Sines tem 15 milhões do BEI para o alargamento do Terminal XXI

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A expansão do Terminal XXI, tal como proposta pela PSA de Singapura, implicará um investimento público da ordem dos 75 milhões de euros. O BEI será um dos financiadores.

“A APS está em condições de garantir o financiamento necessário para as suas responsabilidades, de acordo com as informações públicas”, adiantou João Franco, presidente dos portos de Sines e do Algarve, em declarações ao “DE”.

Para o efeito, a APS terá já garantido um financiamento do BEI (Banco Europeu de Investimento), a taxas reduzidas, no montante de 15 milhões de euros. A candidatura a fundos comunitários é outra possibilidade (Sines integra a rede core da RTE-T) e há que contar ainda com os meios próprios e com a capacidade de endividamento (a empresa limpou há muito o passivo acumulado com as anteriores expansões do porto).

Os 75 milhões de euros a investir pela APS no âmbito da expansão do terminal de contentores aplicar-se-ão na extensão do molhe de protecção do terminal (65 milhões) e na regularização dos fundos para permitir a operação dos Triple-E sem quaisquer limitações.

A proposta de expansão do Terminal XXI apresentada pela PSA de Singapura contempla um investimento global de cerca de 205 milhões de euros. O envolvimento público ascende a 36% daquele montante, sendo certo que está limitado legalmente.

 Como contrapartida para aumentar o terminal de contentores de Sines até aos 3,7 milhões de TEU/ano, a PSA exige também o prolongamento da actual concessão por mais 15 anos, até 2044. E haverá ainda a questão da exclusividade da operação de contentores em Sines, que impediria a concessão do denominado Terminal Vasco da Gama (previsto há muito mas não considerado uma prioridade no PETI).

 Actualmente decorrem as obras de expansão do terminal de contentores de Sines até aos 1,7 milhões de TEU/ano, mediante o prolongamento do cais até aos 940 metros e da zona de parqueamento até aos 36 hectares. Os trabalhos ficarão concluídos no final do ano.

 No ano passado a PSA Sines movimentou 931 mil TEU e este ano projecta chegar aos 1,2 milhões.

Assunção Cristas quer estrangeiros no mar português

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A ministra da Agricultura e Mar, Assunção Cristas, quer captar investimento estrangeiro para a aquacultura e exploração submarina de minerais e vai promover um roteiro internacional que começa hoje na Noruega.

«Começamos pela Noruega porque é uma referência mundial em termos da economia do mar. Depois seguir-se-à o Japão e a Coreia do Sul. Vamos reunir com investidores e ir ao encontro das empresas que trabalham na área do mar», explicou a ministra à agência Lusa.

Assunção Cristas vai encontrar-se, entre outros, com responsáveis da multinacional norueguesa Marine Harvest, «talvez a maior referência da aquacultura a nível mundial», e espera convencê-los a «desenvolver o potencial na economia do mar».

Na Noruega, a aquacultura é fundamentalmente de salmão e de truta, mas a ministra que tutela a pasta do Mar acredita que as empresas norueguesas também estão interessadas em diversificar as espécies com que trabalham e deu como exemplo a corvina.

Segundo Assunção Cristas, o Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA) está a desenvolver um projecto de aquacultura de corvina que «pode passar para uma fase comercial» e serão necessárias empresas, nacionais ou estrangeiras, para desenvolver esse projecto.

«A corvina é conhecida como o salmão do Sul, naturalmente que faz sentido irmos ao encontro de uma grande empresa que faz salmão do Norte e perguntar-lhes se não estarão interessados em vir para o nosso pais, seja fazer bivalves, seja fazer corvina ou outras espécies de peixe», salientou.

Para atrair os investidores, a ministra leva na pasta o que considera ser um enquadramento legislativo «amigo do investidor», incluindo uma nova Lei de Bases do Ordenamento do Espaço Marítimo, cuja legislação complementar está a ser finalizada, e um concurso internacional para a exploração de 72 áreas de aquacultura “offshore” (em mar aberto), entre o Algarve e Aveiro, que deverá ser lançado em meados de Junho.

As áreas estão pré-licenciadas para aquacultura “offshore” de bivalves, mas podem ser posteriormente licenciadas para outras culturas, seja de algas seja de peixes, adiantou, garantindo que já houve «sinalização de interesse» por parte de empresas nacionais e estrangeiras.

Assunção Cristas reforçou que a preocupação é assegurar a sustentabilidade.

«Por isso, começamos com aquacultura “offshore”, 100% biológica», disse, não afastando a hipótese de avançar para outros sistemas no futuro.

Após a Noruega, Assunção Cristas vai deslocar-se à Coreia do Sul, ao Japão, aos Estados Unidos e ao Canadá, com o objectivo de apresentar aos investidores, não só oportunidades no domínio da aquacultura, mas também a nível dos recursos minerais do oceano, sendo acompanhada nas visitas por um especialista em geologia do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

Fonte: TVI24

 

“Podemos investir até 15 milhões este ano na economia do mar”

José Luís Pinto Basto, presidente do The Edge Group, quer fechar quatro a cinco negócios nesta área nos próximos meses. Outros planos passam pela internacionalização da Labrador e pela abertura de lojas da Majora.

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É a partir do espaço de 10.000 metros quadrados em Lisboa que, há quase três anos, o The Egde Group (TEG) transformou em centro de negócios que José Luís Pinto Basto revela a estratégia de futuro do grupo que partilha com Miguel Pais do Amaral, mas também com os empresários Nicolas Berggruen e Pedro de Almeida. À medida que a crise se impunha, e fazia cair empresas como meros castelos de areia, o TEG foi-se transformando num microcosmos de investimentos, dos projectos imobiliários aos supermercados e ginásios. Dois dos mais recentes recuperaram marcas icónicas que estiveram no limiar da sobrevivência: a Labrador e a Majora. Para ambas, há planos ambiciosos. Mas o leme está apontado ao mar, onde Pinto Basto quer investir até 15 milhões de euros ainda este ano.

A crise que o país vive foi fatal para muitas empresas. Mas o The Edge Group (TEG) nunca parou de investir. O que explica este contraste?
A natureza do nosso negócio. Acreditamos em investir em contraciclo, porque é nestas alturas que se devem fazer investimentos. Acreditamos também que as empresas que nascem nos momentos mais difíceis têm uma maior probabilidade de sobreviver do que as que nascem nos tempos de facilidades e que depois estão mal preparadas para gerir as dificuldades. Vivemos algumas décadas de facilidades no nosso país, entre o despejar de milhões e milhões de fundos comunitários na economia e o acesso barato e pouco criterioso ao crédito. Mas aquilo que parecia fácil veio a revelar-se difícil para muitas empresas. Os próprios bancos acabaram por embarcar nesta bebedeira generalizada. De repente podíamos criar resorts no Bombarral, acreditando que algum dia iria haver procura para esse tipo de oferta. Fizemos uma aterragem difícil desses tempos. Também houve uma série de políticas erradas. Tornámo-nos excessivamente num país de serviços, ainda por cima totalmente votado para o mercado interno. Desistimos da agricultura e da economia do mar, vimos muitas indústrias serem transformadas em projectos imobiliários.

Agora que há alguns sinais de recuperação da actividade económica, retirou-se realmente alguma lição deste ciclo negativo ou há o risco de se cometer os mesmos erros?
Há lições importantes que vão mudar estruturalmente a nossa economia. A primeira é percebermos que não podemos depender exclusivamente do mercado interno. Os empresários tiveram de pegar na mala e ir à procura de outros mercados. Outra lição é a da excessiva dependência de capitais alheios, nomeadamente de crédito bancário. As empresas portuguesas são das mais endividadas da Europa, também porque recorremos pouco a outras alternativas de capital. Há alternativas que estão mais desenvolvidas noutros países, como as private equity ou o capital de risco e temos muito poucas empresas listadas na bolsa. Os empresários ainda não estão a tirar verdadeiramente partido do mercado de capitais, que é uma forma de capitalizar as empresas e de crescer, sem que seja através da dívida bancária que acarreta obrigações que asfixiam a tesouraria das empresas.

É uma questão cultural ou haverá ainda poucas alternativas à banca à disposição das empresas?
São as duas coisas. Tem de haver uma aprendizagem por parte dos empresários, que têm de ser mais sofisticados e de conhecer estes mecanismos. Por outro lado, há poucas private equity, poucas capitais de risco, faltam business angels. O empreendedorismo em Portugal está muito mais desenvolvido do que o capital de risco. Se olharmos para a cadeia de valor do capital de risco, a fase inicial de apoio aos empreendedores, o chamado triple f (family, friends & fools), vai existindo. E muitos daqueles que se intitulam business angels estão, na realidade, nesta camada e acabam por investir no negócio do filho, do sobrinho ou de um conhecido. A outra camada, que investe em negócios de desconhecidos mas que também faz um acompanhamento dos negócios, é a maior falha que existe em Portugal. Há muita gente com intenções e pouca concretização.

De alguma forma o TEG beneficiou dessa ausência, no sentido de conseguirem negócio porque simplesmente não há concorrência?
Sim. Muitas das boas oportunidades que surgem no mercado passam-nos pelas mãos porque, de facto, não há assim tantos investidores. Principalmente durante a crise, muitos não estiveram activos. Nós, pelo contrário, acreditamos que surgem das crises boas oportunidades.

Uma das vantagens que retiraram da crise foi a desvalorização dessas oportunidades, conseguindo bons negócios a preço de saldo?
Gosto de colocar essa questão ao contrário. Quando se vivem tempos de euforia económica e de facilidades, muitos dos activos estão inflacionados e o que as crises fazem é trazê-los para um valor próximo da realidade. Não nos aproveitamos da crise porque os preços estão a desconto. A maior parte dos investimentos que fizemos não foram a desconto, mas sim pelo valor justo, conservador obviamente para quem investe num momento destes.

Fonte: Público

Assunção Cristas quer investimento estrangeiro na área da economia do mar

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O ministério da Agricultura e do Mar inicia em Junho na Noruega, Japão e Coreia do Sul um “roteiro de captação de investimento directo estrangeiro” para Portugal na área da economia do mar, com destaque para a aquacultura ‘offshore’.

Em declarações à agência Lusa à margem de uma cimeira sobre os oceanos que decorre desde a passada segunda-feira em Haia, na Holanda, a ministra Assunção Cristas adiantou que o objectivo é “apresentar Portugal como um país que tem a preocupação de crescer na sua economia azul de uma forma equilibrada e sustentada e, para isso, está empenhado e disponível para encontrar investimento directo estrangeiro”.

Segundo a governante, estão “já em preparação” para o mês de junho viagens à Noruega, ao Japão e à Coreia do Sul, a que se seguirão “mais iniciativas até ao final do ano”, em busca “dos investidores que possam ajudar Portugal a fazer este desenvolvimento sustentável”.

“A nossa preocupação é reunir com potenciais investidores e fazer uma apresentação da Estratégia Nacional do Mar e das condições que temos no nosso país para atrair investimento”, afirmou Assunção Cristas, destacando a aquacultura ‘offshore’ como “uma área que vai estar em grande foco”.

É que, explicou, estando neste momento em curso o processo que levará à concessão de 62 novas áreas de aquacultura ‘offshore’ entre a zona do Algarve e de Aveiro — “dentro da lógica de projetos chave na mão, com o licenciamento todo já pré-definido, quer para o espaço, quer para a atividade e para o licenciamento ambiental” – tudo “está já facilitado para apresentar aos investidores”.

De acordo com a ministra, “esta será, seguramente, uma área prioritária na captação de investimentos”, mas o roteiro servirá também para fazer “uma apresentação genérica da Estratégia Nacional do Mar” e das oportunidades e do apoio financeiro a dar a esses investimentos, “quer genericamente, quer ao nível de apoios específicos para a área do mar no âmbito do próximo quadro financeiro plurianual”.

Organizada pelo governo holandês em parceria com a Noruega, EUA, Indonésia, Maurícias e Grenada, além do Banco Mundial e da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a cimeira “Global Oceans Action Summit for Food Security and Blue Growth” discute até sexta-feira, em Haia, questões como o equilíbrio entre o desenvolvimento económico e a proteção do oceano, numa lógica de desenvolvimento sustentável.

A ministra portuguesa da Agricultura e do Mar, que hoje participou no segmento ministerial do encontro, diz ter “sinalizado que Portugal pode ser visto como exemplo” porque “está à frente num conjunto relevante de matérias” relacionadas com a Estratégia Nacional do Mar e com a lei de bases de ordenamento e gestão do espaço marítimo.

“Foi mais uma vez sinalizada esta evolução e liderança que Portugal tem. Aliás, estamos cá ao nível de ministros, coisa que não acontece com muitos outros países, o que é também um sinal positivo e de destaque”, afirmou Assunção Cristas, recordando o “objetivo claro” previsto na Estratégia Nacional do Mar de “aumentar em 50% o peso da economia do mar no PIB [produto interno bruto] até 2020”.

PD // VC

Lusa/fim

Governo investe nos portos para trazer dois milhões de turistas

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O Governo pretende, com base nos 59 projectos que compõem o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas, apresentado a semana passada, aumentar o tráfego nos portos nacionais (mercadorias e cruzeiros), nos aeroportos e ainda nas ferrovias.

No que diz respeito aos portos nacionais, e mais concretamente à movimentação de mercadorias, o Executivo espera duplicar o valor de bens transaccionados. Se actualmente o valor de mercadorias movimentadas nos portos é de 2,2 milhões de TEU (medida padrão equivalente a um contentor com 20 pés de comprimento), com o investimento que será feito, o Governo pretende duplicar este valor para 4,4 milhões.

Relativamente às mercadorias movimentadas na ferrovia também aqui se espera um aumento na ordem dos 40%, aumentando as toneladas de mercadoria transaccionada para os 11,7 milhões.

Sem esquecer o turismo, importante componente para a economia nacional, o Executivo de Pedro Passos Coelho acredita que até 2020 o número de turistas de cruzeiros irá aumentar em 50% para quase dois milhões de visitantes (em 2012 foram 885 mil os turistas que atracaram nos portos portugueses). E este aumento terá como base as novas gares de Lisboa e Leixões que serão construídas para o efeito.

 Fonte: Noticias ao Minuto

 “Adaptado”

 

MSC Cruzeiros encomenda os maiores navios da Europa

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A MSC Cruzeiros contratou com os estaleiros STX France, de Saint-Nazaire, a construção de dois navios de cruzeiro de nova geração, com opção para mais duas unidades. O primeiro navio deverá ser entregue no primeiro semestre de 2017 e o segundo na primeira metade de 2019. Caso a MSC Cruzeiros exerça a opção por mais duas unidades, o valor global do negócio atingirá os três mil milhões de euros. Os navios agora encomendados serão os maiores navios de cruzeiro alguma vez construídos para um armador europeu. Com um comprimento máximo de 315 metros e 43 metros de largura, poderão acomodar 5 700 passageiros (em 2 250 cabinas) e 1 700 tripulantes. Para a STX France, esta encomenda representa 16 milhões de horas de trabalho, o que garante a manutenção dos cerca de 2 000 postos de trabalho dos estaleiros de Saint-Nazaire por vários anos. Em Janeiro passado, a Brittany Ferries encomendou um ferry a GNL por 270 milhões de euros, e os responsáveis dos estaleiros aguardam a confirmação da opção por mais um navio de cruzeiro da classe Oásis por parte da Royal Caribbean.

Fonte: Transportes e Negócios

Investimento no porto de Lisboa não será público

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O ministro da Economia, António Pires de Lima, assegurou no parlamento que o alargamento do porto de Lisboa, seja na Trafaria ou no Barreiro, avançará sem investimento público, adiantando que existem empresas privadas interessadas no desenvolvimento destas infraestruturas.

“Existe assumidamente interesse de empresas de operação privada no desenvolvimento do porto na margem sul do Tejo, seja na Trafaria ou no Barreiro, tal como existe no terminal de Alcântara. Estamos a fazer alguns estudos que ainda não estão concluídos, mas aquilo que posso garantir é que estes investimentos avançarão na medida em q não exijam investimentos públicos para o desenvolvimento destas infraestruturas”, afirmou o ministro.

Pires de Lima falava na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, no seguimento de requerimentos do PCP, PS e PSD sobre a estratégia de desenvolvimento para o Porto de Lisboa.

Logo no início da audição, o ministro recordou que ainda estão em cima da mesa as alternativas Trafaria (concelho de Almada) e Barreiro: “São duas hipóteses que estão a ser estudadas. Nos dois casos com investimento público zero ou tendencialmente zero”, disse.

Questionado pelos deputados sobre a viabilidade económica do alargamento das infraestruturas marítimo-portuárias de Lisboa, Pires de Lima afirmou que “o investimento para o crescimento da estrutura portuária de Lisboa é ‘assegurável’ por privados” e que “o Governo não está a pensar alocar verbas do Orçamento do Estado dos próximos anos ao desenvolvimento desta estrutura portuária na margem sul do Tejo”.

Recordando os problemas ambientais e “controvérsia que existe há vários anos” associados à construção de um porto de águas profundas no Estuário do Tejo, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua considerou ainda que “não basta que um operador privado tenha interesse em construir este terminal para que ele seja do interesse nacional”.

“Se ambientalmente não for possível e se a nível económico-financeiro for desinteressante, esta oportunidade não é aproveitada. Teremos pena, mas não poderá ser aproveitada”, assegurou o ministro, adiantando que o Governo “tem indicações, ainda que não definitivas, de que do ponto de vista ambiental será possível”.

O Governo está a aguardar por estudos de viabilidade económica, mas Pires de Lima admitiu que 600 milhões de euros é o montante estimado para a construção do porto de águas profundas. “Não estamos a pensar fazer nenhuma nova travessia. Vivemos bem com as que existem”, disse o ministro.

“Com a opção Barreiro, temos a ponte Vasco da Gama. E o investimento em infraestruturas rodoviárias e ferroviárias serão muito minimizadas se a localização final escolhida for o Barreiro”, apontou, defendendo também um investimento privado ao nível ferroviário, caso a opção adotada seja a Trafaria.

O deputado do PCP Bruno Dias recordou, no início da comissão, as críticas da população, há cerca de um ano, quanto à localização de um porto de águas profundas na Trafaria e questionou se realmente “faz falta” um novo porto no estuário do Tejo e apelou a uma “ao fim da indefinição” da localização.

O ministro respondeu que existem ainda “duas alternativas” em estudo para um porto de águas profundas em Lisboa, porque “ainda não há decisão” pela localização Trafaria ou Barreiro.

Por sua vez, a deputada do PS Ana Paula Vitorino defendeu uma coordenação entre os portos de Lisboa e Setúbal: “Não se trata de nenhum preconceito político, trata-se de ver ou não se é necessário o porto”, disse a ex-secretária de Estado dos Transportes do primeiro Governo de José Sócrates.

Pires de Lima afirmou, por várias vezes, que os dois portos não são concorrentes, mas complementares, exemplificando com “os operadores interessados são diferentes e têm vocações diferentes”, disse.

O ministro destacou ainda que a abertura dos autarcas de Lisboa e do Barreiro.

Fonte: Cargo