Três surfistas portuguesas a mudar a Índia através do Surf

MY Destiny foi à Índia, até à zona mais necessitada de Odisha, representado por três jovens surfistas portuguesas, para melhorar a comunidade local através do surf. Mais uma prova de que Portugal tem dado cartas no surf, em todas as suas vertentes.
Em Fevereiro passado, Carolina Pereira, Mafalda Carimbo e Lisa Marques, fizeram as malas, agarraram na prancha e partiram para a Índia com um objectivo: a partilha de conhecimento e experiências através do surf.
convite chegou através do India Surf Festival Carolina Pereira , para liderar a iniciativaGirls Power .
Na praia de Ramchandi, na zona de Odisha, tiveram oportunidade de trabalhar com crianças vindas do orfanato Asha Kiran, com um grupo de mulheres indianas e ainda um dia durante o India Surf Festival aberto a toda a comunidade. “A experiência com as crianças do orfanato foi das experiências mais gratificantes da minha vida, a felicidade delas quando simplesmente molharam os pés no mar, quando agarraram a minha mão e mostravam-me sorrisos enormes, foi mágico!”, conta Mafalda Carimbo.
Não deixaram de ter episódios caricatos ao estilo indiano para partilhar, desde lhes terem dado grandes pranchas de SUP para surfarem as ondas difíceis daquela praia, aventuras de comprar tubos de PVC para fazer balance boards no meio da caótica cidade de Puri, conferências improvisadas, sessões de skate vestidas com saris tradicionais com aLongboard Crew India , entre outras…

Na Índia, a cultura de surf está agora a começar, e entre as entidades nomeadas como parte importante desse trabalho, está o MY Destiny , bem como a Asian Surfing Championships (ASC) Tour, a Think 360 (SUP), My Life On Board , e claro, o India Surf Festival .
O surf é, na sua génese, um estilo de vida, e o MY Destiny trabalha numa mudança global através dos valores do surf e das viagens.

Fonte: Jornal I
Fotos: Sabyasachi Jana

União Europeia poderá alterar as regras para quotas de pesca

A União Europeia poderá vir a alterar os critérios para a atribuição de quotas de pesca, beneficiando quem utilizar artes “mais selectivas”, em vez de se limitar a analisar os históricos de capturas.


A União Europeia poderá vir a alterar os critérios para a atribuição de quotas de pesca, beneficiando quem utilizar artes “mais selectivas”, em vez de se limitar a analisar os históricos de capturas.
A ideia foi lançada pela vice-presidente da Comissão de Pescas do Parlamento Europeu, Linnea Engstrom, durante uma reunião, na cidade da Horta, com investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores e com produtores de pesca da região, no âmbito de uma visita dos eurodeputados ao arquipélago.
“Acho que é possível e que é muito importante que coloquemos na nova Política Comum de Pescas quem é que tem direito a pescar”, sublinhou a deputada ao Parlamento Europeu, acrescentando que “aqueles que pescam de forma sustentada, com artes de pesca selectivas, é que devem ser compensados com quotas”.
A vice-presidente da Comissão de Pescas respondia assim às críticas feitas pelos pescadores e armadores açorianos, que se queixavam dos critérios da União Europeia, que até agora se limitavam a analisar os históricos de capturas.
“Se a gente pesca em demasia, a União Europeia diz que estamos a esgotar os recursos e reduz a nossa quota, mas se a gente não atingir a quota, a União Europeia diz que os recursos estão sobre-explorados, e reduz à mesma a nossa quota”, lamentou Jorge Gonçalves, da Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores.
O dirigente associativo manifestou, no entanto, satisfação pelas declarações da vice-presidente da Comissão de Pescas do Parlamento Europeu, considerando “inovadora” e “extremamente importante” para as pescas nos Açores, está nova visão sobre a atribuição de quotas.
Um dos projectos de investigação apresentados pelo DOP aos eurodeputados que estão de visita aos Açores, está relacionado com a recuperação dos stocks de pesca no Banco Condor, situado a cerca de 10 km’s da ilha do Faial.
A actividade de pesca naquele banco foi suspensa há cinco anos, com vista à realização de estudos científicos, destinados a avaliar a capacidade dos stocks piscatórios, numa iniciativa acolhida pelos próprios profissionais do sector.
Gui Menezes, responsável pelo estudo, lamentou que o projecto não tenha sido realizado com ajuda de fundos comunitários, lembrando que no passado, existiam ajudas para projectos de pequena dimensão, como este, que entretanto deixarem de existir.
“Se houvesse financiamento comunitário, seria possível fazer muito mais! Tudo o que se faz no mar, em termos de investigação, é sempre muito caro. Há muitas coisas que nós gostaríamos de conhecer melhor, mas simplesmente não conseguimos, porque não temos capacidade financeira”, explicou o investigador do DOP.


Este pode ser o próximo petisco da moda em Portugal

A aquacultura nacional está a explorar o potencial de novos produtos como a camarinha, um pequeno camarão que tem sido até agora exportado essencialmente para Espanha, mas que se pode tornar o próximo petisco da moda.

O crustáceo “tem baixo valor comercial”, mas captou o interesse dos aquacultores porque não tem praticamente custos de produção, contou à Lusa o secretário-geral da Associação Portuguesa de Aquacultores (APA).
A camarinha, que cresce naturalmente nas antigas salinas que existem em Aveiro, na Figueira da Foz, no estuário do Sado, na ria Formosa e na ria de Alvor, ainda é praticamente desconhecida pelo mercado português e a maior parte da produção tem sido exportada para Espanha “onde é muito apreciada”, mas Fernando Gonçalves acredita no seu potencial.
“Eu já vejo camarinha à venda, principalmente como entrada em restaurantes e cafés da zona do litoral. Tem potencial de crescimento para servir como entrada, refeição ou como petisco”, destacou.
No entanto, este crustáceo, tal como as ostras, sofre o efeito negativo da fiscalidade.
A APA considera que são espécies com potencial e defende a redução da taxa de IVA aplicada às ostras e à camarinha, de 23 para 6%.
Fernando Gonçalves afirmou que em Portugal quase não se vendem ostras devido ao IVA a 23% e ao facto de serem consideradas um produto de luxo, o que não corresponde à realidade, já que os preços para o produtor variam entre 1 e 4 euros por quilo.
Baixar o imposto iria não só promover o consumo, mas permitir também a instalação de maternidades.
“Os produtores importam as sementes e os juvenis de França porque não existem maternidades cá em Portugal porque não conseguem competir com as importações de França, que não pagam IVA”, precisou o secretário-geral da APA.
As algas também têm potencial de crescimento, existindo já empresas a produzir várias espécies na zona de Aveiro e Olhão, mas neste caso o código do IVA é omisso quanto à taxa a aplicar, que a APA pretende ver fixada nos 6%.
O consumo das espécies aquícolas em Portugal tem-se mantido estável, mas Fernando Gonçalves salientou que o consumo de espécies importadas tem “aumentado brutalmente”.
O salmão é o caso mais paradigmático: são cerca de 15 mil toneladas por ano que a APA diz que poderiam ser substituídas por espécies de aquacultura nacional com características semelhantes como a truta salmonada.
“Hoje em dia já temos um conhecimento e uma produção estável de sete espécies: o pregado, a amêijoa, a dourada, a ostra, o robalo, a truta e o mexilhão. Depois existem outras espécies com elevado potencial, falo do linguado, que pensamos que, em breve, vai ser uma das espécies mais produzidas em Portugal, da corvina, que tem algumas limitação, das algas e a camarinha”, adiantou Fernando Gonçalves.
Em 2013, o défice na balança comercial de pescado foi de 641 milhões de euros. Portugal importa normalmente 400 das cerca de 600 mil toneladas de pescado que consome anualmente.
A aquacultura contribuiu em 2014 com cerca de 11 mil toneladas, pouco mais de 1,5% do consumo nacional de pescado, mas a APA estima um potencial de produção que ronda as 145.000 toneladas.
Fonte: Lusa/Sol

Antárctida: continuam as más notícias

Há muito que a Antárctida tem servido de observatório privilegiado para a medição das alterações climáticas, não só pelo relativo ‘encolhimento’ deste continente gelado devido ao degelo, mas também para avaliar outras consequências nefastas. 

Um grupo de cientistas de nove países, entre os quais José Xavier, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente da Universidade de Coimbra (MARE-UC), uniu esforços para avaliar e quantificar as mudanças climáticas e os seus efeitos sobre o continente gelado.
A acidificação do Oceano Antárctico, outra consequência destas mudanças, poderá constituir mais uma das muitas más notícias que têm assolado a região, em especial para os organismos marinhos. Além desta conclusão, os resultados do estudo, publicado na revista científica Global Change Biology, mostram que grande parte daquele oceano vai ser afectada e que as áreas atingidas vão ser maiores do que as que já foram observadas – os factores ambientais que causam stress ao ecossistema marinho poderão chegar a 86% de todo o Oceano Antárctico.
“Este foi o primeiro estudo a quantificar os múltiplos factores ambientais que afectam o Oceano Antárctico como um todo e a indicar quais as áreas que poderão ser mais atingidas no futuro”, diz José Xavier, num comunicado divulgado pela Universidade de Coimbra.
Fonte: Sol

Ouriço-do-mar, o protagonista da Ericeira

O primeiro Festival Internacional do Ouriço-do-mar decorre este fim de semana na Ericeira.

O Hotel Vila Galé da Ericeira acolhe, nos dias 11 e 12 de Abril, o primeiro festival internacional inteiramente dedicado ao ouriço-do-mar, ‘estrela da companhia’ da região.

Mostras gastronómicas, degustações, workshops, seminários e showcooking com chefs conceituados e escolas de hotelaria serão algumas das actividades. Este evento integra o Plano de Iniciativas de Valorização Gastronómica e do Turismo de Mafra e propõe-se a demonstrar o que é possível criar, gastronomicamente, com esta iguaria.
Os showcooking realizam-se na sala de eventos do hotel, nos dias 11 e 12 das 15h00 às 19h00, e são de entrada gratuita. Aqui poderá apreciar a arte de bem cozinhar de chefs de referência como António Alexandre (Lisboa Marriott Hotel), Luís Miguel Rodrigues (Restaurante Bastardo, do Internacional Design Hotel, em Lisboa), Manuel Prats (Restaurante M29, do Hotel Miguel Angel, em Madrid) ou Carlos Collado, da escola de alta cozinha Le Cordon Bleu (Madrid).
Nas jornadas técnicas, no auditório da Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva no dia 11 das 9h30 às 13h00, pode descobrir tudo sobre esta espécie marinha com a ajuda de especialistas, biólogos e investigadores. No dia 12 de Abril, das 11h00 às 13h00, realiza-se ainda uma visita interactiva ao viveiro natural de ouriços-do-mar nas Furnas.
A organização promete ainda, lê-se no comunicado enviado às redacções, “desafiar vários restaurantes” a utilizar esta iguaria como ingrediente regular nos seus menus e degustações.


MSC prolonga Australia Express até Sines

Anunciado no final de Fevereiro passado, o Australia Express da MSC deveria ter em Valência a sua escala mais a Ocidente. Mas afinal será em Sines que se completará a rotação. A primeira escala está agora prevista para o próximo domingo, dia 12.

Sines assume, assim, o lugar do porto espanhol. A rotação completa do Australia Express será doravante a seguinte: Sines – Fos-Sur-Mer – La Spezia – Gioia Tauro – Suez – Port Louis – Pointe Des Galets – Sidney – Merbourne – Adelaide – Fremantle – Singapura – Chennai – Colombo – King Abdullah Port – Suez – Piraeus – Valencia e regresso a Sines.
Com uma frequência semanal, o serviço será assegurado por 12 navios, com capacidades entre os 4 000 e os 6 000 TEU.
A primeira escala no Terminal XXI será realizado pelo Kalliopi, com chegada prevista a Sines para o próximo domingo, dia 12.
Com este novo serviço o porto português passa a estar ligado aos cinco continentes. E no caso concreto, o Terminal XXI poderá, uma vez mais, servir de plataforma de transhipment para cargas com origem/destino nas costas do Atlântico Norte e Sul.
Fonte: T e N


Usar os mares frios para produzir calor nos edifícios

Os países que mais energia consomem com aquecimento precisam de fontes de energias alternativas e sustentáveis para não terem de as importar. Aproveitar o calor dos mares e rios pode ser uma solução.

Normalmente imaginamos que a água do mar ou do rio possam ser usadas para arrefecer as condutas de um processo industrial. Agora imagine-se que estas correntes de água podiam ser usadas para produzir calor para aquecer os edifícios. O Reino Unido está a estudar a hipótese de usar os mares gelados ao largo da Escócia, o rio Tamisa que passa em Londres ou outras linhas de água do país com este objetivo, conformenoticiou a Quartz.
Encontrar uma fonte de energia sustentável para a produção de calor é um desafio para os países com os invernos mais rigorosos. O ideal é recorrer a fontes de energia próprias sem ter de importar energia. Por isso as bombas de calor, que funcionam como um frigorífico ao contrário parecem ser uma solução possível. Enquanto os frigoríficos tiram o calor de dentro e o libertam para o exterior, estas bombas vão aproveitar o calor do ar e da água e “concentrá-lo” para o aquecimento de um edifício por meio de processos químicos.
Na Noruega, por exemplo, usam um fiorde que parece congelado, mas que está de facto a oito graus Celsius. Com uma bomba de calor aproveitando a temperatura do fiorde aquecesse a amónia líquida para que passe ao estado gasoso. Depois, quando o gás é sujeito a pressão liberta calor e aquece a água. O gás pode ser despressurizado, devolvido ao estado líquido e nessa altura o processo reiniciado.
Embora a utilização de bombas de calor seja ainda incipiente no Reino Unido, há já quem queira dar o exemplo. Uma antiga central de carvão em Battersea, nas margens do rio Tamisa, que vai ser convertida em apartamentos, escritórios e lojas, poderá vir a ter uma destas bombas de calor usando a água do próprio Tamisa.
Fonte: Observador


Norte-americano resgatado após dois meses à deriva no mar


Louis Jordan, de 37 anos, sobreviveu comendo o peixe que apanhava e bebendo água da chuva.
Um homem norte-americano que passou 66 dias à deriva no mar foi resgatado por um cargueiro alemão a 320 km da costa da Carolina do Norte. Louis Jordan, de 37 anos, disse à Guarda Costeira norte-americana que sobreviveu comendo o peixe que apanhava e bebendo água da chuva.
Jordan tinha sido visto pela última vez a 23 de Janeiro, quando saiu no seu veleiro para pescar. Foi dado como desaparecido no final de Janeiro, depois de ter deixado de comunicar com a família. O seu veleiro virou-se e Jordan sobreviveu durante 66 dias à deriva, sentado no casco da embarcação, até ser encontrado. Jordan foi transportado de helicóptero do navio alemão para um hospital em Norfolk, no Estado da Virgínia.
Fonte: DN

Remover petróleo derramado no mar vai ser mais fácil

Derrames de petróleo no mar ocorrem em todo o mundo. São extremamente difíceis de remover da superfície da água e exigem dos especialistas muito esforço e um grande dispêndio de tempo.
Será que esta tarefa pode ser simplificada?
Um grupo de engenheiros desenvolveu em Cardiff um sistema inovador que promete resultados muito interessantes neste campo. Trata-se de “FORCE 7“http://www.force7.eu/ um projecto europeu de investigação que tem sido testado com sucesso.
Este sistema limpa derrames de petróleo de forma rápida e eficiente e com um custo menor, pois os métodos actualmente aplicados exigem várias embarcações e medidas complexas de contenção do petróleo.
James Ilsley, representante da empresa britânica Oil Pollution Environmental Control ltd, que é um dos parceiros deste projecto, explicou à euronews em que consiste o elemento inovador neste protótipo.
Segundo este engenheiro do ambiente, foi desenvolvida “uma rede que pode flutuar na superfície da água sem o uso de barreiras de contenção”.
Federico Meneghello, responsável de D’APPOLONIA, que assume a coordenação técnica do projecto Force7, frisou que “a grande vantagem deste sistema é que pode funcionar com um único barco e mesmo quando o mar está agitado, pois não precisa de se coordenar com outros navios.”
Um sistema que “permite trabalhar em mares muito agitados, mesmo quando as vagas são muito altas, pois a rede de polipropileno consegue seguir os contornos das ondas, e recolher o petróleo das manchas que flutuam”, acrescentou James Ilsley.
Uma esfregona que só bebe petróleo
As experiências realizadas no tanque de testes em Cardiff mostram como as faixas desta esfregona recolhem o petróleo da superfície sem absorver muita água. Isto, porque se trata de um tecido sintético que é composto de fibras hidrofóbicas e tem uma estrutura de várias camadas, podendo adaptar-se a diferentes tipos de petróleo.
Monika Rymarczyk, investigadora do CENTEXBEL, centro técnico-científico de apoio à indústria textil belga, explicou também que este sistema permite dar resposta a desafios que até hoje não tinham encontrado solução.
De acordo com Rymarczyk, “acontecem vários tipos de derrames de petróleo, pode tratar-se de petróleo pesado ou petróleo leve. Este material, permite adaptações, podemos com ele recolher tanto petróleo pesado como petróleo leve. Tem uma estrutura muito forte”.
Federico Meneghello assinalou que existem sistemas mais simples, mas menos práticos – não são tão eficientes na absorção do petróleo e tendem a afundar na água.
“Este é um material muito usado hoje em dia – quando está submerso, fica encharcado de água e afunda com o peso. O material desenvolvido no âmbito deste projecto repele a água enquanto absorve o petróleo, o que lhe permite continuar a flutuar”, explicou o coordenador do projecto.
Depois do ensaio, a comercialização
O próximo passo para os engenheiros é transformar o protótipo de pesquisa num produto comercial que terá uma superfície muito maior.
As esfregonas são capazes de absorver até 50 vezes o seu peso em petróleo, que pode ser removido a bordo do navio com uma máquina especial, permitindo que as faixas possam ser imediatamente reutilizadas.
“As esfregonas carregadas de petróleo são recuperadas a bordo, este é espremido por rolos e é então bombeado para dentro de tanques de armazenamento. A água pode ser separada e bombeada para o mar se está suficientemente limpa, ou retirada para ser posteriormente processada”, lembrou James Ilsley.
Agora que os testes e o ensaio geral provaram as capacidades deste protótipo, os responsáveis pelo projecto contam que este esteja finalizado nos próximos meses e que o novo produto chegue ao mercado em menos de um ano.
Fonte: Euronews/European Comission

MSC Oliver (19.221 TEU) também já está em operação

O mega navio “MSC OLIVER” junta-se ao seu irmão gémeo MSC OSCAR nas operações da MSC, ambos com 19.224 TEUs. O novo navio foi apresentado esta semana no estaleiro DSME, em Busan, Coreia do Sul.

O navio “MSC OLIVER” é o segundo de um conjunto de 20 mega porta-contentores que estão planeados para serem entregues até ao final deste ano.

Habitualmente, os navios porta-contentores da MSC são baptizados com nomes femininos de familiares dos colaboradores da MSC, sendo que até à data houve apenas cinco excepções: MSC Aniello, MSC Don Giovanni, MSC Diego, MSC Oscar e agora, o MSC Oliver.

“Uma vez que esta é a nova geração de navio porta-contentores da MSC, achámos adequado que estes fossem baptizados com os nomes dos netos do nosso fundador, Gianluigi Aponte”, explicou Pierfranco Vago durante a cerimónia. Ainda segundo o Presidente Executivo da MSC Cruzeiros, “as nossas crianças são o futuro da nossa família, e estes navios representam o futuro do Grupo MSC”.

“MSC OSCAR” e “MSC OLIVER” são navios da mesma classe, não só transportam mais contentores que qualquer outro navio, como são mais amigos do ambiente e têm uma maior eficiência de combustível.

No final desta semana, o “MSC OLIVER” será integrado no Serviço ALBATROZ que opera entre a Ásia e a Europa.

Fonte: Cargo