Retirada baleia anã da praia no Algarve

Na tarde de dia 28 de Março o Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, em articulação com os Serviços Municipais de Proteção Civil da Câmara Municipal de Castro Marim, procedeu à remoção de uma baleia anã. Esta arrojou na praia da Alagoa em Altura, no Algarve.
Segundo informações disponibilizadas pela Autoridade Marítima Nacional o cetáceo era uma cria de baleia anã fêmea, que se encontrava extremamente magra e com o estômago vazio. Condições que leva a crer que se tivesse perdido da sua progenitora.
Uma Bióloga da Sociedade Portuguesa da Vida Selvagem deslocou-se ao local, para recolher dados biométricos e amostras para futuros estudos histopatológicos.
O cetáceo foi retirado da praia e enterrado em local próprio.

Famosos despem-se para ajudar os peixes

Os retratos de famosos despidos por uma boa causa não é novidade. Mais inusitado, embora também não seja a primeira vez, é que os ditos estejam cobertos de… peixe. 
A série de retratos Fishlove faz parte da campanha de uma associação homónima que luta contra a destruição dos oceanos pelas práticas piscatórias desenfreadas.
A organização pretende alertar para o colapso do stock de algumas espécies, cujo desaparecimento seria, segundo os cientistas, “catastrófico” até em termos de alterações climáticas. Para conferir que artistas resolveram cobrir-se de sashimi ao mais natural nível (leia-se, simplesmente, de peixe) em vez de ir jantar ao sushi.
Fonte: Sol

Hugh Jackman salva filho e homem do mar

O episódio aconteceu no passado sábado na Austrália. O actor e a família estavam na praia quando a corrente marítima puxou o seu filho e um outro homem. Jackman conseguiu salvar ambos do mar.

Foi um susto que acabou da melhor forma possível. Hugh Jackman salvou o filho de 15 anos e um outro homem do mar. Ambos estavam a ser puxados por uma forte corrente marítima quando Jackman reagiu. A notícia do “salvamento incrível” está a correr pelas redes sociais.

O actor estava com a família na praia de Bondi, em Sydney (Austrália), quando tudo aconteceu. O filho Óscar saiu ileso tal como o outro homem, num episódio que aconteceu este sábado. Segundo várias testemunhas, Jackman preocupou-se também em alertar outros nadadores para virem para terra.
Lynzey Murphy, uma das presentes ouvidas pelo Sunday Telegraph de Sydney, contou que as condições marítimas mudaram “rapidamente” mas o actor “conseguiu manter a calma”. Explica a testemunha: “Quando estávamos na água 20 minutos antes estava tudo bem. Depois o nível do mar subiu muito rapidamente”, refere o The Guardian.
Depois do salvamento, as estações de televisão ainda tentaram obter declarações do actor, mas Jackman disse estar “demasiado abalado” para falar. A praia ficou fechada durante algum tempo. Recorde-se que Hugh Jackman tem apelado ao uso de protector solar na praia depois de lhe ter sido diagnosticado cancro de pele.
Fonte: Observador

Mulher que perseguiu cruzeiro a nado teve surto psicótico agudo

Uma turista de nacionalidade inglesa foi resgatada pouco depois da meia-noite de domingo, por pescadores madeirenses, a 500 metros da costa, na zona de Santa Cruz.

A cidadã inglesa, de 65 anos, chegou no sábado à Madeira, acompanhada do marido, no navio de cruzeiro Marco Polo, da Cruise & Maritime Voyages, mas quando este zarpou, cerca das 20h00, ela não se encontrava a bordo.

O comandante da Capitania do Funchal, Félix Marques, relatou que até ao momento só é conhecida a versão da mulher, que informou às autoridades que depois de terem desembarcado no Funchal, ela e o marido compraram bilhete de avião com destino a Bristol. “Já no aeroporto, o marido disse, segundo o relato da senhora, que afinal apanhava um táxi e regressava ao navio, mas isso não aconteceu e ele embarcou no avião”, explicou Félix Marques, considerando que terá sido neste contexto de desorientação que a turista acabou por se atirar ao mar, quando viu o Marco Polo passar pela zona de Santa Cruz, cerca das 20h30. A turista terá estado na água mais de três horas até ser socorrida.
Félix Marques explicou que, por volta da meia-noite, a tripulação de um pequeno barco de pesca, que se encontrava a 500 metros da costa, ouviu-a gritar e acabou por a socorrer, transportando-a para a zona de São Pedro, no concelho de Santa Cruz. Os Bombeiros Municipais de Santa Cruz fizeram depois o transporte da turista, que estava bastante debilitada, para o Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal. Mais tarde foi transferida para a Casa de Saúde Câmara Pestana (hospital psiquiátrico para mulheres), tendo-lhe sido diagnosticado um surto agudo psicótico.

O navio, que vinha de Barbados, deixou o porto do Funchal às 20h00 de sábado, tendo seguido viagem para Lisboa, onde atracou na passada segunda-feira, pelas 07h00. 
Uma turista de nacionalidade inglesa foi resgatada pouco depois da meia-noite de domingo, por pescadores madeirenses, a 500 metros da costa, na zona de Santa Cruz.

A cidadã inglesa, de 65 anos, chegou no sábado à Madeira, acompanhada do marido, no navio de cruzeiro Marco Polo, da Cruise & Maritime Voyages, mas quando este zarpou, cerca das 20h00, ela não se encontrava a bordo.

O comandante da Capitania do Funchal, Félix Marques, relatou que até ao momento só é conhecida a versão da mulher, que informou às autoridades que depois de terem desembarcado no Funchal, ela e o marido compraram bilhete de avião com destino a Bristol. “Já no aeroporto, o marido disse, segundo o relato da senhora, que afinal apanhava um táxi e regressava ao navio, mas isso não aconteceu e ele embarcou no avião”, explicou Félix Marques, considerando que terá sido neste contexto de desorientação que a turista acabou por se atirar ao mar, quando viu o Marco Polo passar pela zona de Santa Cruz, cerca das 20h30. A turista terá estado na água mais de três horas até ser socorrida.
Félix Marques explicou que, por volta da meia-noite, a tripulação de um pequeno barco de pesca, que se encontrava a 500 metros da costa, ouviu-a gritar e acabou por a socorrer, transportando-a para a zona de São Pedro, no concelho de Santa Cruz. Os Bombeiros Municipais de Santa Cruz fizeram depois o transporte da turista, que estava bastante debilitada, para o Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal. Mais tarde foi transferida para a Casa de Saúde Câmara Pestana (hospital psiquiátrico para mulheres), tendo-lhe sido diagnosticado um surto agudo psicótico.

O navio, que vinha de Barbados, deixou o porto do Funchal às 20h00 de sábado, tendo seguido viagem para Lisboa, onde atracou na passada segunda-feira, pelas 07h00. 

Navio português incluído na armada de Vasco da Gama descoberto em Omã

Navio será a mais antiga embarcação dos Descobrimentos Portugueses encontrado e cientificamente investigado por arqueólogos

O Ministério do Património e da Cultura de Omã anunciou hoje a descoberta de um navio português naufragado numa ilha remota de Omã em 1503, que fazia a carreira da Índia e estava incluído na armada de Vasco da Gama.

O navio é, de acordo com aquela entidade, a mais antiga embarcação dos Descobrimentos Portugueses encontrado e cientificamente investigado por arqueólogos.

Em comunicado, o ministério salientou que o navio português, que estava incluído numa das armadas de Vasco da Gama com destino à Índia naufragou em 1503 durante uma tempestade ao largo da ilha Al Hallaniyah, na região Dhofar, de Omã.

O Ministério do Património e da Cultura (MPC) de Omã informou que o local do naufrágio foi inicialmente descoberto pela empresa britânica Blue Water Recoveries Ltd. (BWR) em 1998, no 500º aniversário da descoberta de Vasco da Gama do caminho marítimo para a Índia.

Contudo, o ministério só deu início ao levantamento arqueológico e à escavação em 2013, tendo sido desde então realizadas mais duas escavações em 2014 e 2015, com a recuperação de mais de 2.800 artefactos.
Os principais artefactos, que permitiram identificar o local do naufrágio como sendo a nau Esmeralda, de Vicente Sodré, incluem um disco importante de liga de cobre, com o brasão real português e uma esfera armilar e um emblema pessoal de D. Manuel I.
A mesma fonte indicou que foram também encontrados um sino de bronze, com uma inscrição que sugere que o navio data de 1498, cruzados de ouro, cunhados em Lisboa entre 1495 e 1501 e um moeda de prata rara, chamada Índio, que D. Manuel I terá mandado fazer especificamente para o comércio com a Índia.
“A extrema raridade do Índio (só se conhece um outro exemplar no mundo inteiro) é tal, que possui o estatuto lendário da moeda “perdida” ou “fantasma” de D. Manuel I”, adiantou o MPC de Omã.
Na nota, é também referido que “o projecto foi gerido conjuntamente por este ministério de Omã e por David L. Mearns da BWR, tendo-se respeitado rigorosamente a Convenção da UNESCO para a Proteção do Património Cultural Subaquático de 2001”.

Fonte: DN

Pinguim nada nove mil quilómetros para visitar homem que o salvou

Dindim poderia ser apenas mais um entre os pinguins que todos os anos viajam da Patagónia até ao litoral brasileiro. Só que este faz a sua rota sozinho e com um propósito muito especial: visitar o homem que o salvou de uma morte certa.



Este é mais um daqueles casos de amizade improvável entre pessoas e animais selvagens. Em maio de 2011, João Pereira de Souza encontrou na praia de Provetá um exemplar de pinguim de Magalhães moribundo e coberto de petróleo. Deu-lhe três banhos, alimentou-o e tratou-o até poder devolvê-lo à água.

Quando o fez, pensou que o bicho iria à sua vida. Puro engano. Além de ter passado quatro meses na companhia de João, Dindim afeiçoou-se a ele de tal maneira que todos os anos regressa àquela praia da Ilha Grande, no Oeste do estado do Rio de Janeiro.
Nada cerca de nove mil quilómetros até que, nos primeiros dias de Junho, está novamente em casa do seu amigo. E se calha de João não estar à sua espera no areal, não há problema, pois Dindim conhece o caminho.
A história de Dindim é contada num programa da TV Globo. O animal é já uma atracção de Provetá, mas não se pense que os afagos que dispensa a João são para distribuir por todos. É que os “beijinhos” que dá ao homem que o salvou depressa se transformam em bicadas quando outra pessoa tenta aproximar-se.

João Pereira de Souza, um reformado com 71 anos, acolhe o seu hóspede no quintal até Fevereiro do ano seguinte. Continua a dar-lhe banho no mesmo chuveiro em que o lavou para lhe retirar o petróleo e alimenta-o bem com peixe fresco, sobretudo nos primeiros dias, pois o animal chega sempre muito magro.




Fezes de plâncton levam plástico para as profundezas do Mar

A poluição dos oceanos pode ser mais profunda do que se pensava. Cientistas do Laboratório Marinho de Plymouth e da Universidade de Exeter, Reino Unido, descobriram que os zooplânctones ingerem restos de plásticos mais pequenos do que um milímetro de tamanho.

Este plástico é digerido e relançado nos oceanos através das fezes dos zooplânctones. Este material transporta carbono e nutrientes para o fundo do mar, onde serve de alimento a animais que vivem nas profundezas dos mares.

“Acreditamos que o impacto da contaminação do plástico nos oceanos merece uma investigação mais detalhada”, salientou o líder do projecto, Matthew Cole da Escola das Ciências da Vida e do Ambiente.

Outros estudos estimam que existe mais de cinco triliões de pedaços de micro plásticos a flutuar nos oceanos e estes já foram encontrados no tracto intestinal em um quarto dos peixes vendidos nos Estados Unidos. 

Fonte: Sabado

Dubai tem à venda luxuosas moradias flutuantes

O Kleindienst Group está a construir uma série de moradias flutuantes na costa do Dubai. Chama-lhes “cavalos-marinhos flutuantes” e têm o preço de 1,6 milhões de euros.


As moradias que o Kleindienst Group está a construir na costa do Dubai são exóticas e complexas. A sua construção estava prevista desde 2008, como noticia o site Green Savers, tendo sido adiada devido à crise económica global. Custarão 1,6 milhões de euros.


Segundo noticia o mesmo meio, estas moradias fazem parte do projeto ‘Coração da Europa’, um grupo de ilhas artificiais que serão construídas a quatro quilómetros do Dubai.
Com três andares, terão o andar principal ao nível do mar, um outro superior e um último submerso. O quarto principal encontra-se debaixo de água e terá janelas com vista para o oceano que rodeia a casa.
A moradia é “essencialmente um barco” que não se mexe, avança a Kleindienst, que garante já ter construído 42 infraestruturas e estar a preparar outras 35. O projecto estará concluído no final de 2016 e os primeiros proprietários poderão mudar-se em 2017.
E prometem promover a biodiversidade marinha. “Vamos também criar um recife de corais artificial atrás dos retiros luxuosos: Será uma área protegida na qual os cavalos-marinhos poderão viver e reproduzir-se em segurança”, garantiu o CEO da Kleindienst, Josef Kleindienst.

Uma cacofonia de sons no abismo mais fundo do Oceano


A mais de 11 mil metros da superfície do Oceano Pacífico, o Abismo Challenger, na Fossa das Marianas, é o lugar mais profundo dos oceanos da Terra. Tão isolado, era de se esperar que fosse um mar de silêncio, mas os cientistas surpreenderam-se ao descobrir que o local na verdade é atingido por uma cacofonia de sons produzidos tanto por fontes naturais quanto humanas, num volume e diversidade impressionantes.
O barulho no abismo foi registado continuamente pela primeira vez ao longo de pouco mais de três semanas por um tipo especial de microfone, chamado hidrofone, protegido por uma cápsula de titânio mergulhado em Julho do ano passado no local por investigadores da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA (Noaa), da Universidade do Estado do Oregon e da Guarda Costeira americana. Neste período, ele registou de terramotos ao canto de baleais, além dos motores e hélices dos muitos navios que circulam naquela região da Micronésia.
“Pensaria que a parte mais profunda do oceano seria um dos lugares mais quietos da Terra” – conta Robert Dziak, investigador da Noaa e líder do projecto. – Mas na verdade o que temos é um barulho quase constante tanto de fontes naturais quanto humanas. O som ambiente no Abismo Challenger é dominado por terramotos tanto próximos, quanto longe, assim como o distinto canto de baleias e o impressionante clamor do tufão de categoria 4 que passou sobre ele na altura. E teve também muito barulho do tráfego de navios, identificável pelo claro padrão de som de suas hélices enquanto passam.
O projecto, financiado pelo Escritório de Pesquisas e Exploração do Oceano da Noaa, tem como objectivo estabelecer uma linha de base para medir a poluição sonora nos oceanos. O barulho antropofágico, ou produzido pela Humanidade, nos mares tem aumentado constantemente nas últimas décadas e essa primeiras gravações vão ajudar os cientistas do futuro a determinar se ele subiu de volume.
– É como mandar uma sonda para os confins do Sistema Solar – compara Dziak. – Enviamos uma sonda para o fundo do oceano, chegando a regiões desconhecidas do espaço interior de nosso planeta.
Nos últimos meses, Dziak e seus colegas analisaram os sons captados pelo hidrofone durante 24 dias, diferenciando os naturais dos de navios e outras actividades humanas.
– Gravamos um terremoto de magnitude 5 muito alto que aconteceu a uma profundidade de cerca de 10 quilómetros na crosta terrestre próxima – relata o pesquisador. – Mas como nosso hidrofone estava a 11 quilómetros de profundidade, na verdade ele se encontrava numa posição mais baixa que o epicentro do terremoto, o que é uma experiência muito incomum. O barulho do tufão também foi dramático, embora a cacofonia de grandes tempestades tenda a se espalhar e elevar o volume geral do som por um período de dias.


Fonte: Extra

Investigadores da UP criam projecto para monotorizar oceanos

Um grupo de investigadores da Universidade do Porto está a desenvolver um protótipo para monitorizar os oceanos. O JPN falou com a coordenadora do projecto MarinEye.

Um grupo de investigadores do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) está a criar um protótipo que vai permitir monitorizar os oceanos, como forma de gerir recursos de forma mais sustentável. A proposta surgiu para um concurso que teve início no mês de Março de 2015.
Uma equipa interdisciplinar de investigadores do CIIMAR juntou-se ao Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e ao laboratório MARE, associado ao Instituto Politécnico de Leiria (IP Leiria), para dar resposta a “um projecto multidisciplinar, na área da Biologia, da Química, da Física, dos Oceanos, da Química, da Engenharia e Tratamento de Dados”, revela ao JPN Catarina Magalhães, coordenadora do projecto no CIIMAR.
Em Julho do ano passado, a ideia dos investigadores foi a premiada. O projecto entrou em execução dois meses depois. O modelo desenvolvido vai permitir obter informação integrada sobre os oceanos. Para a investigadora esta funcionalidade é a grande inovação. O projecto propõe a criação de um protótipo com quatro módulos distintos. Catarina Magalhães explicou ao JPN como irá decorrer todo o processo de criação.
O MarinEye é “um sistema autónomo que poderá ser acoplado a plataformas fixas de observação dos oceanos, como por exemplo bóias, ou poderá ser colocado em sistemas de observação móvel”, informa a coordenadora do CIIMAR.
No futuro, o protótipo poderá ser integrado em observatórios nacionais ou internacionais. Os investigadores esperam a curto prazo terminar o modelo e provar a sua validade em laboratório. A longo prazo, os investigadores querem levar o projecto a novos concursos, de modo a fazer a validação do modelo desenvolvido nos oceanos.
De acordo com Catarina Magalhães, passa por este tipo de projectos e iniciativas minimizar alguns dos riscos que o planeta actualmente atravessa. Para a investigadora é preciso olhar para os ecossistemas como um todo. O MarinEye vai, no seguimento do que a cientista defende, ajudar a compreender melhor e a prever situações de risco e “eventos naturais extremos”, porque o protótipo dará uma visão mais real dos componentes dos oceanos e de que forma esses componentes se comportam.
Do projeto MarinEye fazem parte os investigadores Eduardo Silva do INESC TEC, Sérgio Leandro do MARE e Antonina dos Santos IPMA. O investigador do Politécnico de Leiria indica ao JPN que o seu envolvimento “envolve a validação em contexto real do protótipo MarinEye”.
“Para tal, será testado na reserva da biosfera das Berlengas (UNESCO), local de enorme mais-valia ambiental e no qual o MARE-IPLeiria tem vindo a desenvolver, juntamente com o IPMA, um programa de monitorização ambiental (hidrologia e comunidades)”.
Sérgio Leandro acrescenta ainda que o desenvolvimento do MarinEye constitui para a comunidade científica “uma ferramenta extremamente útil para a monitorização da qualidade ambiental dos ecossistemas marinhos tendo por base a análise de diversos parâmetros em simultâneo”.
O protótipo dos investigadores da UP é financiado pelo programa EEA Grants.


Fonte: Jpn.Up.Pt
Autora: Vânia Pimenta