Fonte: Ionline
Portugal sem dinheiro para vigiar plataforma continental
No discurso de tomada de posse do director do Instituto Hidrográfico, Aguiar-Branco lamentou não ter recursos para a vigilância marítima nem para a investigação.
“Infelizmente um país que cresce, com a expansão da sua plataforma continental não tem dinheiro para reforçar os meios de vigilância da mesma, nem para promover a investigação de que precisa e que conduziria à rentabilização de um dos seus mais importantes recursos”, disse.
Num tom de clara frustração Aguiar-Branco lamentou ainda que num país ainda virado para as auto-estradas, o ministro da Defesa tenha de procurar recursos para construir dois navios oceânicos.
Fonte: RR
Divulgação: Férias Náuticas.
O Programa Férias Náuticas é ideal para as crianças que se interessam pelo mar e desportos náuticos. Dá-lhes a oportunidade de uma aproximação ao meio aquático proporcionando sensações de liberdade normalmente associadas a este tipo de actividades!
Os participantes têm a oportunidade de experimentar as quatro modalidades existentes no Centro: canoagem, vela, windsurf e SUP (Stand up Paddle) onde poderão iniciar-se e/ou desenvolver técnicas que os permitirão lançarem-se num mundo de aventura e adrenalina.
Serão desenvolvidas actividades náuticas teóricas e práticas, leccionadas por monitores especializados dentro das modalidades. Estas terão como palco as instalações do Centro e plano de água adjacente, cumprindo todas as regras de segurança inerentes ao tipo de actividade .
Com as actividades didácticas os mais novos poderão complementar a formação náutica com uma visita Oceanário ou descobrir, com a Ciência Divertida, o lado mais prático do conhecimento científico que aposta no saber-fazer em detrimento do saber-saber. Além disso, serão adquiridos conhecimentos ecológicos e sustentáveis. A transmissão de conhecimentos, experiências e diversão serão constantes no decorrer destas férias.
Material necessário: Fato de banho, chapéu, protector solar, calçado molhável e produtos de higiene pessoal.
Preço: 45€/dia | 156€/4 dias | 180€/5 dias
Obs.: O preço inclui seguro de acidentes pessoais, almoço, visitas ao Oceanário, atelier e todo o material didáctico necessário.
CENTRO NÁUTICO DA MARINA PARQUE DAS NAÇÕES
Gigante de luxo fica ao largo de Portimão
Reprodução em cativeiro de Cavalos Marinhos – Universidade do Algarve
Jaula móvel para aquacultura em mar aberto
Secretário de Estado do Turismo mergulha nos navios afundados do «Ocean Revival»
Milhares encheram Carcavelos para assistir ao Moche Cascais Surf à Noite.
Borboletas são novo atractivo nas praias transmontanas do Azibo.
As praias fluviais do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, têm nas borboletas um novo atractivo para os visitantes neste verão, com a possibilidade de observação de mais de 40 espécies, divulgou a autarquia transmontana.
Nicarágua projecta canal a cortar América com capitais chineses
Mais um canal a unir o Atlântico e o Pacífico poderia vir a cortar a América Central de costa a costa e fazer concorrência ao Canal do Panamá, o único que até agora estabelece a comunicação entre dois oceanos. O projecto constitui um compromisso estruturante para o mandato do Presidente Nicaraguense, Daniel Ortega, teria, para já, a garantia de participação de capitais chineses.
O presidente sandinista, inimigo histórico da hegemonia norte-americana no istmo, apresentou a decisão como estando ainda aberta a aceitar uma participação dos Estados Unidos. Segundo citação do diário espanhol El Pais, afirmou nessa ocasião, dirigindo-se a Obama: “Presidente, nós vamos com o canal pela Nicarágua, estamos a trabalhar com uma empresa chinesa e claro que nos interessaria que investidores norte-americanos participassem neste projecto”.
O apelo à participação de capitais norte-americanos deixa o presidente Obama na situação desconfortável de embarcar num projecto que foi desenhado sem consulta prévia à grande potência do Norte, ou de enfrentá-lo e procurar impedir a sua concretização.
A tentação de enveredar por esta via seria forte e teria tradições na política externa norte-americana, que ainda hoje mantém o boicote comercial a Cuba. Com efeito, os EUA continuam ainda hoje a exercer um controlo apertado sobre o Canal do Panamá, símbolo da dependência em que mantêm toda a América Central como o seu “pátio traseiro”.
Mas a opção pelo confronto com o projecto de Ortega teria para os EUA o inconveniente de renunciar a qualquer possibilidade de influenciar o projecto “por dentro”. A influência externa determinante poderia, assim, ficar nas mãos do Estado chinês, eventualmente através da companhia de telecomunicações Xinwei, que desde o ano passado tem já uma posição sólida no sistema comunicações da Nicarágua e que agora se especula venha a ser o pivot do projeto de canal.
Para já, está oficialmente anunciado que uma empresa com sede em Hong Kong, a HK Nicaragua Canal Development Investment Co. Ltd. vai promover os investimentos para o novo canal, que deverão ascender a 40.000 milhões de dólares. O presidente da empresa, Wang Ji, é também presidente da Xinwei. Um dos assessores, Laureano Ortega, é filho do presidente nicaraguense.








