Visão: Emprego no Transporte Marítimo
Costa da Caparica: Pescador deitou ao mar milhares de peixes mortos
Os peixes mortos que deram à costa perto da Caparica foram deitados ao mar por um pescador.
A Poluição nos Transportes Marítimos.
Em 2008, a Organização Marítima Internacional (IMO) reviu as normas sobre o teor de enxofre dos combustíveis marítimos (contido no Anexo VI da MARPOL). Em Outubro de 2012, as normas foram transpostas oficialmente na Europa.
Nos termos da legislação da UE em vigor:
– A partir de 2015, os navios que naveguem nas zonas de controlo de emissões de SOx não podem usar combustível com mais de 0,1% de enxofre;
– Globalmente, os navios terão que reduzir o teor de enxofre do seu combustível para um máximo de 3,5% em 2012 e para 0,5% em 2020.
Segundo o Carbon War Room, a indústria marítima tem a oportunidade de economizar 70 biliões de Dólares por ano em combustível e reduzir o carbono e outros poluentes em 30%. Através de medidas de eficiência, estima-se que o transporte marítimo pode reduzir o consumo de combustível entre 30 e 60 por cento.
As boas notícias:
A poluição pode, deve e irá ser combatida, através do incremento da eficiência energética e da sensibilização dos operadores, aspectos que irão estimular o mercado de investigação, desenvolvimento, produção, implementação e manutenção de novas tecnologias, gerando dinâmica na economia e no mercado de trabalho.
Pode ser obtida mais informação sobre este tema, acedendo ao estudo ‘Poluição e o Transporte Marítimo’ – 34 páginas de actualidade, para uma eficaz acção na construção de um melhor futuro.
Fonte: Álvaro Sardinha.
Duas orcas avistadas a uma milha do farol de S. Vicente, em Sagres
Duas orcas foram avistadas a uma milha do farol de S. Vicente, em Sagres, por diversas embarcações turísticas de observação de cetáceos. Mãe e a cria estarão de passagem, a caminho do mediterrâneo, mas deixaram-se fotografar e filmar enquanto estavam a alimentar-se. Apesar da alcunha de baleias assassinas, as orcas são o maior exemplar da família dos golfinhos e alimentam-se essencialmente de peixe.
Fernando Pimenta ganha o ouro para Portugal em K1 1000m
Consumo de atum, salmão ou sardinha pode reduzir risco de cancro da mama
Diversas investigações mostraram já o efeito protector dos ómegas 3 em relação às doenças cardiovasculares, mas investigadores chineses analisaram agora dados de 26 estudos sobre 800.000 mulheres e cerca de 20.000 casos de cancro da mama realizados nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia.
Comprovaram que o consumo de uma a duas porções de peixes gordos por semana estava associado a uma redução de 14 por cento do risco de cancro da mama, segundo a agência France Presse.
A equipa dirigida pelo professor Duo Li, da Universidade de Zhejiang, constatou que um aumento de 0,1 gramas de ómega 3 oriundo de peixe por dia reduz o risco de cancro da mama em cinco por cento.
Os ómegas 3 são ácidos gordos essenciais ao bom funcionamento do corpo humano. Existem quatro: o EPA, o DHA e o DPA (encontrados essencialmente nos peixes gordos como o salmão, atum, cavala, arenque, sardinha e anchova) e o ALA (presente nos óleos vegetais de noz, colza ou soja e, em menor grau, na carne, laticínios e ovos).
No estudo, publicado na revista «British Medical Journal», os investigadores chineses assinalam que apenas os ómegas 3 de origem marinha foram associados a uma redução do risco de cancro da mamã.
O cancro da mama é um dos mais frequentes a nível mundial. Em 2008, representava perto de 23 por cento do conjunto dos cancros e 14 por cento das mortes, segundo o estudo.
Fonte: APP
Medicamentos debaixo de água
Conselho Norueguês de Pesca garante bacalhau isento de fosfatos
“As novas normas não irão afectar a produção tradicional de bacalhau e que irá continuar a ser feita como até aqui, apenas com cura de sal. Logo não haverá riscos de polifosfatos. Pela parte Islandesa não podemos falar”, esclareceu hoje o Norge.
O Conselho Norueguês de Pesca realça que nenhuma outra nação ligada à indústria do bacalhau é tão dependente dos consumidores portugueses como a Noruega.
Na semana passada, o Governo disse que a proposta aprovada a nível europeu sobre a introdução de polifosfatos no bacalhau prevê excepções para Portugal e contempla o fornecimento de peixe sem aqueles químicos.
Em comunicado, o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar, Nuno Vieira e Brito, explicou que o documento votado esta semana pelo Comité Permanente para a Cadeia Alimentar e de Saúde Animal da União Europeia, que contou com o voto favorável de Portugal, “inclui medidas específicas para Portugal”.
“Nessas medidas está contemplado o fornecimento à indústria portuguesa de bacalhau sem polifosfatos, a possibilidade de confirmação da presença da mesma, o compromisso da Comissão [Europeia] de durante três anos acompanhar esta questão e, por último, a informação ao consumidor através da rotulagem”, referiu o secretário de Estado.
De acordo com o Governo, a proposta da Comissão Europeia, apresentada em 2011, contou com a “firme oposição de Portugal”, tendo sido “reestruturada de modo a contemplar com medidas protectoras específicas para Portugal”.
UAlg acolhe conferência sobre «Desafios tecnológicos no mar algarvio»
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Câmara Municipal de Faro e a Maralgarve organizam, na quinta-feira, 18, uma conferência
subordinada ao tema «Desafios tecnológicos no mar algarvio», que decorrerá
na Universidade do Algarve.
“Faro dá assim o seu contributo ao aparecimento de novos Fonte: Região Sul. |








