Piscinas devem ter avisos "não mergulhar" para evitar acidentes graves

 A Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia alerta para o perigo de mergulhos em locais de profundidade desconhecida, sugerindo que sejam obrigatórios vigilantes nas piscinas públicas e, nas privadas, avisos para “não mergulhar” quando a altura é insuficiente.
Um estudo realizado na época balnear passada em Portugal permitiu, pela primeira vez, fazer um levantamento nacional junto de todos os serviços de ortopedia e neurocirurgia sobre os acidentes de mergulho.
O presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia, Jorge Mineiro, explicou à agência Lusa que só foram detectados os casos de doentes internados, num total de 17 pessoas, a maioria entre os 14 e os 29 anos.
De acordo com a análise, em metade dos casos os acidentes resultaram em lesões definitivas, atirando as vítimas para uma cadeira de rodas, em estado paraplégico ou tetraplégico.
“Os acidentes ocorreram tanto na costa como em praias fluviais ou em piscinas privadas. É essencial uma campanha de informação no sentido de saberem os riscos de mergulhar para uma água da qual não sabem a profundidade ”, disse Jorge Mineiro.
Por isso, está a decorrer este verão uma campanha que alerta para os perigos do mergulho em locais desconhecidos, iniciativa que vai passar por algumas praias portuguesas, como acontece no domingo, com a Praia da Vila da Costa, na Costa da Caparica.
“Portugal é dos poucos países que não aderiu à vigilância obrigatória em piscinas públicas. E também não existe qualquer legislação que obrigue as piscinas privadas a terem qualquer sinal de alerta de que nessa piscina não se pode mergulhar porque a profundidade não é suficiente”, adiantou o médico em declarações à Lusa.
Nas piscinas, aliás, o principal causador de acidentes traumatismos vertebro medulares é um mergulho dado em locais com pouca profundidade.
“A nossa proposta, no final do verão, é, junto das entidades competentes, sugerir que as piscinas públicas tenham vigilantes e que as privadas sem profundidade suficiente tenham escrito no fundo ‘Não Mergulhar”. Pode ser feio, mas é seguro”, declarou Jorge Mineiro.
No mar, os cuidados devem passar também por evitar mergulhos de cabeça, nomeadamente a partir de rochas ou paredões, sobretudo tendo em conta que a maré sobe e desce e que as profundidades vão variando.
“A pessoa tem de estar consciente antes de dar um mergulho. Mais vale saltar de pé e partir um calcanhar do que mergulhar de cabeça e ficar tetraplégico para o resto da vida”, avisou o especialista.

Fonte: Ionline

Piscinas devem ter avisos "não mergulhar" para evitar acidentes graves

 A Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia alerta para o perigo de mergulhos em locais de profundidade desconhecida, sugerindo que sejam obrigatórios vigilantes nas piscinas públicas e, nas privadas, avisos para “não mergulhar” quando a altura é insuficiente.
Um estudo realizado na época balnear passada em Portugal permitiu, pela primeira vez, fazer um levantamento nacional junto de todos os serviços de ortopedia e neurocirurgia sobre os acidentes de mergulho.
O presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia, Jorge Mineiro, explicou à agência Lusa que só foram detectados os casos de doentes internados, num total de 17 pessoas, a maioria entre os 14 e os 29 anos.
De acordo com a análise, em metade dos casos os acidentes resultaram em lesões definitivas, atirando as vítimas para uma cadeira de rodas, em estado paraplégico ou tetraplégico.
“Os acidentes ocorreram tanto na costa como em praias fluviais ou em piscinas privadas. É essencial uma campanha de informação no sentido de saberem os riscos de mergulhar para uma água da qual não sabem a profundidade ”, disse Jorge Mineiro.
Por isso, está a decorrer este verão uma campanha que alerta para os perigos do mergulho em locais desconhecidos, iniciativa que vai passar por algumas praias portuguesas, como acontece no domingo, com a Praia da Vila da Costa, na Costa da Caparica.
“Portugal é dos poucos países que não aderiu à vigilância obrigatória em piscinas públicas. E também não existe qualquer legislação que obrigue as piscinas privadas a terem qualquer sinal de alerta de que nessa piscina não se pode mergulhar porque a profundidade não é suficiente”, adiantou o médico em declarações à Lusa.
Nas piscinas, aliás, o principal causador de acidentes traumatismos vertebro medulares é um mergulho dado em locais com pouca profundidade.
“A nossa proposta, no final do verão, é, junto das entidades competentes, sugerir que as piscinas públicas tenham vigilantes e que as privadas sem profundidade suficiente tenham escrito no fundo ‘Não Mergulhar”. Pode ser feio, mas é seguro”, declarou Jorge Mineiro.
No mar, os cuidados devem passar também por evitar mergulhos de cabeça, nomeadamente a partir de rochas ou paredões, sobretudo tendo em conta que a maré sobe e desce e que as profundidades vão variando.
“A pessoa tem de estar consciente antes de dar um mergulho. Mais vale saltar de pé e partir um calcanhar do que mergulhar de cabeça e ficar tetraplégico para o resto da vida”, avisou o especialista.

Fonte: Ionline

Viana do Castelo recebe 1ª Edição do "European Tour of Surfing".

Viana do Castelo recebe primeira etapa do inédito European Tour of Surfing.
  
O Surf Clube de Viana e a Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentam a primeira edição do European Tour of Surfing (ETS), que irá realizar-se de 9 a 11 de Agosto, na Praia de Arda, em Viana do Castelo.
O ETS é um circuito especial de surf lançado pela European Surfing Federation (ESF), destinado a replicar o sucesso do European Tour of Longboard (ETL) e do European Tour of Bodyboard (ETB) na descoberta de novos talentos europeus em desportos de ondas.
O objectivo do projecto é atrair e incentivar talentos emergentes na Europa sem que isso implique elevados custos para os atletas e clubes locais, minimizando as despesas com viagens e logística, que significam cerca de 90% dos custos neste tipo de eventos.
Depois de Viana do Castelo, o ETS seguirá para Marrocos em Novembro, culminando em França em Dezembro. O prize-money para a etapa portuguesa do circuito será 4000 euros e o evento será transmitido em live-streamingnuma plataforma online especificamente criada para permitir aos familiares, amigos e patrocinadores assistir à competição.
O Centro de Alto Desempenho (CAR) de Surf de Viana do Castelo será a sede do evento e estará à disposição dos atletas.

Fonte: Surf Portugal

Viana do Castelo recebe 1ª Edição do "European Tour of Surfing".

Viana do Castelo recebe primeira etapa do inédito European Tour of Surfing.
  
O Surf Clube de Viana e a Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentam a primeira edição do European Tour of Surfing (ETS), que irá realizar-se de 9 a 11 de Agosto, na Praia de Arda, em Viana do Castelo.
O ETS é um circuito especial de surf lançado pela European Surfing Federation (ESF), destinado a replicar o sucesso do European Tour of Longboard (ETL) e do European Tour of Bodyboard (ETB) na descoberta de novos talentos europeus em desportos de ondas.
O objectivo do projecto é atrair e incentivar talentos emergentes na Europa sem que isso implique elevados custos para os atletas e clubes locais, minimizando as despesas com viagens e logística, que significam cerca de 90% dos custos neste tipo de eventos.
Depois de Viana do Castelo, o ETS seguirá para Marrocos em Novembro, culminando em França em Dezembro. O prize-money para a etapa portuguesa do circuito será 4000 euros e o evento será transmitido em live-streamingnuma plataforma online especificamente criada para permitir aos familiares, amigos e patrocinadores assistir à competição.
O Centro de Alto Desempenho (CAR) de Surf de Viana do Castelo será a sede do evento e estará à disposição dos atletas.

Fonte: Surf Portugal

Extreme Series: The Wave Muscat à frente no Douro

A embarcação The Wave Muscat, de Omã, conservou este sábado a liderança da etapa portuguesa da Extreme Series em vela, que decorre no Rio Douro, apesar da aproximação do Alinghi, após a conclusão do terceiro dia de competição. O The Wave Muscat, que tinha partido para as regatas de hoje com 11 pontos de vantagem sobre o Alinghi, perdeu dois pontos para a embarcação suíça, que se assume como a principal adversária na luta pela vitória no Porto.

A embarcação de Omã lidera com um total de 179 pontos, mais nove do que o Alinghi e mais 14 do que o Realteam, também da Suíça, terceiro classificado, enquanto o único representante português, o ROFF Cascais, mantém-se na última posição, com 104. Após a realização de três provas, o Alinghi lidera a Extreme Series com 27 pontos, seguido pelo The Wave Muscat (26), Red Bull (24), SAP (20), Gac Pindar (16) e Realteam (14).

Fonte: Record.

Consultora defende Trafaria, mas só com aposta nas ligações rodoviárias

Estudo da AT Kearney encomendado pelo Governo alerta para esgotamento do actual porto de Lisboa entre 2023 e 2026 e garante viabilidade económica da transferência dos contentores para a margem sul do Tejo.
O projecto foi anunciado em Fevereiro pelo Governo, mas só em Junho ficou concluído o relatório encomendado à AT Kearney para avaliar a viabilidade da transferência de contentores para a Trafaria. A consultora defende a ideia do Governo, prevendo que o porto de Lisboa atinja o esgotamento entre 2023 e 2026, mas só com investimento em ligações rodoviárias.
O estudo recebido sexta-feira no Parlamento, a que o PÚBLICO teve acesso, mostra que a capacidade dos três terminais de contentores que hoje existem na margem norte do Tejo não será suficiente dentro de uma década, já que se prevê que nessa altura o tráfego alcance 1,7 milhões de TEU (a medida padrão de um contentor com seis metros).
Fonte: Público.

Degelo do Oceano Ártico poderá custar 60 biliões de dólares

Investigadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e da Universidade de Erasmus de Roterdão, na Holanda, estimam que o degelo do Oceano Ártico poderá causar um prejuízo global na ordem dos 60 biliões de dólares.
Num estudo publicado esta semana na revista científica Nature, os especialistas alegam que a emissão de gás metano pelo degelo no solo congelado do Oceano Ártico vai intensificar as alterações climáticas e terá um custo de 60 biliões de dólares nos próximos 87 anos.

«Trata-se de uma bomba relógio económica que não tem vindo a ser actualmente reconhecida no plano mundial», garante Gail Whiteman, da Universidade de Erasmus.

Segundo o estudo, 80% do impacto seria suportado pelos países em desenvolvimento, que são os que mais sofrem com inundações e secas.

Os cientistas chegaram a estas conclusões com base num método semelhante ao relatório Stern, modelo feito sobre o impacto financeiro do aquecimento global que foi financiado pelo Governo britânico.


Fonte: (c) PNN Portuguese News Network

Tesouro de 61 toneladas de prata resgatado do fundo do mar

Uma empresa americana recuperou 61 toneladas de prata de um navio de carga britânico que se afundou ao largo da costa da Irlanda durante a Segunda Guerra Mundial. Durante mais de sete décadas, o SS Gairsoppa permaneceu a mais de 4700 metros de profundidade. De acordo com a empresa, esta foi não apenas a maior recuperação de todos os tempos de metais preciosos a partir de um naufrágio, como nenhuma outra tinha acontecido a tão grande profundidade.
No dia 17 de Fevereiro de 1941, o SS Gairsoppa foi torpedeado por um submarino alemão que o detectou a quase 500 quilómetros da costa irlandesa. Apenas uma parte dos lingotes de prata que o navio britânico carregava estavam cobertos por seguro e agora a equipa da Odyssey Marine Exploration conseguiu trazer de volta à superfície mais de 1200 barras que, no total, foram avaliadas em cerca de 28 milhões de euros.
Um bando altamente sofisticado de caçadores de tesouros dos tempos modernos, a empresa tornou-se conhecida depois de um juiz norte-americano ter ordenado à Odyssey que devolvesse quase 348 milhões de euros em moedas de ouro e prata – recuperadas em 2007 – a Espanha, que afirmou que o tesouro fora retirado de uma das suas fragatas. O “Cisne Negro” teria naufragado durante as guerras napoleónicas, em 1804, ao largo da costa portuguesa. Mas a Odyssey argumentou que não só era incerta a origem dos destroços como que a sua descoberta se deu em águas internacionais.
A descoberta do navio pela Odyssey deu-se em 2011 e foi o culminar de uma busca que se prolongava há dez anos. “Não sabíamos onde se encontrava”, explicou à NBC o responsável da Odyssey, Andrew Craig. “Foi realmente um daqueles casos em que tivemos de passar a pente fino a zona do naufrágio até nos depararmos com ele.”
Através de veículos pilotados remotamente e especialmente concebidos para resistir a pressão àquela profundidade, a equipa conseguiu resgatar cerca de 99% da carga do navio naufragado. Agora, e de acordo com o seu contrato com o Reino Unido, a empresa com sede em Tampa, na Florida, terá direito a ficar com 80% dos lingotes recuperados. Os outros 20% ficaram para o estado britânico.
Segundo o “Daily Mail”, o governo britânico tem buscado desesperadamente fontes de receita alternativas e terá sido isso o que levou a Odyssey a contactar o Reino Unido para firmar contratos visando a recuperação de tesouros de navios britânicos afundados.
Fácil de identificar devido ao padrão vermelho e negro da sua pintura, o SS Gairsoppa era um navio a vapor de 412 metros propriedade da britânica Companhia Indiana de Navegação a Vapor. O navio tinha deixado Calcutá na companhia de outros mas perante ventos fortes e um mar agitado o seu capitão apercebeu-se de que não tinha carvão suficiente para chegar a Liverpool. O navio desviou-se dos restantes de forma a chegar ao porto de Galway e foi então que o submarino alemão U-101 disparou os torpedos que, em menos de 20 minutos, afundaram o SS Gairsoppa.
A Odyssey Marine Exploration não pára, e depois desta última descoberta está já no trilho de um novo tesouro, tendo descoberto, em 2011, os destroços do SS Mantola a 2500 metros de profundidade e próximo do local onde o SS Gairsoppa foi encontrado. De resto, a empresa norte-americana continua a vasculhar o fundo do mar em busca do HMS Sussex, que se afundou em 1694 ao largo de Gibraltar, carregando 10 toneladas de ouro, assim como o HMS Victory.

Fonte: Ionline.

F

Fitoplâncton no Atlântico

Uma imagem feita esta semana pelo satélite Aqua, da agência espacial americana (Nasa), mostra o florescimento de fitoplâncton no Atlântico Norte, cujas águas concentram a pesca mais produtiva do mundo.
Esses organismos microscópicos brilhantes,compostos principalmente por algas que fazem fotossíntese e flutuam na coluna d’água, são os responsáveis pela abundância de peixes e outros seres marinhos na região, pois formam a base da cadeia alimentar.
O fitoplâncton cobre centenas e até milhares de quilómetros no Atlântico Norte e no Oceano Árctico todos os anos. Muitas espécies, inclusive, acabam prosperando mais nessas águas frias, que tendem a concentrar mais nutrientes e plantas que as águas tropicais.
Apesar de ser essencial para a manutenção da vida no mar, o fitoplâncton também é responsável por alguns problemas ecológicos, quando se reproduz demais. Isso ocorre quando há um excesso de nutrientes e temperatura favorável. Aí a água fica verde ou castanha, o oxigénio acaba e esses organismos começam a morrer, causando uma reacção em cadeia.
Além disso, o fitoplâncton também provoca a maré vermelha, que acontece quando os micro-organismos liberam toxinas na água, destruindo várias culturas.

Fonte: Revista Mergulho.