Governo quer que novo terminal de contentores de Lisboa sirva o hinterland

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Pires de Lima, ministro da Economia, adiantou que o futuro terminal de contentores de Lisboa, a construir na margem sul do Tejo (em local ainda a designar) terá como missão servir o hinterland e não funcionar como terminal de transhipment.

Numa audição na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, Pires de Lima referiu que para receber os grandes navios de transhipment já existe o porto de Sines. Ainda assim, revelou que a construção do novo terminal de contentores em Lisboa revelará ambição de fazer do porto da capital um porto de referência a nível europeu, até porque hoje tem apenas 1/5 da dimensão de Valência ou 1/3 da de Barcelona.

Fonte: PDP

Troncos de árvores atirados para o fundo do mar ganham vida a 3200 metros de profundidade

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A 3200 metros de profundidade, no fundo do oceano, a escuridão é total. Não há luz do Sol para ocorrer fotossíntese, por isso não há fitoplâncton ou algas, a base das cadeias alimentares que existem à superfície. Ainda assim, nestes desertos inóspitos há oásis. As fontes hidrotermais são um desses oásis, que lançam do interior da Terra um sortido de minerais que alimenta microrganismos e atraem crustáceos e moluscos. Outro oásis são os peixes ou baleias que vão morrendo e se afundam e cuja carne e ossos permitem o aparecimento de ecossistemas transitórios.

Mas há ainda um festim nutricional inesperado: a madeira. Todos os anos, os rios levam milhões de toneladas de madeira das florestas para os oceanos. Ao encher de água salgada, a madeira afunda-se. E o que acontece de seguida a esta matéria vegetal e que comunidade de animais alberga ainda não está completamente compreendido.

Por isso, em 2006, dois investigadores norte-americanos atiraram 36 troncos de acácias para o oceano Pacífico, a 3200 metros de profundidade. Cinco anos depois, foram buscar metade dos troncos e analisaram os animais que tinham colonizado a madeira. O que aconteceu aos troncos variou muito. Houve alguns que se mantiveram intocados, mas os troncos maiores tinham, em média, comunidades mais complexas de seres vivos, revela um artigo publicado na revista Biology Letters.

Na introdução do artigo, há uma referência ao tufão Morakot, que assolou o Leste asiático em Agosto de 2009. Na altura, um milhão de chineses foi obrigado a deslocar-se das suas casas. O tufão acabou por matar centenas de pessoas e fez estragos na ordem dos milhares de milhões de euros. Um efeito colateral foram as árvores arrancadas pelos ventos e que foram parar ao mar.

“Um total de 8,4 milhões de toneladas de detritos de madeira foram transportados para a costa oceânica asiática”, lê-se no artigo assinado por Craig McClain, do Centro Nacional de Síntese Evolutiva, em Durham, na Carolina do Norte, e James Barry, do Instituto de Investigação do Aquário da Baía de Monterey, na Califórnia. Uma quantidade de madeira equivalente ao peso de 23.900 aviões Boeing 747.

As espécies vegetais com porte arbóreo apareceram na Terra há quase 400 milhões de anos, por isso há uma longa história de madeira a afundar-se nos oceanos. Ao longo desse tempo, alguns moluscos acabaram por se adaptar e fizeram desta madeira a sua refeição.

No fundo do Pacífico, quem coloniza primeiro a madeira é o molusco bivalveXylophaga zierenbergi. Tem uma concha na zona da cabeça, o resto do corpo é tubular e sem carapaça. Na região da concha, tem dentes serrilhados capazes de roer a madeira, produzindo buracos onde depois se esconde. Tal como as térmitas, o Xylophaga zierenbergi tem uma relação simbiótica com bactérias que o ajudam a digerir a celulose da madeira.

É esta actividade, no fundo do mar, que disponibiliza a matéria orgânica a uma comunidade de seres. Ao roer a madeira e ao alimentar-se dela, o Xylophaga zierenbergi lança lascas de madeira e dejectos para o chão marinho, que são utilizados por bactérias que degradam esta matéria e produzem enxofre. Em seguida, o enxofre é usado por microrganismos que produzem energia e matéria orgânica, tal como fazem as plantas com a luz solar. Esses microrganismos são quimiossintéticos.

As bactérias servem ainda de alimento para os gastrópodes, que por sua vez atraem predadores e necrófagos. E depois de morrer, os buracos que oXylophaga zierenbergi faz na madeira tornam-se um habitat protegido para outras espécies.

Xylophaga zierenbergi é um “criador de ecossistemas”, diz Craig McClain. “Como as ostras, os castores e as térmitas, estes [bivalves] alteram a paisagem e proporcionam um novo habitat para outras espécies”, compara o investigador, citado num comunicado do Instituto de Investigação do Aquário da Baía de Monterey. “Sem estes bivalves, a energia do carbono que existe na madeira não ficaria disponível para outras espécies.”

Segundo os autores do artigo, muitos estudos sobre estas comunidades centravam-se na descrição das espécies que as compunham, ou na forma como a matéria orgânica acabava por estar disponível para os microrganismos que fazem a quimiossíntese. Mas pouco se sabe como a comunidade é construída.

 
Seis vacas ao largo de Portugal

“Não se conhecem as diferentes proporções das espécies ou a forma como os indivíduos estão distribuídos”, explica por sua vez ao PÚBLICO Luciana Génio, que trabalha no grupo de Ecologia Marinha e Estuarina do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (Cesam) da Universidade de Aveiro. A investigadora esteve envolvida no projecto europeu Chemeco, que analisou o aparecimento de comunidades marinhas a diferentes profundidades a partir de madeira, da erva alfalfa (também conhecida por luzerna) e de um substrato inorgânico de carbonato. “Diferentes tipos de madeira vão influenciar a diversidade da comunidade”, resume a cientista portuguesa.

Fonte: Público

Projecto de transformação de algas vence Concurso para a Economia do Mar

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O projeto vencedor, denominado LUSALGAE, é promovido por Joana Valente, Loic de Carvalho e Tiago Morais, biólogos oriundos de Coimbra e Leiria, e aposta na extracção e transformação de macro-algas para produção de produtos cosméticos 100 por cento naturais

A criação de uma empresa de extracção e transformação de algas da ilha da Morraceira, Figueira da Foz, venceu hoje o Concurso de Ideias de Negócio para a Economia do Mar promovido pela autarquia local.

O projecto vencedor, denominado LUSALGAE, é promovido por Joana Valente, Loic de Carvalho e Tiago Morais, biólogos oriundos de Coimbra e Leiria, e aposta na extracção e transformação de macro-algas para produção de produtos cosméticos 100 por cento naturais.

Os promotores, premiados com 2.500 euros no concurso organizado pela autarquia da Figueira da Foz e Instituto Politécnico de Coimbra, poderão receber mais 2.500 euros caso a empresa venha a ser criada no concelho até finais de 2014.

Na cerimónia de anúncio do vencedor, hoje realizada no Centro de Artes e Espectáculos, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, frisou que o concurso pretendeu “criar grandes incentivos à criatividade”.

Já sobre a área de negócio escolhida pelos vencedores, o autarca considerou que “ainda há muito para fazer no domínio da aquacultura”.

O Concurso de Ideias de Negócio para a Economia do Mar lançou como desafio a apresentação de uma ideia de negócio original relacionada com o sector, com aplicabilidade no município da Figueira da Foz, tendo sido submetidos à análise do júri mais de três dezenas de projectos.

Fonte: Ionline

EDP Mar sem Fim: Expedição mantém-se em Alerta Laranja

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Press release- A janela de espera da expedição de Primavera do EDP Mar Sem Fim mantém-se em aberto. O objectivo de surfar ondas grandes nos Açores neste início de estação não tem sido possível, uma vez que essas ondulações têm ficado abaixo das condições XXL necessárias, o que tem impedido esta expedição de passar a alerta verde.

 

No entanto, descobrir e explorar ondas novas é igualmente um dos grandes objectivos do EDP Mar Sem Fim, para o qual contribuiu uma recente missão de pesquisa e recolha de informação a um baixio de alto mar, no Grupo Oriental.

 

“Os resultados desta missão foram bastante positivos. Apesar de não estarem reunidas as condições para o surf, a organização procedeu à recolha de informação e ao estudo batimétrico da zona. A viagem serviu para perceber a influência do vento e da direcção da ondulação no banco, concluindo que existe grande potencial nesse baixio,” comentou Mário Almeida, organizador do EDP Mar Sem Fim e um dos elementos presentes.

 

“É muito importante que se façam estas pesquisas, para estudar o verdadeiro potencial das ondas dos Açores. Foram dois dias no meio do mar, mais de 150 milhas náuticas, mar bravo… uma verdadeira aventura! Numa altura em que parece já ter sido tudo descoberto, poder sair da zona de conforto e ir à procura de algo novo é uma bênção e algo super gratificante,” acrescentou João Macedo, um dos surfistas participantes e mentor deste projecto.

 

A organização mantém-se atenta a todas as actividades atmosféricas no Atlântico Norte até ao dia 30 de Abril, na esperança de encontrar uma janela de oportunidade para dar luz verde a esta missão de exploração. A equipa oficial será comunicada apenas uns dias antes, consoante as disponibilidades dos atletas.

 

Mais informações sobre o EDP Mar Sem Fim e alertas desta primeira expedição estarão disponíveis na página de facebook oficial, em facebook.com/marsemfim.

 

O website “EDP Mar Sem Fim” será lançado brevemente, em http://www.marsemfim.pt, onde estarão todas as informações sobre as explorações, bolsas e respectivos regulamentos.

 

O EDP Mar Sem Fim é uma produção The Summit, com o patrocínio da EDP e os apoios do Turismo dos Açores, SATA Airlines, Yamaha GoPro, NewsSearch, e Surfline. Conta ainda com a SURFPortugal, Go-S.TV, Record e Jornal i como Media Partners.

Fonte: Surf Portugal

Centenas de desaparecidos após naufrágio na Coreia do Sul

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Há apenas dois mortos confirmados, mas continuam desaparecidas mais de três centenas de pessoas que seguiam a bordo do navio que naufragou próximo da ilha sul coreana de Byengpyung, localizada no litoral sudoeste do país.

Das 477 pessoas que seguiam a bordo, grande parte dos quais estudantes do ensino secundário que viajavam com professores numa visita à ilha de Jeju, há apenas a confirmação do salvamento de 164.

Uma grande operação de resgate envolvendo 18 helicópteros e 34 navios está a decorrer.

Ainda não foram apuradas as causas do acidente, que ocorreu cerca das 9hlocais (1h em Lisboa) a 20 quilómetros da ilha de Byeongpyung.

Anteriormente o ministro sul coreano da Segurança e Administração Pública indicara que 368 haviam sido salvas e que cerca de 100 estavam desaparecidas, mas esses dados foram depois desmentidos.

O que começou por se apresentar como uma bem sucedida grande operação de resgate deu lugar à perspetiva de provável tragédia.

Fonte: Expresso

José Ferreira: “O Segredo foi começar a encarar o Surf mais a sério, como um trabalho”

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José Ferreira teve em 2013 um ano de afirmação, sobretudo a nível internacional, chegando-se ao pelotão da frente. O surfista da Linha conta-nos como fez a transição que distingue um jovem surfista de um profissional, sublinhado a vontade que tem em vingar num mundo tão competitivo.

Zé falou ainda dos primeiros meses da nova temporada, que estão resumidos em Basics, o vídeo que lançou recentemente, dos objetivos imediatos e futuros, assim como das motivações que tem para 2014, como, por exemplo, a de ser campeão nacional. Está tudo aqui, nesta entrevista com um surfista que só lhe faltam os títulos para confirmar todo o seu potencial.

 

SURFPortugal – Como classificas estes primeiros meses da temporada, onde te dividiste entre a competição e as viagens? A ida à Austrália e Indonésia foi produtiva?

 

José Ferreira – Foi um pouco aquilo que chamamos de “abre olhos”. Deu para conhecer um pouco uma realidade diferente daquela que temos aqui. Deu para ver a competição de outra maneira e começar a encarar a competição e o treino de outra maneira, como um atleta profissional de qualquer outro desporto.

 

Tenho exemplos na minha família de pessoas bem-sucedidas, que trabalham e lutam por aquilo que querem, e penso que em qualquer área da vida não há maneira de fugir a isso. O surf não é diferente e, com a ajuda de algumas pessoas e a minha próprio perceção, percebi que tinha de trabalhar no limite, pensar em surf o dia todo, estar horas dentro de água, pensar em estratégias e no que fazer em determinados momentos nos campeonatos.

SP – Sentes que é necessário ir para o estrangeiro para conseguir aumentar o nível e ter evolução?

 

JF – Sim, sempre. Para mim quanto mais tempo passar fora de Portugal é sempre um bom sinal para o meu surf. Normalmente, quanto mais tempo passo fora de Portugal melhor fico. Pelo menos no meu caso… Passamos muito tempo fora a competir e quando chegamos ocupamos o tempo com os amigos e a família, e há uma tendência para termos mais distrações. Às vezes não passamos tanto tempo dentro de água, em vez de irmos surfar logo às 7 horas vamos só às 8 porque na véspera fomos sair com os amigos. Já lá fora não há desculpas nem tempo para essas distrações. Acaba por ser uma rotina mais natural.

 

SP – Lançaste um vídeo novo [Basics]. Apesar de apostares forte na competição, achas que esta é uma área em que os surfistas têm de ter alguma preocupação, tentando ser multifacetados?

 

JF – Sim, concordo com isso. Hoje-em-dia as marcas avaliam-nos através de números e temos de nos preocupar com a nossa imagem. Campeões do Mundo só há quatro ou cinco, os outros não o vão ser e por isso têm de tentar arranjar outras maneiras de se equipararem a esses campeões. Por exemplo, o John John Florence está melhor em termos de patrocínio do que o Mineirinho porque tem uma imagem forte e talvez tenha trabalhado nela… A imagem é realmente importante.

 

SP – Onde te vamos poder ver nas próximas semanas e com que objetivos imediatos?

 

JF – Este fim-de-semana vou estar na etapa da Liga Moche na Ericeira e o objetivo é vencer. Depois vou ter algum tempo para me preparar para um dos campeonatos mais importantes do ano, que vai ser no México (6 estrelas). Este ano devido às mudanças na ASP há menos campeonatos no WQS e os que há vou ter de aproveitá-los. O campeonato do México vai ser importante e por isso vou-me preparar para lá chegar na melhor forma possível.

 

SP – Estiveste na Galiza onde a primeira prova europeia do ano foi cancelada. Restam agora quatro etapas do WQS na Europa. Não sentes que a nível do WQS europeu ainda há algumas lacunas?

 

JF – Sem dúvida. Mas é um processo que já esperávamos que acontecesse, pois a ASP apostou na reestruturação dos circuitos mundiais. Na minha opinião o surf é um desporto que está atingir uma escala tão grande como o ténis, o golfe, o futebol, por exemplo. O primeiro sinal disso é ter uma das principais marcas do Mundo, como a Samsung a patrocinar o World Tour. No futuro esta aposta irá chegar ao WQS e aos outros circuitos. Acho que era um pouco difícil mudarem já tudo em grande. Penso que no futuro tudo vai melhorar.

 

SP – Olhando para o teu calendário internacional, há algum campeonato onde pensas que é possível surpreenderes e fazer um bom resultado, numa onda que se adeqúe ao teu surf?

 

JF – O México. Pela pouca experiência que já tive no WQS, penso que por melhor que seja a onda para nós, se não estamos a 100 por cento e se não estamos concentrados chegamos lá dentro e podemos perder para alguém que surfa pior, mas que apanha as melhores ondas. Independentemente da qualidade das ondas, penso que importante é termos boas estratégias e bons métodos de treino e aplicá-los na competição. No ano passado passei alguns heats no México, o que é um ponto a favor, mas não penso que seja isso que me vá fazer ganhar ou perder.

 

SP – Os resultados de destaque alcançados pelo Frederico Morais e pelo Vasco Ribeiro dão-te ainda mais confiança para chegar longe e, quem sabe, entrar no top 100 mundial?

 

JF – Sim, claro. Tenho estado bastante com o Vasco e temos surfado juntos. Puxamos bastante um pelo outro, o que é ótimo. Acho que os portugueses estão bastante bem, com boas expectativas, e isso dá-me mais confiança. Embora ainda não tenha tido grandes resultados internacionais, com exceção da final do 3 estrelas em Pantín, o momento atual deixa-me confiante para tentar entrar no top 100. Mas tudo tem os seus timmings e vou continuar a trabalhar.

 

SP – No ano passado foste uma das surpresas portuguesas a nível internacional, chegando mesmo ao top 150. Qual foi o segredo para esse passo em frente na carreira?

 

JF – O segredo foi ter começado a encarar o surf mais a sério. Passei aquela fase dos 18 anos. Dantes passava imensas horas a surfar mas talvez não encarasse isto como um trabalho. Agora saio de casa às 7 da manhã e chego às 21 e passo o dia todo a fazer coisas relacionadas com o surf. Dantes não era bem assim. Isso fez-me tirar bons resultados e fez passar para fora a mensagem de que as coisas são sérias e mais tarde ou mais cedo boas coisas hão-de vir.

 

“Hoje-em-dia ganhar uma etapa em Portugal talvez seja equivalente a ganhar um WQS de 4 ou 5 estrelas, pois o nível é igual”

 

SP – Em relação à Liga Moche, começaste o ano com um 3.º lugar. O título é um objetivo para este ano?

 

JF – Sim. Felizmente vou poder estar cá presente em todas as etapas, pois nenhuma delas coincide com campeonatos internacionais. Um dos meus principais objetivos é ser campeão nacional, pois o nível e o impacto mediático da Liga Moche são muito grandes. Hoje-em-dia ganhar uma etapa em Portugal talvez seja equivalente a ganhar um WQS de 4 ou 5 estrelas, pois o nível é igual.

 

SP – Do que viste na Caparica, quem pensas que são os principais candidatos ao título?

 

JF – Penso que com o nível que há não se pode falar em candidatos, nem fazer antecipações. Acho que o que se pode dizer é que o top 10 da Liga está fortíssimo e acho que qualquer um tem hipótese de conquistar o título.

 

SP – A Seleção Nacional este ano vai participar no Mundal ISA no Peru, sendo que o seleccionador David Raimundo já afirmou que conta com todos os surfistas, incluindo Tiago Pires. Estar entre os convocados é um desejo teu? Como vês estas mudanças na Seleção Nacional?

 

JF – Para mim é uma honra representar Portugal. O maior prazer que posso ter é ser embaixador do meu país e representar a minha pátria. Não podia estar mais contente com o trabalho que tenho visto por parte da Federação. Tenho de dar os meus parabéns ao presidente, João Aranha, pois está a fazer um enorme trabalho.

 

Há muita gente a fazer um excelente trabalho no surf em Portugal, como o Francisco Rodrigues [Presidente da ANS], o Rui Costa e outros. O David Raimundo, por exemplo, no campeonato de estreia, esteve muito bem no Equador. Acho que há um grupo de pessoas no meio do surf que realmente quer levar as coisas para a frente. As coisas têm mesmo de ser levadas para a frente, pois está a haver um investimento grande no surf em Portugal e as pessoas certas acabam por ser atraídas para os sítios certos. Acho que as perspectivas são óptimas.

Fonte: Surf Portugal

Foto: Ricardo Bravo

Velejadores de Cascais e Oeiras disputam o Campeonato de Portugal

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O 25.º Campeonato de Portugal de Juniores e Absoluto decorre desde hoje até ao dia 19 de Abril, em Tavira, no Algarve, onde marcam presença delegações do Sport Algés e Dafundo e do Clube Naval de Cascais.

Esta é uma prova organizada pela Federação Portuguesa de Vela e pelo Clube Náutico de Tavira, com o apoio da Associação Regional de Vela do Sul, e vai definir a seleção nacional para o Campeonato do Mundo da Juventude ISAF, que terá lugar também em Tavira, entre 12 e 19 de Julho deste ano.

Ao todo são 124 velejadores, de 22 clubes, que, por estes dias, marcam o horizonte marítimo ao largo da praia da Ilha de Tavira, onde se disputam os títulos de campeão de Portugal de 420 (Absoluto e Júnior), Laser Radial (Absoluto e Júnior) e Laser 4.7 (Júnior). Nas duas primeiras classes os vencedores, em Juniores masculinos e femininos, garantem vagas de acesso ao Mundial da Juventude.

Na classe Laser Radial, Miguel Gomes, do Clube Naval de Sesimbra venceu a última edição em Viana do Castelo e vem a Tavira defender o troféu Absoluto. Nos Juniores, os campeões Santiago Sampaio, do Clube Naval de Portimão, e Carolina João, do Sport Algés e Dafundo, estão em Tavira para lutar pelos seus títulos e, assim, apurarem-se novamente para o Campeonato do Mundo.

Nos 420, o destaque vai para Diogo Pereira e Pedro Cruz, do Clube Naval de Cascais, campeões no escalão Júnior em 2013, e medalhas de bronze do Campeonato do Mundo da Juventude ISAF no ano passado em Limassol, Chipre. Este ano estão em Tavira mas mudaram de tripulação. Diogo Pereira, ainda júnior, faz agora dupla com Manuel Macedo, ao passo que Pedro Cruz se juntou a João Westwood.

Ainda em 420, Tiago Serra, agora no Clube Naval de Cascais, é o anterior campeão de Portugal de Juvenis, mas subiu de escalão e faz dupla com Afonso Prieto, naquele que é o seu primeiro Campeonato de Portugal de Juniores e Absoluto.

Por fim na classe Laser 4.7, classe exclusiva ao escalão Júnior, o actual campeão, Tomás Martins, do Sport Algés e Dafundo, estará em Laser Radial, o que deixa em aberto a discussão pelo primeiro lugar. No sector feminino o destaque vai para Marta Roque, do Clube Naval de Portimão, vencedora em 2013, e para a anterior campeã de Portugal de Juvenis, Rita Lopes, do Clube Naval de Sesimbra.

O XV Campeonato de Portugal de Juniores e Absoluto serve como Prova de Qualificação para o Campeonato do Mundo da Juventude ISAF – Tavira 2014, a decorrer entre 12 e 19 de Julho, e é também o evento teste para aquela que será uma das maiores provas jamais realizadas em Portugal e o segundo mais importante campeonato da Federação Internacional de Vela.

Ao todo serão cerca de 70 países, dos cinco continentes, num total superior a 300 velejadores que em diversas classes procuram o título mundial júnior. Com a edição deste ano, Portugal, com um total de cinco eventos, vai passar a ser o país anfitrião com mais edições do Campeonato do Mundo da Juventude ISAF.

Fonte: Desporto na Linha

Portugal Ventures investe no Turismo Náutico

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A Portugal Ventures, sociedade de capital de risco criada pelo Estado, vai investir na Friday, uma empresa de Coimbra, que está a desenvolver submersíveis tripulados para explorar o fundo do mar e casas flutuantes para actividades recreativas náuticas e de lazer. 
“Ao decidir investir na empresa, a Portugal Ventures reforça a aposta nas empresas tecnológicas que aproveitam as características únicas do turismo náutico e o vasto potencial do espaço económico marítimo Português”, explica a Portugal Ventures em comunicado. 
O financiamento à Friday surge no âmbito de uma candidatura da empresa à Call For Entrepreneurship, iniciativa que visa possibilitar o acesso a investimento de capital de risco por parte de projectos de base científica e tecnológica nas fases de Seed e Start-ups. 
A Friday tem sede no Instituto Pedro Nunes de Coimbra e é liderada pelo professor Fernando Seabra Santos, antigo reitor da Universidade de Coimbra e reconhecido especialista na área de engenharia civil, da hidráulica marítima e dos recursos hídricos, estando, numa primeira fase, apostada em criar submersíveis para missões de exploração e inspecção subaquática, bem como no desenvolvimento de casas flutuantes para planos de água interiores. 

Fonte: Turisver

Porto de Sines chegou aos 8,2 milhões de toneladas no primeiro trimestre

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Nos três primeiros meses do ano, o porto de Sines registou um movimento de 8,2 milhões de toneladas de mercadorias, valor que correspondeu a um aumento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na carga contentorizada foram movimentados 271.210 TEU, representando uma operação média mensal de mais de 90 mil TEU e a uma variação homóloga trimestral de 43,3%. Foi o melhor crescimento da Península Ibérica em contentores, sendo um índice de crescimento superior aos seus principais concorrentes: Valência, Algeciras e Barcelona.

A evolução global do Porto de Sines esteve associada à subida do segmento da carga geral que cresceu 36, 5%, compensando a diminuição na movimentação nos granéis líquidos, já prevista devido à paragem para manutenção técnica da Refinaria de Sines. Os granéis sólidos registaram também um ligeiro decréscimo devido à diminuição de importação de carvão. Ainda assim, foi o melhor trimestre de sempre em tonelagem de mercadorias movimentadas.

Neste primeiro trimestre, foram operados 478 navios, correspondendo a um aumento de 15,7% em comparação com o mesmo período de 2013.

Fonte: PDP

Foca bebé ‘descansa’ na costa sueca

Uma foca bebé foi encontrada na passada sexta-feira no porto de Sundsvall, na Suécia. O animal ter-se-á perdido do grupo e nadado até à costa, aproveitando para fazer uma longa pausa e chamar a atenção dos transeuntes.
A foca, que deverá ter entre duas a três semanas de idade, não pareceu ficar minimamente perturbada com as câmaras e as pessoas que ali passavam, rebolando de um lado para o outro e emitindo alguns sons.

No entanto, vários biólogos aconselharam a população local a não se aproximar muito do animal, pois, caso se sintam ameaçados, estes animais têm dentes muito afiados e não hesitam em atacar.

Fonte: Sol