Brasil quer usar estaleiros portugueses.
A indústria naval brasileira não precisa apenas de estaleiros e espaço para construir os navios, mas também de mão-de-obra qualificada e, segundo Carlos Costa, os portugueses “têm um excelente know-how nesta matéria”. É por isso que os dois países estão a finalizar um acordo bilateral que permita levar engenheiros portugueses desta indústria para o Brasil e para trabalhar na Petrobras durante cinco anos.
Porto de Sines movimentou 36,5 milhões de toneladas em 2013
Os agentes económicos, designadamente as concessionárias, com o apoio da Autoridade Portuária, movimentaram em 2013 nos vários terminais do porto de Sines um total de 36,5 milhões de toneladas de mercadorias, o que significa um crescimento de 28% relativamente ao período homólogo.
Destaca-se o importante contributo de dois segmentos de carga, nomeadamente, os granéis líquidos, com um crescimento homólogo de 21%, e a carga geral, segmento onde se incluem os contentores, que atingiu um crescimento de 77%.
Nos graneis líquidos as exportações de gasolinas e gasóleos tiveram um crescimento muito alto, com os principais destinos a serem os Estados Unidos da América, México, Espanha, Gibraltar, Holanda e França.
Na carga contentorizada foram movimentados 931.036 TEU, mais 68% que em 2012. Os principais destinos da movimentação de contentores com Sines foram a China, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Brasil, Singapura e Itália. Em termos de crescimento absoluto, os destinos com maior índice de crescimento foram a África do Sul, Paraguai, Tailândia, Malásia, Austrália, Angola e Líbia.
O número de navios recebidos cresceu 22%, tendo escalado o porto de Sines 2.010 embarcações durante 2013. Globalmente, o seu porte (GT – Gross Tonnage) aumentou 37%.
Fonte: Cargo
Matança de golfinhos continua no Japão
Esta matança foi já fortemente criticada pela comunidade internacional. O embaixador do Reino Unido no Japão, Timothy Hitchens, e a embaixadora dos EUA, Caroline Kennedy, mostraram-se contra esta prática. “O Reino Unido opõe-se a todas as actividades com golfinhos e botos, que causam sofrimentos terríveis. Levantamos esta questão regularmente com o Japão”, declarou Hitchens, num comentário na sua conta de Twitter. Por seu lado, Caroline Kennedy mostrou-se “profundamente preocupada” com a matança.
Aliança G6 cancela dois serviços Ásia-Europa
Estes dois serviços cancelados juntam-se aos já anulados em Outubro passado. “A aliança G6 continua oferecendo uma variedade de serviços entre o Extremo Oriente e a Europa, cobrindo as rotas com os principais portos europeus incluindo serviços semanais”, refere a aliança.
Foi apresentado o LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar
O Fórum Empresarial da Economia do Mar associou-se mais uma vez a esta iniciativa que considera fundamental para o reconhecimento deste segmento da economia no panorama macroeconómico de Portugal.
Esta edição do Barómetro apresentou conclusões interessantes sendo que este ano o foco esteve na importância do conhecimento técnico e cientifico para a economia do mar. Na perspectiva da consultora os índices apontaram para a quebra do ciclo de decréscimo das vendas da construção naval, para a continuação do crescimento do movimento de contentores nos portos portugueses, do número de escalas de cruzeiros e de passageiros nos portos nacionais e da produção nacional de aquacultura.
De acordo com este estudo, 72% dos gestores de topo e das personalidades ligadas a este sector considera que o conhecimento técnico e científico tem elevada margem de progressão, em Portugal, para potenciar o desenvolvimento da economia do mar.
O movimento de mercadorias nos portos cresceu 24,6%
Governo elimina Taxa Portuária.
Tartaruga do Jurássico português evoca criaturas de lendas japonesas
Voltando à realidade mais científica, com os seus 145 milhões de anos, a tartaruga portuguesa é mais antiga, em cerca de cinco milhões de anos, do que a britânica, que já é do período geológico seguinte ao Jurássico Superior, o Cretácico Inferior. É daqui que resulta grande parte da importância deste achado.
A História Real de Winter, o Golfinho sem cauda.
Conhece Winter? Winter é um golfinho com uma história incrível – tão incrível que tem agora o seu próprio filme, “Dolphin Tale“, que estreia em Setembro nos EUA.
Kevin Caroll, especialista em próteses, voluntariou-se para a ajudar. “Já desenhei próteses para cachorros, avestruzes e até para um pato“, disse ele ao Daily Mail. Caroll desenhou uma prótese de 76 centímetros, feita de silicone, para o golfinho. Após um ano e meio de trabalho de fisioterapia e recuperação, Winter já conseguia nadar como os outros golfinhos.
“Embora ela seja um golfinho que passou a maior parte da sua vida com os humanos, tivemos de habituá-la ao processo de filmagem, segurando câmaras falsas ao seu redor na piscina, começando meses antes [do início das filmagens]”, revelou Krista Rosado, directora de marketing do Aquário Marinho Clearwater.
Espera-se que a popularidade de Winter traga mais atenção para outras questões importantes na vida dos golfinhos em cativeiro, incluindo o modo, muitas vezes desumano, como são capturados.









