Compilação de Legislação para as Actividades Marítimas



A Vontade e a a Capacidade da Marinha Portuguesa de Bem Fazer, desta vez através da implementação de uma plataforma de Legislação para as Actividades Marítimas. 
Actualizada, bem gerida e completa, inclui temas como os Espaços marítimos e competências; Pesca e Aquicultura; Actividades de recreio e lúdicas; Pessoas, documentos, segurança e condições de trabalho; Poluição, Áreas protegidas; Controlo de Tráfego Marítimo, Actividades marítimo – turísticas, entre muitos outros.
A visitar, consultar e divulgar!

http://www.marinha.pt/Conteudos_Externos/lexmar/PGPAT%20100/PGPAT_100_indice_internet.htm


Fonte: Álvaro Sardinha.

Cascais – Museus marítimos em debate

De 8 a 15 de Setembro decorre em Cascais o Congresso Internacional de Museus Marítimos. O encontro reúne especialistas nacionais e internacionais para debater temas como «o significado do património marítimo hoje», «a história marítima – nacional ou global?» e «a Marinha como um parceiro no património marítimo».

No dia 9 de Setembro, pelas 10h00, terá início o Congresso Internacional de Museus Marítimos. Até ao dia 13 vão estar em discussão diferentes abordagens, como «o significado do património marítimo hoje», arqueologia sub-aquática», «a história marítima – nacional ou global?», «a Marinha como um parceiro no património marítimo», «como podem a Marinha e os museus marítimos interagir?» e «cooperação global entre museus marítimos: problemas e possibilidades».

No dia 14, os participantes do congresso deixam a sala de debate e partem para rua na descoberta do património marítimo. Assim, decorrerá uma visita ao Eco-Museu do Seixal, seguido de passeio no rio. No dia 15, os congressistas vão ser conduzidos até Ílhavo com visita ao Museu Marítimo e Aquário de Bacalhaus.

Neste último dia de congresso, os participantes podem optar por ir a Portimão para descobrirem a cidade algarvia e a sua ligação ao mar, bem como o Museu de Portimão.

O congresso terá lugar na Casa das Histórias de Paula Rego, Museu do Mar Rei D. Carlos, Museu Biblioteca dos Condes de Castro Guimarães, Centro Cultural de Cascais e Palácio da Cidadela.


Fonte: Lopo Albuquerque

"Dimensões de Navios – Porte, Arqueação, Deslocamento"

Publicação “Dimensões de Navios – Porte, Arqueação, Deslocamento”, apresenta, detalha e analisa as referidas características, fundamentais para a classificação, regulamentação e desenvolvimento da actividade comercial marítima. Disponível em
https://www.facebook.com/groups/TransporteMaritimo/files

O cluster do Mar e as notícias associadas, abordando o seu impacto no futuro de uma nação marítima como Portugal, merece hoje ampla discussão e análise. Todos os dias são publicadas notícias, apresentados relatórios, elaboradas estatísticas, contendo terminologia marítima que urge interiorizar e compreender.

É o caso das dimensões associadas aos navios. Um sem fim de designações, com as respectivas traduções, dificultando muitas vezes a leitura de informação estratégica, muita dela numérica, métrica. Se, na leitura dos textos publicados, a informação não for claramente entendida, a mesma não se mede. E o que não se mede não se conhece.
E o que não se conhece não se melhora.


Fonte: Álvaro Sardinha.

"Dimensões de Navios – Porte, Arqueação, Deslocamento"

Publicação “Dimensões de Navios – Porte, Arqueação, Deslocamento”, apresenta, detalha e analisa as referidas características, fundamentais para a classificação, regulamentação e desenvolvimento da actividade comercial marítima. Disponível em
https://www.facebook.com/groups/TransporteMaritimo/files

O cluster do Mar e as notícias associadas, abordando o seu impacto no futuro de uma nação marítima como Portugal, merece hoje ampla discussão e análise. Todos os dias são publicadas notícias, apresentados relatórios, elaboradas estatísticas, contendo terminologia marítima que urge interiorizar e compreender.

É o caso das dimensões associadas aos navios. Um sem fim de designações, com as respectivas traduções, dificultando muitas vezes a leitura de informação estratégica, muita dela numérica, métrica. Se, na leitura dos textos publicados, a informação não for claramente entendida, a mesma não se mede. E o que não se mede não se conhece.
E o que não se conhece não se melhora.


Fonte: Álvaro Sardinha.

Tubarão descoberto em rio inglês

Um britânico caminhava calmamente perto do rio Stour, na região do Essex, sul britânico, quando reparou numa barbatana a nadar ao seu lado. Jody Gibbons, um executivo de marketing de 27 anos, tirou o telemóvel e filmou o animal, com 1,2 metros e que foi visto perto da aldeia de Cattawade.
“Caminhávamos [no rio] e vi uma grande barbatana a sair da água. Pensei que deveria ser um peixe muito grande, mas depois reparei que era enorme e percebi ser um tubarão. Nem acreditei no que via”, explicou Gibbons.
Jody, que passeava com o pai, passou mais de uma hora a admirar o tubarão. “Foi fantástico e sabia que tinha de o gravar, senão os meus amigos não acreditavam em mim”, avançou.
Segundo a Shark Trust, uma organização de protecção dos tubarões, existem 35 espécies diferentes de tubarão na costa britânica. “Já vi tubarões na parte mais baixa do rio, mas nunca a 16 quilómetros da costa”, frisou, por sua vez, David Warner, do Stour Sailing Club.
“Ficámos bem perto dele e percebemos que era bastante grande. Poderia, facilmente, ter 1,5 metros”, completou o jovem.
Fonte: Green Savers.

ESE com formação sobre Economia do Mar a partir de outubro

A AESE desenvolveu um programa de formação inédito em Portugal sobre Gestão Avançada da Economia do Mar (GAEM), que terá início a 3 de Outubro, tendo em conta que para aumentar significativamente e de forma real o valor da Economia do Mar em Portugal, é necessária uma nova visão que incorpore os conceitos do funcionamento em rede, da cooperação e da inovação e são necessárias novas ligações entre os intervenientes da Economia do Mar.

O GAEM destina-se a dirigentes e líderes de organizações que estejam, directa ou indirectamente, ligadas à Economia do Mar e que pretendam aprofundar e partilhar experiências de desenvolvimento de negócios e de internacionalização, este programa irá melhorar a capacidade de gestão das suas empresas ou instituições ao fornecer técnicas e ferramentas para uma tomada de decisão mais eficaz e eficiente.

Os participantes serão estimulados a tomar decisões relativas a diferentes temas de gestão e liderança, partindo de um estudo individual, passando por uma discussão em grupos e terminando em sessões gerais que sistematizam ideias, desenham alternativas e apontam planos de acção concretos.

Ao longo de 60 sessões, distribuídas por 13 semanas entre 3 de Outubro e 19 de Dezembro de 2013, os participantes do GAEM têm a possibilidade de reflectir e discutir sobre temas de gestão e descobrir como concretizar uma estratégia que tire partido do potencial que encerra o Oceano que circunscreve Portugal.

Mais informações em: http://www.aese.pt/programas_executivos/gaem/

Fonte: Cargo

Disponível o 6º número da Revista Científica Electrónica «Maria Scientia»

Já se encontra disponível o sexto número da Revista Científica Electrónica – Maria Scientia, um projecto co-financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
A Revista Maria Scientia tem como objectivo promover o conhecimento sobre os Assuntos do Mar em geral e, em particular, o trabalho desenvolvido no âmbito da presente Linha de Investigação e ser um espaço de produção científica de elevada qualidade, no domínio dos Assuntos Marítimos, possibilitando a divulgação da investigação realizada quer por autores portugueses e/ou lusófonos quer por autores estrangeiros que se dediquem ao estudo destas temáticas.

Call for Papers
Informam-se os interessados que está aberto novo Call for Papers para Revista Maria Scientia.
Submissão de artigos até 15 de Outubro de 2013 

Fonte: APP

Economia Marítima – Mito ou realidade?

No caso do sistema portuário nacional verifica-se que é produzido um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de cerca de 20€ por tonelada de mercadoria movimentada. Este indicador pode apontar para a existência de uma garantida vida própria para a “Economia Portuária” ou ajudar demonstrar que esta só faz sentido enquanto parte do sistema económico alargado ao domínio nacional, europeu ou global.

O transporte marítimo internacional e muitas das outras actuais actividades baseadas nos oceanos, com toda a sua escala verdadeiramente inumana, manifestam-se difíceis de intuir numa visão holística de uma economia global, regional ou até mesmo de um país que possua um grande capital marítimo, como é o caso de Portugal.

Talvez por isso nos últimos anos se tenha verificado uma recorrente utilização da expressão “Economia Marítima” na dialética do sector e até no discurso político de carácter mais ou menos oficial.

Esta compartimentação de sectores económicos é claramente questionável mas compreensível dada a complexidade das relações entre estes, a qual implica consequências de monta face à tomada de medidas mesmo que tidas a priori, como de impacto restrito.

Logo, o conceito de “Economia Marítima” deriva do tal dimensionamento e escala difíceis de objectivar se o sector for tido unicamente como peça indissociável da restante economia, mas também da necessidade da presença de uma forte especialização nas esferas de topo das decisões estratégicas para o sector.

Aponta portanto para o enquadramento teórico da gestão de curto prazo, numa relação de proximidade e de resultados directos  que se torna menos adequado caso a esfera de influência das decisões seja mais alargada. Nesse caso é necessário uma visão da Economia como um “todo”, na qual é óbvio que o sector das Actividade Marítimas desempenha um papel de altíssima importância. 

Será então nessa capacidade de perceber a Economia do Mar no conjunto de todo o edifício económico global que se encontra o segredo para que o “Mar” constitua um capital realizável e realizado.

Um primeiro exemplo desta abordagem foi dado por Adam Smith nos seus livros “A riqueza das Nações”, cujas primeiras edições aconteceram em 1759. Tido frequentemente como o pai da economia moderna, o autor produziu uma nova teoria económica evocando a globalização como fator de crescimento económico. 

Sem que lhe seja conhecida alguma ligação ao Mar e sem utilizar a expressão “Economia do Mar”, aponta o transporte marítimo e fluvial como decisivo para o alargamento dos mercados, única forma de atingir um elevado grau de eficiência através da especialização que cada área geográfica pode proporcionar.

Significa portanto que no caso da actividade portuária o contributo para a economia é mais indirecto  ao permitir um desenvolvimento mais eficiente de outras actividades  o que é perfeitamente constatável nos números relativos a 2010 divulgados pelo Governo no Anexo A da “Estratégia Nacional para o Mar 2013 – 2020”.

Sendo o Produto Interno Bruto per capita (PIBpc) português de 2010 cerca de 16.840,00€ e o VAB da actividade portuária situado nos 1.230,40 milhões de euros, temos uma contribuição e 115,00€ para o PICpc nacional o que corresponde a 0,68% deste indicador. 

Se tivermos em conta que no mesmo período a Industria e a Manufactura contribuíram em 30% para o mesmo PIBpc, parece ser legítimo concluir que a actividade portuária no que diz respeito à movimentação de mercadorias, tem um papel pouco importante para a economia. 
O que a torna estratégica é a sua capacidade para alavancar os outros sectores da economia, permitindo que no já citado exemplo da Indústria e Manufactura  estes se tornem contribuintes cada vez mais fortes para o rendimento disponível.

Acresce ainda que numa visão integrada da actividade portuária em relação aos outros sectores  já se concluiu que as áreas portuárias possuem grande capacidade para potenciar o desenvolvimento de actividades de baixa intensidade industrial e manufactura. 

Constituindo estas, serviços de valor acrescentado às cargas, contribuem decisivamente para a redução do custo do transporte, o que obrigatoriamente se traduz num aumento da competitividade do sector e da economia portuguesa, garantindo ainda uma melhor integração dos Portos nacionais no actual modelo da Economia Global.

Fonte: APP

APSS apoia Campeonatos Mundiais de Pesca Embarcada

A APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA apoia os Campeonatos do Mundo de Pesca Embarcada que decorrem, de 7 a 14 de Setembro, nos mares de Setúbal, organizados pela Federação Portuguesa de Pesca Desportiva do Alto Mar.
O evento engloba duas provas, o 49º Campeonato do Mundo de Pesca Embarcada Sénior e o 13º Campeonato do Mundo de Pesca Embarcada Sub21, com a participação de cerca de 120 atletas de 16 países. A Cerimónia Oficial de Abertura, às 16h00 do dia 8 de setembro, tem como palco a Doca de Recreio do Porto de Setúbal.

Fonte: APP

Surfista português vence campeonato no México

O surfista português Nic von Rupp foi o grande vencedor do campeonato do Pawa Tube Fest, no México. De 30 de Julho a 11 de Agosto, a competição contou com a participação de 30 surfistas oriundos dos quatro cantos do mundo. 

Durante a prova, Nic von Rupp concorreu lado a lado com alguns dos melhores surfistas de tubos do planeta, como Nathan Hedge, Diego Silva, Brain Conlewy e Nils Schweizer. Depois da prestação no primeiro dia de competição, que lhe valeu uma das maiores classificações da fase, Nic teve de esperar alguns dias para que se realizasse a segunda ronda. 

Este tipo de eventos requer ondas muito específicas, e no caso de Pawa Tube Fest 2013 o eram exigidas ondas grandes e pesadas. Quando as mesmas chegaram, Nic revelou-se preparado, qualificando-se para as meias-finais e mais tarde para a final, onde iria encontrar Gabriel Villaran, Diego Silva, Nathan Hedge, Brian Conley e Nils Schweizer

Ao fim de trinta minutos, o luso-alemão de 23 anos, oriundo da Praia Grande, em Sintra, confirmava o favoritismo saindo vencedor do campeonato e arrecadando o prémio de 5.310 euros (7.000 dólares). 

Fonte: Boas Noticias.