Bruxelas propõe cortes em quatro espécies pescadas em Portugal

A Comissão Europeia apresentou, esta quarta-feira, em Bruxelas, a sua proposta de totais admissíveis de capturas para 2014, propondo cortes em quatro espécies pescadas em águas portuguesas, aumentos em outras três e ficando cinco sem alteração.
Entre as unidades populacionais para as quais é proposta uma redução de totais admissíveis de capturas (TAC), contam-se cortes de 75% de arinca, de 33% para o bacalhau, de 20% para as raias e ainda de 10% para o lagostim.
Por outro lado, a proposta de TAC de areeiro aumenta em 86%, a de pescada em 15% e tamboril em 6% na costa portuguesa, Portugal Ocidental, Açores e Madeira.
Bruxelas propõe também que as capturas autorizadas de linguado, solha, escamudo e biqueirão se mantenham sem alteração em relação a este ano.
Ao critério de Portugal, ficam as possibilidades de pesca de carapau na Madeira e Açores, e de badejo em todas as águas nacionais.
A proposta apresentada estabelece totais admissíveis de capturas e níveis de esforço de pesca para as unidades populacionais geridas exclusivamente pela União Europeia, baseadas em critérios científicos.
Em termos gerais, a Comissão decidiu, com base em pareceres científicos, propor aumentar ou manter os TAC – nas unidades populacionais que não são partilhadas com países terceiros – em 36 unidades e reduzir noutras tantas.
A proposta da Comissão será agora alvo de negociações com os Estados-membros, tradicionalmente longas, e a decisão final será tomada em Dezembro.

Fonte: JN

Rejeições ZERO de pescado a partir de 2014



Prevê-se que a partir de 1 de Janeiro de 2014 entre em vigor a obrigação de os pescadores desembarcarem e registarem todas as capturas de espécies pelágicas (peixes que vivem habitualmente em cardumes, tais como sardinhas, sardas cavalas e atuns), de acordo com uma proposta de regulamento comunitário que já obteve consenso dos Estados-Membros e do PE, mas ainda não foi publicado. 

Estão previstas algumas excepções de salvaguarda para os países do Sul, mantendo as suas frotas uma margem de rejeição que se estabelecerá de forma escalonada até se fixar nos 7% sobre o total das capturas submetidas às quotas. Percentagem no entanto abaixo dos 10% reivindicados pelos países do Sul como Portugal, Espanha, França. 

“O mais tardar a partir de 1 de Janeiro de 2015, aplicar-se-á às capturas de bacalhau, pescada, linguado; e a partir de 1 de Janeiro de 2016 à arinca, badejo, areeiro, tamboril, solha, maruca, escamudo, juliana, solha-limão, pregado, rodovalho, maruca-azul, peixe-espada-preto, lagartixa-da-rocha, olho-de-vidro-laranja, alabote-da-gronelândia, bolota, cantarilhos e unidades populacionais demersais (que vivem habitualmente no fundo do mar) do Mediterrâneo”.


Fonte: APP

WavEC, Offshore Renewables, realiza o seu seminário anual

O WavEC, Offshore Renewables, realiza o seu seminário anual no dia 25 de Novembro, no Museu da Electricidade, em Lisboa. No dia seguinte será organizado com a Embaixada da Holanda um encontro dedicado à exploração das oportunidades de cooperação entre entidades portuguesas e holandesas no sector das energias renováveis marinhas.
O objectivo fundamental deste evento matchmaking é o desenvolvimento de negócios entre empresas e entidades portuguesas e holandesas. Serão efectuadas sete curtas apresentações de empresas holandesas e portuguesas que não fizeram apresentações no dia anterior. Posteriormente, as entidades presentes terão a possibilidade de contactar potenciais parceiros em seis rondas de reuniões de vinte minutos cada. Um intervalo para café e um almoço oferecido pela Embaixada da Holanda estimularão uma actividade de networking.

As apresentações serão feitas pelas empresas holandesas Teamwork Technologies BV e DNV/TU Eindhoven, e pelas portuguesas EDP Renovaveis, Solidal, Critical Materials, Emove, e One Ocean. As mesas de reuniões serão lideradas pelas empresas Ampelmann, Damen Shipyards, ECN, Hydrographic Maritime Consultants, Imares, Teamwork Technologies BV, Tocardo da Holanda, e EDP Renovaveis, EnergyIN, Inegi, WavEC Offshore Renewables e EDP Inovação de Portugal.


Fonte: APP

Garrett McNamara elogia coragem da «super-Maya»

O havaiano Garrett McNamara assumiu que talvez não surfasse a onda que provocou a queda de Maya Gabeira, na segunda-feira, na Praia do Norte, e elogiou a surfista brasileira.
«A onda da Maya foi enorme, foi uma das maiores do dia e surfou-a tão bem como qualquer pessoa a poderia surfar, fez tudo o que lhe era possível para concretizar a onda, que era tão selvagem, com tantos sobressaltos e tão rápida, que eu, honestamente, não sei me teria feito àquela onda e não sei se muitos surfistas se fariam àquela onda. O que ela fez foi fantástico, para mim a Maya foi uma supermulher, para mim é a super-Maya», afirmou Garrett McNamara.
O havaiano, que surfou em 28 de janeiro de 2013 uma onda que se acredita possa ter chegado aos 30 metros, também na Praia do Norte, reconheceu que o incidente que afetou a surfista brasileira foi «uma grande infelicidade», advertindo que «se a preparação e as condições de segurança necessárias estivessem em funcionamento não lhe aconteceria».
«A preparação e os procedimentos de segurança são a chave para o sucesso em qualquer situação. Eles não tinham uma equipa adequada e uma equipa de segurança adequada», rematou McNamara, na Escola Superior de Desporto de Rio Maior.
À margem de uma conferência em que abordou o tema da segurança na sua atividade, o havaiano, de 46 anos, explicou as exigências das ondas na Praia do Norte.

Fonte: TSF

Carlos Burle: O Surfista do Momento ?

Carlos Burle. “Não surfar um mar histórico, quando a gente passa a vida se preparando, seria o quê? Masturbação?”
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Maya Gabeira, a surfista brasileira que na segunda-feira ficou inconsciente na praia do Norte, na Nazaré, garante que faria tudo de novo e se tivesse morrido ia em paz

A vida é mesmo assim. E, como Felipe Cesarano, um dos quatro surfistas de ondas grandes brasileiros na Nazaré, ontem disse a Carlos Burle, o que se passou foi simplesmente o seguinte: “Tu salvou uma vida e em recompensa tu pegou a onda da tua vida.” Passam o ano a treinar para se aguentarem à bronca em mar gigante, são pagos para isso e, continuando com as palavras do “Gordo”, o seu trabalho é igual ao de um polícia. “Ele tem de subir no morro e trocar tiro com os bandidos. Por isso ele não vai falar que não vai subir com medo de levar um tiro.”
Já Carlos Burle – que além de Cesarano, treina ainda Maya Gabeira e Pedro Scooby – sublinha a importância de “você se preparar, não negligenciar a situação, unir tudo o que for possível para minimizar os riscos”. “A gente não sabe quando vai dar [ondas grandes], mas passa o tempo inteiro pensando nisso, assistindo filmes e viajando o mundo todo para pegar um mar desses. E se você entra num mar desses e começa a ser muito cauteloso, você não surfa e não pega aquela experiência. E não é assim ‘ah, vou surfar e vou morrer’. Não, você tem uma grande chance de sobreviver”, explica o surfista que em 2011 entrou para o “Guinness Book” com a maior onda surfada (68 pés, cerca de 22 metros), em Mavericks, na Califórnia.
“Imagina que acontece o mar que aconteceu ontem, que foi um mar histórico, e você não surfa. Porquê você treinou e se preparou tanto? Não faz sentido. É uma masturbação? Você fica em casa pensando ‘poxa, eu quero que dê aquela onda de 100 pés’, treina, vai na academia, faz apneia, faz disso uma coisa enorme e, quando mar quebra, você trava.”
Esta é a atitude mental desta turma e foi com esse estado de espírito que Maya Gabeira decidiu entrar na praia do Norte na segunda-feira de manhã cedo. A sessão acabou mal, a carioca por pouco não apagou, mas, de tornozelo partido, afirma que a experiência “valeu a pena” e, se tivesse morrido, teria ido “em paz”, fazendo o que mais gosta. “As condições que a gente enfrentou ali ontem talvez sejam das mais difíceis do mundo. Não só a onda lá fora como o resto, porque aqui o perigo nunca acaba, ele se agrava às vezes, por causa das rochas, da areia e do quebra-coco [rebentação]”, explicou Gabeira, que ontem teve alta do hospital.

“O que correu mal foi que eu peguei uma onda grande e quebrei o tornozelo. Depois ainda tomei um caldo pesado mas vim bem à superfície, fiz bem a minha técnica de respiração, passou a segunda onda e, na terceira, fiquei muito tempo debaixo de água e quando subi não sabia onde estava. Foi aí que o meu colete de segurança explodiu e fiquei sem ele.” Com a “visão preta”, da “falta de oxigénio junto com a porrada”, ainda veio à tona para respirar novamente mas em seguida tudo “ficou branco” e não se lembra de mais nada. “Mesmo antes de apagar, apenas segui o instinto, de mão para cima, e a única outra coisa que fiz foi, quando o Burle passou por mim a gritar, peguei a corda do jet-ski. Também foi outro instinto, mais auditivo que visual, porque já não tinha visão nenhuma.”
Se nesse momento Carlos a tivesse perdido de vista talvez não estivessem todos juntos e alegres na conferência de imprensa que ontem deram na Nazaré. “Na altura em que eu passei por ela pela primeira vez, para ela se agarrar à prancha de resgate, apesar de estar com a mão para cima, estava em choque e não tinha força. Da segunda vi que ela realmente não tinha reacção. A gente já estava indo para cima das rochas, a maré já estava puxando a gente para dentro, essa reacção que ela teve de tentar agarrar a corda foi a última força dela. Foi um movimento de desespero para se manter viva e, quando vi ela de cabeça para baixo, já flutuando, sabia que ela estava inconsciente e que não podia ficar assim, sem respirar por muito tempo. Por isso tomei aquela decisão de abandonar o jet-ski, nem sei onde ele foi parar, e agarrar ela”, explica o mentor.
Maya, uma das poucas surfistas femininas de ondas grandes, tem 26 anos e nunca tinha surfado mar daquele tamanho. Com os treinos de apneia, já se adaptou a ficar quatro minutos sem respirar e disse conhecer exactamente todos os processos pelos quais passou. “Normalmente a gente está em Jaws ou em outros lugares que são muito mais disputados e, como sou normalmente a última da fila, acabo pegando as ondas menores. Mas, como era uma oportunidade única, estávamos só nós e o Garrett. A gente teve oportunidade de pegar as maiores ondas do dia. Foi uma experiência única. Foi a maior onda que já peguei por muitos e muitos pés. Por isso, valeu, faria de novo. Houve algumas coisas ali que deram errado mas que ao mesmo tempo deram certo no final e que acabaram salvando a minha vida.” “Foi um milagre?”, alguém lhe pergunta. “Foi muito treino, Deus, que sempre está com a gente, e não era a hora de eu ir”, responde ligeiramente ao lado. “E quer voltar à Nazaré?”, insistem, recordando o episódio. “Ano que vem.”
Outras das coisas que mais impressionou as pessoas foi como é que Burle, de 45 anos e com a sua pupila a caminho do hospital, ainda teve a frieza de voltar para o mar. “Ele é maluco”, responde de imediato Pedro, de 25 anos. “Eu gosto do que eu faço, treino a Maya, o Scooby e o Gordo há muito tempo e não era só eu e ela lá dentro. A situação que envolveu o resgate da Maya durou um tempo mas ela foi para a ambulância, já estava a ser assistida e eu tinha os dois dentro de água e tinha de voltar para saber se eles estavam bem. Afinal de contas somos uma família grande, é um mar interessante e confesso que também eu queria pegar uma onda. Dei sorte que, na minha hora, todo o mundo já tinha desistido, o mar estava um pouco diferente, tinha entrado um vento e peguei a onda mais lisa do dia, não tinha nenhuma espuma na frente.
Nisto Scooby (casado com a actriz brasileira Luana Piovani, 12 anos mais velha), conta que, um minuto antes de Burle apanhar a onda do dia, os dois se pegaram dentro de água. “É… ele usou uma técnica muito apavorada numa onda. É bem mais jovem e aí eu falei: ‘Pô, não vai perder a cabeça agora, isso é só um mar de 100 pés. Se você perder a cabeça, a gente vai perder a oportunidade de surfar esse mar gigante’”, recordou a voz da experiência. Sempre de sorriso na cara, Pedro, antes de Maya se magoar, tinha comentado com a colega: “Estou-me sentido no Caçadores de Emoções (filme “Point Break”, com surfistas criminosos). Ah não, o cara morre!” “Tem de ter senso de humor nessas horas”, justifica.
Quanto ao facto de a sua onda ter sido maior que a já surfada por Garrett McNamara (algo que dizem rondar os 30 metros), Carlos diz que neste momento não vale a pena “ficar especulando” (veredicto em Março). Também na Nazaré, o surfista californiano recusou-se na segunda-feira a surfar por razões de segurança. “Estava muito grande para mim. Não me senti seguro”, disse McNamara, que no entanto ficou dentro de água, apenas a dar apoio aos brasileiros. Apesar de afirmar que competição existe em qualquer desporto, Burle disse que criar neste momento “uma rivalidade” com Garrett seria uma coisa “muito desagradável” e por isso nunca afirmaram que tinham batido o seu recorde.
“Magrinho e fraquinho, mas difícil de morrer”, devido à sua resistência, Burle explica que gosta de se focar no treino cardiovascular. “Quem cansa logo não aguenta tomar com essas ondas na cabeça.” Voltando ao acidente que aconteceu com a sua “princesa”, Carlos começa: “Tendo em conta o preconceito relativo às mulheres no surf de ondas grandes…” “No mundo!”, interrompe Maya. “É, mas não vamos levantar a placa feminista aqui agora… mas existe esse preconceito, o nosso meio é muito machista, o ego é muito grande e ela, tal como eu, é antítese do herói, do surfista de ondas grandes – tem aquela figura do cara fortão e casca-grossa.”

A surfista carioca de 26 anos conta estar recuperada dentro de “um mês e meio, dois meses” e todos eles querem voltar à Nazaré porque ficaram fascinados com a variedade de ondas boas na costa portuguesa. E, seja aqui ou em qualquer outro lado do mundo, vão continuar a viver segundo o conselho de Charles Bukowski – “Encontra o que amas e deixa que isso te mate”.


Fonte: Ionline

Túnel submarino liga Europa à Ásia no centro de Istambul

A primeira ligação ferroviária submarina intercontinental foi inaugurada nesta terça-feira em Istambul. Bastam quatro minutos a cerca de 60 metros de profundidade sob o Bósforo, o estreito que separa a Europa e a Ásia na grande metrópole que é Istambul, e cruza-se de um continente para outro.
Foi um sonho durante 150 anos e finalmente tornou-se realidade”, afirmou o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, na inauguração do primeiro dos seus megaprojectos para a cidade de Istambul.
O novo túnel ferroviário Marmaray, que atravessa o mar de Mármara, usa tecnologia japonesa resistente a sismos — que permite aos arranha-céus tremer sem quebrar. Essa é uma necessidade imperiosa, pois o túnel fica a menos de 20 quilómetros da falha sísmica onde se tem acumulado mais stresssísmico e onde os cientistas calculam existir 68% de probabilidade de que se venha a registar um sismo de magnitude 7 ou superior nos próximos 30 anos. Aliás, a Turquia, e em especial Istambul, é uma zona de grande risco sísmico.
A estrutura mais segura de Istambul?
A Câmara dos Arquitectos e Engenheiros turcos deu hoje uma conferência de imprensa chamando a atenção para a vulnerabilidade do túnel, que poderá transportar mais de um milhão de pessoas diariamente.
Eu não viajaria nos comboios do Marmaray, e ninguém devia viajar”, afirmou Süleyman Solmaz, porta-voz da organização, citando um engenheiro que trabalhou no projecto durante anos.
Kadir Topbaç, presidente da Câmara de Istambul, adianta a edição em inglês do jornal turco Hurriyet, respondeu garantindo que “todas as possibilidades foram levadas seriamente em consideração”, depois de se ter encontrado com o primeiro-ministro japonês, que esteve de visita a Istambul, para ver a inauguração, em que há interesses japoneses em jogo — além da tecnologia nipónica, grande parte da obra foi financiada pelo Banco Japonês para a Cooperação Internacional.
O ministro dos Transportes turco, Binali Yildirim garantiu que o projecto Marmaray é “a estrutura mais segura de Istambul”, com portas estanques para isolar cada secção, e será capaz de suportar um sismo de magnitude 9.
As grandes obras de engenharia, como o túnel Marmaray, são encaradas como uma forma de comemoração da década do partido islamo-conservador de Erdogan no poder — e também de campanha para as eleições de 2014 (locais em Março e presidenciais em Junho) e 2015 (legislativas).
O movimento de contestação do Parque Gezi, em Istambul, foi desencadeado em resposta a um projecto descaracterizador para esta praça do centro da cidade. O espírito de contestação tem continuado — nos últimos dias, mais em Ancara, com protestos em torno das condições favoráveis dadas ao réu no julgamento de um polícia que matou um estudante nos protestos de Junho. Ainda este mês, foi também criado o Partido do Parque Gezi, fundado por artistas e intelectuais.
Fonte: Público.

Esquadrilha de Submarinos condecorada com a Ordem Militar de Cristo

O Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, distingue desta foram o trabalho desenvolvido ao longo deste século de existência, que foi atravessado por períodos de elevada conflitualidade militar, designadamente as duas guerras mundiais, os conflitos nacionais em África e a chamada Guerra Fria, ao longo dos quais, inicialmente os submersíveis, e posteriormente os modernos submarinos portugueses, constituíram um instrumento ímpar ao dispor das lideranças políticas para fazer vingar a liberdade de acção nacional, que muito contribui para a manutenção da integridade territorial, para o reforço de Portugal no quadro das suas alianças e, consequentemente, para a independência nacional.
 
A Ordem Militar de Cristo destina-se a distinguir destacados serviços prestados ao País no exercício das funções de soberania.

Fonte: Marinha

Mulher ficou ferida em ataque de tubarão no oeste da Austrália

Fonte hospitalar indicou que a vítima não corre perigo de vida

Uma mulher ficou gravemente ferida ao ser atacada por um tubarão numa praia do oeste da Austrália, informaram hoje as autoridades locais, de acordo com a agência AFP.
A vítima, de 60 anos, estava a fazer mergulho com o seu companheiro a cerca de 40 metros da costa de Turquoise Bay, no Estado da Austrália ocidental, quando foi mordida por um tubarão no braço, tendo sido levada para Perth para receber tratamento médico, segundo uma responsável do Ministério da Pesca australiano, Lisa Clack, citada pela AFP.
Fonte hospitalar indicou que a vítima não corre perigo de vida.
O tubarão tinha cerca de um metro de comprimento, mas a sua espécie não foi determinada.
Os tubarões são frequentes na Austrália, mas os ataques fatais são raras, registando apenas um morto em cada 15 incidentes ocorridos por ano em média. O último ataque mortal remonta a Julho de 2012.

Fonte: Ionline