Foca perdida é encontrada a 32 quilómetros do mar [vídeo]


Uma foca foi resgatada pelas autoridades britânicas muito longe do seu habitat natural.
De acordo com a BBC, o exemplar foi encontrado num descampado na zona de Newton-le-Willows, a uns 32 quilómetros de distância da foz do Rio Mersey, no Reino Unido.
Crê-se que a foca terá nadado rio acima até àquela zona, onde terá depois saído das águas e errado pelos campos.
A protecção animal local afirma que nunca viu um caso semelhante, o que obrigou a cuidados especiais, uma vez que se trata de uma animal de grandes dimensões (pode chegar a 1.8 metros de comprimento) potencialmente agressivo.
O resgate, que envolveu dezenas de agentes e voluntários, decorreu com sucesso. O animal vai agora para um centro de acolhimento para uma avaliação clínica, antes de ser devolvido ao mar.
Fonte: Sol

West Sea prevê chegar aos 400 trabalhadores em 2015

A West Sea, subconcessionária dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), já emprega 122 trabalhadores e espera chegar aos 400 ao longo do próximo ano, afirmou o presidente da empresa.
“Estão aqui trabalhar 122, julgo que desses 122 cerca de 100 foram recuperados da antiga estrutura. Nós agora podemos chegar aos 400. Julgo que durante o ano de 2015 esse número poderá ser ultrapassado (…). Vamos fazer o nosso percurso, mas julgo que os 400 postos trabalho directos serão facilmente conseguidos”, afirmou Carlos Martins.
O presidente da West Sea falava a bordo do navio Atlântida, onde decorreu a assinatura do primeiro contrato de construção naval celebrado pelo grupo português desde que assumiu, em Maio, a subconcessão dos terrenos e infra-estruturas dos ENVC.
O contrato visa a construção de um navio-hotel para a Douro Azul, num investimento de 12
milhões de euros.
A West Sea conta, até agora, 22 reparações e reconversões de navios, oriundos de todo o mundo. A empresa deverá perder, entretanto, o negócio da reconversão do Atlântida em navio de cruzeiro, uma vez que a Douro Azul deverá optar por mantê-lo como ferry.

Fonte: Transportes e Negócios.

Barreiro volta a chamar pelos contentores de Lisboa

A Câmara Municipal do Barreiro (CMB) entregou, na passada sexta-feira, o parecer do Município face à Proposta de Definição de Âmbito relativo ao Estudo de Impacte Ambiental para a instalação do Terminal de Contentores no conselho. Antes de remeter o documento para a Agência Portuguesa do Ambiente, num encontro com jornalistas, Carlos Humberto, presidente da CMB, voltou a abordar o projecto portuário.

O autarca reiterou o interesse na “ampliação da atividade portuária no conselho Barreiro”, que considerou ser acarinhado pela cidade há vários anos e uma “oportunidade para o desenvolvimento económico e das acessibilidades” da cidade e da região.

No quadro económico começou por enquadrar o interesse de uma nova infraestrutura portuária na região de Lisboa. O autarca assinalou que está previsto um “aumento para o dobro do transporte [marítimo de carga] contentorizada na Europa”, e que Portugal tem de se preparar para esse “novo ciclo”. Nesse contexto a área metropolitana de Lisboa tem de se posicionar como região com porto e atividade portuária, apresentando-se o Barreiro com condições para acolher o Novo Terminal de Contentores da Administração do Porto de Lisboa, referiu.

Condições que, para Carlos Humberto, para além da área disponível para a instalação Terminal, passam por 300 ha de Área Logística, Industrial e Tecnológica Anexa (ALITA), tuteladas pela Baía Tejo. Um lugar que considera poder ser ocupado por empresas, e transformar-se num pólo agregador de emprego. Sendo que o alargamento da actividade portuária, entre Terminal e ALITA e sem contar com acessibilidades, ronda um investimento de cerca de 600 milhões de euros.

Já no quadro de acessibilidades, sublinhou o facto da terceira travessia do Tejo estar equacionada nos estudos dos protocolos assinados. E a intenção de promover as ligações rodoviárias entre Barreiro e Almada, via Seixal, e o estudo para ligar o Barreiro à Ponte Vasco da Gama via Montijo.

No encontro com jornalistas estiveram ainda presentes a Vice-presidente da CMB, Sofia Martins, e Rui Lopo, Vereador do Planeamento, Ambiente e Mobilidade.

O prazo de Consulta Pública da “Proposta de Definição do Âmbito” para o Projecto do “Terminal de Contentores do Barreiro”, proposto pela Administração do Porto de Lisboa à Agência Portuguesa do Ambiente, terminou no dia 19 de dezembro. Pode ser acedido em: http://siaia.apambiente.pt/AIADOC/DA186/pda18620141124101911.pdf
Autor/fonte: Rui Ribeiro / Cargo

Cristas desafia investigadores a afirmarem Portugal como "um País de Mar"

A “Semana Azul” irá decorrer entre 3 e 6 de Junho de 2015

A ministra da Agricultura desafiou jovens investigadores do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto a contribuírem para “afirmar Portugal como um país de mar” apresentando os seus projectos na“Semana Azul” que em 2015 decorrerá em Lisboa.

“O desafio que vos faço é que estejam na ‘Semana Azul’ para, precisamente, mostrar como estamos na frente em várias áreas e para nos afirmarmos como um país de mar, que aposta na investigação e na ligação às universidades”, afirmou Assunção Cristas durante uma visita ao UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.

A “Semana Azul” irá decorrer entre 3 e 6 de Junho de 2015, dias em que Lisboa será “a capital mundial do oceano”, segundo a ministra da Agricultura, que em Julho já tinha apresentado a iniciativa aos seus homólogos europeus.

Segundo a governante, o evento prevê uma reunião de ministros do Mar “que nunca aconteceu a nível mundial”, para além de uma “feira dedicada às várias actividades económicas do mar, com uma forte componente de ‘start ups’, e a 3.ª edição da conferência mundial World Ocean Summit, organizada pela revista Economist e que reunirá especialistas, cientistas, decisores do mundo dos negócios, de organizações não-governamentais e de governos para debater a “transição de uma economia convencional do oceano para uma nova economia azul”.

Segundo salientou Assunção Cristas, o evento é uma oportunidade para Portugal “ser ouvido e reconhecido” na área da economia do mar, onde o país já possui uma longa tradição e, por isso, “é mais fácil passar a mensagem”.

É que, sustentou, “não basta estudar e investigar, é preciso transferir [estes conhecimentos] para o mercado”.

Durante a visita ao UPTEC, a ministra da Agricultura e do Mar ficou a par de algumas das inovações tecnológicas para as actividades agrícola e marítima desenvolvidas por alunos da Universidade do Porto, entre as quais veículos submarinos e aéreos não tripulados, sistemas informáticos de detecção de incêndios, ‘drones’ salva-vidas para as praias portuguesas ou sensores de monitorização remota de plantações agrícolas.

Fonte: Ionline com Lusa
Foto: Inácio Rosa – Lusa

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Porto de Sines homenageou Eugénio Borralho

A Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) homenageou, o Dr. Eugénio Borralho, no âmbito das comemorações do Aniversário do Porto de Sines. Numa cerimónia em que esteve presente o Conselho de Administração da APS, presidido por João Franco, foi descerrada a placa toponímica que atribui o nome de Eugénio Borralho à via portuária de acesso ao Terminal XXI.
Eugénio Fialho Borralho, economista, foi presidente da APS de Outubro de 1993 a Maio de 2002, tendo já antes feito parte do Conselho de Administração da APS enquanto vogal. A sua intervenção na construção do actual porto de Sines foi marcante, tendo sido um dos principais impulsionadores do Terminal XXI enquanto autor da ideia, defensor do projecto e ainda como um dos responsáveis pela contratualização e execução do mesmo.
De acordo com João Franco “a importância do desempenho do Dr. Eugénio Borralho tinha de ser assinalada e celebrada pela APS. O seu sonho de ter um grande Terminal de Contentores em Sines tomou forma, ganhou sustentação e concretizou-se. Hoje somos o maior porto de carga a nível nacional, um dos quatro maiores da Península Ibérica, um dos vinte maiores da Europa e um dos cem maiores do mundo. Com esta distinção, encerramos os processos de homenagem àqueles que coordenaram as equipas que foram determinantes no lançamento das bases daquilo que é hoje o Porto de Sines”.
Por seu lado, Eugénio Borralho fez questão de lembrar que “em 1998 os recursos eram abundantes e só havia duas opções, fazer uma gestão tranquila e folgada ou pensar no futuro e no desenvolvimento do Porto, nomeadamente através da aposta nas áreas de carga geral e contentorizada. Como podem ver, optámos por avançar com o investimento nos terminais multipurpose e de contentores, hoje conhecidos por Terminal XXI e em 2003 tínhamos tudo praticamente fechado com a PSA para dar início à concessão do novo Terminal. Como digo sempre, o homem sonha, Deus quer e a obra realiza-se.”



Fonte: APP

Exploração do terminal do Barreiro será de 100 anos

A Administração do Porto de Lisboa (APL) elaborou um documento no qual define que o tempo de exploração do futuro terminal do Barreiro, por parte do operador privado que ganhe o concurso, deverá ser de 100 anos. Segundo o Diário Económico, que teve acesso ao documento, a administração portuária determina que “dado o carácter estruturante deste empreendimento e a sua longevidade, arbitra-se que a fase de exploração terá uma duração de cem anos (vida útil do TCB [Terminal de Contentores do Barreiro]), admitindo-se que a fase de exploração acompanhe aquele período“. No estudo, a APL, para além de assumir como definitiva a escolha do Barreiro para a construção do novo terminal, refere que “tendo como base o estudo de mercado e de viabilidade económico-financeira do novo terminal de contentores, desenvolvidos pela AT Kearney (2013) para o porto de Lisboa, é expectável que, a médio prazo, a oferta actualmente existente não consiga fazer face à procura estimada“, cita o mesmo jornal. Até porque, segundo o estudo, o porto de Lisboa deverá movimentar em 2048 um montante de 2,7 milhões de TEU.

Desta forma, a APL pondera ainda uma construção faseada deste terminal de contentores, salientando que “outra situação que deverá ser devidamente avaliada e ponderada nas alternativas do projecto será o faseamento construtivo do TCB, ou seja, se a construção do terrapleno deva ocorrer numa só fase ou em duas fases, acompanhando o crescimento da carga contentorizada“.

Fonte: T e N / Miguel Ribeiro Pedras

Porto de Setúbal: Crescimento de 61% nos contentores



O porto de Setúbal movimentou, até Novembro, cerca de 7,5 milhões de toneladas. Um dos destaques vai para a carga contentorizada, onde atingiu os 96 mil TEU, a que corresponde um aumento de 61,1% no volume de tráfego, o que constitui a maior taxa de crescimento de sempre nos portos do continente, no período em análise.

Por outro lado, continua a ser evidenciada a capacidade exportadora do porto de Setúbal, foi o que mais cresceu no embarque de carga, o que se traduz em mais de 5 milhões de toneladas saídas pelos terminais, 67% do total movimentado.

Por terminais, os de Serviço Público movimentaram mais 21%, com 4,5 milhões de toneladas, e os Terminais de Uso Privativo, mais de 14%, com um movimento de cerca de 3 milhões de toneladas.

Nos modos de acondicionamento, a carga geral e os granéis sólidos continuam a liderar, respectivamente, com 4 milhões de toneladas, mais 19,5% do que em 2013, e cerca de 3 milhões de toneladas, mais cerca de 23%. O movimento Roll-on Roll-off continua crescer, com mais de 137 mil viaturas movimentadas, mais de 22%, em relação a 2013.

Nas mercadorias, lidera o cimento, com 1,7 milhões de toneladas, seguido dos produtos metalúrgicos, com 1,14 milhão de toneladas, do clínquer, com 1,13 milhões de toneladas, dos adubos, com 462 mil toneladas, dos minérios, com 401 mil toneladas, e do papel, com 290 mil toneladas.



Fonte: Cargo

Amizade improvável entre uma Mulher e uma Moreia

Este vídeo mostra a amizade entre Valerie Taylor e uma Moreira. Valerie Taylor é a viúva do proeminente perito australiano Ron Taylor. Aos 79 anos, esta galardoada com inúmeros prémios relacionados com o Mar e uma mergulhadora profissional continua activa na luta pela preservação do Mar e dos habitats que por ele se escondem. Neste vídeo podemos ver a amizade travada entre Valerie e uma Moreira, A Moreira é um peixes ósseo, anguiliforme, da família dos murenídeos (Muraenidae), tendo como uma das suas principais características o corpo longo e cilíndrico. Há cerca de 200 espécies distribuídas por 15 géneros, das quais a maior mede 4 metros de comprimento. As moreias habitam cavidades rochosas e são animais carnívoros, que caçam com base num sentido de olfacto apurado. Não têm escamas , para protecção, algumas espécies segregam da pele um muco que contém toxinas. A maior parte das moreias não tem barbatanas peitorais e pélvicas. A sua pele tem padrões elaborados que servem como camuflagem.

Em Portugal, as moreias são pescadas para alimentação.
As espécies mais comuns de moreia na costa portuguesa são:
  • Moreia-pintada (Muraena helena)
  • Moreão (Gymnothorax unicolor)
  • Moreia-serpente (Enchelycore anatina)
  • Moreia-preta (Muraena augusti)
  • Moreão-amarelo (Gymnothorax vicinus)
  • Moreia-pintada-de-natura (Gymnothorax polygonius )

Empresa japonesa pretende construir cidade debaixo de água

Uma empresa japonesa anunciou um projecto de construção de uma cidade debaixo de água, informa o jornal The Washington Post.

A companhia Shimizu Corp apresentou os planos de uma estação de pesquisa subaquática, cujo comprimento será de cerca de 15 km e o diâmetro – de 500 metros. A parte superior da estação, que tem a forma de uma espiral, será localizada na superfície da água, enquanto a inferior ficará no fundo do mar.

A estação terá hotéis, apartamentos e áreas comerciais, capazes de acomodar cerca de 5 mil pessoas.
De acordo com estimativas, o projecto, baptizado de Espiral Oceânica, custará $ 26 milhões. A construção levará cerca de cinco anos.
“É apenas um projecto, mas estamos focados no desenvolvimento de tecnologias que permitam construir um espaço habitável debaixo de água”, declarou o porta-voz da empresa.
Relata-se que o objectivo principal da construção será o estudo dos métodos de extracção de energia a partir do fundo do mar. Note-se que o projecto é de interesse particular devido ao aumento do nível do mar e às mudanças climáticas.
O projecto ambicioso já foi apoiado por uma série de empresas de pesquisa e agências do governo japonês.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_11_21/Empresa-japonesa-pretende-construir-esta-o-submarina-debaixo-de-gua-0110/

Processo dos submarinos arquivado

O processo dos Submarinos foi arquivado, avança a revista “Visão”.

O Ministério Público decidiu assim não levar a julgamento, nem deduzir acusação contra os arguidos, por falta de provas.
Este caso tem vindo a preocupar o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, desde a altura em que ocupava o cargo de ministro da Defesa. Curiosamente, só foi ouvido em Abril de 2014 e a Justiça nem pediu levantamento do sigilo bancário ao ministro.
Os únicos quatro arguidos, Hélder Bataglia, Luís e Miguel Horta e Costa, Pedro Ferreira Neto já sabem desta decisão, assim como Ana Gomes e uma jornalista assistente do processo. Paulo Portas não será notificado. Apesar de ter sido publicamente tratado como suspeito, nunca passou de uma testemunha para a Justiça.
Segundo a “Visão”, “o despacho sugere que não terá havido intenção clara de beneficiar o consórcio alemão fabricante dos submarinos”. O mesmo despacho conclui ainda que se tivesse havido corrupção, prevaricação ou outro acto criminal precedente relacionado com a assinatura do contrato de aquisição dos submersíveis, esse facto já estaria prescrito desde Junho de 2014.
A falta de colaboração de autoridades internacionais foi uma das dificuldades encontradas pelo Ministério Público. Esta situação contribuiu para que se tivesse perdido o rasto ao dinheiro das comissões pagas através de uma miríade de fundos e offshores.

Recorde-se que o negócio dos submarinos comprados aos alemães foi investigado durante oito anos e que a equipa do Ministério Público ficou com o caso há pouco mais de um ano.


Fonte: Ionline