Fotógrafo amador "apanhou" monstro do Lago Ness


David Elder, fotógrafo amador de 50 anos, acredita ter conseguido fotografar e filmar o mítico monstro do Lago Ness, na Escócia.

David Elder estava perto de Fort Augustus, no norte da Escócia, quando fotografou e filmou a mítica criatura do Lago Ness, segundo noticiou o “Daily Mail”.
“Pelo canto do meu olho direito, apercebi-me de algo negro na água, formando uma onda semelhante às que são formadas por um barco. Estou convencido que aquilo foi causado por um sólido objecto negro submerso. A água estava totalmente quieta naquele momento e não havia qualquer outra actividade na água”, descreveu o fotógrafo amador ao jornal britânico.

Fonte: JN

Fotógrafo amador "apanhou" monstro do Lago Ness



David Elder, fotógrafo amador de 50 anos, acredita ter conseguido fotografar e filmar o mítico monstro do Lago Ness, na Escócia.

David Elder estava perto de Fort Augustus, no norte da Escócia, quando fotografou e filmou a mítica criatura do Lago Ness, segundo noticiou o “Daily Mail”.
“Pelo canto do meu olho direito, apercebi-me de algo negro na água, formando uma onda semelhante às que são formadas por um barco. Estou convencido que aquilo foi causado por um sólido objecto negro submerso. A água estava totalmente quieta naquele momento e não havia qualquer outra actividade na água”, descreveu o fotógrafo amador ao jornal britânico.

Fonte: JN

Hyundai Heavy pode construir 10 navios de carga para a UASC

A sul-coreana Hyundai Heavy Industries está próxima de obter uma encomenda avaliada em cerca de 1,4 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) por parte da United Arab Shipping Company (UASC) para a construção de 10 navios de contentores, de acordo com fontes próximas do processo.


No âmbito do acordo, a UASC adquire cinco dos maiores navios de carga já construídos, cada um com capacidade de transportar 18 800 TEU (twenty foot equivalent united), mais cinco navios com capacidade de 14 500 TEU.
 
O valor do contrato pode sofrer alterações, uma vez que o pedido ainda não foi assinado, referem as mesmas fontes.

Fonte: OJE

Núcleo Museológico do Mar inaugura exposição do prestigiado fotógrafo Joel Santos

O Núcleo Museológico do Mar inaugura no dia 31 de Agosto a mostra fotográfica “Mar de Atlas”, do prestigiado fotógrafo Joel Santos.
Autor de inúmeros best-sellers na área da fotografia, Joel Santos seleccionou um conjunto de 16 fotografias, representativas do seu trabalho na área de “Oceans and Rivers”.
No dia da inauguração, Joel Santos apresentará o seu mais recente livro, “FOTOedição: O Guia Essencial de Pós-produção com Photoshop Lightroom e Adobe Camera Raw’”, e realizará uma sessão de autógrafos.
Data: 31 de Agosto a 29 de Novembro
Entrada gratuita

Lobo marinho encontrado ferido na Madeira de regresso ao mar

O lobo-marinho que deu à costa no Porto Moniz, na ilha da Madeira, com um ferimento no pescoço, já regressou ao mar depois de lhe ter sido administrado um antibiótico.

«Fizemos o que podíamos fazer, administrámos um antibiótico que tem a duração de 14 dias e agora é esperar», disse à agência Lusa o director do Parque Natural da Madeira, Paulo Oliveira.
Para o responsável do Parque Natural da Madeira, «as expectativas são positivas», considerando que a foca monge do Mediterrâneo ou lobo marinho, como é conhecido, tem probabilidade de recuperar.
Depois de ter passado o dia de terça-feira numa praia da pedra rolada junto às piscinas naturais do Porto Moniz, no norte da ilha da Madeira, e de lhe ter sido administrado o medicamento, o animal deu sinal de algum stresse e desconforto pelo que os elementos do parque decidiram remover a barreira que o circunscrevia ao lugar e deixá-lo regressar ao mar.
O lobo marinho era um macho adulto e de porte médio. Técnicos e veterinários do parque, do Centro Holandês de Reabilitação da Foca Monge de Peterburen e do CBD Habitat de Espanha acompanharam, monitorizaram e deram assistência o animal.
A foca-monge do Mediterrâneo é uma das focas mais raras do mundo onde existem cerca de 500 indivíduos.
Na Madeira, com especial destaque nas ilhas Desertas, em 1988 existiam seis indivíduos número que aumentou para cerca de 40 devido às políticas de protecção e preservação do Governo Regional da Madeira.

Fonte: TSF

Porto de Lisboa movimenta um milhão de toneladas de mercadorias por mês

O Porto de Lisboa movimentou 7,1 milhões de toneladas de mercadorias, o equivalente a uma média mensal superior a 1 milhão de toneladas nos primeiros sete meses de 2013, segundo anunciado pela administração da infraestrutura (APL) nesta quarta-feira.

Os principais contributos vieram dos segmentos de mercado estratégicos para o porto: a carga contentorizada, que representa 47% do total de mercadorias, e os granéis agro-alimentares, que representam perto de 30%. Este último regista um crescimento de 1% nos valores acumulados, com um total de 1,9 milhões de toneladas movimentadas.

De Janeiro a Julho, o Porto de Lisboa registou 1647 navios entrados a que correspondeu um gross tonnage – GT de 26,6 milhões, ou seja mais 1,7% comparativamente com igual período de 2012. No segmento dos navios de carga contentorizada, verificou-se um crescimento de 7,3% no GT, os quais (817) representaram cerca de 50% do total.

Relativamente aos valores acumulados dos terminais que movimentam granéis sólidos – o Terminal Multiusos do Beato, o Terminal Multiusos do Poço Bispo, o Terminal da Cimpor e o Terminal de Granéis Alimentares de Palença – «tiveram forte crescimento, com mais 90,9%, 13,3%, 69,3% e 28,3%, respectivamente», detalha a  mesma fonte.

No que se refere ao tráfego de granéis líquidos, a Estação de Assistência Naval do Porto de Lisboa aumentou 20,6%, o Terminal de Granéis Alimentares de Palença cresceu 19,8% e o Terminal do Barreiro subiu 55,7%.

Nos contentores, «tanto o Terminal de Contentores de Santa Apolónia como o Terminal de Contentores de Alcântara tiveram valores de tráfego de quantidade de contentores superiores ao período homólogo em 2012», refere a nota divulgada no site da APL.

Fonte: Dinheiro Digital.




IXV: Mergulho no mar para subir aos céus @ Vídeo

A mais recente nave espacial europeia prepara-se para fazer um teste crucial ao largo da costa da Sardenha. A ideia é, precisamente, identificar limites. Cada passo é minuciosamente analisado. Como destaca Roberto Angelini, um dos responsáveis do programa IXV, “isto é inédito para a Europa. Daí o desafio.”
Num pequeno porto ao lado de uma base militar na Sardenha, a jornada começou muito cedo para um grupo de soldados italianos e de engenheiros espaciais. É hoje que vão proceder aos testes do denominado IXV ou Veículo Experimental Intermediário, que vai ser largado sobre o Mar Mediterrâneo. Giorgio Tumino, também à frente do projecto IXV, explica o que vai acontecer: “As condições climatéricas parecem as ideais, por isso devemos realizar o teste ainda durante a manhã. A ideia é sair agora, evacuar o espaço marítimo, garantir que não há lá ninguém. Depois, o helicóptero vai buscar o protótipo, vai sobrevoar aquela área e, a cerca de 3 mil metros de altitude, vai largar o aparelho.”
São muito ambiciosas as expectativas em torno do IXV, um protótipo que representa todo um novo capítulo tecnológico no percurso da Agência Espacial Europeia. O objectivo primordial é conceber uma pequena nave espacial, a custos muito mais razoáveis, que possa abordar a órbita terrestre de forma a aterrar ou amarar num ponto preciso. A pressão aumenta quando sabemos que o lançamento do IXV, pensado como um veículo de carga, está previsto para 2014. Segundo Tumino, “os americanos, os russos, os chineses, desenvolveram a capacidade de regressar a partir da órbita. É muito importante que a Europa também desenvolva essa tecnologia. (…) Podemos prever que, um dia, vamos conseguir operar em órbita, juntamente com a futura geração de satélites, de forma a fazer reabastecimentos, a efectuar pesquisas atmosféricas a grandes altitudes, a monitorizar catástrofes. Há inúmeras aplicações civis que podem ser benéficas para o sector espacial.”
Regressar do espaço para a Terra foi sempre desafiante, em grande medida por causa das velocidades e temperaturas envolvidas. No início, os soviéticos e os americanos conceberam cápsulas com a parte inferior quase plana, para proteger a estrutura do calor exterior. A versão europeia, chamada ARD, entrou em testes nos anos 90. Hoje em dia, os astronautas utilizam a cápsula russa Soyuz. Ao erguer uma espécie de barreira contra as elevadas temperaturas, na reentrada na atmosfera, torna-se impossível manobrá-la para controlar onde aterra. Essa é uma das vantagens do IXV, como salienta Angelini: “Durante a descida, o IXV interage com a atmosfera, ou seja, é a sua própria forma que isola o calor, criando um efeito de sustentação. Daí que seja possível guiar o veículo até um alvo muito mais específico, se compararmos com as cápsulas.”
Mas esta tecnologia tem pontos frágeis, sobretudo no que concerne o calor que se acumula nas extremidades. A NASA utilizava nos vaivéns painéis de resistência nas partes dianteira e laterais. Em 2003, esses painéis ficaram danificados durante a descolagem do Columbia. A nave não resistiu à reentrada na atmosfera. Os sete tripulantes morreram. Tumino ressalva que “o IXV é mais eficiente do ponto de vista da proteção térmica. A diferença é que os vaivéns eram feitos de vários painéis, enquanto que este é constituído de grandes estruturas. A parte dianteira, por exemplo, tem quase um metro de largura.”
Regressando ao teste do IXV: todas as atenções se concentram na abertura do pára-quedas e nos balões que têm de se insuflar no contacto com a superfície. Roberto apercebe-se de que o mergulho não correu como devia. O IXV flutua por ele mesmo, mas é suposto ser auxiliado por quatro balões laterais que asseguram a sua estabilidade, o que não aconteceu. Tanto Giorgio, como Roberto, consideram que os balões não insuflaram devido à regulação dos sensores, preparados para um impacto na água muito mais forte. Ou seja, a amaragem foi demasiado suave. “É um assunto que tem gerado muitas discussões. É preciso diferenciar entre o choque produzido pelo impacto na água e o provocado pelas rajadas de vento sobre o pára-quedas, porque têm consequências muito idênticas. Temos de conseguir distinguir as duas situações. Nós tínhamos regulado os limites para níveis muito elevados. A impressão visual que tive do que aconteceu foi que a amaragem foi muito suave, porque o pára-quedas funciona bem. Daí que o impacto tenha sido mais reduzido do que o esperado”, declara Tumino. No entanto, sublinha o seguinte: “O lado positivo é que o nosso trabalho vai tornar-se mais robusto. E esse era o objectivo: testar os limites para perceber que caminho vamos seguir.”
Fonte: Euronews.

Quebra-gelos abandona Mar de Kara sob ameaça de força

O quebra-gelos ‘Arctic Sunrise’ da organização ambientalista Greenpeace vai abandonar o Mar de Kara, no Ártico, depois de o capitão ter sido ameaçado pela guarda fronteiriça russa, anunciou a porta-voz da Greenpeace na Rússia.
“Ameaçando com a força, [os guardas fronteiriços] exigiram ao comandante do quebra-gelos que abandonasse o Mar de Kara. Não obstante, a Greenpeace não recua das suas posições e está na hora do protesto dos activistas contra a extracção de petróleo no Ártico”, afirmou Khalimat Tekeeva.
Guardas fronteiriços russos detiveram o “Arctic Sunrise” na manhã de hoje, depois de o quebra-gelos ter entrado no domingo no Mar de Kara, no Ártico russo, sem autorização das autoridades da Rússia.
Agentes russos abordaram o navio depois de activistas da Greenpeace, com cartazes “Salvem o Ártico”, tentarem, a bordo de botes de borracha, dirigir-se para o navio “Dmitri Nalivkin “, fretado pela companhia petrolífera russa Rosneft e ExxonMobil para fazer prospecção de petróleo na região.
A Administração da Rota do Mar do Norte (MNAR), a agência russa que controla a navegação nessa região, recusou vários pedidos de Greenpeace com o argumento de que o ‘Arctic Sea’ não foi devidamente certificado.
A Greenpeace pretende realizar acções de protesto contra a exploração de petróleo e gás pela Rosneft e ExxonMobil no Ártico, que os ambientalistas consideram uma ameaça para o ecossistema da região.

Fonte: Noticias ao Minuto.

Espinheiro marítimo pode ser próxima superfruta

A fruta do espinheiro marítimo, que nasce em abundância na região costeira da Escócia, pode ser considerada a próxima superfruta por ter uma grande quantidade de nutrientes que fazem bem à saúde.
Estas bagas são habitualmente vistas naquele país como uma erva daninha espinhosa e invasiva mas estão cheias de vitaminas, minerais e antioxidantes. Agora, investigadores da Universidade de Queen Margaret, em Edimburgo, estão a estudar formas de usá-las em bebidas e alimentos.
As bagas do espinheiro marítimo, ou Hippophae, têm mais vitamina C do que um kiwi e mais vitamina E do que a soja. Os benefícios da planta não tinham ainda sido explorados anteriormente pelos escoceses devido aos problemas relacionados com a sua colheita, e ao sabor amargo das bagas.
Fonte: vidarural.pt