Ílhavo: Ecomare vai ajudar a testar tecnologias para melhorar aquacultura

A área envolvente ao novo equipamento junto à Ria será utilizada para aperfeiçoar a produção piscícola.

O Ecomare, em fase de conclusão, está localizado junto à lota, na Gafanha da Nazaré, representando um investimento de 4,5 milhões de euros (comparticipado em 80%, sendo os restantes 20%, respeitantes à contrapartida nacional angariada pela UA e município de Ílhavo).

É um dos Projectos âncora do Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar, envolvendo ainda o Porto de Aveiro. 

Segundo o reitor da UA, Manuel Assunção, o futuro centro de investigação e transferência de tecnologia dedicado ao mar vai dar uma atenção “particular” no domínio da aquacultura.

Está prevista “a instalação de equipamento na área envolvente para demonstração e transferência de tecnologia para desenvolver aquela actividade piscícola. Espera-se, assim, aplicar as melhores práticas internacionais para “aumentar o respectivo impacto e alargá-lo a toda a cadeia de valorização do conhecimento”. 

O reitor aproveitou a presença da ministra para dar a conhecer, entre outras acções, a “Plataforma Tecnológica do Mar” que a UA dinamiza com académicos, empresas e outras entidades, “uma das apostas estratégicas do futuro Parque de Ciência e Inovação”. 

Fora de portas, a UA tem uma ligação ao “campus do Mar”, projecto liderado pela Universidade de Vigo e uma “continuada cooperação” com Cabo Verde nas temáticas marítimas.

Fonte: Notícias de Aveiro

"Limousines" subaquáticas em busca de barcos naufragados [ Com vídeo ]

São veículos de luxo que submergem e proporcionam uma viagem única numa espécie de cápsula de vidro. Em 2010, a empresa U-Boat Worx especializou-se na produção de submarinos em versão luxuosa. A última novidade é uma embarcação longa que oferece uma aventura única: a exploração de restos de naufrágios.
O projecto está todo desenhado e deve começar a “navegar” no próximo verão.
A U-Boat Worx aliou-se a outras duas empresas e decidiu criar um programa de entretenimento para os amantes de arqueologia e do mundo marítimo.
Trata-se de uma expedição arqueológica nas profundezas do mar feita com profissionais. Acompanhados por um skipper profissional e um arqueólogo, os passageiros “mergulham” nas águas ao largo da ilha vulcânica de Panarea, no norte da Sicília (Itália), a cerca de 150 metros de profundidade.
O exercício não será meramente visual. Não se trata apenas de ver, observar e contemplar. Os clientes deste serviço têm mesmo oportunidade de recolher peças de um barco que ali naufragou para depois as exibirem numa exposição. Para concretizar esta tarefa, a embarcação está equipada com um braço hidráulico.
A aventura não se limita a viajar a bordo do submarino U-Boat Worx. À “expedição” aquática juntam-se outras actividades como aulas de culinária.
O preço desta aventura submarina varia. O pacote mais barato custa 17.500 euros e inclui uma noite na ilha. Para os que quiserem pernoitar num luxuoso iate de 40 metros de comprimento, o preço sobre para 200 mil euros. Se tiver o seu próprio barco e nele quiser dormir o preço baixa para 100 mil euros.
A mais exclusiva e mais cara de todas as opções “salta” para outro patamar. Se gostar muito do projecto e quiser comprar um submarino de luxo da U-Boat Worx, o custo pode começar em um milhão de euros e acabar em dois milhões.
As “limousines” subaquáticas da U-Boat Worx foram desenhadas de modo a que os passageiros possam desfrutar de uma vista panorâmica de 360 graus. A cabine é produzida com uma resina acrílica que proporciona grande visibilidade e pode descer a uma profundidades de até 300 metros. As “limousines” atingem uma velocidade de três nós e tem uma autonomia de oito horas.
Fonte: TSF

Peixe de vida curta ajuda em pesquisas contra o envelhecimento

O peixe-anual (ou peixe-nuvem) turquesa vive num mundo passageiro: os lagos que aparecem apenas durante a estação chuvosa do oeste da África.
Quando novos lagos se formam, os ovos do peixe-anual enterrados na lama acordam da sua animação suspensa. Eclodem e, em apenas 40 dias, os peixes crescem até ao tamanho normal, cerca de 6,5 centímetros. Os peixes alimentam-se, cruzam-se e depositam ovos. Quando o lago seca, morrem.
Mesmo quando as pessoas os «mimam» em aquários, os peixes-anuais turquesa sobrevivem apenas alguns meses, colocando-os entre os vertebrados com menor tempo de vida. Por isso estes peixes não parecem os melhores animais para se estudar quando a ideia é descobrir os segredos de uma vida longa.
No entanto, investigadores estão a descobrir que estes peixinhos envelhecem de maneira parecida com a nossa, apenas muito mais rapidamente. «É um tempo de vida comprimido», explica Itamar Harel, pesquisador pós-graduado da Universidade Stanford. Recentemente, Harel e os seus colegas desenvolveram um conjunto de ferramentas para investigar a biologia do peixe-anual turquesa.
As pessoas mais velhas parecem um foco mais lógico para os cientistas que procuram descobrir os mecanismos do envelhecimento, mas o progresso pode ser lento.
«Quem é que tem 70 anos para estudar o processo de envelhecimento de alguém?», pergunta Sarah J. Mitchell, pesquisadora e pós-doutorada do Instituto Nacional de Envelhecimento.
Em vez disso, os cientistas procuraram os segredos do envelhecimento em vários modelos de animais. Mas nenhum imitava perfeitamente o que acontece com os humanos.
Sarah estuda ratos, que vivem de três a quatro anos. Usando os animais, aprendeu como os genes se tornam mais ou menos activos com a idade e conseguiu testar várias drogas que os fizeram viver mais. No ano passado, ela e os seus colegas mostraram que um composto chamado SRT1720 aumenta o tempo de vida dos ratos em 8,8% em média, ao mesmo tempo que melhora a saúde dos animais.
Mas, mesmo os ratos, que vivem pouco, podem atrasar a pesquisa sobre o envelhecimento. Assim, alguns investigadores focaram-se num pequeno verme nematoide chamado Carnorhabditis elegans, que alcança uma idade avançada em poucas semanas. Os cientistas descobriram que genes que influenciam o seu processo de envelhecimento também funcionam em humanos.
Em 2004, quando Anne Brunet chegou à Universidade Stanford como professora assistente de genética, começou a estudar ratos e vermes. Mas achou que alguma coisa estava a faltar. Apesar de os vermes crescerem rapidamente, não podiam responder a algumas das suas mais importantes perguntas sobre a idade. Uma delas, por exemplo, é que, como não têm esqueleto, não há como aprender por que é que os ossos ficam mais frágeis.
Então, um aluno da universidade falou-lhe sobre o peixe-anual turquesa. Depois de a espécie ter sido descoberta em 1968, os cientistas encontraram muitos paralelos entre a sua maneira de envelhecer e a dos humanos.
Peixes-anuais velhos perdem massa muscular, como nós. As fêmeas param de produzir ovos férteis. O sistema imunológico titubeia. A sua capacidade de aprender coisas novas também diminui no final da vida.
Em 2006, Anne começou a constituir uma equipa de pesquisadores de pós-doutoramento e alunos para estudar o peixe-anual turquesa em mais detalhe. Porém uma série de problemas atrasou a pesquisa por anos.
Uma infecção por parasitas matou todos os peixes que tinham, por exemplo; depois de uma limpeza completa do laboratório, os cientistas tiveram que começar do nada.
Assim que os pesquisadores descobriram como manter os animais felizes, a equipa de Anne focou-se no trabalho científico; sequenciaram todo o genoma do peixe-anual turquesa, identificando vários genes conhecidos por influenciar o processo de envelhecimento noutras espécies, incluindo ratos e humanos.
Então Harel construiu as ferramentas moleculares que a equipa utilizou para mexer com os genes dos peixes. Usando uma nova técnica chamada Crisps, criou tesouras moleculares que conseguem recortar qualquer pedaço do ADN do peixe-anual e trocar por outro.
Para testar essas ferramentas, Harel e os seus colegas estudaram um gene chamado TERT, que protege o ADN para que não se desgaste e rasgue. Este codifica uma proteína que ajuda a construir uma cobertura, chamada telómero, no final das moléculas de ADN.
Como pontas plásticas no final de cadarços, os telómeros não deixam que o ADN desfie. Quando as células se dividem, os seus telómeros ficam mais curtos, e essa mudança provavelmente tem um papel no processo de envelhecimento, mas como isso acontece ainda é um mistério.
Harel e os seus colegas tiveram sucesso em alterar o gene TERT para que o peixe não produzisse mais a proteína. Os animais transformados desenvolveram embriões normalmente, mas, quando adultos, sofreram com uma série de defeitos.
Os machos tornaram-se quase que totalmente inférteis, enquanto que as fêmeas produziram uma quantidade menor de ovos. As paredes dos seus intestinos atrofiaram, e eles fizeram menos tipos de células do sangue.
Esses resultados intrigaram os pesquisadores. De um lado, as mudanças observadas nos peixes eram parecidas com algumas que os humanos passam ao envelhecer. Mas os peixes não morreram mais rapidamente do que aqueles que tinham os genes TERT a funcionar.
Anne ficou entusiasmada por conseguir este tipo de resultado tão rapidamente. «É um daqueles momentos marcantes na ciência», afirma. No mês passado, Anne os e seus colegas publicaram as descobertas no jornal Cell.
Anne tem planos de fazer experiências com genes de peixe-anual turquesa envolvidos no envelhecimento de outras espécies e depois procurar por genes importantes no processo que podem ter sido ignorados em animais de vida mais longa.
Os pesquisadores também esperam testar tratamentos anti-envelhecimento nos peixes. Mesmo uma droga que proporciona duas semanas extra de vida pode mostrar o caminho para um composto que aumente a vida dos humanos em anos.
«Espero que abra as portas para o nosso laboratório e para outros», diz Anne.



Fonte: Diário Digital

Hidroelétricas marinhas para explorar energia das marés


A exploração da energia das marés vem sendo estudada com o uso de turbinas flutuantes ou de conjuntos de turbinas submersas, todas girando em baixa velocidade conforme as marés fluem num e noutro sentido.
Mas a empresa britânica Tidal Lagoon Power pretende fazer algo bem diferente, construindo uma verdadeira “hidroeléctrica marinha”.
A empresa apresentou seis projectos, que consistem na construção de lagoas em baías, quatro delas no País de Gales e duas na Inglaterra.
O projecto da lagoa de Swansea, no País de Gales, que já recebeu apoio do governo mas ainda terá que vencer a resistência dos ambientalistas, tem custo previsto de 1 bilião de libras e poderá gerar energia para 155 mil residências.
Barragem marinha
Cada uma das lagoas do projecto deve exigir um grande projecto de engenharia. Em Swansea, por exemplo, a muralha de protecção para a barragem marinha deve estender por mais de 8 quilómetros.
Esses muros gigantes servem para captar a água da maré e criar um reservatório.
Quando a maré começa a subir, as comportas são fechadas, criando um desnível porque a água da lagoa permanece num nível mais baixo.
Quando a maré está cheia do lado de fora, as comportas são abertas e a água flui pelas turbinas, gerando energia e enchendo a barragem.
Quando a maré começa a virar, as comportas são fechadas para manter o nível alto da água dentro da barragem.
Assim que a maré fica baixa do lado de fora, as comportas são novamente abertas para gerar energia novamente enquanto a água flui da barragem de volta para o mar.

Energia verde
Este esquema de “energia verde” é interessante para as empresas geradoras porque, ao contrário da energia solar e da energia eólica, é possível prever a mudança das marés.
E o Reino Unido conta com uma das marés mais altas do mundo. As turbinas capturam energia de duas marés que entram e duas marés que saem da lagoa por dia e devem permanecer activas por uma média de 14 horas diárias.
“Temos uma oportunidade maravilhosa de criar energia a partir da dança entre a Lua e a Terra. Admitimos que, no começo, é caro, mas, com o passar do tempo os custos serão cobertos e irá transformar em algo incrivelmente barato”, afirmou Mark Shorrock, presidente da companhia.
Fonte: BBC

Tubarão: Australianos descobrem 'extraterrestre dos mares'

Raríssima espécie de tubarão foi encontrada na costa australiana. Animal vive normalmente nas profundezas do oceano.
O pescador que o apanhou nunca tinha visto nada assim. Um tubarão-duende caiu nas redes de um barco australiano na costa de Eden, em New South Wales.

O animal foi imediatamente entregue ao Museu de Sydney para ser analisado por cientistas. Este foi apenas o quarto espécime deste espécie a ser autopsiado por especialistas em toda a história.
O focinho alongado do tubarão-duende permite-lhe detectar sinais eléctricos de outros animais em locais do oceano onde não chega qualquer luz, entre 400 e 900 metros de profundidade.
O animal capturado mede 1,54 metros e vai ficar no museu para ser alvo de mais testes.

Fonte: Notícias ao Minuto

Terminal XXI irá ter capacidade de 2,5 milhões de TEUs no final do ano

Em cerimónia que decorreu no Terminal XXI do porto de Sines, foi lançada nova fase de expansão do terminal por parte da concessionária, a PSA Sines, que deverá decorrer até ao final deste ano e que dotará o terminal de contentores do porto alentejano de uma capacidade de 2,5 milhões de TEU’s (face aos 1,7 milhões actuais).

O lançamento da nova fase de expansão, que acarretará um investimento de 40 milhões de euros, foi presenciado por Pedro Passos Coelho, Primeiro Ministro, que também falou sobre o projecto de expansão do terminal. De resto, com a expansão do terminal prevê-se ainda a criação de 100 novos postos de trabalho num investimento que é, saliente-se, todo ele privado.

Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes e Infraestruturas, fala deste investimento já como parte da “terceira fase de expansão” do Terminal XXI, fase que está a ser negociada há algum tempo entre PSA Sines e o Governo. Porém, este investimento avultado feito por parte da PSA Sines não implica a extensão do período de concessão à PSA (termina em 2029).

“Já estamos na fase três, mesmo chamando-lhe fase 2+”, referiu Sérgio Monteiro, salientando ainda que continuam as negociações com a PSA. 

“Se não tivéssemos hoje este acordo, no final do ano o porto estava esgotado porque espera-se que em 2015 o Porto de Sines movimente cerca de 1,6 milhões de contentores”, referiu ainda Sérgio Monteiro, acrescentando que com a chegada aos 2,5 milhões de TEU’s de capacidade, o terminal está a “projectar os próximos dois ou três anos de capacidade e continuaremos a fazer a negociação de maneira que, à medida que o interesse de clientes do porto cresce, haja resposta por parte do Governo e dos privados sem um euro de dinheiro dos contribuintes”.

Ligação ferroviária à fronteira pronta em 2019


Outra urgência há muito identificada em Sines prende-se com a ligação ferroviária à fronteira, que permita alargar o hinterland do porto de Sines. Sérgio Monteiro antecipou para 2019 essa ligação à fronteira.

“Não fomos capazes de iniciar o trabalho em 2014 porque não havia fundos europeus disponíveis”, referiu Sérgio Monteiro, salientando que ainda este ano terão início as obras: “A candidatura está feita, estamos a contar que seja aprovada por Bruxelas em Julho deste ano e, se assim for, todos os trabalhos preparatórios terão lugar a seguir para que a obra se inicie ainda durante o ano de 2015”.

“Nós até já temos os fundos do Orçamento de Estado, que nos próximos anos vão ser alocados a estes projectos. Temos a planificação técnica e financeira feita”, acrescentou.

Fonte: Cargo

Os "Lavradores do mar" – exposição de fotografia

A loja dos Congelados Moreira das Barrocas, em Aveiro, terá patente uma exposição de fotografia temática sobre Arte Xávega, uma forma de pesca tradicional que abrange também a região de Aveiro.
As fotografias, captadas durante a rodagem do filme homónimo, em Novembro do ano passado, são da autoria de Ivar Corceiro (www.ivarcorceiro.net) e estarão expostas até ao dia 25 de Abril.
É possível acompanhar o trabalho dos pescadores num dia de trabalho, desde que saem cedo para o mar até ao momento em que recolhem o peixe e recuperam as redes. É uma forma de dar ao cliente uma descrição completa de como se apanha o peixe que compra para o seu jantar.´

Fonte: Notícias de Aveiro

Levar ao Mar quem nunca o viu [ Com Vídeo ]

Francisco Lufinha, recordista mundial de Kitesurf, lançou um concurso que pretende levar crianças do interior do país a ver o mar 


O Recordista Mundial de Kitesurf e Embaixador do Mar, Francisco Lufinha, quer levar ao Mar quem Nunca o Viu.

Esta acção tem como objectivo sensibilizar e aproximar as crianças ao Mar e promover um maior conhecimento sobre os oceanos.
O Concurso é destinado às instituições de ensino pré-escolar e básico (1ªCiclo, 2º Ciclo e 3º Ciclo), assim como entidades públicas e privadas, que tenham alunos que nunca tenham visto o Mar.
Fica a saber como podes participar no Concurso 



Fonte: Visão

PSA Sines investe 40 milhões num “segundo cais” no Terminal XXI

Até ao final do ano, o Terminal XXI verá a sua capacidade aumentada em cerca de 500 mil TEU anuais. Enquanto não contrata a desejada expansão, a PSA Sines investe no aproveitamento do “outro lado” do cais do terminal de contentores.

O primeiro ministro estará hoje em Sines para o lançamento da fase 2+ de expansão do terminal de contentores. A designação escolhida deixa perceber que ainda não se trata do anúncio da expansão do Terminal XXI que está em fase final de negociação entre a APS e a PSA Sines, e que terá como contrapartida o prolongamento do prazo da concessão.
Ao que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS apurou, esta fase 2+ traduzir-se-á na utilização da face noroeste do actual cais para ali operar navios de menores dimensões (feeders). Uma solução que permite aumentar a capacidade do terminal em cerca de 500 mil TEU/ano e ganhar tempo enquanto não se completar a futura nova fase de expansão.
A iniciativa terá partido da PSA Sines, que de disponibilizou a suportar integralmente, sem contrapartidas, o investimento nas obras físicas e na aquisição dos equipamentos de movimento dos contentores (gruas móveis e pórticos de parque).
Ao todo serão 40 milhões de euros. Os trabalhos deverão ficar concluídos ainda este ano.
A ideia passa por desviar para o lado interior do cais os navios feeder que escalam Sines, de menores dimensões e que realizam menos movimentos em cada escala, libertando a frente de cais de 940 metros para os megacarriers.
A criação de uma nova frente de cais, com os equipamentos a ela associados, implicará também a criação de 150 postos de trabalho.
Este investimento da concessionária do terminal de contentores de Sines não implica contrapartidas públicas. Todavia, a administração portuária prevê investir, também este ano, 12 milhões de euros em dragagens para melhorar a acessibilidade marítima ao terminal.
Na semana passada, o presidente da APS, João Franco, anunciou o acordo com a PSA Sines sobre a renegociação da concessão, que será prolongada por 12 anos contra um investimento privado de 200 milhões de euros. Faltava, disse, o ok das Finanças. Talvez que hoje Passos Coelho anuncie o “sim” definitivo ao investimento.
Fonte: T e N