Baleias assustam mergulhadores

Uma equipa de mergulhadores que fazia filmagens em Souza Rock, na Califórnia (EUA), levou um susto depois que duas baleias corcunda emergiram de repente e quase engoliram dois dos mergulhadores no meio dos peixes. Um mergulhador que estava no barco registou o acontecimento.
Assim que os animais sobem, os mergulhadores se assustam e nadam rapidamente em direcção ao barco, em meio a risadas dos outros tripulantes. Felizmente, ambos saíram ilesos, e não foram atingidos pelos mamíferos gigantes.
A baleia corcunda que pesa aproximadamente 40 toneladas, alimenta-se de copépodes e peixes em cardumes exclusivamente  durante o verão e vive de suas reservas de gordura durante o inverno.
Confira o vídeo:

Portugal cria autómatos para trabalho no ar e no mar

Faculdade do Porto e a Marinha têm tecnologia que permite buscas por barcos afundados, detecção de minas e levantamentos hidrográficos quase sem a intervenção humana.

“O que estão a desenvolver em Portugal é pura tecnologia de ponta. Nem nos Estados Unidos estamos neste nível”, afirma com ar convicto a bordo do navio da Ma­rinha Portuguesa NRP Bacamarte, ao largo de Sesimbra, Kanna Rajan, investigador sénior de robótica do Monterey BayAquarium Research Instirute (MBARI), que trabalhou na NASA no aparelho Rover Mars, os primeiros veículos exploradores autónomos que rolaram no planeta Marte.

Fonte: APP

Estudo pedido pelo porto de Lisboa arrasa terminal da Trafaria

Documento elaborado pela A.T. Kearney diz que investimento só será competitivo com recurso aos transportes rodoviários.
O terminal da Trafaria (TCT), que foi apresentado pelo Executivo há alguns meses para alargar o porto de Lisboa, só é viável com o recurso ao transporte rodoviário.
A conclusão está num estudo que a Administração do Porto de Lisboa (APL) encomendou à consultora A.T. Kearney, datado de Junho deste ano, e a que o Negócios teve acesso. “O modo intermodal de/para o TCT mais interessante para os agentes económicos é a rodovia (mais barato e operacionalmente mais eficiente), não se apresentando outras soluções (ferrovia, barcaça, RoRo) economicamente competitivas”, diz o documento.
O mesmo estudo adianta mesmo que “a não serem criadas as acessibilidades rodoviárias, o TCT perderá significativamente competitividade a favor de portos alternativos”. Recorde-se que o presidente da Refer, Rui Loureiro, disse em Maio que a solução para a ligação ferroviária entre o futuro terminal de contentores da Trafaria e Lisboa terá custos associados de cerca de 152 milhões de euros, a que se somariam outros oito milhões para expropriações.
Além disso, segundo a A.T. Kearney “a ausência de uma vantagem competitiva em custo de transporte terrestre, tempo de entrega e disponibilidade de ligações ao ‘foreland’ não deverá permitir um alargamento significativo do ‘hinterland’ do Porto de Lisboa para Espanha” .
O mesmo documento afirma que “o TCT terá impactos socio-económicos directos importantes: em 2048, estima-se que gere 90 milhões de euros de consumo intermédio, contribuindo com 35 milhões para o PIB, e tenha criado mais de 340 empregos directos”, afirma a consultora que diz que “um cenário de inexistência do TCT ou de terminais de contentores em Lisboa poderia onerar a economia regional em cerca de 50 a 80  milhões de euros por ano (em 2048), respectivamente”.

Fonte: Jornal de Negócios.

Resíduos de sardinhas em implantes ósseos e dentários

O projecto “Valor Peixe” pretende valorizar os subprodutos e águas residuais da indústria de conservas de peixe, tendo em conta que os desperdícios correspondem a mais de 50% do peixe processado. Segundo os investigadores, é possível utilizar as escamas e espinhas das sardinhas para implantes ósseos e próteses dentárias.

Actualmente, a indústria de conservas gera uma grande quantidade de subprodutos com elevada perda de nutrientes e impacto ambiental.
A Poveira, fábrica de conservas, promoveu, assim, o projecto “Valor Peixe” junto da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto de forma a “minimizar os problemas associados à indústria e explorar o valor acrescentado dos resíduos”.
Segundo Manuela Pintado, coordenadora da iniciativa, “um dos materiais obtidos das espinhas e escamas de sardinha e cavala são compostos por Hidroxiapatita, um fosfato de cálcio que é o componente principal dos ossos humanos e animais e que possui uma alta biocompatibilidade”.
No que diz respeito aos implantes ósseos, é possível utilizar o mineral para “revestimento de próteses e regeneração óssea”. Este composto é ainda usado em implantes dentários e já se encontra na composição dos dentífricos.
A nível ambiental, a hidroxiapatita “tem elevado potencial” no “tratamento de águas residuais, sobretudo para remoção de metais pesados” tais como chumbo, cadmio e zinco”. Para além disso, o composto pode também ser usado na área alimentar e cosmética.
O “Valor Peixe” vai “assegurar a implementação de soluções necessárias para reduzir o impacto ambiental de alguns resíduos” bem como “assegurar à empresa a possibilidade de produzir mais valor na sua cadeia de produção e demonstrar a outras indústrias um exemplo de sucesso a seguir”, conta, ao JN, Manuela Pintado.
O consumidor também pode beneficiar com o projecto pois terá a “possibilidade de encontrar produtos diversificados recorrendo a fontes naturais, com igual eficácia, valor e segurança e ainda mais sustentáveis”.

Fonte: JN

Pescou atum de 104 quilos e o barco foi ao fundo

Um pescador norte-americano cometeu uma proeza que quase lhe custou a vida: pescou um atum com 104 quilogramas, peso excessivo para a pequena embarcação que o mantinha à tona. A Guarda Costeira no Havai entrou em acção e socorreu o homem.
Anthony Wichman, de 54 anos, não acreditava na dimensão do atum que acabara de pescar. O enorme peixe foi colocado dentro do barco e imediatamente o pescador começa a perceber que a embarcação não aguentaria tanto peso.
O homem usou a única ferramenta de socorro de que dispunha: o telemóvel. Fez uma chamada para a mulher, informando-a do sucedido, e pediu ajuda.
A Guarda Costeira foi avisada e deslocou-se ao local, num helicóptero, para a missão de resgate, encontrando Anthony em cima do barco, prestes a afundar-se.
A missão foi fotografada e divulgada pela guarda. O pescador estava a cerca de 17 quilómetros de Port Allen, na ilha de Kauai.

Fonte: PTJornal

O Valor das Ondas

Quanto vale uma onda? Foi a pergunta que levou a um estudo académico da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL). O projeto “Vow – Value of Waves and Ocean Culture” , a que se juntaram mais 2 faculdades da UNL, promove a preservação das ondas como recurso natural e avalia o impacto que têm a nível económico, social e ambiental.


Fonte: SIC Noticias.