Divulgação: Feira Náutica do Tejo

Aproveitando mais uma vez uma localização ímpar, dentro de um espaço privilegiado como é o Centro Náutico de Algés, temos por objectivo potenciar e fazer crescer a Feira Náutica do Tejo mantendo o conceito de captar a um custo acessível a participação do maior número possível de empresas náuticas, sendo estas grandes ou pequenas estruturas empresariais, para que possam apresentar e promover os seus produtos e serviços integrando um conceito único.

Um video que dá que pensar: Atol Midway

O Atol Midway ( Midway Atoll ), é tal como o nome indica um Atol com 6,2 Km quadrados localizado na parte norte do Oceano Pacífico, a noroeste do Havaí, e possuí este nome por estar a meio caminho entre a Ásia e a América do Norte, e ainda se encontra próximo da linha de Greenwich. Por ser tão longe da “civilização”, e possuindo diversas espécies de aves, deveria ser o paraíso longe de tudo. Mas o que o vídeo mostra é que a mão do homem chega à todo o lado, até onde menos se esperava.

Mónaco rouba 350 mil m2 ao mar para urbanizar

Um megaprojeto do Mónaco vai roubar ao mar 350 mil metros quadrados para ampliar a superfície urbanizável. Nesse espaço nascerá uma nova cidade ecológica.
O príncipe Alberto II acabou de lançar o mais ambicioso projecto urbanístico da história do Mónaco, e um dos mais ambiciosos da história da construção de luxo da nossa civilização: construir no principado uma nova cidade, um novo “bairro” residencial aquático e parcialmente submarino, ecológico, destinado a negócios cosmopolitas, ao ócio e ao ultra luxo.
Para este megaprojeto imobiliário o Mónaco vai roubar ao Mediterrâneo entre 300 mil e 350 mil metros quadrados, uma superfície considerável para um Estado que tem apenas dois quilómetros quadrados de superfície.
Os primeiros projectos apresentados a uma certa elite da arquitectura e do urbanismo mundial datam de 2007 e 2008. Mas com o estalar da crise financeira os trabalhos foram repentinamente interrompidos. O príncipe Alberto desejava e deseja que o novo Mónaco do século XXI tenha um duplo financiamento, público e privado.
Depois de cinco anos de espera, os conselheiros financeiros do príncipe, em Paris, Londres e Nova Iorque, consideram que chegou o momento de realizar o projecto de extensão do Mónaco. Assim, até final de Julho vários construtores internacionais serão convidados a apostar no projecto.

Fonte: Diário de Noticias / Paula Mourato

Portugal é um dos beneficiários da estratégia marítima para o Atlântico da CE.

A Comissão Europeia adoptou hoje um plano de acção destinado a revitalizar a economia marinha e marítima na região do oceano Atlântico, sendo Portugal um dos beneficiários.
Esse plano, que dá seguimento à estratégia para o Atlântico adoptada pela Comissão em 2011, tem por objectivo mostrar como os Estados-Membros do Atlântico, as suas regiões e a Comissão podem contribuir para o crescimento sustentável nas regiões costeiras e para impulsionar a «economia azul», que tem potencial para oferecer 7 milhões de postos de trabalho na Europa até 2020. Ao mesmo tempo, é necessário preservar o equilíbrio ambiental e ecológico do oceano Atlântico.
A região atlântica é palco de numerosas actividades marítimas, que vão desde as tradicionais, como as pescas, a aquicultura, o turismo e o transporte marítimo, até às emergentes, como as energias renováveis ao largo e a biotecnologia marinha.
Ao nível individual, os Estados-Membros do Atlântico (Irlanda, França, Portugal, Espanha e o Reino Unido) são muito activos em cada um destes domínios, tendo alguns deles adoptado as suas próprias estratégias marítimas. O plano de acção incentiva os Estados-Membros a trabalhar em conjunto, partilhando informações, custos, resultados e melhores práticas e procurando encontrar novos domínios de cooperação.
O plano de acção visa dar resposta aos desafios que representam o crescimento, a redução da pegada de carbono, a utilização sustentável dos recursos naturais do mar, a eficácia das respostas a ameaças e situações de emergência e a aplicação de uma abordagem de gestão com base nos ecossistemas nas águas do Atlântico.
Abarca quatro grandes prioridades: promover o empreendedorismo e a inovação; proteger, assegurar e valorizar o ambiente marinho e costeiro; melhorar a acessibilidade e a conectividade e criar um modelo de desenvolvimento regional sustentável e socialmente inclusivo.
As acções aprovadas centrar-se-ão no desenvolvimento do mercado do turismo, na satisfação da procura crescente de instalações ao largo, na melhoria do ensino e da formação nos sectores marítimos tradicionais e emergentes, bem como no alargamento da cooperação no domínio da investigação oceânica, a fim de avaliar melhor os impactos das alterações climáticas.
Maria Damanaki, Comissária Europeia responsável pelos Assuntos Marítimos e Pescas. declarou: «O Atlântico desempenha um papel importante na história e identidade da Europa e tem um imenso potencial para o futuro desenvolvimento sustentável da Europa, que a nossa estratégia marítima para o Atlântico virá explorar. Efectivamente  em colaboração com os seis Estados-Membros do Atlântico, exploraremos os desafios e oportunidades comuns que esse oceano nos oferece, em domínios como o turismo costeiro e as pescas, as energias renováveis, a exploração dos recursos minerais presentes no fundo do mar e a biotecnologia marinha».
plano deverá contribuir para a estratégia «Crescimento azul» da UE e é coerente com a abordagem da Comissão para incentivar o crescimento sustentável e a criação de emprego com base numa colaboração regional.
Poderá considerar-se a possibilidade de a UE financiar as prioridades de investimento e de investigação identificadas no plano de acção para o Atlântico no novo período de programação de 2014-2020.
Próximas etapas
O plano de acção será agora transmitido ao Parlamento Europeu e ao Conselho para aprovação. Até ao final de 2013, deverão estar em vigor acordos de parceria com os Estados-Membros relativos aos fundos estruturais e de investimento.
Tais acordos devem indicar o modo como os Estados-Membros utilizarão os fundos da UE para a aplicação do plano de acção para o Atlântico.
Uma vez que o oceano Atlântico é um bem comum, a Comissão começou igualmente a tomar medidas no sentido de uma internacionalização progressiva da estratégia para o Atlântico.
Para o efeito, deverá ser assinada com os EUA e o Canadá em 24 de maio, em Galway (Irlanda), uma declaração comum sobre uma parceria em matéria de investigação para o Atlântico.
Mais informações

46ª Conferência CIRP sobre “Manufacturing Systems”

Náutica de Recreio indispensável para revitalização da indústria. 

A aposta na náutica de recreio na região de Setúbal deve ser considerada uma aposta a muito curto prazo pelos agentes de desenvolvimento local para a revitalização da indústria local, tanto pelo valor acrescentado que traz como pela ramificação que tem com outros setores. António Freitas, sócio gerente da Systiom, admite que “tudo o que existe a montante e a a jusante no que diz respeito à náutica de recreio só traz benefícios para a região” e explica que “oito a dez mil embarcações de recreio podem estar em permanência na região”.


“Um estudo feito na região revelou que, no que toca à náutica de recreio, esta tem a garantia de possuir em permanência milhares de embarcações região mas é necessário o investimento para que tal aconteça”, acrescenta António Freitas, referindo-se à paragem no projeto da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra para uma marina na antiga doca do Pai Lopes ou à falta de investimento na baía do Seixal. Por outro lado, o Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo pode vir a colmatar algumas necessidades.
“As obras que estão consagradas no Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo podem significar uma grande aposta na náutica de recreio”, adianta o sócio gerente da Systiom. O valor acrescentado que a aposta neste setor traz para a região passa, não só pela criação de postos de trabalho, “já que uma amarração implica quatro empregados”, mas também pela utilização de equipamentos que já existem no local e não são aproveitados.
No que diz respeito ao sector imobiliário, a náutica de recreio também dá um impulso à actividade  uma vez que “os proprietários de grandes embarcações de recreio procuram a segunda habitação junto de uma marina, habitação essa que pode ser localizada até em Évora”, explica António Freitas. Na componente industrial,“existe a produção de componentes náuticos que pode ser feita em Setúbal, se houver uma grande empresa âncora de desenvolvimento que atraia outras para o seu redor”, como é o caso da Autoeuropa e o sector automóvel.
Governo tem de ajudar na atracção de investimento na região.

A administração central tem um papel fulcral no desenvolvimento da economia e da indústria da região, já que tem de fornecer condições para a instalação de grandes empresas que possam servir de âncora para o desenvolvimento do sector náutico, mas não só. António Freitas garante que a aposta no sector primário e secundário são importantes e têm grandes condições de proliferação na região, “desde a agricultura às pescas, que não tem qualquer cluster em Setúbal”.
“Deve partir do Governo a definição de clusters estratégicos para o país de forma a haver uma ligação entre todas as entidades no terreno para apostar nestes”, assume o sócio gerente da Systiom. A articulação entre as grandes empresas e as instituições de ensino superior é a chave para melhorar o sistema utilizado pela indústria que está implantada no terreno mas também para inovar na criação de novas apostas industriais.
António Freitas assume que o modelo tradicional da indústria acabou, “sendo agora necessário a articulação com os novos saberes para modernizar desde os equipamentos às formas de produzir”. Com este propósito, o Centro de Integração e Inovação de Processos, do qual faz parte o Instituto Politécnico de Setúbal, organiza em colaboração com a Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (EST/IPS) e o Pólo das Tecnologias de Produção (ProduTech), a 46ª Conferência CIRP sobre Sistemas de Produção, onde se pretende discutir como atingir os objectivos de desenvolvimento económico e de criação de riqueza através de sistemas industriais competitivos. O evento decorre entre 29 e 31 de Maio, no Hotel do Mar, em Sesimbra.
António Freitas não entende que seja nesta conferência que sejam dados passos significativos rumo às novas apostas na indústria da região, mas “seja apenas dados os meios para se atingir os fins”. “Existem muitas oportunidades que não são aproveitadas por falta de diálogo entre as várias entidades responsáveis pelo desenvolvimento local e interessadas no investimento”, admite o sócio gerente da Systiom.

Fonte: Setúbal na Rede.

Golfinho surge do nada e ‘pede’ ajuda a mergulhador

A Natureza tem destas coisas. Acredite que é a melhor história que irá ler no dia de hoje. O mergulhador profissional Keller Laros observava atentamente o comportamento das arraias-mantas numa praia no Havaí,  quando surge um golfinho que começou a nadar bem próximo dele. Keller apercebeu-se que o golfinho estava enroscado com uma linha de pesca e que havia um anzol preso numa das suas barbatanas. Para surpresa do mergulhador, o golfinho encostou-se ao seu lado e ficou de barriga para cima como quem diz “Por Favor amigo, tira este anzol da minha barbatana que me está a magoar?” Keller ganhou o título máximo que um mergulhador e especialmente um ser humano poderia ganhar, a confiança e a vida de um golfinho, um ser inteligente e único neste planeta que se chama Terra, mas que tanto oceano belo tem em si.

Divulgação: Circuito Nacional de Skimboard

SCS Surf Shop Pro – 1ª etapa do Circuito Nacional de Skimboard 2013, uma organização conjunta do Surf Clube de Sesimbra e da Federação Portuguesa de Surf. A prova está agendada para a Praia da Lagoa de Albufeira, com check-in previsto para as 9h30. Estarão em disputa as categorias de Open, Feminino, Sub-18, Sub-16 e Sub-14, numa prova que marca o arranque do Circuito Nacional de Skimboard 2013.
O SCS Surf Shop Pro, vai contar com os apoios das seguintes marcas e entidades:

“Orientações e Estratégias Politicas para o Mar.”: Artigo de Fernanda Ferreira.

A crescente importância do tema do Mar em Portugal, permitiu a elaboração de várias orientações, quer políticas, quer estratégicas de como estruturar e aproveitar todo o potencial do Mar. Não obstante a nível nacional existirem directrizes sobre este tema, “(…) parece o Governo querer desenhar para Portugal um grande projecto macro logístico, de e para o futuro, de muito longo prazo, vinte anos ou mais, por contraponto a um outro projecto possível, exequível a mais curto ou médio prazo, mais claramente virado para a logística interna e destinado a aumentar a eficácia das empresas implantadas ou a implementar”,(Dias, 2003:83), e que nos remetem também  para o sector marítimo portuário, importante elo das cadeias logísticas,   na componente dos portos observa-se também a nível internacional, politicas europeias, e iniciando a amostra de apenas algumas dessas politicas,  importa citar  antes de  mais, Maria Damanaki, comissária Europeia para os assuntos do Mar, em declarações na 1ª Conferência do Atlântico realizada em Lisboa a 28 de Novembro de 2011, (e  mais recentemente em discurso efectuado no Chipre aquando da Declaração de Limassol para o desenvolvimento da «Economia Azul» da União Europeia)   dizia a propósito desta “vaga” crescente sobre a importância do Mar,  que as actividades marítimas no seu todo empregam em toda a Europa mais de 2 milhões de pessoas, permitindo assim ter uma visão da representatividade  da Economia do Mar. Destacando de entre as politicas europeias, directamente relacionadas com Portugal como, a extensão da nossa plataforma continental (o aumento de área na nossa fachada atlântica), a optimização do transporte TMCD (transporte de curta e média distância), referenciam-se documentos de orientação entre outros como,o “Livro Branco dos Transportes-Horizonte 2050” e ainda o Livro Verde da Política Marítima Europeia,  que referem quanto ás novas formas de governação marítima  que os novos modelos de governação devem ser transversais seja a nível nacional, europeu ou mesmo internacional, dando uma orientação clara sobre o caminho a seguir.

Nesta linha de estratégias de orientações para o Mar, a nível nacional existem já orientações, através de documentos como, Hyper Cluster da Economia do Mar, MOPTC-Orientações Estratégicas para o Sector Portuário, Estratégia Nacional para o Mar e PET-Plano Estratégico dos Transportes que mais em detalhe se dá nota neste trabalho, e que nos remetem novamente para uma optimização e partilha de recursos disponíveis. O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações elaborou em Dezembro de 2006, um documento orientador a que chamou “Orientações estratégicas para o Sector Marítimo Portuário” podendo-se ler é necessário, “reforçar o potencial competitivo do sistema portuário, pelo incremento de soluções de gestão colaborativa ou integrada” (2006:80), onde a visão de Fusão se enquadra.Ainda o documento “Estratégia Nacional para o Mar”, publicado pelo Ministério da Defesa Nacional, em Dezembro de 2006, menciona que “na situação actual é necessária uma política de racionalização e qualificação dos recursos humanos disponíveis” (2006:15), na óptica de partilha dos meios disponíveis. Também o PET-Plano Estratégico dos Transportes faz o enquadramento dos portos portugueses na seguinte forma, “A importância do sector-Marítimo-portuário para Portugal, traduz-se na prioridade que lhe é atribuída no âmbito das políticas públicas” (2011: 68), recomendando uma optimização de recursos. Posto isto, as estratégias e orientações existem, sejam então implementadas e monitorizadas e decerto os ganhos serão mensuráveis.

Autora: Fernanda Ferreira

Miguel Real: O turismo de mar deve revelar a nossa identidade.


Para o escritor e também professor Miguel Real, o turismo ligado ao mar “devia ser uma aposta estratégica da economia nacional”, considerando que para tal o País deverá tirar proveito da sua história e impulsionar o lazer de forma original.

Em seu entender, o turismo marítimo deveria “identificar o mar com a nossa identidade nacional, com o estilo manuelino”, já que “o mar foi uma das grandes colunas da nossa identidade nacional”. Segundo o escritor, esta actividade tem muito por onde ser explorada, nomeadamente através da construção de pequenos museus que dariam a conhecer a nossa história marítima, recorrendo à inspiração em momentos marcantes na actividade piscatória, como a pesca do bacalhau, “que foi uma tradição fortíssima durante o Estado Novo”, e ainda na actividade das conserveiras portuguesas.

Fonte: Diário de Noticias.