PSA movimentou 61 Milhões de TEU's em 2013.

O volume de 2013 para a PSA subiu tendo tido um aumento de 2,9%, atingindo os 61.810.000 TEU’S.
O tráfego está divido entre Singapura que atingiu os  32.240.000 TEU ( 2,9 %) e nos terminais estrangeiros que atingiram os 29.570.000 TEU ( +2,7% ). A progressão reflecte-se na passagem dos 60060000 para os 61810000 TEU’S em relação ao ano passado. PSA especificou que , levando em consideração as mudanças no sequenciamento dos terminais do grupo, em 2013 a taxa de crescimento dos volumes de contentores animados em pares de bases comparáveis ​​tem sido de 4,6 % , com um incremento mais forte a partir das concessões nos países estrangeiros . Comentando a satisfação com esses resultados, o diretor-gerente do PSA , Tan Chong Meng, desvendou que em 2014 PSA vai continuar a actualizar e expandir os terminais a nível mundial e o investimento realizado é adequado ao novos mercados e acredita que irá haver aumento igual, como aconteceu o ano que passou.

PSA movimentou 61 Milhões de TEU’s em 2013.

O volume de 2013 para a PSA subiu tendo tido um aumento de 2,9%, atingindo os 61.810.000 TEU’S.
O tráfego está divido entre Singapura que atingiu os  32.240.000 TEU ( 2,9 %) e nos terminais estrangeiros que atingiram os 29.570.000 TEU ( +2,7% ). A progressão reflecte-se na passagem dos 60060000 para os 61810000 TEU’S em relação ao ano passado. PSA especificou que , levando em consideração as mudanças no sequenciamento dos terminais do grupo, em 2013 a taxa de crescimento dos volumes de contentores animados em pares de bases comparáveis ​​tem sido de 4,6 % , com um incremento mais forte a partir das concessões nos países estrangeiros . Comentando a satisfação com esses resultados, o diretor-gerente do PSA , Tan Chong Meng, desvendou que em 2014 PSA vai continuar a actualizar e expandir os terminais a nível mundial e o investimento realizado é adequado ao novos mercados e acredita que irá haver aumento igual, como aconteceu o ano que passou.

Baleias filmadas na Costa da Caparica e Fonte da Telha

Dois fotógrafos da natureza calcorrearam as florestas e as praias do concelho de Almada, e mergulharam no oceano para mostrar a vida selvagem. Passa hoje na SIC às 12.00 horas
Surpresa! Afinal, há baleias que fazem as suas vidas bem próximo da Costa de Caparica e da Fonte de Telha. A escassos mil metros da praia. Os pescadores chamam-lhes “cachalotes”, sempre que vêm aqueles imponentes “espirros” de água serem libertados por algum cetáceo, mas trata-se da baleia-anã. Ainda assim, com uns impressionantes sete metros de comprimento, o tamanho de um miniautocarro. A espécie foi acompanhada ao longo de uma manhã e vai ser desvendada hoje no filme “Almada entre o rio e mar”, às 12.00 horas na SIC.
O documentário sobre a vida selvagem, da autoria dos fotógrafos de natureza Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, ambos de Almada, percorre a biodiversidade do concelho, mas foi após uns dias de paciente busca que se confirmou a presença das baleias nestas águas.

Forne: DN

Porto de Setúbal com melhor ano de sempre

O Porto de Setúbal fechou o ano de 2013 com mais de 7 milhões de toneladas movimentadas, patamar ultrapassado pela segunda vez na história do porto e que constitui o novo máximo absoluto de sempre. Foi um ano de recuperação de cargas, atingindo-se valores mensais na linha dos melhores anos anteriores, com movimentações superiores a 600 mil toneladas.
O ano de 2013 passa a constituir um marco que demonstra a motivação e a preparação da Comunidade Portuária de Setúbal e de todos os trabalhadores do porto de Setúbal para superar os desafios da conjuntura difícil que atravessamos, colocando o Porto de Setúbal na rota da competitividade e do desenvolvimento, com forte suporte às exportações e às empresas industriais da região criadoras de emprego (representam cerca de 33 mil postos de trabalho directo e indirecto) e ainda com grande capacidade para crescer. 

Fonte: APP

Milagre em Taiwan


Um homem que não sabia nadar sobreviveu mais de dois dias à deriva no mar em Taiwan agarrado a uma tampa de um caixão de madeira.
Tseng Lien-fa estava à pesca de enguias quando foi arrastado por uma inesperada onda na costa este de Taiwan.

Segundo testemunhas, o homem de 42 anos conseguiu agarrar-se a uma tampa de uma caixão de madeira que estava a flutuar e foi levado até à costa, na província de Hualien.
Em declarações ao United Daily News, Mr Tseng disse que conseguiu enfrentar a primeira onda, mas que a segunda, muito maior, arrastou-o para o mar.
Apoiado na tampa do caixão ficou à deriva no mar durante mais de dois dias, sempre na esperança de ser avistado por uma embarcação.
A sua noiva, que está prestes a ser mãe, deu o alarme depois de Tseng não aparecer em casa a tempo. Ele estava à pesca para obter algum dinheiro extra.
A forte ondulação arrastou-o da praia até uma distância de 46 milhas.
A guarda-costeira deu com Tseng deitado na praia no domingo.
Segundo os médicos, o homem apresentava sinais de desidratação e feridas nos braços devido à salinidade da água.
O facto de ter estado sem comer nem beber enquanto estava à deriva no mar durante 60 horas e, mesmo assim mantendo-se consciente, foi classificado como um milagre.
Entretanto, Tseng prometeu à noiva que nunca mais irá sair para a pesca.
Fonte: Diário Digital

Na ilha de Palmerston, todos os habitantes descendem de um único homem


A ilha de Palmerston, situada no Oceano Pacífico, abriga uma das comunidades mais isoladas do planeta. Visitada por um navio abastecedor duas vezes por ano – quando muito -, fica tão longe de outras regiões habitadas do mundo que apenas os mais intrépidos aventureiros conseguem pisar o seu solo. Curiosamente, a maioria dos seus 62 habitantes descende de um único homem: um inglês que se instalou ali há 150 anos.
Palmerston pertence a um grupo de ilhas conhecidas como Cook Islands, ligadas por um recife de corais que circunda as águas calmas de uma lagoa central.
Os recifes, no entanto, são demasiado altos, impedindo que hidroaviões pousem na lagoa. Do lado de fora, as águas muito agitadas também dificultam o pouso de aeronaves. A ilha é demasiado distante de outros pontos habitados, o que também impossibilita o acesso por helicópteros convencionais.
Portanto, só se pode chegar a Palmerston pelo mar. E são nove dias, por barco, da terra habitada mais próxima.
A ilha só pode ser avistada a três quilómetros de distância. E quando o tempo está mau, não dá para vê-la. Ao longo dos anos, dezenas – senão centenas – de barcos colidiram contra os recifes que se escondem sob as ondas, deixando muitos marinheiros presos na ilha.
O naufrágio mais recente aconteceu há três anos. O barco ainda pode ser visto, na praia, com um imenso buraco na carcaça. Peças desses navios – motores, madeira, mastros – tudo isso é reaproveitado pelos ilhéus. Nada é desperdiçado em Palmerston.
Navegar em segurança por entre as barreiras naturais que cercam a ilha é algo que só se aprende com anos de prática.
Bob é o chefe de uma das três famílias que vivem na ilha. Elas competem entre si para chegar até aos poucos iates que visitam a ilha anualmente. Quem vence a corrida toma conta dos visitantes. Os ilhéus orgulham-se da sua hospitalidade e deliciam-se em ter companhia extra.
Essa generosidade, a etiqueta da ilha, o seu sistema legal e as suas tradições foram passados oralmente entre gerações. E são um legado de um único homem, nascido no condado de Leicestershire, em Inglaterra, há mais de 16 mil km de distância.
William Marsters foi o primeiro homem a habitar Palmerston permanentemente, há 150 anos.
Ele viveu nas Cook Islands a partir de 1850 e, por volta de 1860, foi nomeado o administrador de Palmerston pelo então dono da ilha, o mercador britânico John Brander. Ele mudou-se para a ilha em 1863 acompanhado da mulher e duas primas, todas nativas da Polinésia.
Marsters cobriu a ilha de coqueiros e, durante os primeiros anos, os navios de Brander paravam no local a cada seis meses para recolher o óleo de coco que ele produzia. Aos poucos, as visitas tornaram-se mais raras, e seis meses transformaram-se em três anos. Até cessarem por completo: John Brander tinha morrido.
A rainha Vitória deu a Marsters a posse da ilha. Ele casou com as primas da mulher e, juntas, as três famílias tiveram 23 crianças. Antes de morrer, em 1899, ele dividiu a ilha em três partes, uma para cada mulher. Hoje, apenas três dos residentes de Palmerston não são descendentes directos de William Marsters.

Oficialmente, Palmerston é um protectorado da Nova Zelândia e dela depende para muitos dos confortos tidos como banais noutros lugares. Moradia, energia e Internet (durante duas horas por dia) e, para alguns mais sortudos, sinal de telemóvel.
Mas não existem lojas na ilha. Há apenas duas casas-de-banho. Os ilhéus bebem água da chuva e o dinheiro é usado apenas para comprar mantimentos do mundo exterior, nunca entre os moradores.

Bob é o presidente da câmara de Palmerston e mora numa das extremidades da rua principal. É uma faixa de terra com menos de cem metros de comprimento e abriga meia dúzia de prédios.
Num dos lados da rua está a igreja. Ela é central para a vida da comunidade. Também é uma das construções mais novas – e mais robustas – da ilha. O sino pintado de branco é tudo o que resta da igreja anterior.
Sem qualquer outra terra por perto, Palmerston recebe a força total de qualquer tempestade. Então, os moradores amarram as construções às árvores. Em 1926, um tufão atingiu a ilha, arrancando a antiga igreja do solo.
Aos domingos, o sino toca às dez da manhã, chamando a comunidade para a missa. Nesse dia, não se trabalha nem se brinca até às 2:00 da tarde.
Depois da missa, é hora de comer. A comida é parte fundamental da vida na ilha. Para a maioria dos palmerstonianos, a pesca toma grande parte do dia. Como visitante, é impossível sair de casa sem receber convites para quatro almoços diferentes.

O peixe preferido dos ilhéus é o Calotomus zonarchus, conhecido popularmente como parrotfish (ou peixe-papagaio).
Aliás, o peixe é o alimento principal em Palmerston e também é o único produto de exportação da ilha. Entre uma e duas toneladas de peixe-papagaio são congeladas e apanhados pelo navio abastecedor que, duas vezes por ano, leva produtos básicos, como arroz e combustível, para a ilha.

A localização remota da ilha também cria outros desafios. Ir ao dentista, por exemplo, torna-se um grande empreendimento. Quando a moradora mais idosa da ilha, Mama Aka, com 92 anos, foi receber tratamento dentário em Rarotonga, capital das Cook Islands, levou quatro dias para chegar lá. Mas após a consulta, que foi rápida, teve de esperar seis meses por um navio que a trouxesse de volta.
E se, para alguns, o isolamento é o grande atractivo da vida em Palmerston, para outros, pode ser uma ameaça. Particularmente porque, com excepção de dois professores e uma enfermeira, todos na ilha são familiares.
Bill teve seis filhos com a sua primeira esposa, uma mulher que ele pensava ser sua prima de segundo grau. Mas quando ela era muito nova, tinha sido entregue a outra família pelos pais – prática comum na ilha. Na verdade, Bill e a mulher eram primos de primeiro grau.
O isolamento leva muitos a deixar a ilha. Entre 1950 e 1970, a população de Palmerston chegou a 300.
Um terço da população são crianças, todos parecem saudáveis e felizes ao participar das aulas na escola da ilha. Mas muitos esperam partir para as cidades a centenas de quilómetros de distância. Sonham com mais conforto, melhores salários e, quem sabe, um marido ou uma mulher.

Fonte: Diário Digital

Nadar abre o apetite e pode não ser útil para emagrecer


Os efeitos da natação sobre a saúde são de certo modo semelhantes aos gerados por actividades aeróbicas terrestres como corrida, caminhada e ciclismo, afirmou Hirofumi Tanaka, director do Laboratório de Pesquisas do Envelhecimento Cardiovascular da Universidade de Texas, de Austin.
A natação, assim como esses desportos, é um «exercício aeróbico rítmico que pode ser realizado sem interrupção para melhorar a saúde cardiovascular e muscular», afirmou.
Experiências realizados por Tanaka e outros pesquisadores descobriram que a natação «é muito eficaz na redução da pressão arterial e na melhoria da função vascular», e que a caminhada e outros exercícios de resistência terrestres são tão eficazes quanto este exercício.
A única vantagem da natação é que, por ser praticada dentro de água, oferece flutuação e arrefecimento, afirmou Tanaka. «Por isso, a incidência de lesões ortopédicas e a taxa de doenças relacionadas com o calor são baixas», completou.
Todavia, a natação possui uma desvantagem considerável. «Esta parece estimular o apetite mais do que exercícios vigorosos realizados no solo, como a corrida», disse Tanaka. Isso significa que a natação não é particularmente útil para a perda ou a manutenção do peso corporal.
Num estudo de 2005 sobre o hábito de realizar exercícios e o peso corporal, que envolveu mais de 15 participantes de 53 a 57 anos, as pessoas que caminharam rapidamente, correram ou andaram de bicicleta não ganharam muito peso ao longo de uma década. Já as pessoas que nadaram estavam predispostas a engordar.
Todavia, «a natação é, sem dúvida, uma actividade benéfica devido a outros factores, especialmente para a saúde cardiovascular», afirmou Tanaka.
Fonte: Diário Digital

Maya Gabeira regressa ao mar depois do acidente na Nazaré


Ano novo, vida nova. Após o susto de 2013 na Praia do Norte, na Nazaré, a brasileira Maya Gabeira regressou ao surf. No entanto, a protecção no tornozelo direito relembra as marcas deixada pelas Ondas Gigantes do mar português…
Maya Gabeira, de 26 anos, colocou um vídeo de 16 segundos a surfar no mar de North Shore, no Hawaii, no seu perfil do Instagram e do Facebook.
«2014 de volta ao mar. Obrigada a todos pelo apoio e meu time nota mil», escreveu a surfista.
Fonte: Diário Digital.

Obras de ampliação do Canal do Panamá podem sofrer novo atraso

O consórcio responsável pelas obras no Canal do Panamá indicou hoje que vai suspender os trabalhos por 21 dias caso não receba 1,16 milhões de euros, tendo as autoridades panamenhas considerado o anúncio uma “pressão inaceitável”.
O anúncio pode provocar um novo atraso nas obras de expansão do Canal do Panamá, que começaram em 2007 e prevê-se que estejam concluídas em Junho de 2015, nove meses após o acordado.
A Autoridade do Canal do Panamá (ACP) disse que a intenção do grupo em suspender os trabalhos “não implica uma rescisão ou abandono do projecto”, mas se tal vier a acontecer vão ser encontrados mecanismos que vão permitir concluir as obras.
O administrador do grupo espanhol anunciou que vai suspender as obras por 21 dias, caso não receba garantias financeiras por parte das autoridades do Panamá.

Fonte: Lusa/SOL

Empresa de pesca luso-canadiana quer exportar através de Portugal

A empresa de pesca luso-canadiana Presteve Foods Limited, com sede em Wheatley, no Ontário, pretende utilizar Portugal como “porta de entrada” para o mercado europeu na exportação de peixes, disse à Lusa o seu presidente.
Ulysses Pratas, presidente da empresa luso-canadiana de pesca, importação e exportação e transformação de peixe fresco dos grandes lagos do Canadá e Estados Unidos, referiu que tem “o sonho de abrir uma delegação em Portugal, na Nazaré”, acrescentando que já houve conversas com o presidente da Câmara Municipal local nesse sentido.
Segundo o responsável, esta empresa “servirá para ligar ao resto da Europa, funcionará como a entrada para a Europa, para países como Espanha, França ou Alemanha”.
Ulysses Pratas disse também que a empresa pretende “contratar portugueses como experiência nesta indústria”, mas sem revelar a quantidade de trabalhadores necessários.
Tudo começou na década de 1980, com apenas um barco de pesca no lago, mas hoje a Presteve Foods Limited tem quatro embarcações. Em 1986, construiu a fábrica de transformação do congelado e de peixe fresco e “foi crescendo até ao que é hoje”.
Além da fábrica e escritórios em Wheatley, a empresa tem também outras instalações localizadas em Sault Ste Marie (Ontário). Conta com cerca de 200 funcionários, residentes naquela zona de Wheatley, Kingsville ou Liminghton, sendo metade de origem portuguesa ou luso-descendentes provenientes de zonas do país com tradição na actividade como a Nazaré, Peniche, Aveiro, Póvoa do Varzim, ou de outros portos piscatórios.
Ulysses Pratas ressalvou que a escolha desta actividade naquela zona dos grandes lagos se deveu ao facto de querer “manter a ligação às zonas de Portugal com tradição piscatória”.
A empresa luso-canadiana tem uma produção anual de 6,350 toneladas, em qualidades de peixe do lago como a perca ou o lúcio.
Após a transformação efectuada na fábrica, o peixe é vendido no Canadá, nos principais hipermercados e minimercados, principalmente nas províncias do Ontário e do Quebeque. Também é exportado para os Estados Unidos da América, Ásia e Europa.
Para já, disse Ulysses Pratas, existem perspectivas no aumento da exportação para países com mercados emergentes como é o caso do asiático.
Existem cerca de 560 mil portugueses ou luso-descendentes no Canadá (aproximadamente cinco mil na região de Wheatley e Liminghton).

Fonte: LUSA