A natureza global do comércio prevalecerá”, afirma Toft, CEO da MSC.

O CEO da MSC, Soren Toft, deu uma visão geral do desenvolvimento contínuo da empresa, das expectativas de recuperação económica e das tentativas de alcançar uma navegação sustentável, falando na Conferência Marítima Transpacífica deste ano, conhecida como TPM23. 

“O mundo viu através da crise da cadeia de abastecimento, o quão importante é a indústria de logística e transporte – nós mantemos o comércio global em movimento”, afirmou numa entrevista ao Journal of Commerce’s Peter Tirschwell. Soren Toft destacou que “o transporte de contentoted servirá como alicerce para o crescimento do comércio internacional e o ‘comércio global prevalecerá’, apesar das interrupções da Covid e dos factores geopolíticos”.

A MSC gastou muito na renovação da frota nos últimos anos e continuará gastando bilhões de dólares para garantir que possa continuar sendo um parceiro de longo prazo para os clientes, de acordo com Soren Toft. Além disso, a MSC opta por operar os seus próprios navios como um negócio de transporte “em primeiro lugar” e provavelmente verá a percentagem de carga na sua frota diminuir nos próximos meses, além de enviar alguns navios antigos para serem reaproveitados. A MSC também investiu pesadamente em tecnologias de ponta e aplicações digitais para melhorar a economia de energia. 

A empresa também foi pioneira no uso de biocombustíveis misturados de origem ética e em breve começará a usar gás natural liquefeito (GNL) como parte da sua mudança para a descarbonização líquida até 2050. A empresa de navegação italo-suiça está planeando uma estratégia multifacetada, incluindo a implantação de vários tipos de fontes de energia líquida zero, como GNL sintético, metanol verde e amónia, para abastecer a sua frota do futuro quando esses combustíveis se tornarem acessíveis em escala. 

“Qualquer que seja a solução, um futuro líquido zero adicionará custos à cadeia de abastecimento e esses custos serão passados ​​ao consumidor”, destacou o CEO da MSC. “A descarbonização é algo que devemos resolver”, observou Toft. “Isso não é algo que talvez devessemos consertar, é algo que absolutamente deveremos consertar e tenho certeza de que o faremos.”

Concurso aberto para a Marinha para a categoria de Sargentos, dos quadros permanentes

Está aberto, até 22 de março, o concurso para o Curso de Formação de Sargentos nas classes de Eletrotécnicos e Maquinistas Navais que permite entrada directa nos quadros permanentes da Marinha e integra os Cursos Técnicos Superiores Profissionais – Tecnologias Militares Navais – Eletrotecnia e Mecânica Naval.

​​​​​​​​​​​Para concorrer basta ter idade entre os 18 e os 23 anos, possuir como habilitações literárias mínimas o 12.º ano do ensino secundário completo, as disciplinas de Física e Matemática do 11.º ano e satisfazer os requisitos médicos, físicos e psicológicos. 

É necessário reunir todos os documentos necessários para admissão a concurso, sendo que é preciso o Certificado de habilitações literárias; Certidão do Registo Criminal; Cédula militar ou a declaração de situação militar regularizada.

Aviso de abertura em Marinha.pt

Prémios ‘Mar Sustentável’ entregues em Oeiras

Com o patrocínio da Câmara Municipal de Oeiras e apoio institucional do Gabinete do Secretário de Estado do Mar, o Jornal de Negócios e a Fórum Oceano associaram-se para lançar os prémios ‘Mar Sustentável’, que têm como objectivo promover e dar visibilidade à Economia do Mar.

A cerimónia, que aconteceu no Templo da Poesia – Parque dos Poetas, contou com a abertura a cargo do Vereador Pedro Patacho que, acompanhado por membros do Executivo Municipal, demonstrou uma “satisfação extraordinária” pela Câmara Municipal de Oeiras se associar a esta iniciativa. “Estamos alinhados com a vontade de promover e dar visibilidade à encomia azul, em consonância com os valores da sustentabilidade, assente no conhecimento, tecnologia e inovação, articulando a rentabilidade económica com o alto desempenho ambiental e com responsabilidade social”.

“Oeiras é hoje um território pulsante de actividade económica com os seus 10km de costa do estuário do tejo e também um dos maiores ecossistemas de ciência, tecnologia e inovação em Portugal”, acrescentou, mencionando ainda as várias instituições e centros de estudo situados no Município, dando destaque para a “prestigiada” Escola Superior Náutica Infante D. Henrique que em breve verá ampliado o Centro de Controlo de Mar da DGRE. “Estamos conscientes da importância da economia azul e, em breve, será apresentado o plano ‘Oeiras Mar 20-30’, concebido em parceria com o Fórum Oceano.”

Também presente esteve o Almirante Henrique de Gouveia e Melo, que garantiu existir uma intenção de parceria neste “grande desafio nacional: dar mais visibilidade à economia do mar”. “A Marinha para nós não é só uma força militar, já que serve também a ciência, a segurança do mar e a capacidade de estruturarmos um espaço que normalmente é inóspito e perigoso num espaço seguro para o desenvolvimento também de actividades económicas.”

A sessão distinguiu os projectos que mais se destacaram no sector da Economia Azul, além de promover um momento de debate.

Os vencedores foram escolhidos por um grupo de júris, que integrava: Margarida Couto, António Nogueira Leite, Conceição Santos, Joana Mendonça, Luís Guerreiro, Marisa Silva, Luís Menezes Pinheiro, Miguel Miranda, José Simão, Almirante Ramalho Marreiros e ainda Almirante Fernando Melo Gomes.

No campo da ‘Ciência e Tecnologia’ foi distinguido o INESC TEC – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência; no campo da ‘Inovação e Empreendedorismo’ foi distinguida a ‘Sun Concept’, uma empresa de construção naval especializada em embarcações electro solares e no campo da ‘Literacia do Oceano’ o prémio foi atribuído ao Observatório do Mar dos Açores. O prémio ‘Personalidade’ foi atribuído a António Sarmento, fundador da Wavec e professor universitário.

Em Portugal, a economia do mar representa 5,1% do PIB, 5% das exportações nacionais e cerca de 4% do emprego. Nos anos pré-pandemia, a economia do mar tinha um crescimento médio anual de 8,7% em valor acrescentado bruto, muito superior aos quase 2% de crescimento medio anual na economia nacional no seu conjunto.

Queremos Oceanos + Sustentáveis | Luís Araújo

A Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável estabeleceu 17 objetivos transformadores para o crescimento sustentável. 

O ODS 14 – conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável – concentra-se na necessidade de conhecimento, regeneração e proteção do oceano e na criação de tecnologia marinha para apoiar esses esforços.

A pandemia de covid-19 reforçou a consciência de que os seres humanos são os maiores responsáveis pelo aquecimento global. Por outro lado, e talvez mais importante, também nos consciencializou para a necessidade inevitável de enfrentar a transição climática.

Os oceanos tornaram-se o palco central de uma ação efetiva, seja através da ciência, seja pela preservação e regeneração dos ecossistemas marinhos. Embora apenas 5% do oceano tenha sido explorado, este contém 94% da vida selvagem do mundo e gera 50% do oxigénio de que precisamos, além de absorver calor e capturar emissões de carbono.

O oceano é de vital importância para Portugal, um país que tem a terceira maior Zona Económica Exclusiva da UE e cujas águas territoriais são 18 vezes superiores ao seu território. Entre o continente e as ilhas, são mais de 2.800 km de costa, com uma grande variedade de habitats naturais. Isso está refletido na Estratégia de Turismo de Portugal 2027, que coloca o oceano no centro das metas de sustentabilidade económica, social e ambiental do país. Com base nisso, Portugal lançou o Plano Turismo + Sustentável 20-23, direcionado a toda a cadeia de valor do setor, desde os turistas aos profissionais da área.

O oceano representa o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro. Tem um impacto profundo na nossa geografia, cultura, história, património e economia, e continua a inspirar inovação. Hoje, o turismo azul representa 67% da economia azul do nosso país. Os desafios que enfrentamos exigem uma resposta coordenada de todas as partes interessadas. Um investimento adequado em áreas como a tecnologia, as infraestruturas e os recursos humanos é essencial para alcançar os nossos objetivos.

Acredito que o turismo pode e deve desempenhar um importante papel na preservação e promoção do oceano. Portugal pretende ser pioneiro na proteção do oceano através de iniciativas de sustentabilidade e inovação em todas as indústrias ligadas ao oceano – com o turismo como um dos principais impulsionadores e foco.

João Neves inicia funções como presidente da APDL esta quarta-feira

O presidente das águas do Alto Minho, João Neves, vai mesmo ser o novo líder da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), iniciando funções hoje, informação confirmada ontem o Ministério das Infraestruturas.

O Governo confirma também que João Neves manterá como vogais na administração portuária Cláudia Soutinho (presidente interina desde o início do ano) e Joaquim Gonçalves.

Natural de Gondomar, o novo presidente da APDL é engenheiro civil e quadro da instituição desde 1999, chegando agora à presidência.

De acordo com a sua nota biográfica na rede social LinkedIn, iniciou a sua actividade profissional em 1997, na empresa Irmãos Cavaco, e em 1999 entrou na APDL, onde trabalhou até maio de 2013, tendo desempenhado funções de Chefe de Divisão de Obras.

“Entre 2013 e 2017 trabalhou na empresa MPDC – Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo, em Moçambique, onde desempenhou funções de Didector de Engenharia e membro do Conselho Executivo da empresa”, pode ler-se na mesma nota.

Desde 2013 que João Neves tem gozado de uma licença sem vencimento como quadro da APDL.

De 2017 até 2020 foi administrador executivo das Águas do Douro e Paiva e da Simdouro, tendo passado para as Águas de Portugal, nas mesmas funções, em 2020, onde esteve até 2022.

Desde abril de 2021 é presidente das Águas do Alto Minho, cargo que agora abandona para assumir a APDL.

Tersado iniciou operação regular de cereais no Porto de Setúbal.

No passado dia 16 de fevereiro, a Tersado iniciou um novo tráfego de cereais no Porto de Setúbal, com a recepção do navio GARNET, o primeiro do novo serviço regular deste terminal, que descarregou 33 mil toneladas de cereais.

“Para concretizar este novo tráfego, de grande interesse para o porto, foi necessário trabalhar com vários parceiros logísticos cuja sinergia assegurou o sucesso desta operação”, explica o porto em comunicado.

Os cereais têm como destino o abastecimento do mercado nacional, com especial foco na zona centro do país, e um dos principais objectivos do Porto de Setúbal é conseguir chegar directamente aos clientes finais e evitar custos logísticos com armazenagens intermédias.

O comunicado refere ainda que o concessionário dispõe de todos os meios necessários para este tipo de operações de descarga, sendo que este novo serviço vem na sequência de um investimento feito pela infraestrutura em dragagens, “que possibilitaram poder receber navios de maiores dimensões e calados”. Para além disso, aponta as acessibilidades rodoviárias “permitem ao porto contribuir de modo muito significativo para assegurar o abastecimento de cereais ao país”.

Criado sistema que torna água do mar potável sem impactar ecossistemas marinhos

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 2 bilhões de pessoas vivem actualmente sem acesso à água potável em casa. Um número que, infelizmente, tende a crescer cada vez mais por conta das mudanças climáticas.

Uma solução adoptada por muitos países para driblar essa falta de água são as unidades de dessalinização. Mas, além de ocupar bastante espaço e exigir muito dinheiro para serem construídas e de consumirem muita energia, essas unidades também podem comprometer os ecossistemas marinhos.

Isto porque, do seu processo de destilação da água do mar para torná-la potável sobra a salmoura – solução basicamente formada pelo sal dos oceanos –, que é despejada de volta aos mares de uma só vez, desequilibrando os ecossistemas marinhos.

Pois a startup Manhat, sediada em Abu Dhabi – não por acaso, uma das regiões do mundo sob maior risco extremo de falta de água –, desenvolveu uma nova tecnologia que está transformando a água do mar em potável sem gerar salmoura.

Trata-se de uma espécie de estufa flutuante que usa a luz natural do sol para aquecer a água do mar que se encontra debaixo da estrutura. O recurso, então, evapora para dentro da estufa – já sem os cristais de sal, que ficam diluídos no oceano – para passar por um processo de condensação e virar água (já potável) em estado líquido.

Sob o lema “Faça água naturalmente!“, a tecnologia já venceu, entre outros prémios, o Water Europe Innovation Award, iniciativa que reconhece soluções inovadoras no sector da água. Na ocasião, a inovação foi elogiada pelos jurados pela sua capacidade de “produzir água doce com zero emissão de carbono e zero rejeição de salmoura”.

A tecnologia, claro, dessaliniza a água do mar numa velocidade muito inferior a de uma unidade de dessalinização, e os seus investigadores trabalham para pensar em alternativas que possam acentuar a velocidade do processo, sem comprometer o meio ambiente, a fim de tornar a inovação mais competitiva. Por enquanto, ela já é perfeita para regiões que não têm dinheiro nem espaço para investir numa unidade.

Porta-Contentores parados perto da China sinalizam recuperação da procura

Para um sinal de quanto o comércio global desacelerou, basta olhar para os navios porta-contentores parados – a capacidade de navios não utilizados está perto do nível mais alto do pico após o início da pandemia. Mas onde esses navios parados estão agrupados dá uma ideia das apostas da indústria para uma recuperação: um grande número está posicionado perto da China, esperando por um fluxo renovado de exportações enquanto a segunda maior economia do mundo se recupera das restrições do Covid Zero, segundo avança a Bloomberg.

“Faz sentido estar perto dos principais centros de exportação, estar pronto para partir”, disse Simon Heaney, manager sénior de pesquisa de contentores da consultoria marítima Drewry.

Uma desaceleração na procura do consumidor – impulsionada pelo crescimento económico mais fraco e inflação mais alta – está traduzindo em menos navios necessários para o transporte de mercadorias dos principais centros industriais da Ásia para os EUA e a Europa. Cerca de 4,1% da frota global de porta-contentores, capaz de transportar 1,067 milhão de contentores de 20 pés, estava parada em fevereiro, segundo Drewry. 

Isto é o dobro do valor do ano anterior e perto de 1,07 milhão de contentores de dezembro, que foi a maior capacidade retirada de serviço desde agosto de 2020. As taxas do frete de contentores caíram para os níveis mais baixos em dois anos e meio, tornando-se um bom momento para retirar muitos navios da frota para manutenção. Os cronogramas de frete são menos apertados e, portanto, os armadores estão actualizando as reparações, afirmou Sean Lee, director executivo do estaleiro Marco Polo Marine Ltd.

Mas nem todos os navios parados estão em doca seca. De facto, uma grande proporção da frota não utilizada é reunida perto da China, de acordo com dados da Bloomberg. Outros clusters podem ser encontrados na Indonésia e na Malásia, perto do centro de contentores de Singapura, perto das principais rotas comerciais. 

Os armadores estão posicionando os seus navios vazios perto de onde esperam que a procura recupere mais rapidamente, disse Frank Andersen, chefe da Ásia no provedor de dados marítimos Shipfix. Também é mais barato estacionar uma embarcação na China em vez de perto de Singapura, onde as taxas portuárias são mais altas. 

Não se sabe quanto tempo levará para o comércio global iniciar arecuperarção, mesmo com o optimismo crescendo para uma rápida recuperação económica na China, o maior exportador mundial. As exportações do país não começarão a rolar até que a procura  recupere na Europa e nos EUA, que continuam sob o peso de uma teimosa inflação. 

A última vez que houve tantos navios parados foi durante a primeira parte de 2020, quando o Covid-19 varreu o mundo e interrompeu o transporte marítimo. Mas isso mudou rapidamente quando os consumidores presos em casa se voltaram para o comércio eletrónico, iniciando uma corrida para todos os tipos de navios para transportar contentores. “Existem expectativas de que uma possível recuperação esteja chegando”, disse Andersen. “Talvez sejam activadas lentamente, embora possamos ver que isso levará mais alguns meses.”


Exportações aumentam até 8% margens das empresas

Segundo avança o ECO, as empresas exportadoras portuguesas apresentam margens de preço-custo mais altas do que as empresas que só vendem para o mercado interno, podendo ir até aos 8%.

As exportações aumentaram 23% no ano passado para um valor recorde de 78 mil milhões de euros, o dobro do registado em 2010. Para as finanças públicas estas foram boas notícias. Mas não só.

As empresas que procuram vender os seus produtos além-fronteiras são também mais rentáveis do que as que só vendem para o mercado interno.

“Recorrendo a dados ao nível da empresa, para o período 2010-2019, mostra-se que as empresas exportadoras portuguesas têm margens preço-custo superiores às das empresas que vendem exclusivamente para o mercado interno“, referem Ana Cristina Soares e Rita Sousa no paper “Prémio de margem preço-custo das empresas exportadoras portuguesas“.

Segundo as duas investigadoras do Banco de Portugal, que tiveram por base uma análise a mais de 240 mil empresas distintas e quase 1,5 milhões de observações, “o ganho médio estimado de margem preço-custo varia entre 1,2% e 1,3% no sector transformador e entre 2,6% e 2,7% no sector não transformador, dependendo da especificação empírica”.

No entanto, Ana Cristina Soares e Rita Sousa notam a existência de uma “heterogeneidade substancial entre setores e indústrias”, atingindo magnitudes acima de 8% entre empresas exportadoras e não-exportadoras em sectores como as “actividades de informação e comunicação”.

Entre os sectores que registam um desfasamento maior nas margens preço-custo estão ainda as companhias do sector das “actividades profissionais, técnicas e científicas” e da “construção”, com as exportadoras a apresentarem margens superiores a 7% e 4%, respectivamente, face aos seus pares que apenas vendem para o mercado nacional.

Adicionalmente, o artigo das duas investigadoras mostra também que as margens preço-custo aumentam com a entrada das empresas nos mercados de exportação. “O coeficiente da variável binária referente à entrada no mercado de exportação é positivo, considerável e estatisticamente significativo para os sectores transformador e não transformador”.

As conclusões de Ana Cristina Soares e Rita Sousa vão ao encontro de outros modelos teóricos de comércio internacional que indicam que as empresas exportadoras tendem a apresentar características diferentes daquelas que vendem apenas para o mercado interno.

Por norma, as exportadoras apresentam níveis mais elevados de produtividade, margens preço-custo mais altas e salários médios mais elevados em comparação com as empresas que vendem apenas no mercado interno.

Subsecretaria de Estado das Relações Exteriores do México no Porto de Sines

No âmbito de uma visita de trabalho a Portugal, a Subsecretaria de Estado das Relações Exteriores do México, Embaixadora Carmen Toscano, visitou o Porto de Sines.

 Acompanhada pelo Embaixador Bruno Fischer, Carmen Toscano foi recebida por Duarte Lynce de Faria, Administrador da APS, e por Luís Rebelo de Sousa, Administrador da aicep Portugal Global que, em contexto de sala, apresentaram as potencialidades do Porto de Sines e da sua zona industrial e logística adjacente, nomeadamente no que diz respeito aos investimentos e desenvolvimento de negócios competitivos.

 

De seguida, a comitiva visitou os terminais portuários, onde pôde aferir das potencialidades do porto de Sines para a criação de novos negócios com o México, um dos maiores exportadores da América Latina.

 

O fortalecimento do relacionamento com países da América Latina tem sido um dos grandes objetivos desta Administração, um mercado estratégico para o Porto de Sines tendo em conta o seu posicionamento enquanto hub portuário da Fachada Atlântica, e porta de entrada das exportações latino americanas no continente Europeu.

 

De recordar ainda a recente visita de delegações diplomáticas das Embaixadas da América Latina em Portugal ao Porto de Sines, no dia 1 de fevereiro, Encontro onde foram abordadas novas formas de parceria, tendo em conta o potencial de Sines para servir este importante mercado.