Subida do nível do mar atingiu níveis recorde em 2012

O risco que as empresas enfrentam por via das mudanças climáticas está de novo em destaque – um novo relatório confirmou que 2012 foi um dos 10 anos mais quentes de sempre, com a subida do mar a atingir níveis recorde e a quantidade de gelo no Oceano Árctico em mínimos igualmente históricos.
Os cientistas norte-americanos emitiram um relatório anual que detalha uma série de indicadores climáticos globais importantes, incluindo informações sobre as temperaturas médias, eventos climáticos extremos, degelo no Árctico e nível do mar. O documento, produzido por especialistas da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), conclui que, dependendo do conjunto de dados usados, 2012 foi o oitavo ou nono ano mais quente já registado em todo o mundo.
Os Estados Unidos e a Argentina contaram com o seu ano mais quente e inúmeras outras regiões experimentaram níveis médios mais elevados de condições meteorológicas extremas.
O relatório também revela que a extensão do gelo marinho no Árctico atingiu no ano passado o recorde mais baixo de sempre, ao mesmo tempo que o nível das águas do mar subiu para níveis recorde.
Quanto às concentrações de gases com efeito de estufa, continuaram a aumentar. Na Primavera de 2012, a concentração atmosférica de CO2 ultrapassou, pela primeira vez, as 400 partes por milhão em vários locais de observação do Árctico.
Segundo o Business Green, o relatório foi projectado para fornecer informações precisas aos decisores políticos, aos governos e às empresas para que os ajudem a preparar-se para um futuro extremo por via das mudanças climáticas.
“Muitos dos eventos que tornaram 2012 num ano tão interessante fazem parte das tendências de longo prazo que vemos num clima variável e em mudança. Os níveis de carbono estão a subir, o nível do mar está a subir, o gelo do mar Árctico está a derreter e o nosso planeta como um todo está a tornar-se num lugar mais quente”, disse Kathryn Sullivan, da NOAA.
Todas as empresas, incluindo as pequenas, precisam estar cientes dos riscos que as alterações significam e preparar-se para lhes dar uma resposta de forma adequada.
Fonte: GreenSavers.

Onda gigante faz 30 feridos (vídeo)

Rio ganhou força com tufão e atingiu turistas que estavam a fotografar.

Uma onda gigante derrubou o parapeito da margem do rio Qiantang, no leste da província de Zhejiang, China, ferindo pelo menos 30 pessoas. 

A onda ganhou força com um tufão que passou perto e acabou por atingir os turistas que estavam no local a fotografar a força do rio.

Fonte: TVI 24

Criatura estranha encontrada em praia espanhola ( Vídeo ).

Cadáver de animal com chifres e quatro metros de cumprimento intriga especialistas.

Os especialistas ainda não conseguiram identificar a espécie a que pertence o estranho animal marinho encontrado morto por banhistas, no dia 15 de Agosto  numa praia da localidade de Luis Siret, em Almería, Espanha. 

De acordo com o site espanhol «Ideal», funcionários do Serviço de Protecção da Natureza (Seprona) e da Associação de Defesa da Fauna Marinha (Promar) estão a analisar as imagens feitas do animal, que mede cerca de quatro metros, para tentar fazer a identificação. Até o momento, apenas foi descartada a hipótese de se tratar de um mamífero. Os especialistas acreditam que pertence a uma espécie de peixe.

«Tivemos acesso às imagens dos restos encalhados na areia, ali lançado, provavelmente, por fortes ondas. As fotos estão a ser enviadas a especialistas na tentativa de identificar o espécime. À primeira vista parece um tipo de peixe, porém o estado de decomposição dificulta o reconhecimento», afirma o coordenador da Associação de Defesa da Fauna Marinha, Francisco Toledano.

O mesmo responsável acrescenta que «é difícil saber de que se trata. Está muito decomposto. Talvez consigamos saber alguma coisa se analisarmos os ossos, mas para termos a certeza é necessário fazer uma análise genética e isso é muito caro», disse.

Toledano diz que já partilhou informações com outros pesquisadores sobre a possível origem do peixe. «Imagino que esse animal tenha sido enterrado em algum local», explicou, ao comentar a presença de supostos chifres na criatura. Para Francisco Toledano, os ossos de outros animais podem ter-se juntado ao peixe gigante.

Fontes oficiais informam que não foi feita análise de ADN, já que nenhuma entidade se prontificou a arcar com os custos da análise. As autoridades que cuidam da fauna marinha e a Guarda Civil local removeram o animal do local na sexta-feira, dia 16 de agosto. O site «Huffington Post» noticia que os restos do animal tiveram de ser enterrados, devido ao grau de decomposição, e que agora os estudos são feitos apenas a partir das imagens.

Alguns boatos chegaram a mencionar que o peixe tem alguma relação com um incidente que houve em Palomares, localidade próxima da praia onde a criatura foi encontrada. No fim da década de 1960, caiu na região uma bomba radioactiva de um avião norte-americano. Acredita-se que o artefacto tenha contaminado a área e prejudicado a fauna.

A imagem do peixe com chifres e de quase quatro metros de altura começou a tornar-se viral no Facebook no sábado, dia 17 de Agosto  Vários internautas começaram a atribuir nomes à criatura como «peixe mutante», «dinossauro aquático» ou «peixe-touro».

Fonte: TVI 24

Morreu o Sapal, o mais jovem golfinho do Sado

Poucos dias depois de ter sido visto pela primeira vez a nadar junto às fêmeas do grupo de golfinhos-roazes do Sado, o Sapal foi encontrado morto na sexta-feira passada. A cria recém-nascida era o mais jovem elemento da população que conta agora com 26 golfinhos.
Ainda tinha a barbatana dorsal ligeiramente dobrada, devido ao tempo (12 meses) passado no útero da mãe, a Ligeiro. Foi ela que deu o alerta na sexta-feira à tarde. “Vimos a mãe a tentar manter a cria à superfície, a fazer o ritual da morte”, como se estivesse a empurrá-la para a ajudar a respirar, descreve Pedro Narra, da empresa Vertigem Azul, que faz observação de golfinhos no Sado.
Os rituais continuaram até ao dia seguinte, conta, descrevendo um cenário “triste”, que “parecia um funeral”. O irmão do Sapal acompanhava a mãe enquanto esta tentava em vão reanimar a cria. Por volta do meio-dia, os técnicos da Reserva Natural decidiram retirar da água o corpo do golfinho, que deverá agora ser submetido a uma necrópsia, para apurar as causas da morte. O problema é que, regra geral, “os resultados demoram a aparecer e são quase sempre inconclusivos”, lamenta Pedro Narra.
“Os sons emitidos pela mãe ouviam-se fora de água”, recorda. A Ligeiro ficou perto da embarcação até não poder mais . “No dia seguinte apareceu o Asa, acho que ouviu os sons e veio ao funeral”, acredita o responsável da Vertigem Azul. O Asa voltou ao estuário onde já foi uma estrela – há 14 anos foi içado por um helicóptero da Força Aérea, resgatado de um esteiro onde tinha ficado preso, tudo filmado pelas câmaras de televisão. Como ele, voltaram também outros dois roazes que já não eram vistos desde Junho. “Já só falta o Guilhas.”
Não é a primeira vez que morre uma cria no estuário do Sado, onde se encontra a única população de golfinhos residente em Portugal. Mas cada caso é visto com preocupação por quem acompanha e chama pelo nome os roazes-corvineiros [Tursiops truncatus]. O Sapal teria poucas semanas de vida – foi visto pela primeira vez no dia 7 – e as crias recém-nascidas são muito sensíveis, tal como as mães. “É como uma mulher que dá à luz, se tem um momento de stress pode perder o leite. Eles têm que mamar e o stress é prejudicial”, lembra Pedro Narra.
Durante o Verão não faltam barcos no estuário à procura dos golfinhos. Às embarcações com licença marítimo-turística somam-se os barcos de recreio de particulares. E nem sempre se respeitam as normas do regulamento: por exemplo, manter uma distância de 30 metros em relação ao grupo de golfinhos mais próximo, não ficar mais do que 30 minutos junto aos animais e não exceder a sua velocidade de deslocação. Há também quem se queixe da falta de fiscalização por parte das autoridades marítimas.
Quando deu a notícia do nascimento do Sapal, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) lembrava que as primeiras semanas são cruciais para a sobrevivência dos golfinhos, pelo que “não é desejável que um grande número de embarcações permaneça nas proximidades do grupo”.
O ICNF pedia ainda que as observações de cetáceos, uma das actividades que mais atrai os turistas ao Sado, na região de Setúbal, fossem dirigidas a outros roazes nos próximos tempos.
Contactado nesta segunda-feira pelo PÚBLICO, o ICNF confirmou a morte do Sapal e o ritual descrito por Pedro Narra: “o corpo do roaz estava a ser transportado pela progenitora que se afastava sistematicamente das embarcações que se tentavam aproximar.
Fonte: Público.

Roterdão foi o primeiro porto europeu a receber o Triple-E da Maersk

O porto de Roterdão foi o primeiro porto europeu a receber o primeiro navio da série Triple-E da Maersk, o maior porta-contentores do mundo com capacidade para 18.000 teus. 

O navio “Maersk Mc-Kinney Moller” é o primeiro a estar operacional da série Triple-E e supera em 2.500 teus a capacidade do até agora maior porta-contentores do grupo, o “Emma Maersk”.

A chegada do “Maersk Mc-Kinney Moller” a Roterdão coincidiu com a apresentação de Nils S. Andersen, CEO da Maersk, dos resultados do grupo Maersk no segundo trimestre, no qual o lucro caiu 11% passando dos 965 milhões de dólares para os 856 milhões. Ainda assim, o responsável destacou o resultado positivo da Maersk Line e da APM Terminals.

Fonte: Cargo

Morreu a turista alemã atacada por tubarão



A jovem alemã que ficou sem um braço depois de ser atacada por um tubarão no Hawaii morreu nesta quarta-feira, uma semana depois do acidente.

Jana Lutteropp, de 20 anos, que corria perigo de vida, morreu no centro hospitalar do Maui, comunicou a porta-voz do hospital, Carol Clark. 

No dia do incidente, um professor californiano que ali se encontrava de férias ouviu os gritos da jovem e entrou de imediato na água para a acudir. Rick Moore conseguiu resgatar Lutteropp para terra, que perdeu várias vezes a consciência.

Não se sabe que espécie de tubarão atacou a jovem, pois ninguém terá avistado o animal, segundo a Associated Press.

As autoridades havaianas estão preocupadas com o número de ataques registados este ano – oito até ao momento -, já depois dos dez que ocorreram em 2012, uma vez que até então os registos apontavam para uma média de três/quatro ataques por ano.

A última morte registada no Hawaii por ataque de tubarão aconteceu em 2004, quando um animal da espécie Tigre arrancou a perna do surfista Willis McInnis, também em Maui


Fonte: TVI 24

Vídeo: Hovercraft enorme chega de surpresa a praia russa

O que o Ministério da Defesa russo descreve como um exercício de rotina apanhou desprevenidos os banhistas de uma praia russa que não contavam com a aproximação do enorme veículo, de 60 metros e 550 toneladas, sem dar mostras de abrandar em direcção à areia.
Um domingo de sol e uma praia cheia de banhistas. Foi este o cenário escolhido pela marinha russa para um exercício que culminou com uma chegada aparatosa perante os olhares incrédulos dos presentes.
Testemunhas falam num “rugido terrível” e relatam “ondas enormes” à medida que o hovercraft se aproximava da areia. Em pouco tempo, vários militares saíram do veículo, pedindo aos veraneantes que se afastassem.
Com 60 metros de comprimento e 550 toneladas de peso, o hovercraft militar tem capacidade para transportar 400 pessoas e pode atingir velocidades de 110 km/hora.


Fonte: Visão

Artigo de Opinião: "Novas rotas para o País."

Tal como em 1492, Cristóvão Colombo tentou descobrir uma rota para Índia e acabou por desembarcar numa ilha das caraíbas – Hoje, a existência de um trabalho conjunto entre muitos intervenientes tem feito descobrir novas rotas no mundo, que ajudam a desenvolver o país. Nos últimos anos, Portugal também tem vindo a fazer história nas actividades que se relacionam com Mar. Como porto de águas profundas , único nas suas características existente no país, Sines usufrui do aumento de fluxo de navios e oferece excelentes condições para receber navios de terceira geração. Se, no inicio das operações do terminal de contentores do porto, o primeiro navio tinha 184 metros, hoje, e com uma escala regular a ligar Portugal ao Oriente, o Porto de Sines recebe os maiores navios do mundo. Em menos de 10 anos de actividade, o terminal de contentores do porto alentejano, ultrapassa já os 3700 navios. Mas estes números não teriam razão nenhuma de ser, senão existissem homens e mulheres cujo empenho e dedicação contribuem para projectar o nome de Portugal no mundo.  

Autor: Américo Lourenço
Fonte: Público.

Artigo de Opinião: "Novas rotas para o País."

Tal como em 1492, Cristóvão Colombo
tentou descobrir uma rota para Índia e acabou por desembarcar numa
ilha das caraíbas – Hoje, a existência de um trabalho conjunto
entre muitos intervenientes tem feito descobrir novas rotas no mundo,
que ajudam a desenvolver o país. Nos últimos anos, Portugal também
tem vindo a fazer história nas actividades que se relacionam com
Mar. Como porto de águas profundas , único nas suas características
existente no país, Sines usufrui do aumento de fluxo de navios e
oferece excelentes condições para receber navios de terceira
geração. Se, no inicio das operações do terminal de contentores
do porto, o primeiro navio tinha 184 metros, hoje, e com uma escala
regular a ligar Portugal ao Oriente, o Porto de Sines recebe os
maiores navios do mundo. Em menos de 10 anos de actividade, o
terminal de contentores do porto alentejano, ultrapassa já os 3700
navios. Mas estes números não teriam razão nenhuma de ser, senão
existissem homens e mulheres cujo empenho e dedicação contribuem
para projectar o nome de Portugal no mundo.  

Autor: Américo Lourenço
Fonte: Público.

UMinho apoia produção de marisco gourmet

Estando a ser desenvolvido tecnologicamente na Universidade do Minho, o “Sea Inside”, projecto de produção de mariscos de alto valor em aquacultura, partiu da ideia de dois jovens empreendedores e acabou por ser amadurecido no IdeaLab – Laboratório de Ideias de Negócio da TecMinho, onde foi repensado de forma integrada com a realidade comercial actual  adoptando conceitos do mundo do mercado e da gestão.

O ponto de partida foi, segundo David Mota, um dos dois jovens proponentes, “escolher uma espécie de marisco de grande valor no mercado gourmet, que fosse pouco explorada”. Depois, no âmbito da sétima edição do IdeaLab foi preparado um plano de negócios e fizeram-se contactos exploratórios com chefes de cozinha e eventuais clientes. As técnicas e os métodos de produção foram aperfeiçoados, descobrindo esta equipa que “além de estar muito próxima dos melhores métodos do mundo, dispõe de condições mais vantajosas para a produção desta espécie”, explica este engenheiro do ambiente. Em Esposende, onde pretendem instalar a unidade de produção, as condições morfológicas “são excelentes” e também existem algas apropriadas para a alimentação daqueles mariscos. “Já contactamos pescadores que nos fornecerão as algas em regime de outsourcing, já que as têm recolhido para fertilizante, o que é uma mais-valia na redução de custos em relação aos nossos competidores europeus”, acrescenta David Mota. Até meados de 2014 deverá estar instalada a unidade de produção em terra, que captará água no mar e, depois de filtrada, constituirá o habitat ideal para a espécie, contemplando ainda a afectação de três colaboradores em full-time. Nos primeiros três anos, a “Sea Inside” necessita de um milhão de euros de investimento. Os primeiros espécimes para venda só estarão no estado comercializável ao fim de três anos, altura em que terão uma dimensão que lhes garanta vantagem competitiva, e serão, numa primeira fase, para exportação, pois é uma espécie muito popular em países como a França ou Irlanda. Mais tarde, haverá implementação do produto no mercado nacional, para além do desenvolvimento e da produção de outras espécies exclusivas, com potencial semelhante.

Fonte: UMinho