Japão investiga potencial energético dos oceanos a partir do uso de turbinas
As empresas japonesas Toshiba e IHI pretendem instalar no fundo do mar uma série de turbinas com o objectivo de converter a corrente oceânica Kuro Shivo em energia limpa.
Investigadores internacionais descobrem nova espécie de esponja em mar português
Grupo de cientistas descobriu uma nova espécie de esponja cristal em algumas áreas do Mediterrâneo e Atlântico, como as montanhas submarinas de Gorringe, em águas portuguesas.
Tanger-Med passou barreira dos três milhões de TEU
O porto de Tanger-Med, em Marrocos, superou, no dia 23 de Dezembro, os três milhões de TEU movimentados em 2014.
Bastonário insiste: dragar no Barreiro custará 48 milhões / ano
Manter os fundos no futuro terminal de contentores do Barreiro custará 48 milhões de euros por ano, todos os anos, reafirma o bastonário da Ordem dos Engenheiros, em declarações ao “DE”.
Câmara do Seixal também quer contentores no Barreiro
A autarquia considera que “a instalação do terminal de contentores do Barreiro pode ser um factor de dinamização do projecto do Arco Ribeirinho Sul” e da “revitalização das zonas industriais de Seixal, Almada” e “Barreiro, devendo potenciar as ligações destes territórios” e “apostar numa melhoria das acessibilidades existentes”.
O documento aprovado refere que “a construção da ponte Seixal Barreiro, prevista no actual plano rodoviário nacional, PRN2000, que liga a ER10 e ER11-2, é crucial para a ligação do terminal de contentores do Barreiro ao território envolvente à Siderurgia Nacional”, que se encontra “a pouco mais de um km de distância”, somente “separados pelo rio Coina”. A edilidade lembra que com “o processo de desindustrialização verificado na região ao longo das últimas duas décadas”, verifica-se a “existência de grandes áreas industriais desaproveitadas”, sendo a “quase a totalidade dos terrenos propriedade do Estado” e com “localizações de excelência para protagonizar novas dinâmicas económicas” e “ancorar projectos estruturantes”.
O Projecto do Arco Ribeirinho Sul, Siderurgia no Seixal, Lisnave Margueira em Almada e Quimiparque no Barreiro, assume, assim, de acordo com a posição da autarquia, “um papel estruturante para a estratégia de competitividade” e “emprego da região de Lisboa”, assim como “alavanca de desenvolvimento regional e nacional”. O texto adianta que “este constitui o maior projecto nacional de reconversão” e “qualificação industrial e ambiental”, detendo “enorme impacto na valorização da frente ribeirinha dos territórios que o integram”, constituindo por essa via um “instrumento fundamental no quadro do desenvolvimento económico-social” e da “criação de emprego na Área Metropolitana de Lisboa”, que “importa dinamizar e operacionalizar”.
A terrível saga do navio que pediu socorro em Corfu
Estaleiros de Viana recebem encomenda para dois navios patrulha
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou a construção de dois novos navios patrulha oceânica (NPO), no âmbito da nova Lei de Programação Militar.
O governante afirmou que a Lei de Programação, que não era revista desde 2006, “já recebeu aval positivo do Conselho Superior de Defesa Nacional” e adiantou que “até final do ano irá apresentar o documento na Assembleia da República”.
“A nova lei permite fazer e ter as condições financeiras para enquadrar o reequipamento das Forças Armadas, no caso que importa, para a Marinha Portuguesa”, disse à margem da assinatura do primeiro contrato de construção naval celebrado pela West Sea desde que o grupo assumiu, em maio, a subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).
O governante manifestou esperança, “porque a isso obrigam as regras da concorrência”, que Viana do Castelo “tenha as condições para pode ser ela a fazer estas construções”.
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), empresa pública actualmente em fase de extinção, construíram dois NPO para a Marinha Portuguesa num investimento de cerca de 100 milhões de euros.
Em causa está o NRP (Navio da República Portuguesa) Figueira da Foz, o segundo Navio de Patrulha Oceânica da classe “Viana do Castelo” construído naqueles estaleiros, de uma encomenda inicial de oito que foi assumida em 2004 pelo Ministério da Defesa – entretanto revogada pelo actual Governo – para substituir a frota de corvetas, com 40 anos de serviço.
Com o encerramento dos ENVC os Projectos dos dois navios passaram para a tutela do ministério tutelado por Aguiar-Branco.
O NRP “Viana do Castelo” foi entregue pelos ENVC em 2011, e o segundo navio “Figueira da Foz” em dezembro de 2013.
O contrato assinado nos estaleiros, entretanto subconcessionados à West Sea, prevê a construção de um navio-hotel para a Douro Azul, num investimento de 12 milhões de euros, para o grupo Douro Azul.
O novo barco-hotel Viking Osfrid vai reforçar a frota da Douro Azul e irá operar, a partir da primavera de 2016 no rio Douro, para a empresa norte-americana Viking River Cruises.
Fonte: Cargo
Porto de Sines chegou aos 1,2 milhões de TEU's a 22 de dezembro
Depois de ter chegado à impressionante marca do milhão de TEU’s movimentados num ano, ainda durante Novembro, o Terminal XXI voltou a atingir nova marca de relevo, com a chegada aos 1,2 milhões, registo alcançado a 22 de Dezembro. O valor representa um crescimento homólogo de 32,32% e aponta para números um pouco acima disso até final do ano.
Até ao dia em questão, Sines já tinha movimentado 36,7 milhões de toneladas, cerca de 3% mais que os 35,7 milhões de período homólogo de 2013.
Este valor vai ao encontro das declarações que João Franco, presidente da APS, concedeu em exclusivo à CARGO aquando da chegada ao milhão de TEU’s, quando referiu que “o objectivo para o final deste ano é exceder 1,2 milhões de TEU’s”.
Fonte: Cargo
Dez anos depois, o mundo recordou o dia em que o mar engoliu a terra
O tsunami que atingiu vários países do Sudeste asiático, matando mais de 220 mil pessoas, é recordado em todo o mundo.
Milhares de pessoas participaram na passada quinta-feira, dia 26 de Dezembro, na Indonésia, em várias cerimónias para assinalar o décimo aniversário do terrível tsunami que provocou mais de 220 mil mortos em 14 países banhados pelo Oceano Índico.
No dia 26 de Dezembro de 2004, um sismo de magnitude 9,3 – o mais forte no mundo desde 1960 – ocorrido ao largo da ilha indonésia de Sumatra provocou vagas gigantescas nos mares que devastaram as zonas costeiras de vários países, afectando principalmente a Indonésia (quase 170 mil mortos e desaparecidos) e o Sri Lanka (mais de 35 mil mortos).
Entre as vítimas encontravam-se milhares de turistas estrangeiros que aproveitavam a férias do Natal para gozar uns dias de sol nas praias idílicas da região.
Sobreviventes desta tragédia e socorristas que participaram nas operações de salvamento juntam-se para uma cerimónia de orações na província de Aceh, próxima do epicentro do sismo, e de longe a região mais afectada pela violência das águas do tsunami.
Em Meulaboh, uma vila de pescadores que foi completamente devastada por vagas que atingiram os 35 metros de altura, as bandeiras estão a meia haste e os habitantes preparam-se para uma noite de orações.










