Exploração marítima do projecto MARES reúne Madeira, Açores e Canárias.

O Director da Plataforma Oceânica de Canárias (PLOCAN), Otávio Llinás, disse esta segunda-feira no Funchal, na ilha da Madeira, que a exploração dos desportos náuticos é um dos objectivos do “cluster marítimo de Canárias” no âmbito do projecto MARES.
O projecto MARES reúne as três regiões da Macronésia – Canárias, Açores e Madeira – e tem como objetivo a promoção de sinergias no âmbito da investigação, desenvolvimento e inovação.

As Canárias desenvolvem iniciativas relacionadas com o mar, os Açores as questões da energia e a Madeira a inovação e comunicação.

O MARES tem como parceiros a Plataforma Oceânica de Canárias (PLOCAN), o Fundo Regional de Ciência e Tecnologia dos Açores e o Madeira Tecnopolo.

Otávio Llinás salientou a cooperação já existente entre as Canárias e a Madeira ao nível dos cruzeiros, considerado “um caso de êxito”, que “faz destas ilhas o terceiro destino de cruzeiros a nível mundial”.

Esta cooperação, segundo o director do PLOCAN, pode ser estendida ao domínio dos desportos náuticos e da exploração dos fundos oceânicos “em proveito das três regiões”.

Fonte: Açoriano Oriental

Olhar para o turismo do mar através dos museus.




Para António Costa Canas, Director do Museu de Marinha, em Lisboa, o mar e a cultura portuguesa são indissociáveis.

Este responsável considera que o sol e o oceano são “ingredientes” que não só fomentam o turismo ligado às praias e aos desportos aquáticos, mas também divulgam edifícios culturais, como os museus. O capitão de fragata sublinha que o mar faz parte da vida dos portugueses e foi a ele que várias gerações foram buscar alimento. Lembra ainda que “o mar tem várias funções”, servindo também de ligação entre os diversos elementos que constituem o território nacional. O Museu de Marinha surge, assim, como um exemplo onde a história dos Descobrimentos e a importância dos oceanos se perpetua diariamente, já que “desde a origem de Portugal que o País mantém uma relação muito próxima com o mar”.

Fonte: Diário de Noticias.

Estalactites de gelo e sal em mares antárcticos podem ter criado vida.




Uma equipa de cientistas afirmou que as estalactites de gelo e sal que se formam sob a camada de gelo dos mares antárcticos podem ter proporcionado o aparecimento de vida na Terra há mil milhões de anos.
 
Segundo dados divulgados pela Universidade de Granada, as estalactites, tubos ocos de gelo e sal, – conhecidas como ‘brinicles’, numa contracção das palavras inglesas ‘brine’ (salmoura) e ‘icicle’ (pingente de gelo) – podem medir entre alguns centímetros e vários metros de comprimento.
Os investigadores analisaram o mecanismo de formação destes tubos de salmoura congelada e concluíram que a dinâmica de fluidos era “estranha” e que os ingredientes existentes nestes ambientes salinos proporcionaram um ambiente que pode ter permitido o aparecimento da vida terrestre.
A formação de estalactites oceânicas é um dos processos mais curiosos que ocorrem sob o gelo da Antárctida no inverno, embora o estudo seja extremamente complicado, devido à dificuldade de observar o seu desenvolvimento.
Em 2011, pela primeira vez, os cientistas conseguiram captar imagens do fenómeno para um documentário da BBC.
Um grupo de investigadores, entre os quais do Instituto Andaluz de Ciências da Terra (Centro Conjunto da Universidade de Granada – CSIC), deu mais um passo no estudo dos “brinicles”, explicando a sua origem e estrutura, determinando que a formação dessas estruturas de gelo ocorre apenas em águas salgadas.
Os “brinicles” poderiam ter desempenhado para águas frias o mesmo papel, em teoria, atribuído às fontes hidrotermais para em ambientes quentes.
Os cientistas do Instituto Andaluz de Ciências da Terra, que participaram no projecto  explicaram que em outras partes do sistema solar poderão existir estruturas semelhantes aos “brinicles”, e que os mecanismos de formação desses tubos de gelo poderão ser importante no contexto dos planetas e luas cobertos por oceanos de elementos gelados.

Fonte: Lusa

A Atlântida dos Mares do Brasil ?

Um grupo de cientistas brasileiros e japoneses, que trabalham no fundo do mar do Atlântico Sul descobriram rochas continentais que podem ser restos do denominado “continente perdido”. Usam um submarino capaz de descer a 6.500 metros de profundidades e estão no processo de recolha de amostras. Descobriram uma formação de granito na Elevação do Rio Grande, uma elevação no fundo do mar a cerca de 1.500 km do Rio de Janeiro.
Devido aos movimentos tectónicos  uma massa de terra acima do nível do mar pode ter-se afundado no oceano durante a separação da Pangeia, a massa de terra gigante que existia no final da era Paleozóica e cuja divisão deu origem aos actuais continentes.O submarino tem espaço para apenas três pessoas, dois pilotos e um cientista e está equipado com um poderoso braço mecânico, capaz de recolher amostras. A questão agora é se poderá tratar-se da lendária Atlântida, descrita há cerca de 2600 anos pelo filósofo grego Platão, uma metrópole que desapareceu para sempre no fundo do mar.
Fonte: Euronews

Ministra diz que acordo sobre as pescas acautelou interesses de Portugal

A ministra da Agricultura, Mar e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, afirmou esta sexta-feira que o acordo dos ministros europeus das pescas alcançado na madrugada de quarta-feira foi positivo e acautelou os interesses de Portugal.
Os ministros das Pescas da União Europeia alcançaram na quarta-feira, depois de dois dias de reuniões, um acordo sobre a sua posição em relação à reforma da Política Comum para negociarem o texto final com o Parlamento Europeu.
“Na nossa perspetiva foi um consenso positivo. Era necessário ultrapassar alguns bloqueios sob pena de não conseguirmos chegar a uma reforma que caminha para uma sustentabilidade do uso dos recursos do mar, caminha para uma pesca responsável, baseada em dados científicos”, sublinhou a ministra, à margem da 4.ª Edição do Concurso Nacional Kit do Mar.
“Todos estamos interessados em ter um bom equilíbrio entre as dimensões económica, social e ambiental. Sabemos que temos de preservar o peixe para que ele continue a existir nas nossas águas e isto tem consequências ao nível da regulação. (O acordo) foi positivo para Portugal, as nossas principais preocupações ficaram acauteladas”, acrescentou.
Entre as questões que Portugal queria salvaguardar estavam o tempo de adaptação ao fim das capturas acessórias e das rejeições de peixes, que pretende diminuir o desperdício, o limite mínimo legal das rejeições, o rendimento máximo sustentável, ou seja, a quantidade de capturas que garanta a sustentabilidade dos ‘stocks’ e assegurar a representação das organizações de pescas nos conselhos consultivos.
Fonte:DN

Estratégia Nacional 2013 – 2020

Numa altura em que tanto se fala – e muito justamente – na necessidade de voltarmos a produzir, de apostarmos de novo nos sectores primário e secundário, aproveitando os nossos assinaláveis recursos naturais, este governo, acossado pela implementação dos acordos firmados com a troika, por quase todos declarado culpado pelo desemprego e pela recessão económica, elaborou e tornou pública a Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020, documento de inegável importância e profundidade que entrou em discussão pública em Março, discussão essa que se prolongará até final de Maio.
Para tudo é preciso um início, e o documento em causa tem tudo para ser o pontapé de saída da implementação de uma estratégia que nos leve decisivamente de volta ao mar, devendo naturalmente ser acrescentado e melhorado (daí a discussão pública), mas sendo já uma peça de grande importância para de uma vez sabermos o que fazer com um tão vasto recurso, pois de nada nos vale sermos donos e senhores de um activo se dele não conseguirmos tirar proveito. O conceito de coutada aqui não se aplica.
O referido documento contém programas de acção (Action Plans) que, embora podendo ser aprofundados, revelam o carácter empreendedor essencial para que não seja um mero estudo académico, destinado a juntar–se a muitos outros bem-intencionados estudos que acabaram por nunca passar do papel.
Em paralelo com a apresentação da Estratégia Nacional para o Mar, foi instituída a Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar, integrada maioritariamente pelos membros do governo que directa ou indirectamente interagem com o mar, o que denota a preocupação de haver quem implemente a referida estratégia, se bem que a importância do assunto talvez merecesse alguém com peso político sob a tutela directa do primeiro-ministro, especialmente mandatado para ser o responsável pela implementação de todos os programas de acção junto dos inúmeros institutos e organismos públicos que vão ser envolvidos.
De qualquer forma, para que estejamos todos imbuídos do mesmo espírito, não basta apresentar um programa estratégico, por muito bem elaborado que seja, e submetê-lo à discussão pública, é preciso muito mais, é fundamental envolver todo o país no documento, apresentá-lo publicamente até à exaustão, incluir propostas não só da sociedade civil como das oposições, é preciso promovê-lo e publicitá-lo, é indispensável fomentar a confiança e convencer as pessoas (especialmente os investidores) de que, passando o nosso futuro pelo mar, os caminhos já se começam a conhecer, já existem estudos sérios sobre as melhores áreas para investir, o Estado começará de imediato a implementar as medidas que se propõe nesta referida estratégia nos timings a que se obriga, bastando agora (o mais difícil) que todos ponhamos mãos à obra.
Um indicador contemporâneo do interesse que as pessoas em geral têm por um assunto é o número de gostos que esse assunto tem no Facebook. Vale o que vale, mas até ao presente, com mais de dois meses de discussão pública, pouco mais de 300 pessoas gostaram da página oficial da Estratégia Nacional para o Mar nesta rede social (só o Benfica tem 1,3 milhões), o que de alguma forma é revelador da falta de interesse que está a suscitar junto da opinião pública.
E porquê? Será que não é unânime que podemos e devemos fazer mais com um tão vasto recurso como este, será que alguém duvida que no mar reside de novo o nosso futuro, alguém não tem a certeza que num tão grande território existem riquezas inimagináveis capazes de catapultar de novo o nosso país para a prosperidade?
A resposta a tudo isto é obviamente que não. Este aparente desinteresse prende-se com a falta de capacidade de mobilização, com a inqualificavelmente má comunicação que tem caracterizado este governo, que talvez por querer fazer contraponto com o seu antecessor caiu no outro extremo, como se no meio não estivesse a virtude, passando realizações notáveis como a Estratégia Nacional para o Mar quase desapercebidas na opinião pública.
Pois ainda vamos a tempo. O objectivo destas linhas é contribuir precisamente para a divulgação do documento, para que venham mais contributos para a discussão pública, os empreendedores e os financiadores que se pronunciem, tirem dúvidas e façam propostas, e que todos nós, cidadãos, exijamos que as acções planeadas sejam efectivamente levadas a cabo nos prazos definidos, que quando este governo for substituído por outro, esse outro não se atreva a ir contra um desígnio que é nacional, que de uma vez estejamos todos de acordo relativamente a algo que nunca deveríamos ter esquecido: que o mar foi, é e será sempre o nosso destino.
Por isso, por favor, não hesite e clique em www.dgpm.gov.pt/Pages/ENM.aspx, tire ideias, aprenda, sugira, critique ou arrase mesmo o documento, contribuindo para a sua melhoria. Vai valer a pena!
Por: António Reis Pereira – Eng. agrónomo e gestor de empresas

Divulgação: Baptismos de Mar – Dia da Marinha

Proposta para o seu fim-de-semana: Baptismos de mar 

As comemoração deste ano do Dia da Marinha centram-se na Cidade do Barreiro.


Contudo há também diversas  actividades a decorrer na Base Naval, no Alfeite – Almada e 

um pouco por todo o País, onde a Marinha tem representação.

Na Base Naval poderá fazer o seu Baptismo de mar nas Lanchas de Fiscalização Rápida nos 


seguintes dias:

De 18 a 20 de maio das 11h00 às 20h00;

De 25 a 26 de maio das 11h00 às 20h00.

Inscrições através do e-mail: DM2013@marinha.pt

Idade mínima para crianças: 5 anos.

Embarque no Dia da Marinha 2013!

Projecto de Resolução n.º 725/XII/2ª

Iremos sempre que possível, mencionar actividade dentro da Assembleia da República do que concerne ao Mar, independente da cor política. Neste caso, o projecto de resolução proposto pelo PSD sobre a questão dos Portos do Algarve é relevante para a actividade portuária e maritima daquela zona do País.

Projecto de Resolução n.º 725/XII/2ª

Recomenda ao Governo a realização de investimentos com potencial efectivo de
desenvolvimento económico previstos para o sector portuário na região do Algarve
e clarifique o modelo de gestão dos Portos daquela Região.

Exposição de motivos
A importância que o mar sempre teve para Portugal e o reconhecimento de que essa
importância deve regressar ao primeiro plano deram aliás origem à necessidade de definição
de uma Estratégia do Mar intuída consensualmente por todos os portugueses, reforçada
pela consciência das potencialidades dessa aposta em domínios tão diferentes como o da
saúde, da alimentação ou do desporto e lazer.
Apesar do significativo avanço nas reformas e correcções necessárias que vêm sendo
empreendidas, Portugal continua a ser um dos países europeus com maior endividamento,
restringindo a sua capacidade de realizar novos investimentos.

O Plano Estratégico de Transportes 2011-2015, concebido num período de dificuldades
extremas do País resultantes da actual conjuntura põe em evidência o importante papel do
sistema marítimo portuário na economia nacional e na competitividade das exportações
nacionais, prevê ainda assim a realização de um significativo esforço de manutenção do
investimento nos portos nacionais, e promovendo o seu desenvolvimento, ao serviço do
País.

No domínio dos portos e da actividade portuária assistiu-se ao longo dos últimos dois anos
a uma reorganização do trabalho e da actividade portuária, e a uma diminuição efectiva dos
custos de operação, anunciando-se já uma nova redução destes custos de contexto
enquanto contributo para a dinamização destas actividades ligadas ao mar.

Portugal enquanto país-destino de turismo tem assistido a um crescimento muito
significativo do número de cruzeiros que fazem escala nos nossos portos, daqui resultando
naturais apelos a um aumento do investimento dirigido a este sector.
A situação actual do país resulta em grande medida da realização de investimentos públicos
desarticulados ou sem critério e sem avaliação do seu real potencial e do seu retorno para a
economia das regiões e do país.
Os investimentos têm de ser sujeitos a prioridades, exigem programação consistente com
as disponibilidades e os constrangimentos resultantes da situação de intervenção e resgate
externo que o País vive e que ainda não conseguiu ultrapassar, e têm de levar em linha de
conta o grau de retorno dos mesmos investimentos.
O porto de Portimão está entre os portos nacionais que esperam um incremento de
movimento importante este ano com novas escalas programadas para os navios de
cruzeiro, mas ainda muito longe do seu potencial.
Entre as intervenções que seriam desejáveis para o Algarve, identifica-se uma prioridade
para desenvolvimento do potencial no turismo de cruzeiro que segundo se estima poderia
subir dos 50 mil passageiros visitantes registados em 2011 e chegar aos 250 mil por ano.
Os investimentos iniciais necessários não são significativos e pressupõem a realização de
um estudo técnico prévio que pode ser realizado pelo LNEC e que se prevê que demore
cerca de 9 meses, com um custo estimado na ordem dos 90 mil euros.

O aproveitamento adequado das características locais aponta para a necessidade de
realização de um investimento que inclui o aumento do comprimento do cais que é
insuficiente para acolher os navios de maior porte que constituem a maioria da frota a
operar neste mercado, o qual deverá ser prolongado em 220 metros, e da realização do
desassoreamento do canal e da bacia de manobras. É identificada ainda a conveniência da
aquisição de um rebocador próprio o qual pode servir toda a região do Algarve e ainda
apoiar a investigação marítima da Universidade do Algarve. No total, o investimento
necessário foi quantificado em 25 milhões de euros.

O assunto foi aliás colocado já ao Ministério da Economia e do Emprego em 2012 por um
grupo de deputados do Algarve do PSD e é agora retomado em coerência pelo Grupo
Parlamentar pela sua actualidade e auto justificação plenas.
De igual forma, resultou das sucessivas reestruturações do sector portuário em Portugal
algumas disfuncionalidades ao nível da gestão e articulação das diferentes infraestruturas,
com eventuais perdas de eficácia ao nível da realização dos investimentos prioritários e com
potencial efectivo de desenvolvimento económico previstos para o sector portuário na
região do Algarve.

Assim:
A Assembleia da República resolve, nos termos do disposto no n.º 5 do artigo 166º da
Constituição da República Portuguesa, recomendar ao Governo que:
1. No quadro do Plano Estratégico de Transportes 2011-2015 (PET), aprovado já em
contexto restritivo do Plano de Assistência Financeira a que o País está sujeito
desde 2011, desenvolva uma política de organização das áreas portuárias que
promova a eficácia e clarifique competências na gestão dos Portos do Algarve.

2. Atribua prioridade ao desenvolvimento do potencial demonstrado pelo porto de
Portimão na atracção de visitantes para a região do Algarve através do
impulsionamento do turismo de cruzeiro.
3. Tenha em atenção, para além horizonte temporal do PET, a realidade da região do
Algarve e a necessidade de reatar alguns investimentos cruciais para a estratégia da
Economia do Mar.

Austrália quer proibir fertilização do mar com sulfato de ferro

A Austrália quer proibir a fertilização do oceano com sulfato de ferro, um método controverso para combater as alterações climáticas, anunciou esta quinta-feira o governo australiano.

Esta técnica tem como objectivo combater a acidificação do oceano derramando sulfato de ferro para «fertilizar» o fitoplâncton, uma microalga marinha que absorve o dióxido de carbono (CO2) na água e na atmosfera.
Após uma vida muito curta, os restos de fitoplâncton são depositados sobre o fundo do mar sob a forma de sedimentos.
Mas a eficácia do método e os seus efeitos no ambiente são desconhecidos, de modo que a Austrália quer proibir a sua utilização no protocolo de Londres, que em 1996 alterou e substituiu a Convenção de Londres de 1972.
Austrália, Nigéria e Coreia do Sul querem apresentar uma emenda para proibir a fertilização comercial sem justificação científica numa reunião dos signatários do protocolo, prevista para Outubro.
«A emenda pretende estabelecer regras vinculativas para a fertilização do oceano», explicou o ministro do Ambiente australiano, Tony Burke.
«Proibir as actividades comerciais da fertilização oceânica e autorizar as investigações científicas legítimas visando identificar os possíveis benefícios» desta prática, acrescentou.
Em 2012, os signatários do protocolo lamentaram o uso desta técnica na costa do Pacífico do Canadá por uma empresa que queria reconstruir a população de salmão, que se alimenta com fitoplâncton.
A revista Nature revelou em 2007 as conclusões de um grande programa nas Ilhas Kerguelen, no sul do Oceano Índico, segundo o qual derramar ferro no oceano seria entre 10 e 100 vezes menos eficaz do que o processo natural, porque 90% do ferro perder-se-ia e o seu efeito seria de curta duração.
Alguns cientistas temem ainda uma possível reacção química resultando em óxido nitroso (N2O), mais devastador do que o CO2.
O ministro do Ambiente também citou a proliferação de algas tóxicas e a eutrofização do leito como riscos potenciais.
Fonte: Diário Digital.