Um video que dá que pensar: Atol Midway
Mónaco rouba 350 mil m2 ao mar para urbanizar
Portugal é um dos beneficiários da estratégia marítima para o Atlântico da CE.
46ª Conferência CIRP sobre “Manufacturing Systems”
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Náutica de Recreio indispensável para revitalização da indústria.
A aposta na náutica de recreio na região de Setúbal deve ser considerada uma aposta a muito curto prazo pelos agentes de desenvolvimento local para a revitalização da indústria local, tanto pelo valor acrescentado que traz como pela ramificação que tem com outros setores. António Freitas, sócio gerente da Systiom, admite que “tudo o que existe a montante e a a jusante no que diz respeito à náutica de recreio só traz benefícios para a região” e explica que “oito a dez mil embarcações de recreio podem estar em permanência na região”.
“Um estudo feito na região revelou que, no que toca à náutica de recreio, esta tem a garantia de possuir em permanência milhares de embarcações região mas é necessário o investimento para que tal aconteça”, acrescenta António Freitas, referindo-se à paragem no projeto da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra para uma marina na antiga doca do Pai Lopes ou à falta de investimento na baía do Seixal. Por outro lado, o Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo pode vir a colmatar algumas necessidades.
“As obras que estão consagradas no Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo podem significar uma grande aposta na náutica de recreio”, adianta o sócio gerente da Systiom. O valor acrescentado que a aposta neste setor traz para a região passa, não só pela criação de postos de trabalho, “já que uma amarração implica quatro empregados”, mas também pela utilização de equipamentos que já existem no local e não são aproveitados.
No que diz respeito ao sector imobiliário, a náutica de recreio também dá um impulso à actividade uma vez que “os proprietários de grandes embarcações de recreio procuram a segunda habitação junto de uma marina, habitação essa que pode ser localizada até em Évora”, explica António Freitas. Na componente industrial,“existe a produção de componentes náuticos que pode ser feita em Setúbal, se houver uma grande empresa âncora de desenvolvimento que atraia outras para o seu redor”, como é o caso da Autoeuropa e o sector automóvel.
Governo tem de ajudar na atracção de investimento na região.
A administração central tem um papel fulcral no desenvolvimento da economia e da indústria da região, já que tem de fornecer condições para a instalação de grandes empresas que possam servir de âncora para o desenvolvimento do sector náutico, mas não só. António Freitas garante que a aposta no sector primário e secundário são importantes e têm grandes condições de proliferação na região, “desde a agricultura às pescas, que não tem qualquer cluster em Setúbal”.
“Deve partir do Governo a definição de clusters estratégicos para o país de forma a haver uma ligação entre todas as entidades no terreno para apostar nestes”, assume o sócio gerente da Systiom. A articulação entre as grandes empresas e as instituições de ensino superior é a chave para melhorar o sistema utilizado pela indústria que está implantada no terreno mas também para inovar na criação de novas apostas industriais.
António Freitas assume que o modelo tradicional da indústria acabou, “sendo agora necessário a articulação com os novos saberes para modernizar desde os equipamentos às formas de produzir”. Com este propósito, o Centro de Integração e Inovação de Processos, do qual faz parte o Instituto Politécnico de Setúbal, organiza em colaboração com a Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (EST/IPS) e o Pólo das Tecnologias de Produção (ProduTech), a 46ª Conferência CIRP sobre Sistemas de Produção, onde se pretende discutir como atingir os objectivos de desenvolvimento económico e de criação de riqueza através de sistemas industriais competitivos. O evento decorre entre 29 e 31 de Maio, no Hotel do Mar, em Sesimbra.
António Freitas não entende que seja nesta conferência que sejam dados passos significativos rumo às novas apostas na indústria da região, mas “seja apenas dados os meios para se atingir os fins”. “Existem muitas oportunidades que não são aproveitadas por falta de diálogo entre as várias entidades responsáveis pelo desenvolvimento local e interessadas no investimento”, admite o sócio gerente da Systiom.
Fonte: Setúbal na Rede.
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Golfinho surge do nada e ‘pede’ ajuda a mergulhador
Divulgação: Circuito Nacional de Skimboard
SCS Surf Shop Pro – 1ª etapa do Circuito Nacional de Skimboard 2013, uma organização conjunta do Surf Clube de Sesimbra e da Federação Portuguesa de Surf. A prova está agendada para a Praia da Lagoa de Albufeira, com check-in previsto para as 9h30. Estarão em disputa as categorias de Open, Feminino, Sub-18, Sub-16 e Sub-14, numa prova que marca o arranque do Circuito Nacional de Skimboard 2013.
- SCS Surf Shop – http://www.scs-surfshop.com/
- Café Central de Alfarim – http://www.cafecentralalfarim.com/
- Surf Total – http://www.surftotal.com/
- Câmara Municipal de Sesimbra – http://www.cm-sesimbra.pt/
- Instituto Português da Juventude – http://www.ipj.pt/
- Federação Portuguesa de Surf – http://www.surfingportugal.com/
“Orientações e Estratégias Politicas para o Mar.”: Artigo de Fernanda Ferreira.
A crescente importância do tema do Mar em Portugal, permitiu a elaboração de várias orientações, quer políticas, quer estratégicas de como estruturar e aproveitar todo o potencial do Mar. Não obstante a nível nacional existirem directrizes sobre este tema, “(…) parece o Governo querer desenhar para Portugal um grande projecto macro logístico, de e para o futuro, de muito longo prazo, vinte anos ou mais, por contraponto a um outro projecto possível, exequível a mais curto ou médio prazo, mais claramente virado para a logística interna e destinado a aumentar a eficácia das empresas implantadas ou a implementar”,(Dias, 2003:83), e que nos remetem também para o sector marítimo portuário, importante elo das cadeias logísticas, na componente dos portos observa-se também a nível internacional, politicas europeias, e iniciando a amostra de apenas algumas dessas politicas, importa citar antes de mais, Maria Damanaki, comissária Europeia para os assuntos do Mar, em declarações na 1ª Conferência do Atlântico realizada em Lisboa a 28 de Novembro de 2011, (e mais recentemente em discurso efectuado no Chipre aquando da Declaração de Limassol para o desenvolvimento da «Economia Azul» da União Europeia) dizia a propósito desta “vaga” crescente sobre a importância do Mar, que as actividades marítimas no seu todo empregam em toda a Europa mais de 2 milhões de pessoas, permitindo assim ter uma visão da representatividade da Economia do Mar. Destacando de entre as politicas europeias, directamente relacionadas com Portugal como, a extensão da nossa plataforma continental (o aumento de área na nossa fachada atlântica), a optimização do transporte TMCD (transporte de curta e média distância), referenciam-se documentos de orientação entre outros como,o “Livro Branco dos Transportes-Horizonte 2050” e ainda o Livro Verde da Política Marítima Europeia, que referem quanto ás novas formas de governação marítima que os novos modelos de governação devem ser transversais seja a nível nacional, europeu ou mesmo internacional, dando uma orientação clara sobre o caminho a seguir.
Miguel Real: O turismo de mar deve revelar a nossa identidade.
Fonte: Diário de Noticias.






