Portos perderam cerca de 10% da movimentação de contentores

De acordo com a informação prestada hoje pela AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, os portos nacionais movimentaram cerca de 658 mil TEU durante o 1° trimestre de 2023.

Os dados revelados representam uma descida de 9,6%, em relação ao mesmo período de 2022, que representa menos 70 mil TEU, ficando ainda 100 mil TEU abaixo do mesmo período de 2019, ano de referência antes da pandemia.

Dados dos Portos do 1° trimestre – carga contentorizada:

Porto de Sines: No 1° trimestre do ano corrente executou 350,6 mil TEU, descida de 15,2%, 63 mil TEU a menos.

Porto de Leixões: No 1° trimestre do ano corrente, executou 166,4 mil TEU, descida de 4,7%, dez mil TEU a menos.

Porto de Lisboa: No 1° trimestre do ano corrente, executou 91,7 mil TEU, descida de 3,8%, mil TEU a menos.

Porto de Setúbal: No 1° trimestre do ano corrente, executou 42,8 mil TEU, subida de 1,8%, mil TEU a mais.

Porto da Figueira da Foz: No 1° trimestre do ano corrente, executou 5,1 mil TEU, crescimento de 52,2%.

Porto de Aveiro: Surge no balanço destes primeiros três meses com cerca de 1 500 TEU movimentados.

Portos de Aveiro/Figueira da Foz lançam concurso público para serviço de reboques e amarração

Os Portos de Aveiro e da Figueira da Foz lançaram, no passado dia 16 de junho, um concurso público internacional para a concessão, em regime de serviço público, do serviço de reboques e amarração.

Este concurso, com um prazo de concessão de 10 anos, permitirá dotar os Portos de Aveiro e da Figueira da Foz com uma frota de rebocadores moderna e de maior capacidade de tracção, de modo a dar resposta ao aumento da dimensão actual e futura dos navios que os procuram e ao objectivo de descarbonização das actividades de ambos os portos.

Para avaliação das propostas, o subfactor “valor das tarifas”, com um peso de 80%, assume papel decisivo na escolha da proposta economicamente mais vantajosa, de modo a se assegurar o aumento da competitividade dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz. As propostas serão ainda avaliadas atento o subfactor “caraterísticas da frota obrigatória” proposta pelos concorrentes, possuindo como factor de ponderação o valor de 20%.

O prazo para entrega das propostas termina a 16 de outubro de 2023.

Vela revela design de trimarã de carga 100% movido a vento

O designer francês e armador de veleiros de carga de nova
geração Vela revelou o projecto do primeiro navio de carga trimarã alimentado
100% por energia eólica.

O projecto da embarcação de três cascos inspirada em corridas
oceânicas está em desenvolvimento desde setembro de 2022 e a produção está
programada para começar no início de 2024. Quando construída, a embarcação
transportará mercadorias pelo Oceano Atlântico usando apenas energia eólica.
Vela acredita que a primeira embarcação será lançada em 2025.

A equipe do Vela afirma que esse novo projecto proporcionará
uma redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa na propulsão em
comparação com os porta-contentores convencionais. A empresa também acredita
que o design do trimarã aumentará a estabilidade da embarcação e a segurança da
carga. O projectista do navio acrescentou que o trimarã poderá acomodar até 450
paletes dos EUA – equivalente a 51 teu ou 560 paletes da UE.

A embarcação também terá um impacto ambiental menor do que
outros navios de carga, sendo construída com alumínio reciclado com interiores
feitos de materiais de origem biológica e geológica. Todos os componentes do
navio também foram projectados para serem desmontados para reutilização em
outros navios Vela ou outros fins.

A primeira dessas embarcações deverá fazer a sua viagem
inaugural em meados de 2025, navegando na rota transatlântica entre a Europa e
os Estados Unidos. A Vela garante um prazo de armazém a armazém de 10 a 15
dias, incluindo carga, trânsito e descarga, o que a coloca entre o frete aéreo
convencional e o marítimo. Olhando para o futuro, Vela pretende ter uma partida
da França para os EUA e vice-versa a cada nove dias até 2028.

“Escolher a rota marítima França-EUA não teve muito raciocínio. Os
Estados Unidos são o segundo maior destino de exportação de produtos de luxo
franceses. Além disso, o vento é abundante e previsível no Atlântico Norte”,
disse Michael Fernandez-Ferri, cofundador da Vela.

Com este projecto, a Vela junta-se a uma miríade de empresas
compatriotas que têm desenvolvido navios de carga movidos a vela nos últimos
anos. Apenas este ano, a Zephyr & Borée encomendou cinco porta-contentores de 1.300
TEU assistidos pelo vento, enquanto o fabricante de pneus Michelin garantiu a
aprovação em princípio da DNV para o seu sistema de vela de asa inflável,
telescópico e automatizado para navios.

Outras empresas francesas envolvidas com projectos
relacionados ao vento incluem Airseas, TransOceanic Wind Transport, CRAIN
Technologies e Grain de Sail, entre outras.

MSC Group estabelece parceria com Gasum para fornecimento de GNL e GNL-renovável

A Cruise Division do MSC Group e a Gasum estabeleceram um
acordo de longo prazo para o fornecimento de Gás Natural Liquefeito (GNL) para
o novo navio MSC Euribia e assinaram uma Carta de Intenções com o objetivo de
cooperar no fornecimento de e-LNG sintético feito com energia renovável.

Segundo comunicado da MSC Cruzeiros, este acordo é “parte da
estratégia da Cruise Division para alcançar zero emissões de gases de efeito
estufa para as suas operações marítimas até 2050”.

 A companhia de cruzeiros sublinha que esta é uma “cooperação
histórica” para garantir o acesso da MSC Cruzeiros ao gás sintético liquefeito,
que é produzido utilizando hidrogénio, criado por hidrólise com energia
renovável e C02 capturado.

“A Gasum e a MSC Cruzeiros estão juntas a criar em parceria
um itinerário acionável para reduzir as emissões nas operações de cruzeiros da
MSC Cruzeiros com volumes consideráveis de vários milhares de toneladas de
e-GNL a partir de 2026”, explica a companhia.

Esta parceria inclui um acordo de longo prazo para o
fornecimento de GNL ao MSC Euribia, o novo navio da MSC Cruzeiros, que foi
inaugurado no início deste mês de junho e que utiliza este tipo de combustível
menos poluente.

“A utilização de GNL remove quase todas as emissões de
dióxido de enxofre e partículas, reduz significativamente as emissões de gases
de efeito estufa. Para além disso, a tecnologia GNL a bordo permite que a MSC
Cruzeiros mude a qualquer momento para biogás liquefeito totalmente renovável
(bio-GNL) ou gás sintético (e-GNL), com o objetivo de atingir reduções de
emissões de gases de efeito estufa até 100%”, acrescenta a companhia de
cruzeiros.

Recorde-se que a primeira viagem do MSC Euribia foi a
primeira da indústria dos cruzeiros sem emissões poluentes, uma vez que o navio
usou
  biogás liquefeito adquirido pela
Gasum como combustível para esta viagem.

“O navio navegou durante quatro dias de Saint-Nazaire ,em
França, para Copenhaga, na Dinamarca, e utilizou o bio-GNL através de uma
abordagem de balanço de massa, o método mais eficiente do ponto de vista
ambiental de fornecer os benefícios do biogás renovável. A MSC Cruzeiros
comprou mais de 400 toneladas de bio-GNL da Gasum para mostrar o seu
compromisso com a implementação de combustíveis renováveis e medidas de
transição energética para a viagem pioneira de zero emissões de gases com
efeito estufa”, acrescenta a companhia.

Segundo Linden Copell, vice-presidente da Sustentabilidade
& ESG da MSC Cruises, o fornecimento confiável de GNL é fundamental para
que a companhia de cruzeiros atinja os seus objetivos de descarbonização.

“A parceria com a Gasum permitirá que se consiga
combustíveis novos e mais limpos, necessários para tornar o cruzeiro com zero
emissões uma realidade. Precisamos de mais fornecedores como a Gasum para
intensificar e apoiar a nossa indústria com as suas metas ambientais. Estamos
prontos e à espera para comprar mais desses novos combustíveis”, refere o
responsável.

Qual é a profundidade máxima de um oceano?

 


As águas dos oceanos escondem enormes formações submarinas, cujas dimensões podem até superar as de pontos mais altos da superfície. Por exemplo, o Monte Everest é a maior montanha da Terra com seus 8.849 metros de altura, mas há diversos locais no fundo do mar que superam esse valor, só que em profundidade.

Então, qual será a profundidade máxima que um oceano na Terra pode ter? A maior profundidade já registrada no oceano é a de 10.984 metros, na Fossa das Marianas, localizada no Oceano Pacífico.  O ponto mais profundo da Fossa das Marianas é conhecido como Challenger Deep — ou “Depressão Challenger” —, nome dado em homenagem à expedição de pesquisa que, em 1872, deu a volta ao mundo, estudando os oceanos.

A profundidade de quase 11 km nesse ponto se deve ao movimento de subducção entre a placa tectônica das Marianas e a placa do Pacífico, que entra por baixo da anterior. Isso é possível graças à maior densidade do material que forma a placa que leva o nome de tal oceano — e que conta com algumas das rochas mais antigas da Terra.

O processo de subducção nesta região ainda é indiretamente responsável pela formação das Ilhas Marianas, um arquipélago de 15 ilhas vulcânicas dispostas em um arco que acompanha a extensão da Fossa. Apenas quatro das ilhas são habitadas.

Quais são os lugares mais profundos do oceano?

O Pacífico domina a lista com os pontos mais profundos do mundo, abrigando oito dos dez recordistas. Veja a seguir os 10 pontos mais profundos dos oceanos na Terra:

  1. Challenger Deep (Fossa das Marianas, Oceano Pacífico): 10.984 metros
  2. Horizon Deep (Fossa de Tonga, Oceano Pacífico): 10.882 metros
  3. Galathea Deep (Fossa das Filipinas, Oceano Pacífico): 10.540 metros
  4. Fossa Kuril-Kamchatka (Oceano Pacífico): 10.500 metros
  5. Fossa de Kermadec (Oceano Pacífico): 10.050 metros
  6. Fossa Izu-Ogasawara (Oceano Pacífico): 9.780 metros
  7. Fossa do Japão (Oceano Pacífico): 9.000 metros
  8. Milwaukee Deep (Fossa de Porto Rico, Oceano Atlântico): 8.378 metros
  9. Meteor Deep (Fossa Sandwich do Sul, Oceano Atlântico): 8.265 metros
  10. Richards Deep (Fossa de Atacama, Oceano Pacífico): 8.065 metros

Todos os pontos da lista acima já foram visitados por expedições científicas, confirmando tais medidas.

E quais os pontos mais profundos de cada oceano?

Esses são os lugares mais “abismais” já descobertos em cada um dos cinco oceanos da Terra:

  • Pacífico: ponto Challenger Deep, na Fossa das Marianas, com 10.984 metros
  • Atlântico: ponto Milwaukee Deep, na Fossa de Porto Rico, com 8.378 metros
  • Antártico: Ponto Factorian Deep, na Fossa Sandwich do Sul, com 8.265 metros
  • Índico: Fossa de Java, com 7.187 metros
  • Ártico: Estreito de Fram, com 5.551 metros

Pesca do bacalhau retratada no novo documentário “Mar maior”

A produtora aveirense Onda Vídeo Audiovisuais acaba de
terminar a produção do documentário “Mar maior”, feita em colaboração com a
RTP.

É, diz Rui Bela, que assina a realização, «uma jornada
cinematográfica emocionante, que mergulha na história e na cultura da pesca à
linha do bacalhau, des­tacando a dedicação e a coragem dos pescadores
portugueses que enfrentavam os desafios de uma actividade extremamente dura e
perigosa».

Pesca de espadarte no Atlântico Norte proibida a partir de agosto

 

A pesca de espadarte no Atlântico Norte vai ser proibida a partir de agosto, por um ou dois períodos, durante 45 dias, face ao nível de utilização desta quota, anunciou a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

“Nos últimos anos, a quota de espadarte no Atlântico Norte […] atribuída a Portugal tem-se mostrado insuficiente para rentabilizar a frota de pesca nacional que tem licença de pesca dirigida para esta espécie com quota individual”, lê-se num despacho da DGRM.

Para manter a frota activa e reforçar esta quota, Portugal tem recorrido a vários mecanismos, como a troca de quotas com Espanha.

Contudo, este ano, “as espécies passíveis de troca com Espanha, para este efeito, revelam-se insuficientes para as quantidades de espadarte que são necessárias para as embarcações em causa se manterem operacionais até ao final do ano, sendo que actualmente o nível de atualização da quota nacional é já bastante elevado”.

Assim, perto de 30 embarcações licenciadas para a pesca de espadarte, com palangre de superfície, no Atlântico Norte, a norte de 5ºN, ou com porto de referência nos Açores, também com licença para esta pesca, têm que interromper a actividade por 45 dias.

A interrupção pode ocorrer em um ou dois períodos, entre 1 de maio e 30 de setembro, sendo que, “em qualquer um dos casos, é obrigatória uma interrupção de 30 dias seguidos, com início a um de agosto de 2023”.

Segundo o anexo que acompanha o despacho, as embarcações abrangidas estão identificadas como Alberto Miguel, Águas Santas, Algamar, Anacleto António, Artur e Teresa, Avo Vianez, Bravo, Carlos Cunha, Cármen, Dário Filipe, Emibrupa, Estrela de Âncora, Fascínios do Mar, Garcia Miguel, Jamaica, Joana Cunha, Mar Largo, Mar Português, Margherita, Nossa, Novo Lagoal, Paralelo, Parma, Pedro Teixeira, Pereira e Moça, Régio Mar, Sonho de Infância e Virgem das Graças.

As embarcações que mantiverem a sua atividade por não recorrerem ao palangre de superfície não estão autorizadas a capturar espadarte até ao final do ano.

A navegação é autorizada em circunstâncias excepcionais, como a deslocação para o estaleiro, desde que previamente comunicada aos serviços da DGRM.

O mesmo despacho define que a data de início e o período de paragem deve ser comunicado à DGRM, até cinco dias úteis após o seu início.

“Para as embarcações que já realizaram um dos períodos previstos no presente despacho são utilizados os dados do Centro de Controlo e Fiscalização da Pesca, com vista à confirmação da paragem, devendo, contudo, os armadores comunicar igualmente o período de interrupção já iniciado no prazo de cinco dias úteis após a publicação do presente despacho”, acrescentou.

A DGRM é um serviço central da administração directa do Estado, com autonomia administrativa, que tem por objectivo o desenvolvimento da segurança e serviços marítimos, a execução das políticas de pesca e a preservação dos recursos.

Oceano Atlântico Norte está a viver uma onda de calor.

Este mapa mostra a anomalia da temperatura da superfície do mar no último domingo, 18 de junho. As temperaturas ao largo da costa do Reino Unido e da Irlanda estão vários graus mais elevadas do que o habitual. Fonte: Instituto de Alterações Climáticas/Universidade do Maine, EUA

As temperaturas em algumas zonas do Oceano Atlântico Norte estão a subir a pique, com uma onda marítima “excecional” de calor a ocorrer ao largo das costas do Reino Unido e da Irlanda, suscitando preocupações quanto ao impacto na vida marinha.

Partes do Mar do Norte estão a registar uma onda de calor marinha de categoria 4 – definida como “extrema” – de acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos. Em algumas zonas, as temperaturas da água estão até 5 graus Celsius mais quentes do que o habitual.

Os oceanos globais têm estado excecionalmente quentes durante meses. Em abril e maio, registaram-se as temperaturas à superfície dos oceanos mais elevadas para esses dois meses desde que se iniciaram os registos em 1850.

De acordo com o Met Office do Reino Unido, o panorama regional é ainda mais acentuado: em maio, as temperaturas no Atlântico Norte estiveram cerca de 1,25 graus Celsius acima da média.

“O Atlântico oriental, desde a Islândia até aos trópicos, está muito mais quente do que a média. Mas as zonas em torno de partes do noroeste da Europa, incluindo partes do Reino Unido, registam algumas das temperaturas da superfície do mar mais elevadas em relação à média”, afirmou Stephen Belcher, cientista-chefe do Met Office, num comunicado.

Orcas atacam frota na The Ocean Race: "Foi aterrador"

Empurraram, bateram e morderam os lemes da Team JAJO e da Mirpuri Trifork Racing.

Não houve feridos nem danos materiais nas suas embarcações, embora as orcas tenham empurrado, batido e mordido os lemes da Team JAJO e da Mirpuri Trifork Racing, dois dos iates VO65 que competem na The Ocean Race Sprint.

“Há 20 minutos fomos atingidos por orccas”, avisou Jelmer van Beek, o capitão da equipa JAJO, após o incidente. “Três orcas vieram diretamente na nossa direção e começaram a bater nos lemes. É impressionante ver as orcas, animais muito bonitos, mas foi também um momento perigoso para nós, enquanto equipa. Baixámos as velas e reduzimos a velocidade do barco o mais rapidamente possível e, felizmente, após alguns ataques, elas foram embora… Foi um momento aterrador”, admitiu.


Marca Explora Journeys integra estrutura da MSC Cruzeiros em Portugal

O director geral da MSC Cruzeiros em Portugal, Eduardo Cabrita, assume também a responsabilidade, no mercado português, pela Explora Journeys, marca privada de luxo do Grupo MSC, com sede em Genebra. O objectivo desta integração na mesma estrutura é criar maiores sinergias que beneficiarão a comunidade de agentes de viagens.

A Divisão de Cruzeiros do Grupo MSC está a reforçar o apoio aos parceiros comerciais em Portugal, colocando sob a mesma direcção as funções de vendas e outros recursos dedicados à marca Explora Journeys, estrutura que será igualmente adoptada em Itália, França, Espanha, Reino Unido, África do Sul, Brasil, China e Japão.

Apesar desta integração, a MSC Cruzeiros indica que os acordos comerciais em vigor com os parceiros manter-se-ão inalterados, ao mesmo tempo que as condições comerciais das duas marcas manter-se-ão igualmente distintas e inalteradas no futuro.

Em nota de imprensa, o Grupo avança que, em Portugal, a Explora Journeys irá ter a sua própria equipa especializada dedicada às vendas, ao marketing e à comunicação, bem como ao departamento de reservas.

Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da Divisão de Cruzeiros do Grupo MSC, explicou que o objectivo desta nova abordagem “é melhorar o acesso de ambas as marcas à comunidade de agentes de viagens, de forma a apoiar ainda mais as suas oportunidades de crescimento com base nos nossos investimentos contínuos.”

O executivo realça ainda que esta estrutura mais simplificada “permitirá um acesso mais fácil aos nossos parceiros comerciais, especialmente aos consultores de viagens, gerando benefícios mútuos e gratificantes para todos”.