Um estudo do Fórum Internacional dos Transportes (ITF, na sigla inglesa), presidido pelo português José Manuel Viegas, questiona as economias de escala normalmente associadas aos mega-porta-contentores.
Maersk Line encomenda 11 navios de 20 mil TEUs
O anúncio foi feito esta terça-feira, sendo que os navios em questão são já tidos como os porta-contentores de segunda geração do Triple-E, a classe de navios do armador com capacidade para 18 mil TEUs.
O contrato assinado agora com a construtora naval sul-coreana está avaliado em 1,8 mil milhões de dólares americanos, contendo ainda uma cláusula que permite que seja alargado à construção de mais 8 navios com as mesmas capacidades.
Cada navio em questão terá um comprimento de 400 metros, 58,6 metros de largura e um calado de 16,5 metros. A Maersk quer colocá-los na rota Ásia-Europa, substituindo navios de menores dimensões e considerados menos eficientes. Os 11 novos navios entrarão ao serviço da Maersk entre Abril de 2017 e Maio de 2018.
Economia do mar 'tropeça' em barreiras de papel
As “barreiras de papel” continuam a travar o desenvolvimento de sectores promissores da economia do mar, como a aquacultura, defende o especialista Miguel Marques, que pede mais estabilidade na legislação.
Mar no centro do debate político
Em simultâneo, decorrerá pela primeira vez em Portugal a World Ocean Summit, uma iniciativa da revista Economist e que junta habitualmente centenas de participantes. No ano passado, na Califórnia, onde se realizou a segunda edição desta conferência, o Presidente Cavaco Silva foi o convidado de honra do evento, que foi inaugurado pelo secretário de Estado norte-americano John Kerry.
Este cenário de escassez é o resultado da diminuição abrupta dos ‘stocks’ de pescado. A sardinha, apesar de não ser alvo das quotas de pesca europeias, é objecto de constante monitorização: assim que a estabilidade dos ‘stocks’ é posta em causa, a pesca é suspensa. Em 2014, foi-o a partir 20 de Setembro e só retomada no início de Março deste ano.
Oitenta por cento dos detritos marinhos provêm de terra e acabam nos oceanos por acção dos ventos e das correntes. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA), 15% dos detritos marinhos flutuam à superfície; 15% permanece na coluna de água; e 70% repousa no fundo do mar. Segundo o relatório da Comissão Mundial dos Oceanos, 33 mil milhões de toneladas de plástico acumular-se-ão no oceano até 2050.
Mar criou 18 mil empregos nos últimos cinco anos
As actividades ligadas ao mar geraram, nos últimos cinco anos, 18 mil postos de trabalho, um aumento de 10% em contraciclo com as quebras no emprego registadas no conjunto da economia.
Focas ajudam cientistas a recolher dados em zonas remotas dos oceanos
Portugal com ouro, prata e bronze na Taça do Mundo em canoagem
Portugal conquistou três medalhas na Taça do Mundo de canoagem de Montemor-o-Velho, com destaque para o ouro de Fernando Pimenta em K1 1000 e a prata de Hélder Silva em C1200, neste sábado.
Depois do bronze Europeu, no início do mês na República Checa, Fernando Pimenta impôs-se em 3.25,156 minutos, batendo o australiano Murray Stuart por 1,092 segundos e o espanhol Francisco Sanchez por 1,140.
A prova não contou com o alemão Max Hoff nem o dinamarquês René Poulsen, campeão europeu e vice-campeão, respectivamente, mas teve, entre outros, o canadiano Adam Van Koeverden, em quinto, antigo campeão do mundo e olímpico, neste caso nos 500 metros.
O espanhol Alfonso Ayala impediu Hélder Silva de conquistar o ouro na Taça do Mundo, impondo-se nos 200 metros por apenas 284 milésimos de segundo, com o tempo de 38,424 segundos.
Com duas medalhas em Mundiais e quatro em Europeus, incluindo o bronze em 2015, o mesmo que Hélder Silva conquistou em 2014, Ayala bateu ainda o chinês Qiang Li por 660 milésimos.
Também em busca do apuramento olímpico, em Agosto em Milão, Itália, a dupla Emanuel Silva e João Ribeiro conquistou o bronze em K2 1000, a embarcação que deu a única medalha a Portugal nos Jogos de Londres 2012, na altura com Pimenta no lugar de Ribeiro.
A dupla lusa concluiu a prova em 3.10,272 minutos, ficando a 1,884 segundos dos australianos Kenny Wallace e Lachlan Tame, vice-campeões do Mundo em título, que bateram os franceses Arnaud Hybois e Etienne Hubert por 240 milésimos.
A quarta medalha não foi para Portugal porque o K2 200 de Francisca Laia e Maria Cabrita virou na parte final, quando a jovem dupla seguia em primeiro lugar.
Teresa Portela falhou o pódio em K1500, com o quarto lugar numa das provas mais competitivas do programa de Montemor-o-Velho, vencida pela campeã olímpica e mundial dos 200, Lisa Carrington, da Nova Zelândia.
Carrington terminou em 1.48,016 minutos, superiorizando-se às húngaras Anna Kárász e Krisztina Fazekas-zur por 560 e 596 milésimos, quando Teresa Portela ficou a 1,992 segundos.
Nas restantes finais lusas, o K2 500 Joana Vasconcelos/Beatriz Gomes (sexto em Londres2012) foi sexto com 1.42,952, a 2,844 do ouro das húngaras Anna Kárász e Ninetta Vad.
A C1 de Nuno Barros, que tem títulos Europeus e Mundiais, mas nas maratonas, foi sétima nos 1000 com 3.56,784, a 11,344 do vencedor, o canadiano Mark Oldershaw.
Maersk dividirá navios com MSC entre Ásia e América do Sul
É descoberto peixe 'de sangue quente'
O peixe-opah é capaz de capturar calor pelas suas barbatanas, isoladas por uma generosa camada de gordura, e manter o seu sangue e órgãos aquecidos enquanto nada a uma profundidade de centenas de metros. Um estudo que detalha essa descoberta foi publicado pela revista Science.
Outros peixes, como o atum, conseguem aquecer certas partes do corpo – dessa forma se movimentam mais rápido quando precisam perseguir alguma presa. Mas uma endotermia completa nunca havia sido notada em algum animal do tipo anteriormente. E o facto de aparecer justamente no opah, que é um peixe de grandes profundidades, conhecidos por serem lento e não perseguirem as presas (comem animais encurralados) é surpreendente.
Com isso, foi descoberto também que o opah é incrivelmente ágil, podendo alimentar-se de lulas o outros animais velozes. Também podem migrar e nadar por longas distâncias.
Os peixes são capazes de deixar seu sangue 3ºC mais quentes do que a água – pode não parecer muito para nós, mamíferos, mas requer uma sofisticada engenharia termal. Ainda mais do tamanho do opah: no estudo, o mais pesado pesava 68kg, mas já foram encontrados espécimes de 270kg.
A beleza dos Mares Mexicanos [ Com Vídeo ].
Jorge Cervera Hauser passou 4 anos a fotografar a rica biodiversidade dos mares mexicanos, para mostrar o quão “subvalorizadas” e “maravilhosas” são as águas mexicanas.












