhóis – chegavam lá acima, viam um sinal [propriedade privada], voltavam para trás ”, justifica. Com efeito, existe um acesso pedonal, livre, mas só detectável para quem conhece a zona.

O município de Albufeira, de acordo com a sentença do Tribunal de Albufeira, foi ainda condenado a “repor as cancelas no sítio em que as mesmas se encontravam”, pagar as custas do processo e repavimentar o caminho. Mas o município terá ainda de se pronunciar sobre uma outra situação: neste empreendimento, construído há cerca de duas décadas por um promotor alemão, existe um talude com a altura de um prédio de três andares que pode vir a desabar. A memória da tragédia da praia Maria Luísa, aquando da queda de uma arriba, em 2009, que provocou a morte de cinco pessoas, ainda não se apagou. Neste empreendimento à beira-mar, o licenciamento do projecto de estabilização do talude está pendente da “expressa autorização” dos titulares dos lotes n.º 25 e 26, “os quais se recusaram sucessivamente a dar a sua autorização ao projecto de licenciamento”, lê-se na última acta da reunião do condomínio do lote 29.

Praia Maria Luísa: o perigo continua
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA), antes da época balnear, procedeu a uma vistoria por toda a costa, mandando retirar as rochas que ameaçavam perigo directo para os banhistas. Porém, na praia Maria Luísa há novos sinais de preocupação. Quase à beira da arriba está marcado um percurso pedonal, com um corrimão de segurança até à praia dos Olhos d´Água, mas o Inverno passado pôs em evidência a insegurança que podem representar os passeios à beira-mar. A ameaça, contudo, não parece atemorizar quem construiu vivendas nesta zona – com relvados a prolongarem-se até à crista da falésia – e o som do bater das ondas a entrar pela casa dentro.

Fonte: Público

 

Ribeira d’Ilhas vai ser a primeira praia temática do país

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Após muita discussão e contestação sobre o complexo processo de expropriação do Ribeira Surf Camp, pertencente ao surfista Tiago Oliveira, eis que a Câmara Municipal de Mafra decide devolver ao surf o que já era considerado do surf.

É um volte-face inesperado para a comunidade, depois de muitos anos de incerteza e polémica que deixaram a praia praticamente ao abandono. Assim, em comunicado, pode agora ler-se que a autarquia pretende ceder gratuitamente as instalações ao Ericeira Surf Clube e às escolas de surf que operam na zona.

O Ericeira Surf Clube passa assim a ter uma nova sede, no coração de Ribeira d’Ilhas, uma praia que respira surf, onde pode continuar o trabalho de desenvolvimento de todas as modalidades que representa. Por sua vez, os espaços de formação vão ser concedidos a proprietários de escolas que tenham uma licença válida para trabalhar naquela praia.

A medida visa, fundamentalmente, voltar a dar uma dinâmica de surf ao lugar, que muito se perdeu no arrastar do processo. O caso promete não ficar por aqui, e seguramente vai levantar polémica nos próximos tempos, mas, entretanto, partilhamos o comunicado da Câmara Municipal de Mafra para conhecimento geral:

 

Ribeira d’Ilhas, Praia Temática: Gestão participada pela comunidade surfista

Na sequência da requalificação de Ribeira d’Ilhas, reforçando o seu potencial turístico-desportivo através de criação de condições adequadas que a transformam numa praia temática, a Câmara Municipal vai, através da celebração de contratos em regime de comodato, ceder gratuitamente a utilização de novos equipamentos à Associação de Escolas de Surf da Ericeira e ao Ericeira Surf Clube.

Estas instituições, sendo representativas da dinâmica da comunidade no âmbito do surf, participarão na gestão dos novos equipamentos, rentabilizando-os para utilização alargada.

A Associação de Escolas de Surf da Ericeira vai ficar responsável pelos espaços de formação, competindo-lhe zelar pela instalação e utilização de cada um deles por parte das escolas de surf que se encontram licenciadas ao exercício da sua atividade naquela praia.

Ao Ericeira Surf Clube, associação sem fins lucrativos cujo objeto consiste na promoção e divulgação do surf e modalidades afins, vai ser cedido o espaço de apoio logístico aos desportos de ondas, considerando que desenvolve grande parte da sua atividade na praia de Ribeira d’Ilhas, nomeadamente na organização de competições.”

 Fonte: Beachcam