Autor: portaldomar
Douro Azul investe 26 milhões em dois novos barcos-hotel
O presidente da Douro Azul sublinhou a importância dos fundos do QREN para estes investimento, já que possibilitam “que a amortização dos investimentos seja menor” e permite à empresa “crescer mais rapidamente”.
Neste momento, a empresa de cruzeiros do Douro exporta 95% dos seus serviços, sendo que tem “clientela para cinco novas embarcações”. “Tenho de analisar o novo quadro dos fundos do QREN para perceber como os podemos planear, pois não quero sobrecarregar os capitais próprios” da empresa, explica Mário Ferreira. Para 2014, as estimativas de facturação são de 40 milhões de euros, o dobro do registado em 2012.
ONG’s pedem que verbas da UE para pesca sejam aplicadas em inovação e formação
Organizações não governamentais portuguesas defenderam hoje que os financiamentos europeus no sector da pesca devem ser aplicados em inovação e formação e não em novas embarcações que aumentem a actividade em espécies já sobre-exploradas.
ONG's pedem que verbas da UE para pesca sejam aplicadas em inovação e formação
Organizações não governamentais portuguesas defenderam hoje que os financiamentos europeus no sector da pesca devem ser aplicados em inovação e formação e não em novas embarcações que aumentem a actividade em espécies já sobre-exploradas.
Corais produzem substância protectora do calor que influencia clima
Os corais produzem uma substância química que os protege do aumento da temperatura dos oceanos e desempenha um papel crucial na regulação do clima local, revela um estudo publicado hoje na revista Nature.
Uma equipa de cientistas do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês) descobriu que os corais produzem uma molécula à base de enxofre, o dimetilsulfoniopropionato (DMSP), substância responsável pelo odor característico do mar, que até agora se pensava existir apenas nas algas.
“Anteriormente pensava-se que as grandes concentrações de DMSP que emanavam dos recifes de corais eram provenientes das algas simbióticas”, disse o responsável pela investigação, Jean-Baptiste Raina, do AIMS e da Universidade James Cook.
A investigação concluiu que os corais aumentam a produção desta substância quando a temperatura do oceano aumenta.
A substância e os seus derivados funcionam como antioxidantes e protegem os tecidos dos corais do stress ambiental causado pelas altas radiações solares.
As moléculas à base de enxofre também servem como núcleos para a formação de gotículas de água na atmosfera, ajudando a criar nuvens.
Com a redução do número de corais, os cientistas advertem que pode registar-se uma grande diminuição na produção de DMSP, o que por sua vez, terá consequências na formação das nuvens.
“A produção de nuvens, especialmente nos trópicos, é um importante regulador do clima – porque as nuvens reflectem muito do calor do sol para o espaço. Se forem produzidas menos nuvens, menos calor será reflectido o que levará ao aumento das temperaturas na superfície do mar”, explicou Jean-Baptiste Raina.
A Grande Barreira de Coral da Austrália, que concentra 400 tipos diferentes de coral, 1.500 espécies de peixes e 4.00 variedades de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 pelo duplo impacto do aquecimento da água do mar e pelo aumento da sua acidez devido a uma maior concentração de dióxido de carbono na atmosfera.
Fonte: Lusa
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Navio naufragado em 1787 descoberto ao largo de Sines
Os destroços encontrados pela Ecoalga pertencem a um navio de origem francesa e, de acordo com o responsável pelo achado, encontra-se assente num banco de areia.
Segundo Joaquim Parrinha, trata-se de um “navio de 400 toneladas” que naufragou junto à costa de Santo André, proveniente do sudoeste asiático.
A descoberta já foi comunicada às entidades competentes.
O espólio deste navio ainda não é conhecido adiantou Joaquim Parrinha que “mergulhou” na literatura e acredita tratar-se de um navio pertencente ao ministro das finanças do governo de Luís XVI.
Joaquim Parrinha que, em conjunto com o mergulhador João Goucha, são os responsáveis pela descoberta, gostariam de “resgatar o navio ao mar” e “construir um museu em Santiago do Cacém” que permitisse estudar a história destas embarcações.









