O que está em causa na nova política europeia de pescas

Sustentabilidade, proibição de rejeições e ajustamento das frotas estão em foco na reforma da política comum de pescas.
Eis alguns dos principais pontos da nova política das pescas, que está próxima de ser aprovada, depois de um acordo na UE, esta quarta-feira, quanto aos seus aspectos centrais:
Sustentabilidade
É o ponto central da nova política comum. O objectivo é que a pesca não supere o chamado “máximo rendimento sustentável”, ou seja, um limite que não comprometa os stocks, hoje sobre-explorados em 75% na Europa. A recuperação dos stocks deverá ser feita até 2020, com 2015 como uma data intermédia, “onde for possível”. O “máximo rendimento sustentável” será calculado com base na mortalidade (capturas de peixes) e não na biomassa (peixe que está no mar), como queria o Parlamento. A elaboração de planos multianuais para diferentes áreas de pesca será um instrumento central.
Rejeições
Todo o peixe terá de ser trazido para terra. Mas poderá haver excepções de até 5% das capturas totais de cada espécie. Também haverá alguma flexibilização das quotas, para que parte dos peixes de valor comercial apanhados em excesso possa ser vendida, de modo a desincentivar rejeições ilegais.
Regionalização
Uma das ideias da nova política é permitir aos Estados-membros criarem, sozinhos ou em conjunto, regras específicas a uma determinada pescaria ou região, condicionadas no entanto aos objectivos e metas dos planos plurianuais e ao “rendimento máximo sustentável”.
Frota
Na sequência do que já foi feito no passado recente, a nova política quer que a capacidade das frotas seja adaptada às oportunidades reais de pesca de cada país, as quais seguirão critérios de sustentabilidade. Na prática, isto pode a curto prazo significar uma diminuição das frotas que estão sobredimensionadas. Mas uma vez atingido o “máximo rendimento sustentável”, a perspectiva é que o resultado da faina seja maior.
Quotas
O Parlamento conseguiu introduzir a obrigatoriedade de critérios transparentes para as chamadas “oportunidades de pesca” a atribuir aos diferentes Estados-membros. Até agora, as quotas de pesca têm sido negociadas sobretudo com base em critérios económicos, muito associados às capturas históricas. Agora, os critérios terão de reflectir também os aspectos ambientais e sociais.

Fonte: PTP

APSS e MAEDS realizam conferência «O Sado e a sua Vocação Portuária»


A APSS – Administração dos portos de Setúbal e Sesimbra, SA e o Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (MAEDS) realizam, durante a tarde desta quarta-feira, 5 de Junho, no auditório do Edifício Sede da APSS, em Setúbal, a conferência “O Sado e a sua Vocação Portuária”, com início às 14h30m, uma organização no âmbito da parceria de cooperação entre as duas entidades destinada à promoção de acções relacionadas com a responsabilidade social e ambiental.
A conferência “O Sado e a sua Vocação Portuária” faz parte do programa Ambientes Marítimos e integra-se na comemoração do Dia Mundial do Ambiente, tendo por objectivo “valorizar a vocação atlântica portuguesa e projectar a nossa cultura marítima”. São oradores Carlos Tavares da Silva, Paulo Alexandre Monteiro e Inês Vaz Pinto
 
Fonte: PTP

Porto de Lisboa visitado por Autoridade Portuária da Tailândia

O Porto de Lisboa foi esta segunda-feira visitado por representantes da Autoridade Portuária da Tailândia. A comitiva foi recebida na Torre VTS, em Algés, pela presidente do Conselho de Administração, Marina Ferreira, onde ficou a conhecer o funcionamento desta infraestrutura e do seu papel no controlo do tráfego marítimo.
Marina Ferreira fez de seguida uma apresentação geral sobre a actividade cada vez mais relevante do porto de Lisboa nas suas diversas funções (carga, cruzeiros e náutica de recreio), designadamente sobre os projectos previstos para os vários sectores, bem como do processo de progressiva articulação com o Porto de Setúbal.
O Terminal de Contentores da Liscont foi o ponto seguinte da visita, a qual envolveu mais de duas dezenas de elementos da Autoridade Portuária da Tailândia.

Fonte: PTP

Vale mais um tubarão no mar do que na sopa

Receitas geradas pelo turismo de observação de tubarões deverão superar, nos próximos 20 anos, as obtidas através da captura, segundo um estudo agora divulgado.

Nos próximos 20 anos, as receitas geradas pelo turismo ligado à observação de tubarões em alto mar podem mais do que duplicar, ultrapassando os proveitos do negócio da captura para fazer sopa de tubarão, muito apreciada na Ásia.
Por ano, estima-se que sejam capturados 38 milhões de tubarões para responder à procura pela barbatana destes animais, sobretudo na China, para fazer sopa. Este número não está fechado – estudos recentes revelam mesmo que a realidade pode andar entre os 63 milhões e os 273 milhões.
O negócio rende anualmente 630 milhões de dólares (cerca de 485 milhões de euros), mas está em declínio, segundo especialistas do Canadá, Estados Unidos e México, citados num estudo publicado nesta quinta-feira no jornal Oryx-The International Journal of Conservation.
Por outro lado, o ecoturismo ligado à observação de tubarões em alto mar rende 314 milhões de dólares (242 milhões de euros), um valor que deverá mais do que duplicar nos próximos 20 anos, para 780 milhões de dólares (600 milhões de euros), segundo as estimativas dos autores.
“Esperamos que as pessoas reconheçam que os tubarões não são apenas valiosos no prato”, diz à Reuters o investigador que liderou o estudo, Andres Cisneros-Montemayor, da University of British Columbia, no Canadá.
A Ásia é o principal consumidor destes animais. Ainda nesta quinta-feira o governo japonês rejeitou reforçar as medidas de protecção do tubarão-de-pontas-brancas, do tubarão-sardo e de três espécies de tubarões martelo, aprovadas em Março pelos 178 países da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES, em inglês).
Por outro lado, nos últimos anos, foram criados verdadeiros santuários de tubarões em locais como Palau, Maldivas, Honduras, Tokelau, Baamas, ilhas Marshal, ilhas Cook, Polinésia Francesa e Nova Caledónia. Nestes países, a captura e comércio de tubarão foi proibida.
“Muitos países têm incentivos financeiros significativos para a conservação de tubarões e dos sítios onde eles vivem”, disse à Reuters Jill Hepp, director da organização Pew Charitable Trusts, dedicada à conservação destes animais, e que participou no estudo.
Segundo o documento, o turismo leva cerca de 600 mil pessoas por ano a observar tubarões, desde os grandes tubarões brancos ao tubarões-martelo, garantindo assim 10 mil postos de trabalho em 29 países. Os autores esperam que os comerciantes ligados à captura de tubarões “convertam” o negócio, optando por ganhar dinheiro com a exploração de barcos para observação dos animais em alto mar ou até centros de mergulho. 
Fonte: Público

Concurso para novo terminal de cruzeiros em Lisboa arranca na próxima semana


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O investimento deverá ficar a cargo de privados, a “maioria estrangeiros”,

O governo lança na próxima semana o concurso para a concessão do novo terminal de cruzeiros em Santa Apolónia, Lisboa, avançou esta quinta-feira fonte governamental.
A obra tem como objectivo criar condições para que cada vez mais cruzeiros tenham na capital o seu ponto de origem e de destino, aumentando o fluxo de turistas à cidade.
O investimento deverá ficar a cargo de privados, a “maioria estrangeiros”, não se esperando custos para o Estado, garante a mesma fonte.

O concurso decorrerá ao longo deste ano e a obra deverá estar concluída até 2017.
De acordo com declarações recentes da administradora do Porto de Lisboa, Andreia Ventura, o investimento privado ronda os 20 milhões de euros.
Em 2012 a capital lisboeta recebeu 522 mil passageiros de cruzeiros e para este ano prevê-se um crescimento na ordem dos 7% para 560 mil passageiros.
Também o número de cruzeiros que fazem escala em Lisboa, aumento o ano passado, crescendo 13%. Para 2013 estão previstas 355 escalas na capital.

Divulgação: Livro "O Melhor Peixe do Mundo".

Detalhes do livro de autoria de Fátima Moura

Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o «meu» peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos.
Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.

Divulgação: Livro "O Melhor Peixe do Mundo".

Detalhes do livro de autoria de Fátima Moura

Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o «meu» peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos.
Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.

MSC com três novos serviços regulares em Sines a partir de Junho

A MSC terá, a partir do próximo mês de Junho, três novos serviços semanais a escalar o Terminal XXI do porto de Sines, passando desta forma a contar com um total de quinze serviços regulares a escalar o porto alentejano.

O primeiro serviço novo no porto de Sines tem a primeira escala marcada para dia 3 de Junho, através do navio MSC Monterrey, um serviço de importação integrado na rota Turquia-Norte da Europa. Também para cargas de importação será o segundo serviço, que liga o Canadá e o Mediterrâneo, cuja primeira escala em Sines está marcada para 18 de Junho, com o navio MSC Kyoto. Já o terceiro serviço, de cargas para exportação, começa a escalar Sines a 19 de junho, através do MSC Fabiola, numa rota que liga o Norte da Europa ao Extremo Oriente.

Fonte: Cargo

MSC Portugal ajudam a recuperar instalações do Atlético Clube de Portugal

Cerca de oitenta colaboradores da MSC Portugal estiveram envolvidos, nos últimos três dias, numa iniciativa de solidariedade que teve como objectivo restaurar as bancadas do estádio do Atlético Clube de Portugal e que se insere na MSC Portugal – Outdoor Teambuilding. 

A acção foi desenvolvida em parceria com a Associação Entrajuda e com a MST – Multiserviços Técnicos, Lda., que participaram com grande empenho e dedicação na realização desta iniciativa de solidariedade e apoio a um dos clubes desportivos lisboetas que serve uma das áreas mais desfavorecidas da cidade. A iniciativa pretendeu requalificar parte das bancadas do Estádio da Tapadinha, e teve o apoio da loja Leroy Merlin de Almada e da parafarmácia Aquapharma, de Alcântara.

A ação de voluntariado desenvolveu-se no âmbito da iniciativa anual da MSC Portugal – Outdoor Teambuilding – que pretende envolver todos os colaboradores da empresa em actividades que aludam ao espírito de equipa, de colaboração e de convívio, realizadas sobre diversas temáticas. Desta feita, e dando continuidade às acções de solidariedade que a MSC Portugal tem vindo a desenvolver ao longo do ano, o Outdoor de Colaboradores tem a solidariedade social como grande tema.

“O apoio a instituições de solidariedade social faz parte do ADN da MSC Portugal” refere Carla Soares, responsável de RH da MSC Portugal. “A atribuição de donativos e a doação de bens alimentares e não alimentares a Associações como a Acreditar, a Associação Nacional de Combate à Pobreza, a Make a Wish, a Rarissímas e a Hepaturix são exemplo das iniciativas mais recentemente desenvolvidas pela MSC Portugal. Este ano, fez-nos todo o sentido apoiar o Atlético Club de Portugal, uma instituição que dinamiza a comunidade onde estamos inseridos, e a quem nos orgulha ajudar a ultrapassar as suas dificuldades. Quem experiencia momentos como aqueles que vivemos em acções de voluntariado, aprende a relativizar os seus problemas. Sabemos que a nossa dádiva em voluntariado muda a vida de alguém e os sorrisos que recebemos são muito mais valiosos do que aquilo que damos. Contagiar com este entusiasmo todos os colaboradores da MSC tem sido, e será sempre, uma das minhas mais gratificantes missões como responsável do departamento de RH desta magnífica empresa”.

Fonte: Cargo

Manuel Pinto de Abreu visitou o stand da Região de Aveiro

0 Secretário de Estado dos Assuntos do Mar, Manuel Pinto de Abreu, presidiu à sessão de abertura do terceiro dia do Forum do Mar, organizado pela Oceano XXI.
Após a cerimónia assinou dois Protocolos no stand da OCEANO XXI, o Protocolo do Campus do Mar, com seis instituições do ensino superior, e o Protocolo da Universidade Itinerante, entre a Universidade do Porto, a Escola Naval e a Universidade de Oviedo.
No final visitou os stands da feira, incluindo o da Região de Aveiro, que integrava representação da Comunidade Portuária de Aveiro.

Foto: Luís Sousa
Fonte: Porto de Aveiro