Primeiro iate de Turismo em Portugal “pensado para tirar o máximo aos turistas”

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Passear num iate luxuoso costuma ser algo individual, de acompanhamento reduzido ou em grupos pequenos em carácter exclusivo e particular. A WaterX aposta no primeiro iate totalmente português para transformar a navegação no Tejo um evento social.

Lisboa equiparou-se hoje às grandes cidades europeias ao acolher permanentemente um iate de Turismo, disponível para quem quiser e puder pagar uma viagem diferente.

A embarcação WaterX Catamaran assenta num modelo desportivo (catamaran), preservando o luxo e o conforto do modelo iate de forma a permitir conhecer Lisboa de um ponto de vista diferente, no qual o rio assume protagonismo. A sua concepção foi exclusivamente portuguesa, tendo na sua génese a ideia do designer Tomás Costa Lima e na sua construção o trabalho imprescindível dos Estaleiros de Vila Real de Santo António. Com dois bares, dois acessos à agua pela popa e dois pisos de conforto para 155 pessoas, a embarcação usa o azul e o branco como símbolos da fauna marítima. Pensado para turistas, acreditando, no entanto, que possa ser solicitado por todos os portugueses – dificilmente, grande parte da população pode investir neste passeio -, a organização reitera “o desenho de excelência, apropriado para reuniões de negócios, aniversários ou despedidas de solteiro, independentemente do estado meteorológico que se faça sentir“.

Com possibilidade de navegar entre Lisboa, Cascais e Caparica, o projecto foi um investimento de 720 mil euros, co-financiado pelo QREN (468 mil euros) e pelo Turismo de Portugal.

A estreia em alto mar contou com a presença de Assunção Cristas, Ministra da Agricultura e do Mar, que valorizou a “relação estreita entre Lisboa e o mar” e de Adolfo Mesquita Nunes, Secretário de Estado do Turismo, que sintetizou os objectivos do projecto: “Este foi um projecto de três anos. Era fundamental sentir o rio como parte da cidade, ainda por cima conseguindo acrescentar algo à economia. Criámos emprego e demos oferta turística. O objectivo é termos turistas a gastar o máximo de euros possível“.

Fonte: Hardmusica

Cão dá a vida pelo dono para o salvar de água infestada de tubarões

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Um capitão de uma embarcação australiana está a chorar a perda da sua fiel companheira de quatro patas, depois de o animal ter saltado para águas infestadas por tubarões numa tentativa de salvar a vida do homem.

Franz Van Derpoll estava a fazer pesca submarina perto da costa de Point Sampson quando subitamente se viu cercado por dois tubarões, situação que não passou despercebida à sua cadela, Sky, que estava à espera na embarcação.

Persentido o perigo que o dono corria, Sky atirou-se para as águas, um acto heróico que acabou por lhe custar a vida. “Provavelmente ela decidiu saltar para me proteger e quando vim à superfície depois do segundo mergulho havia muito sangue na água e nenhum cão”, conta Van Derpoll, citado pelo Dodo.

“Passei dois bons anos com ela mas, às vezes desejo que tivesse morrido eu e não ela. Tenho 62 anos e tive cães toda a minha vida mas ela não era um cão qualquer, a Sky era especial”, conta o australiano.

Van Derpoll encontrou Sky no porto onde trabalha e, na altura, o animal apresentava sinais de ter sido maltratado. O pescador resolveu adoptar o animal, que o ajudou a recuperar da morte da mulher. “Pensei que nunca ia amar mais nada depois da morte da minha mulher. Mas, para mim, a Sky veio de certa forma substituir o lugar da Mary. Era uma boa pessoa. Se se puder pôr um cão e uma pessoa na mesma categoria, esse cão seria a Sky”.

Fonte: Greensavers

Bodyboarder português premiado

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Manuel Centeno, atleta de Bodyboard, foi distinguido com um galardão que premeia mérito e excelência em actividades desportivas ligadas ao mar. 

O atleta português conta, até ao momento, com vitórias em sete campeonatos nacionais, cinco campeonatos europeus e dois campeonatos mundiais. 

O prémio foi atribuído pelo comité LIDE Economia Mar, na segunda edição da Gala Prémios LIDE Mar, que teve lugar na Alfândega do Porto.

 

Portugal com défice comercial de 641 milhões de euros nas pescas

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A frota pesqueira nacional capturou menos 1,2% de pescado em 2013, facto que terá contribuído para que a balança comercial permaneça deficitária apesar de uma melhoria de 21 milhões de euros face a 2012.

Ainda não foi desta que o sector pesqueiro nacional voltou a ganhar dimensão e, nas palavras do Presidente da República Cavaco Silva proferidas em 2012, “ultrapassou o estigma” que impede de se olhar novamente para os sectores esquecidos nos últimos anos.

 Os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que em 2013 o sector pesqueiro nacional registou uma quebra de 1,2% das capturas efectuadas, para um total de 195.065 toneladas. Entre o peixe cujo volume de capturas decresceu está a sardinha, o atum, o carapau, a cavala e o polvo.

 Outro dado negativo prende-se com a balança comercial dos produtos de pesca. Apesar de Portugal ser detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas do mundo, o saldo comercial de produtos de pesca registou um défice de cerca de 641 milhões de euros o que, ainda assim, representa uma melhoria de 21 milhões de euros face ao défice verificado em 2012.

 Entre os vários dados que podem contribuir para a explicação da prestação do sector estará o facto de em 2013 a frota de pesca nacional, com um total de 4.527 embarcações licenciadas, ter caído para o nível mais baixo dos últimos oito anos. 

 Metade do pescado importado vem de Espanha

 A maior parcela das importações de peixe portuguesas vem de Espanha. O peixe importado de Espanha cresceu no último ano, tendo aumentado dos 43,3% em 2012 para 44,8% em 2013.

 Depois do país vizinho surge, como principal fornecedor de pescado, a Holanda com 16,7%.

 O grupo das “preparações e conversas de peixe” é o único cujo saldo externo não é deficitário, tendo no ano passado registado um saldo positivo de 62,8 milhões de euros.

Fonte. Jornal de Negócios. 

Espinho aposta no surf para cativar turismo

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O objectivo principal é fazer da cidade de Espinho um local de referência a nível mundial. O projecto ‘Espinho Surf Destination’ não só pretende trazer os amantes da modalidade à região como também proporcionar novas hipóteses de negócio e cativar mais turistas

Espinho quer surfar contra a crise e decidiu apostar na modalidade para atrair novos turistas à cidade. O ‘Espinho Surf Destination’, destina-se não só a fazer da cidade um ponto de referência para a modalidade mas também a tornar Espinho num local de interesse turístico e económico.

“Temos oito quilómetros de praias fantásticas e das melhores direitas [ondas com ondulação da direita] de Portugal”, destacou à publicação Gonçalo Pina, um dos organizadores do projecto.

Colocar a cidade no mapa dos principais eventos de surf é uma das apostas desta iniciativa que vê o evento a atrair ainda mais turistas à região.

O evento, que foi submetido a uma candidatura a fundos comunitários, tem data marcada para este mês e estarão presentes 

Fonte: Noticias ao Minuto

 

Peixe representa hoje 17% do consumo global de proteína

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O relatório destaca aliás a crescente importância dos países em desenvolvimento no comércio mundial de peixe, que representa quase 130 mil milhões de dólares por ano e deverá continuar a aumentar

 A produção mundial de pesca e aquacultura subiu para 158 milhões de toneladas em 2012 e o peixe representa hoje 17% do consumo global de proteína, revela um relatório da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Intitulado “Estado das Pescas e da Aquacultura do Mundo”, o relatório da FAO divulgado, revela que o papel do peixe na alimentação mundial está a aumentar, mas práticas danosas e uma má gestão ameaçam a sustentabilidade do sector.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização recorda que mais pessoas do que nunca dependem hoje das pescas e da aquacultura como fonte de alimentação e de rendimento.

Em 2012, a produção destes sectores aumentou em 10 milhões de toneladas face a 2010, alcançando as 158 milhões de toneladas em todo o mundo.

Para este aumento contribui sobretudo a aquacultura, incluindo de pequenos produtores, já que a produção das pescas está estável.

O relatório indica ainda que a produção pesqueira utilizada pelos humanos como alimentação aumentou de 70% nos anos 1980 para um recorde de mais de 85% (136 milhões de toneladas) em 2012.

Ao mesmo tempo, o consumo de peixe aumentou de 10 quilos por pessoa nos anos 1960 para 19 quilos em 2012, sendo que este alimento representa hoje 17% da ingestão de proteína pela população global.

Em algumas regiões costeiras e ilhas, esta taxa atinge os 70%, sublinha o relatório.

A nível global, a FAO estima que as pescas e a aquacultura representem o sustento de 10 a 12% da população mundial e desde os anos 1990 o emprego nestes setores aumentou mais depressa do que a população mundial.

Em 2012, cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo trabalhavam nas pescas e aquacultura, 84% das quais na Ásia e 10% em África.

O relatório destaca aliás a crescente importância dos países em desenvolvimento no comércio mundial de peixe, que representa quase 130 mil milhões de dólares por ano e deverá continuar a aumentar.

Atualmente, estes países já representam 54% do total de exportações mundiais de peixe em valor e mais de 60% em quantidade.

Apesar da oportunidade que representa, o sector das pescas e aquacultura enfrenta alguns desafios, que passam pela redução do desperdício, pelo controlo de algumas práticas danosas e pela melhoria da rastreabilidade, alerta a FAO.

A pesca ilegal, não registada e não regulada é “uma grande ameaça aos ecossistemas marinhos” e tem um impacto negativo nas vidas das pessoas, nas economias locais e no abastecimento de alimentos, exemplifica a organização.

Por isso, a FAO apela à promoção do “crescimento azul”, que se baseia na gestão responsável e sustentável dos recursos aquáticos.

“A saúde do nosso planeta e a nossa própria saúde e segurança alimentar dependem de como tratamos o mundo azul”, disse o director-geral da FAO, José Graziano da Silva, citado no comunicado.

“Temos de garantir que o bem-estar ambiental é compatível com o bem-estar humano para fazermos da prosperidade sustentável de longo prazo uma realidade para todos”, acrescentou.

Fonte: Ionline

Portugal quer vender navios a países africanos de língua portuguesa

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Cooperação técnico–militar está em marcha, mas falta fazer negócios, algo que os embaixadores ou representantes de Angola, Moçambique, São Tomé e Cabo Verde vão discutir com Portugal.  

Ainda não há contratos assinados, mas o ministro da Defesa garante que Portugal tem condições para construir navios patrulha e vendê-los aos países africanos. 

Uma delegação de membros da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) está de visita a Portugal e esta terça-feira foi convidada a conhecer as capacidades dos navios portugueses. Durante a manhã, a delegação subiu a bordo do navio patrulha “Viana do Castelo” construído nos Estaleiros de Viana. 

A cooperação técnico–militar está em marcha, mas falta fazer negócios, algo que os embaixadores ou representantes de Angola, Moçambique, São Tomé e Cabo Verde vão discutir com Portugal. 

O ministro José Pedro Aguiar-Branco fez as honras da casa, não se cansando de elogiar o navio e garantindo também que Portugal continua a ter capacidade de construção desde tipo de navios, apesar da reprivatização, e posterior subconcessão, dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. “E por isso, há capacidade quer em termos da existência de projecto, que é do Estado, quer em termos daquilo que é a capacidade de construção e reparação naval, que persiste em Viana do Castelo. E nós acreditamos que tem futuro, quer para a região, quer para a construção naval portuguesa”, acrescentou. 

O ministro confia nas conversações bilaterais, que estão em agenda, e no Fórum da Defesa para concretizar negócios.

A bordo do navio patrulha estão já militares dos países da CPLP para dois meses de estágio, uma experiência importante, diz Adérito Cardoso, de Cabo Verde. “Vamos aproveitar o máximo dos conhecimentos e procedimentos utilizados aqui, levar para o nosso país e melhorar os nossos. É essa a nossa expectativa”.

Fonte: RR

Indústria naval portuguesa em Southampton pela mão da AIN

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Uma missão de empresários da indústria naval portuguesa, constituída por associados da AIN em que constam representantes de estaleiros navais e de empresas do cluster naval, desloca-se a Southampton em mais uma iniciativa da Associação das Indústrias Navais (AIN), para promover e dinamizar a inovação na construção, manutenção e reparação naval. Esta missão é financiada pelo Projeto AuxNavalia Plus

A visita realiza-se nos dias 10 e 12 de junho, em conjunto com os parceiros da AIN no Projeto, sendo efetuada no âmbito da Seawork 2014 (http://www.seawork.com/). O evento, na sua 17ª edição, conta com a presença de mais de 520 expositores e 7327 visitantes de todo o mundo.

Fonte: Cargo

Dia dos Oceanos: As bandeiras azuis pintam praias por todo o país

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Em 2013, Portugal consagrou-se o quinto país com mais praias de bandeira azul a nível mundial, com 277 praias a alcançarem esta distinção. Em 2014, o número ascendeu a 298, valor que inclui praias costeiras e praias fluviais. A região do Algarve distingue-se com 82 praias galardoadas, seguida pela região do Norte (66), Tejo (49), Açores (32), Centro (27) e Alentejo (27), e, por fim, Madeira (15).

Embora as praias costeiras representem a maior fatia do número de praias de bandeira azul, são várias as praias fluviais que obtiveram a distinção dada pela Associação Bandeira Azul da Europa. Por todo o interior existem praias que, embora não banhadas pelo mar, têm parâmetros de limpeza e qualidade ambiental que lhes permitem consagrar-se como praias de bandeira azul.

Como são selecionadas as praias de bandeira azul?

Os critérios de seleção das praias de bandeira azul passam por quatro parâmetros definidos pela Associação Bandeira Azul da Europa. Para ser galardoada com esta distinção, uma praia deve cumprir regras relativas a informação e educação ambiental, qualidade da água, gestão ambiental e segurança e serviços.

Joana Felício, vereadora do ambiente da Câmara Municipal de Matosinhos, explicou ao JPN a forma como as praias podem cumprir todos os critérios definidos, utilizando as praias de Matosinhos como exemplo. Para além de serem colocados “painéis de Informação uniformes ao longo da Orla Costeira”, as praias portuguesas têm geralmente “chuveiros, bebedouros e lava-pés, instalações sanitárias, incluindo para pessoas com mobilidade reduzida, estrados sob a areia, etc.”.

O cumprimento dos critérios para a obtenção de bandeira azul passam, também, no caso de Matosinhos, pela existência de “estacionamento próprio para deficientes, viaturas de socorro e da Capitania”, assim como “a limpeza do areal, quer nas zonas concessionadas, quer nas zonas não concessionadas”.

Além das torres de vigia, as praias de Matosinhos contam com uma Equipa de Salvamento Balnear, que, para além de vigiar toda a orla costeira não concessionada, e, por isso, não vigiada, apoia no socorro em caso de acidente. “Também promovemos atividades com os utentes das praias, no âmbito do Programa de Educação Ambiental”, acrescenta a vereadora.

Onde pode encontrar praias de bandeira azul?

Se costuma frequentar praias na região Norte, deve procurar as praias de bandeira azul que existem um pouco por todo o litoral e as praias fluviais que se situam no interior. Caminha, Viana do Castelo, Esposende, Póvoa do Varzim, Macedo de Cavaleiros, Vila do Conde, Matosinhos, Porto, Vila Nova de Gaia, Espinho e Freixo de Espada à Cinta são os locais onde deve procurar, se desejar visitar uma praia de bandeira azul.

Já na região Centro, os concelhos que possuem praias galardoadas são Aveiro, Cantanhede, Coimbra, Figueira da Foz, Góis, Guarda, Ílhavo, Leiria, Mira, Murtosa, Oliveira do Hospital, Ovar, Penacova, Penela, Pombal, Seia, Sever do Vouga e Vagos.

Na região do Tejo existem praias de bandeira azul em Alcobaça, Almada, Caldas da Rainha, Cascais, Lourinhã, Mação, Torres Vedras, Nazaré, Pampilhosa da Serra, Peniche, Sesimbra, Mafra, Grândola. A região do Alentejo conta com Mértola, Odemira, Santiago do Cacém, Sesimbra, Setúbal, Sines e Torres Vedras.

No Algarve, as praias de bandeira azul espalham-se por Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.

Nos Açores existem praias de bandeira azul em Angra do Heroísmo, Horta, Lagoa, Ponta Delgada , Povoação, Praia da Vitória, Ribeira Grande, Santa Cruz da Graciosa, Vila do Porto e Vila Franca do Campo. Já na Madeira, o destaque vai para Calheta, Funchal, Ponta do Sol, Porto Moniz , Porto Santo , Ribeira Brava , Santa Cruz, Santana e São Vicente.

Fonte: JPN

Dia dos Oceanos: A insegurança da pesca, o sector esquecido

Quando era altura de investir, Portugal tirou os olhos do mar e fixou-os em Bruxelas. Desde 2011 que percebeu o que tinha perdido. No Dia Internacional dos Oceanos, o JPN foi conhecer a realidade dos que nunca esqueceram o mar.

Com o mar à frente, os portugueses sempre souberam que o oceano seria fonte de riqueza. Dessa forte ligação ao mar, os portugueses foram, em tempos, um povo de pescadores e descobridores.

Hoje, a modernização do sector não acompanhou o evoluir dos tempos, onde cada vez se explora menos e se importa mais. Quem percorre a costa encontra rostos enrugados, queimados pelo sol e pelo sal que lhes bate na cara de manhã à noite. Esses são quem vive lado a lado com a insegurança de uma vida sem garantias.

Fonte: JPN