Um estudo da Fundação Nova Economia, entidade inglesa, indica que Portugal “não está a gerir as pescas no interesse público”, seguindo a tendência europeia.
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Carol Henrique sagra-se vice-campeã na Caparica
francesa Justine Dupont venceu o Caparica Pro, mas precisou de
esperar pela nota da última onda para bater a portuguesa Carol
Henrique, que chegou a estar, momentaneamente, na liderança da final
desta etapa portuguesa do Circuito Mundial de Qualificação (WQS).
confirmou o favoritismo que o currículo de ex-competidora do World
Tour lhe atribuía à partida, mas a campeã nacional quase lhe
estragou as contas, mercê da habitual combatividade que lhe é
reconhecida. E isto numa final com ondas muito pequenas e difíceis
de surfar que terminou com a norte-americana Marissa Shaw em terceiro
posto e a revelação taitiana de apenas 14 anos, Vahine Fierro, em
quarto lugar.
campeonato foi todo disputado em condições muito difíceis, pelo
que foi mesmo uma questão de adaptação”, explicou Carol
Henrique, satisfeita pelo segundo lugar nesta etapa de 1000 pontos do
Circuito de Qualificação Mundial (WQS) feminino.
temos de ir ao estrangeiro para competir no QS pelo que é sempre bom
poder competir aqui na Caparica, onde aliás costumo treinar. Perdi
na última onda, mas penso que foi um honroso segundo lugar”,
concluiu a campeã nacional, que este ano luta pela qualificação
para o circuito mundial.
a campeã do Caparica Pro, Justine Dupont, este triunfo foi
particularmente difícil. Depois de uma temporada de Inverno dedicada
a perseguir ondas gigantes no Havai, França e Nazaré, onde agora
tem residência, a francesa encarou as ondas pequenas da Caparica
como um desafio:
surf, como na vida, temos de encontrar novos desafios e este
campeonato foi um verdadeiro desafio para mim. Estou feliz porque
este ‘prize money’ vai permitir-me fazer mais umas etapas, já que
estou sem patrocinador principal. Talvez agora que estou a viver
parte do ano em Portugal consiga um patrocinador português, quem
sabe?”
Henrique e Vasco Ribeiro nas meias-finais
Caparica Pro, as cores portuguesas continuam fortes, com o campeão
nacional Pedro Henrique e Vasco Ribeiro a vencerem as suas baterias
dos dos quartos-de-final. Menos sorte para Miguel Blanco e Eduardo
Fernandes, eliminados nesta fase da competição.
Henrique atribuiu o sucesso à “estratégia”: “O mar
esteve muito difícil o dia todo, especialmente de manhã, por isso
foi preciso surfar muito na base da estratégia. Este campeonato é
importante para colocar o “surf no pé”, ou seja, adquirir
ritmo competitivo ara o restante da temporada internacional. Nesse
sentido, está a ser muito bom.”
também para Gony Zubizarreta, surfista espanhol que reside e compete
em Portugal e que também garantiu um lugar nas meias-finais,
vencendo categoricamente o seu heat com as duas ondas mais pontuadas
do dia (8.33 e 8.40).
Julitte triunfa no Caparica Junior Pro
Caparica Junior Pro, o francês Theo Julitte sagrou-se campeão desta
etapa do Junior Tour da WSL, batendo o taitiano Kauli Vaast, o basco
Ruben Vitoria e o francês Marco Mignot.
melhores portugueses foram João Moreira e o local da Caparica
Guilherme Ribeiro que ficaram pelas meias-finais.
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"Aquatropolis Academy"
Neste contexto, a Compta e a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, consolidaram uma parceria inédita, entre ensino superior e empresas, com a missão de formar e capacitar os futuros profissionais do sector aquícola com competências nos domínios técnicos e científicos da Economia Digital: – A Aquatropolis Academy.
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Caparica Primavera Surf Fest: Longboard de regresso
Lufi Expression e Lufi Tag Team
Lufi, um dos mais conceituados ‘shapers’ de longboard do Mundo, dá o nome e o apoio a duas iniciativas que pretendem mostrar o lado mais divertido da modalidade. O Lufi Expression Session é uma sessão que reúne nomes grandes do longboard para mostrarem o lado mais espetacular do surf de prancha grande sem o calculismo da competição, enquanto o Lufi Tag Team coloca várias equipas de longboarders frente a frente numa competição com características especiais.
João Kopke: surf e música unidos
Se há quem alie bem, tal como o Caparica Primavera Surf Fest, o surf e a música é João Kopke. Com 21 anos, é uma figura única no panorama do surf nacional. Além de surfista profissional, estuda Canto Lírico no Conservatório e Ciência Política e Relações Internacionais na Univ. Nova. E será também uma das presenças neste festival. O surfista top 16 nacional, além de competir no Caparica Pro, também tem algumas surpresas na manga: “Estou a preparar, com a organização, algumas brincadeiras paralelas à minha participação desportiva. Este é um ano de transição para mim, em que continuo empenhado na competição, como sempre, mas em que também estou a desenvolver alguns projectos que combinam o surf, a música e o ‘storytelling’. Espero ainda ter muito para mostrar num futuro próximo, além do surf”, diz João Kopke.
Que ganhem as melhores manobras
No mesmo dia, haverá ainda espaço para o bodysurf, a base de todos os desportos de ondas, que permite aproveitar o corpo para deslizar nas ondas. O bodysurf tem conhecido um desenvolvimento notável em Portugal, tendo mesmo merecido pódios no circuito europeu da modalidade para os atletas nacionais e o Caparica Surf Fest não esquece também esta modalidade e organiza no dia 14 uma ‘expression session’, em que vence quem fizer a melhor manobra.
No dia seguinte, dia 15, é tempo de assistir ao SUP Battle que vai colocar cerca de 100 pranchas de Stand Up Paddle na água para uma corrida especial em que os atletas partem da areia, numa batalha de resistência e capacidade atlética além de perícia na prancha.
Skimboard estreia-se no festival
Este ano, o skimboard estreia-se entre as modalidades no Caparica Primavera Surf Fest. Hoje decorre o Caparica Skim Challenge – Demo Best Trick Award. A iniciativa é apadrinhada pelo antigo campeão nacional Emanuel ‘Mega’ Embaixador, que junta alguns skimboarders para uma demonstração com um cheirinho a competição, atribuindo um prémio ao executante da melhor manobra. “São de 16 a 20 convidados. Mas esta prova tem uma vertente especial. Os atletas são puxados por um ‘whinch’, que é um motor com um cabo agregado que proporciona ao atleta uma velocidade impossível de conseguir através do skimboard tradicional. Espera-se grandes manobras e muita acção na praia. Vai ser um dos eventos mais divertidos e dinâmicos”, garante Emanuel ‘Mega’ Embaixador. “Também vamos ter demonstrações do skimboard tradicional e vamos oferecer aulas aos interessados.”









