Vestígios do maior tubarão da história encontrados nas Canárias

Os megalodonte terão existido há, aproximadamente, 20 milhões de anos

Um grupo de cientistas espanhóis encontrou vestígios do um megalodonte, um tubarão pré-histórico e o maior que existiu na terra.
Os investigadores descobriram, a mil metros de profundidade, nas Canárias, dentes do superpredador marinho.
Os megalodonte terão existido há, aproximadamente, 20 milhões de anos e podiam atingir 20 metros de comprimento e pesar 100 toneladas.
Esta espécie desapareceu há dois milhões anos e os vestígios encontrados nas Canárias serão de uma subespécie de megalodonte, o “Otudus megalodonte”.


Fonte: Jornal I

Tubarão-baleia morto deu à costa

Um tubarão-baleia foi encontrado morto na baía de Manila, próximo da província de Cavite, nas Filipinas. O animal de quase sete metros de comprimento e mais de 300 quilos de peso deu à costa esta quinta-feira.
Foram precisas cerca de duas dezenas de pessoas para arrastar a carcaça do tubarão-baleia, que foi levada para o departamento de pesca onde lhe serão feitos alguns exames.
Os investigadores vão tentar apurar as causas da morte do animal, que não tinha ferimentos visíveis. É possível que o tubarão-baleia tenha ingerido algo que acabou por ser fatal.
As águas da baía de Manila são das mais poluídas das Filipinas, com resíduos sólidos na maioria das vezes provenientes das favelas próximas da zona.
Os tubarões-baleia são uma espécie vulnerável, podem chegar aos 12 metros de comprimento e são dos maiores peixes do mundo. São comuns nas Filipinas entre os meses de Abril e maio.
Fonte: CM

Marinha e Zoomarine devolvem ao mar tartaruga marinha

A Marinha Portuguesa, através do Comando da Zona Marítima do Sul, em associação com 
o Zoomarine devolveu hoje, ao mar,  a tartaruga marinha «Kapa». 

Esta operação realizou-se a bordo da Lancha de Fiscalização Rápida NRP Centauro, que 
se encontra em comissão na Zona Marítima do Sul, e partiu ao início da manhã do ponto 
de apoio naval de Portimão para largar a tartaruga a várias milhas náuticas 
de terra.

A par de iniciativas anteriores, esta colaboração entre a Marinha e o Zoomarine irá 

permitir à tartaruga «Kapa», um exemplar de 
caretta caretta (tartaruga-comum), o regresso ao seu habitat natural após reabilitação.

Fonte: Região Sul

Apanha de bivalves proibida em quase todo o país

A apanha de bivalves está proibida temporariamente em toda a costa de Portugal continental, à excepção de parte do Algarve, devido à presença de toxinas.

Segundo informação disponibilizada hoje na página na Internet do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a apanha e captura «com vista à comercialização e consumo» de bivalves está temporariamente interdita devido «à presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares», causadoras de intoxicações diarreica ou amnésica.
Está proibida a captura de todas as espécies de bivalves na costa e ria de Aveiro e no litoral entre a Nazaré e a Figueira da Foz.
O mexilhão não pode ser apanhado na costa de Viana do Castelo, no estuário do Tejo e na Lagoa de Albufeira. A mesma interdição se aplica à zona litoral de Matosinhos – onde também não pode ser capturada a amêijoa-branca – e ao estuário do Mondego, onde também não pode ser apanhado berbigão.
Na região entre Lisboa e Peniche, apenas pode ser capturada a castanhola, e de Sines a Setúbal, todas as espécies estão interditas, à excepção da navalha, amêijoa-branca e ameijoa.
No litoral algarvio, entre Portimão e Lagos, está proibida a apanha de conquilha. Na zona entre Vila Real de Santo António e Tavira, foi levantada a interdição de captura de todos os bivalves.
Fonte: TSF

Porto de Setúbal cresce 42% em Agosto



O Porto de Setúbal movimentou, no mês de Agosto, 623 mil toneladas de mercadorias, um crescimento de 42%, comparado com as 438 mil toneladas movimentadas em Agosto de 2012. Este desempenho coloca o Porto de Setúbal a crescer 3% face ao ano anterior, no acumulado até Agosto.
Agosto passa a ser o quarto mês, de 2013, em que se regista um movimento de mercadorias superior a 600 mil toneladas, o que se só verificou por duas vezes no histórico do porto de Setúbal, no ano de 2010, em que se bateu o recorde absoluto, com 7 milhões de toneladas, e no ano de 2011.

Fonte: APP

Livro Navegador de Recreio

Já esta nas livrarias a 4ª Edição do livro Navegador de Recreio, desta vez com um acordo de mecenato com a Junta Regional de Lisboa, Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português.

Este livro surgiu da necessidade de recolher informação para responder às exigências formativas, introduzidas pela actual legislação, que regula a atribuição de certificados de competência para a náutica de recreio dos cursos de Principiante e de Marinheiro. Assim, «Navegador de Recreio» dirige-se a alunos e professores, bem como a todos aqueles que se interessam pelos primeiros passos do conhecimento náutico, necessários para uma navegação correta, consciente e segura, bem como para uma progressão futura na restante formação.
Título: Navegador de Recreio
Autores: Daniel Ferreira e José António Martins
Revisão Técnica: Cmdt. Franco Facada e Cmdt. Proença Mendes
Capa: António Laranjeira
Paginação: Mário Félix – Artes Gráficas
Formato: Brochado 254 páginas
Distribuição: Dinalivro
Preço: 19.61 €


Fonte: Náutica Press

Invasão de ilhas do Pacífico pelo mar impressiona comissária europeia

A comissária europeia encarregada das questões climáticas, Connie Hedegaard, alertou hoje para os impactos da elevação do mar nas pequenas ilhas do oceano Pacífico, após ter visto a situação com os próprios olhos. Para ela, uma reacção às consequências do aquecimento global é “urgente” para evitar que o problema piore nestas regiões.

“O sentimento de urgência é evidente e visível quando o vemos de perto”, declarou a comissária à agência AFP, durante o 44º Fórum de Ilhas do Pacífico (FIP). O evento reúne 16 Estados independentes e territórios associados e inaugurado esta terça em Majuro, capital das Ilhas Marshall. O local se situa a apenas um metro acima do nível do mar, situação semelhante à encontrada nos arquipélagos vizinhos de Tuvalu e Kiribati.
“O tempo está correndo. O mundo deve agir. Os que estão mais vulneráveis estão cada vez mais impacientes, e por razões justas”, observou Hedegaard. Ela se disse impressionada pelo fato de que, apesar das adversidades, as administrações locais adoptam cada vez mais as energias renováveis. “Eles não criaram o problema climático e não são culpados de nada, mas sabem que cada um de nós deve fazer o que poder. Eles nos dão um exemplo moral.”
Os diques que protegem as Ilhas Marshall do mar estão ruindo e, em Junho, uma alta recorde da maré provocou a inundação de Majuro. Diversos poços de água que servem para alimentar os habitantes estão contaminados por água marinha.
Na abertura do fórum, na terça, os países insulares do Pacífico denunciaram o desprezo e a falta de acção dos grandes poluidores – responsáveis, a seu ver, pela dramática situação em que se encontram. Segundo o primeiro-ministro das Ilhas Cook, Henry Puna, os pequenos países do Pacífico se sentem abandonados pelo resto do mundo, que, no entanto, tem a maior responsabilidade pelas transformações no clima.
Ele evocou as frustrações que sentem seus habitantes por serem vistos de cima, ignorados e subestimados. “Anos de inércia de parte daqueles que são os mais capazes de agir de forma eficaz para reduzir (os efeitos do aquecimento) nos deixaram profundamente decepcionados e insatisfeitos”, declarou o primeiro-ministro, na abertura do fórum.
Pedido na ONU
Os países-arquipélago do Pacífico sul querem o compromisso dos grandes países poluidores para limitar suas emissões, destacando que o aquecimento representa uma ameaça directa para a sobrevivência de suas ilhas. Esta demanda será apresentada ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante a Assembleia-geral das Nações Unidas, no fim de setembro, em Nova York, para “remobilizar a comunidade internacional e convencê-la de que certos países estão com sua existência ameaçada”.
O presidente das Ilhas Marshall, Christopher Loeak, fez um discurso emocionante pela sobrevivência de seu arquipélago, afectado por uma grave seca e por tempestades. “A todos os habitantes das Marshall e aos povos do Pacífico: minha terra é minha pátria, meu património e minha identidade”, afirmou. “Este é meu país e aqui ficarei para sempre. Que venha a água!”, acrescentou.
 

Fonte. RFI

BPI Surf Board Test presentes Kia ( Com vídeo ).

A Praia Internacional, no Porto, e a Praia do Cabedelo, na Figueira da Foz, receberam no passado fim-de-semana a primeira paragem do BPI Surf Board Test Presents Kia on Tour, evento que durante o mês de setembro vai percorrer a costa portuguesa de Norte a Sul para dar a experimentar a gama de pranchas da Polen Surfboards.
Os surfistas do Norte aderiram em grande a esta iniciativa inédita, que proporcionou a centenas de participantes a oportunidade de testarem os limites do seu surf experimentando livre e gratuitamente todo o tipo de pranchas na companhia de atletas nacionais de topo.
Em cada um dos locais, os participantes puderam escolher, a partir de um quiver diversificado e abrangente disponibilizado pela Polen, uma ou mais pranchas para participarem nas várias sessões de surf que foram decorrendo separadamente ao longo do dia (para praticantes de nível básico, intermédio e avançado). Os surfistas foram acompanhados pelo ex-campeão nacional João Guedes, no Porto, e pelo ex-campeão europeu Justin Mujica, na Figueira da Foz, ambos team riders da Polen, que com o seu carisma, experiência e boa disposição ajudaram a tornar a experiência inesquecível.
“Apesar de as ondas estarem pequenas, os participantes ficaram bastante satisfeitos porque as pranchas disponibilizadas para o test drive eram do modelo certo para àquelas condições”, descreveu João Guedes. “Os surfistas foram muito participativos e quiseram saber mais sobre os modelos e o tipo de pranchas que normalmente uso naquele tipo de ondas. Foi bastante interativo e, de uma forma geral, foi positivo para a Polen e para os surfistas”, concluiu o ex-campeão nacional.

Fonte: SurfPortugal

Sata Airlines Azores Pro Presented By Sumol

O SATA Airlines Azores Pro presented by Sumol 2013, quinta etapa Prime do circuito mundial de surf de qualificação deste ano e primeira prova do Moche Series Cascais Trophy, teve hoje iníco, na praia de Santa Bárbara, com ondas de meio metro a um metro, bem formadas e sem vento ao longo de todo o dia.
Ao todo realizaram-se as primeiras 16 baterias do primeiro round, com resultados mistos, entre a surpresa e a decepção, tanto por parte dos veteranos, como da nova geração. Pelo lado da decepção encontram-se as eliminações de primeira dos irmãos Patrick e Tanner Gudauskas, de Nathan Yeomans(vice-campeão desta prova em 2011), Tom Whitaker e Tim Reyes, todos ex-membros da elite mundial, bem como das jovens esperanças Mitchel Coleborn, Marc Lacomare,  Matt Banting, Caio Ibelli e Jack Freestone, estes dois últimos campeões mundiais Pro Junior.
Quem surpreendeu foram alguns dos surfistas que tentam agora entrar no WCT, como o sul-africanoBeyrick De Vries, o argentino Santiago Muniz, os americanos Evan Geiselman e Cory Arrambide, o neo-zelandês Billy Stairmand, os brasileiros Marco Fernandez e Peterson Crisanto, o havaiano Keanu Asing, o marroquino Ramzi Boukhiam (campeão europeu Pro Junior em 2012) ou o australiano Perth Standlick, que abriu a prova com uma das pontuações mais altas do dia, 17.10 em 20 pontos possíveis, apenas batido por Filipe Toledo, outro jovem talento, brasileiro e já membro da elite mundial.
Toledo foi responsável pela melhor pontuação total do dia (18.33) e pelo primeiro 10 unânime para uma onda deste SATA Airlines Azores Pro presented by Sumol 2013. Além do jovem brasileiro, também outros surfistas bastante cotados, como Kolohe Andino, Willian Cardoso, Adam Melling, CJ Hobgood, Jadson André, Brett Simpson ou Aritz Aranburu puxaram dos galões e avançaram com confiança para a segunda fase.
“Foi show!,” comentou Filipe à saída da sua bateria. “Eu estava remando para fora quando ouvi todo o mundo assobiando e acabei pegando a melhor onda do set, mostrei tudo aquilo que sei e que amo fazer e consegui terminar com um bom aéreo. Fico muito grato pelo 10 dos juízes, o que me dá muita confiança para o resto da semana,” concluiu o actual rookie do WCT.
Entre os seis portugueses inicialmente em prova, três competiram hoje, mas infelizmente foram eliminados da etapa açoriana. José Ferreira, finalista na etapa anterior do circuito de qualificação, na Galiza, Marlon Lipke, campeão europeu em título, e o local Jácome Correia, campeão nacional sub-14, deram o seu melhor, mas não conseguiram bater os seus adversários. Jácome foi bastante aplaudido pelo muito público presente hoje, aqui na praia de Santa Bárbara, demonstrando muita garra e um futuro sorridente. Assim, a representar a bandeira nacional, restam em prova Tiago Pires, Vasco Ribeiro e Frederico Morais, cujas baterias da primeira fase não se realizaram hoje.
Amanhã a chamada está marcada para as 7h30m, com a previsão a apontar para condições semelhantes às de hoje e bons sinais para o resto da semana, com o aumento da ondulação para sexta-feira e sábado.
O SATA Airlines Azores Pro presented by Sumol 2013 é organizado pela DAAZ Eventos e pela Associação Atlantic Action Sports, conta com o patrocínio da SATA Airlines, do Turismo dos Açores, Câmara Municipal da Ribeira Grande, Sumol, MOCHE, MEO, contando ainda com os apoios do Hotel Vip Executive Açores, FUEL TV como canal oficial, RFM, RTP, Jornal i, Surf Total, Surf Portugal, ONFIRE, Beachcam e Puro Feeling.

Fonte: SurfPortugal.

Felixstowe prepara-se para receber até os “Triple-E”



O porto de Felixstowe, número um britânico na movimentação de contentores, quer entrar em 2015 capaz de movimentar os navios de 18 000 TEU. A ideia é responder à concorrência de Southampton e do novo London Gateway.
A ampliação consistirá no prolongamento do cais 9 em 190 metros, criando assim uma frente de mar de 990 metros (no conjunto dos cais 8 e 9, ambos actualmente com 400 metros), onde será possível operar em simultâneo dois “Triple-E”.
Para acomodar os novos navios estão igualmente previstas dragagens para -16 metros junto ao cais e para -14,5 metros no canal de aproximação. A Hutchison Ports, que opera o terminal, já solicitou autorização para avançar. Os trabalhos deverão iniciar-se no princípio de 2014 e prolongar-se por cerca de 11 meses.
Os cais 8 e 9 de Felixstowe foram inaugurados em 2011, preparados para operar porta-contentores de 14 000 TEU, os maiores da época.
Com a extensão do terminal, Felixstowe pretende defender-se da concorrência que representam Southampton (também com melhoramentos em curso) e, mais ainda, o novo London Gateway, com data de inauguração prevista para breve.
Felixstowe movimenta anualmente cerca de 3,5 milhões de TEU.

Fonte: Transportes e Negócios.