Ucrânia vai recuperar submarino afundado no mar Negro

A Ucrânia pretende içar do fundo do mar Negro o submarino soviético Sch-216, afundado durante a Segunda Guerra Mundial.

Depois da recuperação do submarino, os restos mortais da sua tripulação serão sepultados. Esta a ser planeado criar um museu com base no submarino Sch-216.
O submarino diesel-eléctrico Sch-216, da classe Schuka, foi construído em 1940. Ele participou nas operações navais da Frota do mar Negro e terá afundado em 1944.Supõem-se que se afundou devido à uma explosão de uma carga de profundidade. Toda a tripulação morreu.

Próximo curso Life-MoS marcado para Novembro

Já existe data oficial para a realização do próximo curso Life-MoS da Escola Europeia de Short Sea Shipping exclusivo para Portugal: entre os dias 15 e 17 de Novembro. Desta vez, e sobretudo devido ao fim do co-financiamento comunitário, o Life-MoS será realizado em modo “low cost”, facilitando a participação de estudantes de graduação, pós-graduação e mestrado nas áreas dos transportes e da logística.
O custo da participação será, por isso, reduzido ao mínimo necessário para pagar a viagem Barcelona-Civitavecchia-Barcelona, incluindo o alojamento e a alimentação, e o curso propriamente dito.
Além disso, e a exemplo do acontecido na edição de Janeiro passado, a APTMCD propõe-se atribuir algumas bolsas de estudo, no valor total da participação. “É mais um esforço que decidimos fazer, apesar da escassez de meios, tentando com isso atrair para estes cursos a massa cinzenta das nossas escolas superiores”, justificou Belmar da Costa.

Fonte: APP

McNamara recebeu Medalha Naval Vasco da Gama

O surfista havaiano Garrett MacNamara, que surfou a maior onda do Mundo na Nazaré, disse hoje ser uma honra receber a condecoração da Marinha Portuguesa e prometeu procurar ondas ainda maiores.
A Marinha Portuguesa condecorou hoje o surfista com a Medalha Naval de Vasco da Gama, “em consequência da sua extraordinária carreira de praticante de surf, marcada por desempenhos de excelência, e do exemplo de disciplina, perseverança, sacrifício e elevado profissionalismo, que contribuíram significativamente para a promoção e divulgação da Marinha e de Portugal”.
Na cerimónia, que decorreu no salão nobre do Instituto Hidrográfico, em Lisboa, McNamara mostrou-se “honrado” com a condecoração e agradeceu o apoio da Marinha Portuguesa “sem a qual não teria conseguido” o feito da Nazaré.
“Isto levou-me a perceber que não importa de onde vens, o que tens, ou quais os recursos que tens. Tudo é possível e todos aqui em Portugal devem perceber isso”, afirmou McNamara aos jornalistas.
O surfista prometeu continuar a visitar Portugal e a Nazaré, onde “de certeza que há ondas muito maiores”.
A medalha de honra foi entregue ao surfista pelo chefe de Estado-Maior da Armada, Almirante José Saldanha Lopes, que enfatizou o papel de McNamara na promoção da Marinha e de Portugal.
“Teve um grande impacto para o Instituto Hidrográfico e para a Marinha. Os feitos do McNamara levaram-nos também a criar um site’ de previsões de surf e hoje estamos a apoiar todos os desportistas que nos visitam”, disse.
A Medalha Naval de Vasco da Gama, atribuída pela Marinha portuguesa, destina-se a galardoar “actos meritórios ou serviços relevantes prestados no mar ou em actividades com elas relacionadas”, explica a mesma nota.
Garrett MacNamara está ligado à Nazaré no âmbito da Zon North Canyon Show, um projecto de três anos, iniciado em 2010, protagonizado pelo surfista e desenvolvido pela Nazaré Qualifica com o objectivo de promover a Nazaré internacionalmente como destino turístico de referência para a prática dos desportos de ondas grandes e de filmar três documentários que registam a actividade desportiva de McNamara e o quotidiano da vila.
O surfista fez história, a 01 de Novembro de 2011, ao surfar a maior onda de sempre, na Praia Norte, na Nazaré.

Fonte: DN

José Tourais, o pai do mergulho em Portugal

“Conhecê-lo é deveras fascinante, a sua calma e ponderação, a voz sempre colocada pausadamente num tom baixo e o seu olhar penetrante transmitem muito mais do que algum dia poderemos apreender numa só vida, por nós próprios, sobre os tesouros que uma vida dedicada ao mar encerra”, escreve o fotojornalista Paulo Maria.
Com mais de trinta anos de experiência no ensino do mergulho recreativo, uma carreira dedicada à formação, o crédito de ter sido pioneiro em Portugal na introdução da maior organização de mergulho do mundo – PADI e ainda em nome dos mais de 6000 alunos formados desde os cursos básicos a Instrutores, é-me permitido afirmar que, José Tourais é inequivocamente o pai do mergulho em Portugal.
Decorria o ano de 1978, José Tourais observava um grupo de mergulhadores que preparavam a parafernália arcaica de equipamento antes de um mergulho. Pouco tempo depois, como se do primeiro beijo de um romance se tratasse, experimentou as sensações de mergulhar em mar aberto. Encantado com a experiência, desde sempre deteve uma grande aquacidade, fruto da sua vivência junto ao mar, quis conhecer melhor este universo. Foi então que visitou uma exposição de fotosub que o fez mergulhar em definitivo no mundo subaquático.
Os Arquitectos Modesto e Jorge Albuquerque conduziram, no final da década de setenta, Portugal às actividades subaquáticas. A divergência de ideias destes pioneiros, sobre o rumo e regulamentação da actividade no nosso país proporcionaram a José Tourais duas boas fontes de conhecimento, plataformas sólidas para que, rapidamente e fruto da sua ligação aos dois alicerces (Federação de Mergulho e CPAS- Centro Português de Atividades Subaquáticas), alargasse os seus horizontes e criasse um vínculo forte com a Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas – CMAS.
Nesse tempo, fruto da sua actividade profissional num laboratório, José Tourais viajava com bastante regularidade para o estrangeiro, facto amplamente aproveitado para contactar e criar ligações sólidas à comunidade internacional do mergulho o que sempre lhe permitiu estar na vanguarda do conhecimento técnico e científico desta actividade, formando-se como monitor nacional desde logo.
Partilhando um pouco da minha experiência, assumo que o mergulho recreativo constitui um dos meus Hobbies. Pratico-o há mais de quinze anos. Aproveito sempre para conhecer um pouco mais deste mundo do silêncio em cada viagem ou expedição que dedico lhe dedico. O mar, sempre exerceu em mim um fascínio, projectado também, pela alma lusitana dos descobrimentos portugueses. Desde miúdo que sigo atentamente as séries e filmes, documentários e livros que abordam este tão fascinante tema. Criei indubitáveis referências que ainda hoje me acompanham: O comandante Jacques Cousteau e as suas explorações; os primeiros documentários da BBC sobre o mar; Corto Maltese e as suas aventuras marítimas ou ainda David Doubilet que fazendo magia em cada fotografia subaquática que produz constituiu para mim referência desse maravilhoso mundo do infinito.
Também José Tourais sempre mereceu da minha parte um magistral respeito, considero-o história viva do mundo do mergulho em Portugal, Tourais é para mim, “o Cousteau português”. A campanha M@rBis 2013 aproximou-me desta autêntica lenda e sobretudo de um modelo perfeito de como se vive, gere e saboreia o mar que há em cada um de nós. Conhecê-lo é deveras fascinante, a sua calma e ponderação, a voz sempre colocada pausadamente num tom baixo que nos faz concentrar ainda mais em cada palavra sua e o seu olhar penetrante transmitem muito mais do que algum dia poderemos apreender numa só vida, por nós próprios, sobre os tesouros que uma vida dedicada ao mar encerra. 
Depois de abrir em Portugal o primeiro centro PADI, a Nautilus-Sub no inicio de 1989 e de se dedicar bastante ao plano náutico surgiram os primeiros contactos com o intuito de coordenar o plano de mergulho e estudo subaquático dos montes submarinos Gorringe. A proposta baseava-se  na criação de uma missão lusa em formato de expedição pela mão da universidade lusófona que acabou por ser o formato embrionário das actuais campanhas M@rBis, a bordo do Navio de Treino de Mar Creoula.
“O actual Secretário de Estado, Professor Manuel Pinto Abreu teve o condão de unir as várias universidades e pô-las a partilhar projectos ligados ao mar e a falar em uníssono em prol da ciência e do conhecimento do mar português. Ele foi sem dúvida a chave do sucesso para a estrutura de missão que se dedica hoje, ao alargamento da plataforma continental. Quando as campanhas nasceram, criei esta ligação umbilical e técnica, talvez fruto da minha experiência em matéria de mergulho. Sempre acreditaram e confiaram plenamente na operação de mergulho tal como a concebo para as campanhas M@rBis. Tento incutir dinâmica e disciplina em que a segurança é para mim palavra de ordem prioritária. Quando me impõem objectivos científicos, procuro em cada campanha superá-los. Conheço bem as limitações do navio e adapto as necessidades técnicas da melhor forma para que tudo se integre e flua com naturalidade. Quando os biólogos se portam mal, os cientistas são por natureza desarrumados, paro a operação de mergulho até que tudo esteja de novo no sitio, eles já conhecem o meu nível de exigência e como tal todos colaboram da melhor forma. Também a Marinha Portuguesa confia no papel que desempenho e abre-me totalmente as portas para que use os seus próprios meios como é o caso das semi-rígidas, só assim é possível superar os objectivos iniciais da campanha e colocar ainda mais gente a mergulhar em cada dia. Acho deveras interessante converter o Navio de Treino de Mar em oceanográfico e centro de mergulho. Trabalho com uma equipa técnica bastante experiente, composta por oito pessoas que já me acompanhou noutras campanhas, que sabe exactamente as necessidades dos mergulhadores neste tipo de projetos.
É nosso objectivo conseguir mil e duzentos mergulhos ao longo da campanha na costa algarvia, estamos bem encaminhados o que significa que serão mais de 600 horas de imersão nos fundos marinhos do Algarve. Espero com toda a minha equipa, poder contribuir com esta dinâmica de acção para o enriquecimento da ciência e biodiversidade portuguesa.” Reitera José Tourais.
Procurando definir uma zona que tão bem conhece em termos de locais de mergulho recreativo e técnico, Tourais divide a costa algarvia em três sectores distintos:
“No sotavento, iniciando a exploração na zona de Tavira, encontramos fundos mais arenosos, com poucas pedras a congregarem vida, é uma zona pouco procurada por mergulhadores apesar das águas serem mais quentes. Também nesta zona poderemos encontrar recifes artificiais que estão em inicio de vida mas que em breve serão um pólo interessante de vida marinha. Junto a Portimão o parque ocean revival é um autêntico parque de diversão subaquático. Graças ao afundamento dos navios, podemos ter hoje um polo de atracção distinto e único no mundo, para mergulhadores. Para além de seguir uma estratégia de marketing audaz, em termos práticos é fantástico poder mergulhar de forma segura nestes navios militares que seduziram já muita vida a residir e fixar-se nas estruturas. No barlavento algarvio, por ser uma costa tipicamente atlântica que sofre uma influência mediterrânica o mar é mais intenso e os fundos são bastante sedutores, sobretudo na zona de Sagres.”
Segundo José Tourais o mercado do mergulho sofrerá um crescimento contínuo até 2025 o que significa dizer que com tanta costa, Portugal encerra um potencial enorme neste universo. Questionar alguém que registou mais de 7000 mergulhos ao longo da sua vida de mar por esse mundo fora, sobre qual o local que elege como sendo o seu preferido é como perguntar ao Papa qual o seu fiel seguidor preferido. No entanto, o nosso “lobo do mar” responde sem hesitar…Santa Maria, Açores!

Fonte: Visão.

Frota Atlantis Cup “desafia” mar açoriano

Já está no mar a 25ª Atlantis Cup. Este ano, data em que celebra um quarto de século, a Regata da Autonomia conta com quarenta (40) barcos inscritos, o maior número de sempre, e 175 tripulantes.
Dispostos a vencer, velejadores de diferentes partes do mundo, iniciaram este Domingo, dia 28 de Julho, a primeira perna da competição, que liga Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, a Ponta Delgada, capital de São Miguel.
À hora da largada, 13 horas, o vento rondava os 7 nós. O primeiro veleiro a rondar a baliza de desmarque foi o Açor de João Leal, seguido do XCape de Luís Quintino. O terceiro a largar foi o Matrix II, de António Duarte.
Esta primeira etapa, das três que compõem a prova, tem um total de 57 milhas náuticas. Com previsão de subida de vento para as próximas horas, as primeiras embarcações deverão cortar a linha de chegada hoje ao pôr-do-sol.
Nesta edição de 2013, a maior parte das tripulações vem de diversas ilhas açorianas e do Continente, mas há também barcos provenientes de distintas partes da Europa, dos Estados Unidos da América e do arquipélago da Madeira. Para Jorge Macedo, vice-presidente da direcção do Clube Naval da Horta, organizador do evento, “está assim confirmada a tão almejada internacionalização da Atlantis Cup”.
Com um forte cariz competitivo, não só pelo elevado número de participantes, mas também pela natureza das embarcações, com tripulações bem preparadas, este ano a prova promete ser uma das mais aguerridas e emocionantes em termos desportivos. Dezasseis barcos estão inscritos na classe ORC – Offshore Racing Congress, catorze em ANC – Associação Nacional de Cruzeiros e dez em Open (classe que não está sujeita aos ratings).
A segunda etapa desta competição tem início marcado para o próximo dia 31 de Julho e liga Ponta Delgada a Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira. A última etapa, entre Angra e Horta, arranca a 3 de Agosto. A prova termina no Faial, com o habitual jantar de entrega de prémios, no dia 6.
A Atlantis Cup realiza-se desde 1987, tendo sido interrompida no ano de 1998, devido ao forte terramoto que atingiu as ilhas do Faial e do Pico. Actualmente, é uma das mais importantes competições oceânicas a nível nacional e proporciona a quem participa o prazer de velejar em pleno Atlântico, num cenário de “cortar a respiração”.
Para levar a cabo este evento o Clube Naval da Horta conta com diversos apoios:
Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Direcção Regional de Turismo, Clube Naval de Ponta Delgada, Angra Iate Clube, Clube Naval de Vila do Porto, Câmara Municipal da Ponta Delgada, Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Câmara Municipal da Horta, Câmara Municipal de Vila do Porto, Administração dos Portos dos Açores SA e Capitanias do Porto de: Vila do Porto, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta.
A Atlantis Cup tem como grande patrocinador a Liberty Seguros.
Fonte: Azores Digital.

Tubarão amarrado e esfaqueado

Mergulhador encontra tubarão de dois metros amarrado e esfaqueado no fundo do  mar
Um mergulhador surpreendeu-se ao dar de cara com um tubarão com cerca de dois  metros e 120 quilos, amarrado no fundo do mar da Austrália, e esfaqueado no  peito. Em entrevista ao site Courier Mail, Robb Westerdyk disse que nunca havia  se deparado com uma cena deste tipo, tão “bárbaro”.
O australiano mergulha há 40 anos, e estava nadando com alguns amigos depois  de explorar um naufrágio ali perto, no estado de Nova Gales do Sul.
– No final do nosso mergulho, nos deparamos com essa cena de barbárie, um  tubarão de dois metros amarrado pela barbatana. Isso deve ter sido feito  por algum pescador que não deveria estar por ali, já que a área é de preservação ambiental – disse o australiano.
O australiano acredita que o tubarão já estava morto há alguns dias. Isso porque poucas pessoas mergulham no local – uma reserva ambiental na cidade de  Adelaide – durante a semana. O grupo em que ele estava foi o primeiro a ver o  animal naquela situação, no sábado.
Robb Westerdyk não sabe quem fez aquilo, nem o porquê. Ele imagina que pode  ter sido um pescador fazendo piada com outros pescadores, ou tentando assustar  mergulhadores.
– Em 40 anos de mergulho, nunca vi nada assim – repetiu. – É um acto sem  sentido, tirar a vida do animal assim, sem qualquer propósito
Westerdyk trabalha em construção civil e faz fotos subaquáticas de maneira  amadora. Ele registou a cena e cortou a corda que amarrava o tubarão. O animal  afundou em seguida.
Fonte: Extra
Foto: Robb-Westerdyk

Taça de Portugal disputa-se em Peniche a partir de 5ª Feira.

A Taça de Portugal de Surfing, competição rainha da FPS, está prestes a entrar na água, a partir de quinta-feira e durante o fim-de-semana (25 a 28), em Peniche, onde irá reunir mais de uma dezena de clubes e quase duas centenas de atletas.
Uma prova com muita tradição e com mais de uma dezena de clubes confirmados de Norte a Sul do país, todos na luta pela conquista de um  troféu que o ano passado foi arrebatado pelo Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos (CRCQL), de Carcavelos, após luta renhida com os portuenses da Onda do Norte.
“Somos um clube humilde que só se mobiliza para a Taça, por isso, tenho de dizer que vamos com a obrigação de ganhar!”, diz sem complexos Pedro Monteiro, capitão do CRCQL. O carismático surfista de Carcavelos lamenta algumas baixas na sua equipa devido às alterações de formato da competição, nomeadamente, o corte da variante de Dropknee do bodyboard e do kneeboard.
“Infelizmente, não podemos contar, este ano, com o grande Nuno Neto, figura grande de Carcavelos, e Paulo Cunha, outro grande nome da Quinta dos Lombos que nos garantia um lugar no pódio do kneeboard, já que é o único que fazia frente ao Pedro Velhinho e que no ano passado foi prejudicado pela acção pouco ética de terceiros”, acusa Pecas.
Palavras que, no caso de Paulo Cunha, aludem a uma rivalidade com a Onda do Norte e que, à semelhança do que sucedeu há dois anos, promete ser um dos grandes motivos de animação da Taça de Portugal.
Recordamos que a Taça de Portugal (agora demominada de Surfing para sublinhar o seu ecletismo nos desportos de ondas) é a prova rainha da FPS, reunindo atletas em todos os escalões etários nas modalidades de surf, bodyboard e longboard.
Vencedores da Taça de Portugal
1994 – Caparica Surfing Clube
1995 – Caparica Surfing Clube
1996 – Associação de Surf de Oeiras e Carcavelos
1997 – Associação de Surf de Oeiras e Carcavelos
1998 – Clube de Surf do Porto
1999 – Clube de Surf do Porto
2000 – Associação de Surf da Costa de Caparica
2001 – Associação de Surf da Costa de Caparica
2002 – Clube do Mar (Sagres)
2003 – Surfing Clube Costa do Sol
2004 – Surfing Clube Costa do Sol
2005 – Clube de Desportos Alternativos da Nazaré
2006 – Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos
2007 – Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos
2008 – Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos
2009 – Península de Peniche Surf Clube
2010 – Clube Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos
2011 – Associação Onda do Norte
2012- Centro Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos


Fonte: Surf Portugal

Festival do Marisco volta de 10 a 15 de Agosto a Olhão

O Festival do Marisco de Olhão volta entre 10 e 15 de Agosto ao Jardim Pescador Olhanense para aquela que é a 28.ª edição do evento que o presidente da Câmara considera o principal impulso da cidade.
De novo com seis dias, ao contrário dos cinco de 2012, o festival vai contar com a actuação de Tony Carreira no sábado, dia 10, seguindo-se Carminho, Xutos & Pontapés, João Pedro Pais, a banda de tributo U2 UK e, a fechar, na quinta-feira, dia 15, o brasileiro Grupo Revelação.
“O Festival do Marisco tem sido a principal mola impulsionadora de Olhão e das suas potencialidades nesta área económica dos bivalves. Graças ao Festival do Marisco passámos a ter algum desenvolvimento turístico, exactamente porque as pessoas começaram a perceber que Olhão tinha coisas muito boas para dar”, afirmou à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal.
Para o autarca, o retorno justifica que a Câmara “invista no festival de maneira a que mantenha alta qualidade” e sublinha que este tem “tido uma alta rentabilidade”, sendo o ponto de partida para o nascimento das várias estruturas turísticas no concelho em anos recentes, como o hotel de cinco estrelas.
O orçamento para o evento deste ano mantém-se próximo dos 500 mil euros, à semelhança do ano passado, já que “os custos não são mais elevados pelo facto de fazer mais um dia”, fora o preço a pagar a mais um artista.
Francisco Leal mostra-se preocupado pelas recentes interdições à apanha de bivalves no Algarve em geral e em Olhão em particular, considerando que não faria sentido ter de se ir buscar marisco “a outro sítio para garantir o fornecimento do festival”, pelo que o autarca acredita que as limitações serão levantadas a tempo do evento.
“Este ano (…) vamos ter mexilhão que é aqui produzido na costa. Temos uma aquacultura cada vez mais intensa em ‘offshore’, há aqui mexilhão de boa e excelente qualidade e essa é uma das nossas apostas”, sublinhou o presidente da Câmara, que este ano abandona o cargo, depois de 20 anos à frente do Executivo municipal.
Francisco Leal diz ter “o maior orgulho em ter contribuído para que o Festival do Marisco desse uma volta muito significativa em termos de qualidade”, mas não se encara como um saudosista, o que quer dizer que, em 2014, voltará ao evento, “não como presidente da Câmara, mas como pessoa que gosta de marisco”.
Os bilhetes para o 28.º Festival do Marisco custam oito euros para adultos e três para crianças dos sete aos 12 anos, sendo a entrada grátis para mais novos.

Fonte: Lusa/SOL

Turistas jantam ‘acompanhados’ por tubarões num aquário em Espanha

Jantar ao lado do maior predador marinho não é para todos os estômagos. A não ser que a refeição se faça no Big Blue, considerado o maior tanque de tubarões da Europa, que permite que os visitantes possam desfrutar de uma refeição na companhia destes animais.
O restaurante está localizado no interior do aquário, onde as paredes transparentes permitem que presas e predadores possam estar lado a lado sem que haja qualquer tipo de perigo ou ameaça.
O Palma Aquarium, onde se encontra o Big Blue, está localizado na ilha de Maiorca e tem cerca de 55 tanques que reúnem mais de 700 espécies pertencentes à fauna e flora do mar Mediterrâneo e dos oceanos Pacifico, Atlântico e Índico. Mas mais do que um parque marinho é um centro de lazer para adultos e crianças com diversas actividades, onde a principal atracção turística é nadar com os tubarões.
Sob o lema “conhecer e valorizar para aprender a proteger”, pretende ainda promover a compreensão e admiração pela beleza do mundo marinho no sentido de sensibilizar os visitantes a respeitar e cuidar melhor do ambiente.

Fonte: Sol