É português o melhor peixe do mundo
Não é preciso saber muito nem conhecer muito sobre a história do nosso país, para saber que a sua localização foi sempre responsável por uma forte ligação ao mar e à pesca.
Esta última constitui, até hoje, uma actividade económica importante, sendo Portugal um dos povos europeus com maior consumos de pescado per capita.
Os benefícios para a saúde e a tradição gastronómica ligada a este alimento são duas das razões para este ser um alimento sempre presente e bem na mesa da maioria dos portugueses.
É português o melhor peixe do mundo (e não somos nós que dizemos!)
Não, não vamos falar de nenhuma espécie de pescado em específico e elegê-la como melhor do mundo. Vamos, simplesmente, citar a opinião veiculada nos últimos anos por muitos e muitos chefs de cozinha que têm afirmado que o melhor peixe do mundo é mesmo o português.
Uma das riquezas do pescado nacional é, segundo o chef Luís Baena, a diversidade de espécies que se apresenta com a melhor qualidade e frescura, todo o ano.
Ferran Adriá – que é “só” o chef do super aclamado El Bulli -, considera o peixe e o marisco portugueses simplesmente os melhores do mundo. Escusado será dizer que quando o chef partilhou esta sua opinião com o Expresso, em 2011, todo o “mundo” ficou de olhos postos no nosso país e no produto da sua pesca.
A este grande nome da gastronomia internacional, juntou-se o também enorme chef Thomas Keller, de Nova Iorque, o único com três estrelas Michelin em dois restaurantes diferentes. Keller afirma mesmo que não come outro peixe, senão o português.
Se ainda houver dúvidas acerca da fama do peixe português, bastará dizer que os restaurantes mais reconhecidos nos Estados Unidos da América, Rússia, Itália, Suíça, entre outros, trabalham essencialmente com peixe oriundo de Portugal.
Por exemplo, um dos restaurantes nova-iorquinos, considerado por muitos o melhor dos EUA, importa diariamente peixe português para a confecção dos seus pratos.
Navio-escola Sagres parte este domingo para reedição da viagem de circum-navegação
RTP estreia “Mar, a última Fronteira”, primeira série documental totalmente dedicada ao mar português
Alimentar vacas com esta alga cor-de-rosa pode ajudar a combater as alterações climáticas
Uma alga rosada que cresce em águas tropicais temperadas pode vir a ser uma enorme ajuda para combater as alterações climáticas.
De acordo com o Science Alert, investigadores australianos estão a tentar encontrar uma forma de produzir em massa — mas de forma sustentável — a Asparagopsis taxiformis, uma vez que há, cinco anos, um estudo mostrou que esta alga quase anulou por completo a libertação de metano expelido pelas vacas.
ONU quer "obrigações azuis" para investimento nos oceanos
A Plataforma Sustainable Ocean Business da Organização das Nações Unidas (ONU) quer criar ‘blue bonds’ (obrigações azuis), destinadas a promover investimentos sustentáveis nos oceanos pelo sector privado, disse à Lusa o responsável da entidade, Erik Giercksky.
Reconstrução e regeneração dos oceanos permitirá recuperar diversidade
A activista ambiental e neta do oceanógrafo francês Jacques Cousteau, Alexandra Cousteau, defendeu hoje no Porto que é necessário apostar na “reconstrução, restauração e regeneração” dos oceanos para, até 2050, ser possível recuperar a sua abundância e diversidade.
Economia do Mar deverá empregar 140 mil pessoas em 2020
Desde 2016 e até ao primeiro trimestre de 2019, o programa Portugal 2020 foi o principal financiador do investimento na economia do mar, com 736 milhões de euros. A economia do Mar, em Portugal, deverá empregar 140 mil pessoas em 2020, mais 42 mil postos de trabalho do que em 2017, segundo as últimas previsões do Instituto Nacional de Estatística (INE). O sector tem apresentado uma trajectória ascendente no que se refere ao número de trabalhadores, pelo menos, desde 2015, ano em que se registavam 80 mil pessoas a desenvolver actividades ligadas ao mar
Foto: Gonçalo Dias
Porto de Lisboa já fornece navios com combustível mais amigo do ambiente
O porto de Lisboa antecipou a entrada em vigor, a partir de 1 de janeiro de 2020, de novas regras estipuladas a nível internacional pela IMO – International Maritime Organization e já está a fornecer os navios com um novo combustível amigo do ambiente.









